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I EACUFAL - TDAH - Lucas Rocha

Material utilizado no I Encontro de Análise do Comportamento da UFAL, realizado no auditório do IFAL (P. dos Índios) em 15 de abril de 2016.
by

Lucas C. N. Rocha

on 13 May 2016

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Transcript of I EACUFAL - TDAH - Lucas Rocha

O TDAH caracteriza-se, segundo o DSM-V (2013), essencialmente por um padrão persistente de desatenção com ou sem sintomas de hiperatividade-impulsividade, mais frequente e intenso do que comumente observado em indivíduos de mesmo nível de desenvolvimento. Sua prevalência é estimada em 3-5% entre as crianças em idade escolar.
A

Economia de Fichas

é uma tecnologia analítico-comportamental que introduz contingências de reforçamento para respostas específicas definidas pelo programador. Tais contingências de reforçamento são apresentadas em forma de fichas, pontos ou qualquer outro tipo de estímulo reforçador condicionado que possa sinalizar reforçamento em momento posterior. Dessa forma, estas “fichas” podem ser trocadas por atividades, alimentos, objetos ou outro tipo de estímulo reforçador previamente definido. As fichas também podem ser suprimidas caso o organismo emita respostas indesejadas ao programador.
Tal metodologia possibilita que haja um atraso entre a emissão da resposta passível de ser reforçada e o oferecimento do reforço, sem que esse atraso enfraqueça o comportamento.
Respostas-Alvo:
Baixa concentração durante atividades escolares;
Não atendimento a comandos / esquiva de tarefas de asseio;
Comportamentos hiperativos.
Respostas Alternativas / Pontuação:
Relatar o que fora realizado em sala / 50 pts;
Permanecer sob controle de estimulação relevante por no mínimo 15 min / 20 pts;
Atender à ordem diante de até 03 solicitações / 05 pts.
Produzido por:
Lucas Rocha / Gérson Alves

Possíveis Reforçadores / Condições para Liberação de Reforçadores
Concessão de tempo extra no computador (15 min / dia)
Acúmulo de 1200 pts
Compra de produtos virtuais
Acúmulo de 1000 pts
Lanche
Acúmulo de 800 pts
Compra de jogo novo para vídeo-game
Acúmulo de 600 pts
Definição e Subtipos
Subtipos: combinado; predominentemente desatento; predominantemente hiperativo-impulsivo. Indica-se o subtipo com base no padrão sintomático dominante nos últimos 6 meses.
Critérios Diagnósticos
A. Existência de seis (ou mais) sintomas de desatenção ou hiperatividade persistentes por pelo menos seis meses, em grau mal-adaptativo e inconsistente com o nível de desenvolvimento;

B. Alguns sintomas de hiperatividade-impulsividade ou desatenção que causaram prejuízo devem estar presentes antes dos sete anos de idade;

C. Algum prejuízo causado pelos sintomas deve se apresentar em dois ou mais contextos (escola / casa / trabalho);

D. Deve haver claras evidências de prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional;

E. Os sintomas não devem ocorrer exclusivamente durante o curso de um Transtorno Invasivo do Desenvolvimento, Esquizofrenia ou outro Transtorno Psicótico e não são melhor explicados por outro transtorno.
Tratamento
O tratamento do TDAH envolve uma abordagem múltipla, englobando intervenções psicossociais e psicofarmacológicas.
Intervenção Psicofarmacológica:
- Administração de metilfenidato (Ritalina, Ritalina LA ou Concerta) em dosagem que situa-se entre 20mg/dia e 60mg/dia.
Intervenções Psicossociais:
- Psicoeducação junto aos familiares e sujeitos significantes;
- Intervenções escolares;
- Psicoterapia.
Um Panorama Geral Acerca do Transtorno
TDAH segundo a AC
Analisemos o seguinte enunciado:

"O aluno não conseguiu resolver o problema de matemática, porque não prestou atenção no enunciado do problema"

Com base no enunciado acima, como compreendemos a atenção ou o "prestar atenção"?

