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Filosofia

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Isabel R.

on 11 December 2012

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Transcript of Filosofia

Filosofia Ação Humana Determinismo Liberalismo Conclusão Condicionantes da ação humana Fatores: Designa em geral a crença de que a maneira como os acontecimentos ocorrem já está fixada num plano sobrenatural ou pelas leis da natureza.
Do ponto de vista filosófico designa o princípio segundo o qual todo o fenómeno é rigorosamente determinado por aqueles que o procederam ou acompanham, sendo a sua ocorrência necessária e não aleatória . Às vezes apresenta-se como uma espécie de crença filosófica no destino. A possibilidade de auto-criação ou autodeterminação que faz depender a ação de uma vontande que, embora condicionada e limitada pelas motivações e pelas facilidades/dificuldades que as circunstâncias lhe impõem, pode e tem de fazer opções. Trabalho Realizado por:

Ana Margarida Nunes
Joana Rosa
Patrícia Ramos
Renato Figueira
Ruben Niza Animal Homem Instinto Matriz biológica modelada por um conj. de regras e de normas sociais apreendidas através de educação e da socialização. Físico-biológicos: o sexo, a cor da pele e todas as características transmitidas geneticamente, bem como as características do meio envolvente, recursos naturais existentes, o clima... vão influenciar a sua personalidade e o modo como agem. Contexto social, cultural e económico, o tipo de sociedade e o momento histórico em que vive, o regime político existente, a língua que fala, a cultura que interiorizou, as suas convicções religiosas ou estéticas. Determinismo Liberalismo Tudo o que acontece tem uma razão de ser e só temos liberdade de escolha porque não sabemos o que em nós atua. A liberdade é uma ilusão pois as nossas escolhas são apenas aparentes visto que existe um destino. O ser humano nasce (como tudo o que acontece na natureza predeterminado) O animal é um ser programado, o homem é um animal, logo tudo o que o homem faz está destinado Nós quando escolhemos mentir, sentimos que podiamos ter escolhido não mentir, ninguém nos obrigou a mentir. Tinhamos a alternativa de escolher outros caminhos. Aquilo que escolhemos é influeciado pelos nossos desejos e motivos, mas nós podemos escolher livremente em quais vamos basear os nossos atos. Não nascemos já completamente humanos, pelo que temos de desenvolver a nossa humanidade. Sendo, à nascença, um ser inacabado, desprovido de uma natureza pré-definida, cada ser humano, activo e criador, molda-se escolhendo entre as diferentes possibilidades que o seu contexto vivencial lhe proporciona. Uma pessoa pode considerar que optar livremente por certas coisas em certas circunstâncias é muito difícil (entrar numa casa em chamas para salvar uma criança) e que é melhor dizer que não há liberdade para não se reconhecer que livremente se prefere o mais fácil, quer dizer, esperar pelos bombeiros. Mas nas tripas sentimos qualquer coisa que insiste em dizer-nos: “se tivesses querido...”.
Uma pessoa pode considerar que optar livremente por certas coisas em certas circunstâncias é muito difícil (entrar numa casa em chamas para salvar uma criança) e que é melhor dizer que não há liberdade para não se reconhecer que livremente se prefere o mais fácil, quer dizer, esperar pelos bombeiros. Mas nas tripas sentimos qualquer coisa que insiste em dizer-nos: “se tivesses querido...”.

Fernando Savater, Ética para Um Jovem, Lisboa, Publicações D. Quixote 10ºF
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