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Currículo Formal e Não Formal

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Titas Roque

on 22 November 2013

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Transcript of Currículo Formal e Não Formal

Currículo Formal e Não Formal
Introdução
As definições de currículo são diversas, umas mais restritivas e focadas unicamente em percursos escolares, outras mais abrangentes e que já interligam um percurso escolar com um conjunto de experiências que devem ser vividas pelos indivíduos. No entanto, a sua definição caminha cada vez mais para uma abrangência ainda maior no futuro.
Currículo na sociologia
O currículo escolar é visto como um produto social para concretizar objectivos humanos.
Os sociólogos da educação reconhecem o currículo como uma construção social.

Segundo Goodson, o currículo pode ser visto como um
veículo de prioridades sociais
, ao contrário do que idealmente deveria ser: um “produto tecnicamente racional” ou um resumo imparcial do conhecimento num dado momento histórico.
Apple deixa esta ideia ainda mais clara através da sua explicação da relação entre cultura, educação e currículo:
“A educação está profundamente implicada na política da cultura. O currículo nunca é simplesmente um conjunto neutro de conhecimentos, aparecendo de certa forma nos textos e salas de aula de uma nação. É sempre parte de uma tradição selectiva, da selecção de alguém, da visão de um grupo do conhecimento legítimo. Tem origem nos conflitos, tensões e compromissos culturais, políticos e económicos que organizam e desorganizam um povo. “
(Apple, 1997, p. 131)

Currículo

Existem quatro tipos de currículos:
• Currículo explícito
• Currículo implícito
• Currículo nulo
• Curriculum extra

Currículo formal e não formal

Entre tantas outras definições, o currículo oculto é o conjunto de todas as aprendizagens que os alunos fazem através do contexto institucional e que facilmente nos passariam despercebidas. (Pires, Fernandes, &Formosinho, 1991)
Na escola, aprende-se muito mais do que é objeto de transmissão formal ou informal dos professores, nomeadamente, atitudes e valores transmitidos, subliminarmente, pelas relações sociais e pelas rotinas do quotidiano escolar: rituais e práticas, relações hierárquicas, regras e procedimentos, modos de organizar o espaço e o tempo na escola, modos de distribuir os alunos por agrupamentos e turmas, mensagens implícitas nas falas dos(as) professores(as) e nos livros didáticos.


Fases de desenvolvimento do currículo
Um currículo programado deverá englobar várias fases:
Currículo Prescrito
Currículo Apresentado
Currículo Programado.

Fases de elaboração de um currículo:
- análise dos fins e a focagem dos objectivos;
- investigação sobre os métodos e os meios de ensino;
- determinação dos métodos e dos meios de avaliação;

Conclusão
A concepção dinâmica do currículo só pode ser construída numa relação entre currículo e sociedade.
O estudo da história do currículo e as suas fases, leva-nos a construir uma educação, onde não são ignoradas as diferenças culturais, de género, de raça, de cor, de sexo. Antes, são tidas em conta, para construir uma educação comprometida com os processos de desenvolvimento social.
Bibliografia
Carrilho, R. (1993). Desenvolvimento Currícular. Lisboa: Texto Editora.
Dayrell, J. T. (1996). A Escola como espaço Socio-Cultural. Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG.
D'Hainaut, L. (1980). Dos fins aos Objetivos. Coimbra: Livraria Almedina.
Goodson, I. F. (1997). Escritos Escolares. Lisboa: Educa.
Kridel, C. (23 de 3 de 2010). Sage Knowledge. Obtido em 22 de 11 de 2013, de Encyclopedia of Curriculum Studies: http://knowledge.sagepub.com/view/curriculumstudies/n204.xml
Moreira, A. F., & Candau, V. M. (2007). Currículo, Conhecimento e Cultura. Nova América.
Morin, E. (2000). Os sete saberes necessários à educação do futuro.
Oliveira-Formosinho, J. (2007). Pedagogia(s) da Infância . Porto Alegre: Artmed.
Pacheco, J. A. (2005). Escritos Curriculares. São Paulo: Cortez Editora.
Patrício, M. F. (1995). Novas Metodologias em Educação. In A. D. Carvalho, Novas Metodologias em Educação (pp. 11-17). Lisboa: Porto Editora.
Pires, E. l., Fernandes, A. S., & Formosinho, J. (1991). A Construção Social da Educação Escolar. Lisboa: Edições Asa.
Ramos, F. (2012). Pedagogias Contemponâneas - Material de apoio à formação. (F. Ramos, Ed.) Coimbra.
UFBA. (01 de 2008). Glossário. Bahia, Bahia, Brazil.
Zabala, A. (2010). A prática educativa - Como Ensinar; The educational practice: how to teach. Porto Alegre.

É um projecto de formação, que envolve conteúdos, valores/atitudes e experiências, cuja construção se faz a partir de uma abundância de práticas inter-relacionadas através de deliberações tomadas nos contextos social, cultural, político, ideológico e económico.
No entanto, o currículo na sua abordagem mais contemporânea, aborda também actividades extra curriculares, em que o aluno tem a opção de participar ou não. Por exemplo, participação em atletismo, bandas, clubes, etc.
Segundo Janet Penner – Williams, o currículo formal é concebido como uma ferramenta para o planeamento de instrução que define metas e estratégias para alcançá-las. Os fundamentos do currículo formal são baseados em fundamentos intelectuais, sociais, culturais, políticos e económicos. A "educação formal" compreende o sistema educacional altamente institucionalizado, cronologicamente graduado e hierarquicamente estruturado que vai dos primeiros anos da escola primária até os últimos da universidade.
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