A AC partilha de tal compreensão? Se não, como a AC compreende o conceito de atenção ou o "prestar atenção"?
Analisemos o seguinte enunciado:

"O aluno não conseguiu resolver o problema de matemática, porque não ficou sob controle das propriedades relevantes do enunciado"

Em que estes enunciados diferem?
Atentar pode ser compreendido como discriminar?


Nesse sentido a AC compreende a atenção ou o "prestar atenção" não como um comportamento, mas sim como uma

operação comportamental
,

como uma relação de

Controle de Estímulos
.
O TDAH pode ser compreendido como um conjunto de operantes submetidos a contingências distintas, agrupados e categorizados como um transtorno específico por uma comunidade verbal.
Qual a utilidade do diagnóstico de TDAH para o Analista do Comportamento?
O diagnóstico basta para se propor uma intervenção analítico-comportamental?
E para se propor uma intervenção médica?
Análise Funcional
Observação direta em ambiente psicoterapêutico...
E em ambiente escolar...
Entrevista com
educadores e responsáveis...
Identificação de relações de dependência entre eventos ambientais e comportamentais...
Análise Funcional
Identificação das respostas-alvo em questão...
Definição dos comportamentos alternativos almejados...
Identificação dos eventos que fazem a manutenção das respostas-alvo (consequências)...
Identificação dos eventos que evocam as respostas-alvo (antecedentes)...
Pode ser realizada através de...
Procedimentos Interventivos Adotados
Obrigado!
Lucas C. N. Rocha - CRP 15/3803
Investigações
1890
Médicos realizavam intervenções junto a pacientes que apresentavam sintomas de desatenção, impaciência e inquietação decorrentes de danos cerebrais, bem como com indivíduos sem histórico de traumas que apresentavam sintomas similares;
1902
O pediatra George Frederick Still descreve casos de crianças que apresentam dificuldades para internalizar regras e limites, além de apresentarem manifestações de sintomas de inquietação, desatenção e impaciência;
1917-1918
Erupção de encefalites, cujas as sequelas em crianças levavam a um quadro sintomatológico similar ao do TDAH, denominado de Transtorno Comportamental Pós-encefalítico;
1937
Primeiros experimentos acerca da utilização de anfetaminas no controle de distúrbios comportamentais em crianças.
Bases Etiológicas
Variáveis Ambientais:
Variáveis Sociodemográficas:
- Número de irmãos;
- Idade dos pais;
- Nível cultural familiar;
- Existência de transtornos psiquiátricos na família;
- Conduta agressiva dos pais...
Adversidades Psicossociais:
- Discórdia entre cônjuges;
- Desvantagem social;
- Família muito numerosa;
- Criminalidade;
- Colocação em lar adotivo..
.
Complicações na gestação ou no parto:
-
Toxemia;
- Eclâmpsia;
- Pós-maturidade fetal;
- Duração do parto;
- Estresse fetal;
- Baixo peso ao nascer;
- Hemorragia pré-parto;
- Uso de nicotina e álcool...
Variáveis Genéticas:
Estudos genéticos clássicos:
Estudos genéticos moleculares:
Taxa de concordância em gêmeos idênticos é superior a 65%,
enquanto que gêmeos fraternos é inferior a 40%;

Parentes de segundo grau de crianças afetadas pelo transtorno
apresentam um risco aumentado para o desenvolvimento do transtorno quando comparados aos parentes de segundo grau de crianças controle;

O risco para o desenvolvimento é de duas a oito vezes maior em pais de crianças afetadas do que na população em geral.
(Benczik, 2010; Louzã Neto e cols., 2010
)
(Muszkat, 2011; Roman et al., 2003; Szobot e Stone, 2003)
Déficit de dopamina nas regiões corticais e do striatum (Levy, 1991
apud
Szobot e Stone, 2003);

Ausência do transportador e dos receptores D1 e D3 de dopamina aumentam a atividade motora, ao passo que a falta dos receptores D2 e D4 reduz essa atividade (Swanson e cols., 1998
apud
Szobot e Stone, 2003);

