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Arte: quebrando tabus!

Apresentação para o Forum de Ensino Fundamental em Santa Maria de Jetibá ES - 2012
by

Raquel Falk

on 12 May 2014

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Transcript of Arte: quebrando tabus!

EDUCAÇÃO ESCOLAR TUPINIKIM E GUARANI: EXPERIÊNCIAS DE INTERCULTURALIDADE EM ALDEIAS DE ARACRUZ, NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
EDUCAÇÃO ESCOLAR TUPINIKIM E GUARANI: EXPERIÊNCIAS DE INTERCULTURALIDADE EM ALDEIAS DE ARACRUZ, NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
Professor Dr. Erineu Foerste
Universidade Federal do Espírito Santo
Orientador

Não é só para quem gosta
Professora Dra. Circe Mary Silva da Silva Dynnikov
Universidade Federal do Espírito Santo
 
 Professora Dra. Gerda Margit Schütz-Foerste
Universidade Federal do Espírito Santo
 
 Professora Dra. Lígia Arantes Sad
Universidade Federal do Espírito Santo
 
 Professor Dr. Gersem José dos Santos Luciano
Universidade Federal do Amazonas
 
 Professor Dr. Pedro Paulo Scandiuzzi
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Câmpus de Marília
A ALDEIA INDÍGENA DE BOA ESPERANÇA
coloque-se no lugar de uma criança e veja se há algum impedimento
Trabalhe imagens
com as crianças...
Ouse... Quebre os tabus na sua sala!!!
Não é só agradável...
INVESTIGOU
A práxis da educação intercultural no espaço da educação escolar indígena como meio de revitalização das culturas Tupinikim e Guarani do município de Aracruz, Espírito Santo, Brasil.

INTERCULTURALIDADE
COMUNIDADES TUPINIKIM E GUARANI DE ARACRUZ/ES I
não é só realista...
também pode ser abstrata, simbólica,
imaginária, distorcida ou a impressão fugaz de um instante...
Marcel Duchamp, Fonte
escultura/cerâmica vidrada com tinta preta
1917/1964, San Francisco Museum of Modern Art
A grande Coruja de
Pablo Picasso
Munch, O grito, óleo sobre tela
1893, Museu de Oslo
Ai Weiwei, Template, instalação
2007,Alemanha
Quando venho com a ideia de que a cultura não indígena é melhor... já não tá tendo diálogo...já estou inferiorizando a minha cultura, a cultura indígena. A interculturalidade depende de duas partes ao meu ver...depende de como a gente vai trabalhar com a educação, como a gente vai levar isso para a escola e também como que vai dar efeito nos alunos ou não... se for mal trabalhado não vai ter interculturalidade. Ali vai ter somente a crítica sobre a outra cultura. A ideia seria ter uma troca de conhecimento, de saberes...sem criticar de forma negativa porque tem cultura que inferioriza a sua e valoriza a outra ou o contrário, isso não é interculturalidade. A minha função na escola não é valorizar uma e desvalorizar outra. Tem que levar no mesmo patamar... tipo assim uma criança fala assim ah os branco...é isso ou aquilo [...] da mesma forma também os Tupiniquim e os Guarani... uns critica o outro...as vezes é ignorância porque não conhece a cultura do outro. O professor deve levar o conhecimento básico da sua cultura e da cultura não indígena...vamos imaginar...o professor tem essa tarefa difícil porque ele primeiro tem que se trabalhar porque se ele próprio inferiorizar a sua própria cultura...se o professor não acredita na historia Guarani, no que aconteceu com os mais velhos...se o próprio professor não acredita...então o que vai repassar para os alunos? Vai repassar o valor dos não indígenas.

(EDUCADOR GUARANI KARAÍ. CADERNO DE CAMPO. Entrevista. Aldeia de Caeiras Velha, 30 de janeiro de 2014)

Helio Oiticica, Parangolé, 1960
Robert Smithson,Spiral Jetty, 1970
Land Art,Grande Lago Salgado, Utah
Suas aldeias – Boa Esperança (Tekoa Porã), Três Palmeiras (Boapy Pĩdo) e Piraquê-Açu.
Atualmente formam um grupo de aproximadamente 260 pessoas, distribuídos nas três aldeias.

OBJETIVOS
Problematizar a formação inicial e continuada dos professores indígenas;
Discutir a práxis da interculturalidade no contexto da educação escolar indígena;
Identificar outros espaços educativos da cultura e educação indígena.

OS GUARANI
Eu: Como se aprende a cultura Guarani?
Karaí: praticando, vivenciando, vivenciando, né. Por exemplo, para a gente conhecer o que é da Casa de Reza, só olhando, vendo, indo, ouvindo mais... ouvir porque os mais velhos já ouviram bastante então eles tem o que falar, agora, o jovem não, eles tem que ouvir, eles não tem ainda pra falar.
Tataxi Wera Rete (tradução de Karaí): os cientistas de não índio pesquisa, pesquisa, põe num livro pra quê? Pros filhos, os outros que vem estudar ali... e a gente também faz dessa forma, a gente aprende dos mais velhos, o livro nosso é os mais velhos, a gente também faz isso, procura pesquisa, pergunta, então se a gente não perguntar, não pesquisar, não procurar, aí vai embora...

(CADERNO DE CAMPO. Entrevista. Boa Esperança, 23 de julho de 2013).

OS TUPINIKIM
Totalizam aproximadamente 2.630 (FUNASA, 2010) distribuídos em seis aldeamentos a saber: Pau Brasil, Caeiras Velhas, Irajá, Comboios, Areal e Córrego d’Ouro, sendo que estas duas últimas aldeias estão recém-formadas.
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