Déficit de dopamina em áreas corticais implicaria em déficits cognitivos e nas funções executivas, enquanto que um excesso do neurotransmissor em áreas estriatais resultaria nos sintomas de hiperatividade e impulsividade (Castellanos, 1997 apud Szobot e Stone, 2003).
Referências
BANACO, Roberto Alves; KOVAC, Roberta; MARTONE, Ricardo Correa; VERMES, Joana Singer; ZAMIGNANI, Denis Roberto. Psicopatologia. In: HÜBNER, Maria Marta Costa; MOREIRA, Márcio Borges. Fundamentos de Psicologia: Temas clássicos de psicologia sob a ótica da Análise do Comportamento. Ed: Guanabara Koogan, 2012. Disponível em: http://gedacmt.files.wordpress.com/2013/07/encontro-04-material-de-leitura.pdf. Acessado em 06 de Novembro de 2013.

BANACO, Roberto Alves; ZAMIGNANI, Denis Roberto; MEYER, Sônia Beatriz. Função do Comportamento e do DSM: terapeutas analítico-comportamentais discutem a psicopatologia. In: TOURINHO, Emmanuel Zagury; LUNA, Sergio Vasconcelos de. Análise do Comportamento: investigações históricas, conceituais e aplicadas. São Paulo: Roca, 2010.

BENCZIK, Edyleine Bellini Peroni. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: atualização diagnóstica e terapêutica: um guia de orientação para profissionais. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.

CONCERTA: comprimidos. Responsável técnico Marcos R. Pereira. São José dos Campos / SP: Janssen - Cilag Farmacêutica Ltda., s/d. Bula do remédio. Disponível em: http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/BM/BM%5B25754-1-0%5D.PDF. Acessado em 28 de Agosto de 2013.

DE ROSE, Júlio César. Análise Comportamental da Aprendizagem de Leitura e Escrita. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, v. 1, n. 1, p.29-50, 2005.

DE ROSE, Júlio César. O que é comportamento? In: Sobre Comportamento e Cognição: aspectos teóricos, metodológicos e de formação em Análise do Comportamento e Terapia Cognitivista. Santo André, SP: ESETec Editores Associados, 2001.

DSM-IV-TR – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4. ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2002.

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LEONARDI, Jan Luiz. Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade: estratégias de intervenção da análise do comportamento aplicada. Disponível em: http://www.comportese.com/2012/09/transtorno-do-deficit-de-atencao-e.html. Acessado em 20 de Janeiro de 2013.

LEONARDI, Jan Luiz; RUBANO, Denize Rosana. Fundamentos empíricos da análise aplicada do comportamento para o tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Perspectivas em Análise do Comportamento, v. 03, n. 01, p.01-19, 2012.

LOUZÃ NETO, Mario Rodrigues. et al. TDAH ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2010.

MARÇAL, João Vicente de Sousa. Behaviorismo radical e a prática clínica. In: FARIAS, Ana Karina C. R. de. Análise Comportamental Clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre: Artmed, 2010.

MOREIRA, Márcio Borges; MEDEIROS, Carlos Augusto de. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed. 2007.

MOYSÉS, Maria Aparecida Affonso; COLLARES, Cecília Azevedo Lima. Dislexia e TDAH: uma análise a partir da ciência médica. In: Medicalização de crianças e adolescentes: conflitos silenciados pela redução de questões sociais a doença de indivíduo. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.

MUSZKAT, Mauro. Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade. São Paulo: Cortez, 2011.

MARTINS, Silvia; TRAMONTINA, Silzá; ROHDE, Luis Augusto. Integrando o processo diagnóstico. In: ROHDE, Luis Augusto. Princípios e práticas em transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2003.

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Pesquisa Sobre Compra e Dispensação do Metilfenidato. In: Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade. Disponível em: http://medicalizacao.org.br/pesquisa-do-metilfenidato/. Acessado em 15 de Novembro de 2012.

RITALINA: comprimidos. Responsável técnico Marco A. J. Siqueira. Taboão da Serra / SP: Novartis Biociências S.A., 2006. Bula do remédio. Disponível em: http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/BM/BM%5B26162-1-0%5D.PDF. Acessado em 28 de Agosto de 2013.

RITALINA LA: comprimidos. Responsável técnico Marco A. J. Siqueira. Taboão da Serra / SP: Novartis Biociências S.A., 2006. Bula do remédio. Disponível em: http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/BM/BM%5B26163-1-0%5D.PDF. Acessado em 28 de Agosto de 2013.

ROBERT, Edila Adriene Maia. Contribuições da Análise do Comportamento na Avaliação e Tratamento de Crianças com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Dissertação (Mestrado em Teoria e Pesquisa do Comportamento). Universidade Federal do Pará: 2005.

ROMAN, Tatiana; SCHMITZ, Marcelo; POLANCZYK, Guilherme Vanoni; HUTZ, Mara. Etiologia. In: ROHDE, Luiz Augusto. et al. Princípios e práticas em transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2003.

SKINNER, Burrhus Frederic. Ciência e Comportamento Humano. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

SZOBOT, Claudia Maciel; STONE, Isa Rolim. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: base neurológica. In: ROHDE, Luiz Augusto. Princípios e práticas em transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2003.

TOMANARI, Gerson Yukio. Reforçamento condicionado. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva. v. 2, n. 1, p.61-77, 2000.

TOURINHO, Emmanuel Zagury; SÉRIO, Tereza Maria de Azevedo Pires. Definições Contemporâneas da Análise do Comportamento. In:

TOURINHO, Emmanuel Zagury. Análise do Comportamento: investigações históricas, conceituais e aplicadas. São Paulo: Roca, 2010.

Tratamento do TDAH. Disponível em: http://www.tdah.org.br/br/sobre-tdah/tratamento.html. Acessado em 19 de Fevereiro de 2013.

Gomes et al. (2007) apresenta um panorama do conhecimento e percepções acerca do TDAH no Brasil:
Grupos Entrevistados:
População geral com 16 anos ou mais;
Educadores;
Médicos;
Psicólogos.
Atributos apresentados:
A) TDAH é uma doença e deve ser tratada com medicamentos;
B) A medicação para TDAH causa depedência;
C) Os medicamentos para TDAH são necessários para recuperar a atenção e o rendimento escolar/profissional;
D) Quando se pensa nos remédios para TDAH, pode-se dizer que seus benefícios são maiores que os efeitos colaterais;
E) É melhor para o hiperativo praticar esportes do que ingerir medicamento;
F) A pessoa portadora de TDAH pode ser tratada com psicoterapia sem medicamentos;
G) A prática de esportes substitui o tratamento com medicamentos.
Menos de 50% dos médicos e psicólogos
concordaram com B, E, F e G.

Mais de 50% dos médicos e psicólogos
concordaram com A, C e D.
Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade (2011):

Aponta um aumento na compra e dispensação, nos últimos cinco, de comprimidos de metilfenidato por órgãos públicos de municípios paulistas.
Em linhas gerais, a AC se configura em uma orientação teórico-metodológica em Psicologia, baseada principalmente na produção filosófica e científica de B. F. Skinner.
Tourinho (2003 apud Tourinho e Sério, 2010) a define como um campo do saber formatado em resposta às demandas comumente dirigidas à Psicologia.
A) Esforço reflexivo sobre a natureza humana, seus problemas e suas possibilidades de realização em diferentes domínios;

B) Investigação cientificamente orientada para a descoberta de regularidades dos fenômenos psicológicos;

C) Profissão de ajuda, voltada à solução de problemas humanos.
Comportamento psicopatológico (Banaco, 2012);
Atenção (Skinner, 2003).
Conceitos Fundamentais:

Considerações Finais
Acredita-se que os dados apresentados evidenciam que os prejuízos comumente atribuídos ao TDAH podem ser minimizados com base em intervenções analítico-comportamentais;
Observou-se que práticas que adotaram a observação direta como medida soberana para a coleta de dados conseguiram identificar relações de dependência entre eventos ambientais e comportamentais que garantiriam a realização de uma intervenção diretiva;
O treino discriminativo e a economia de fichas se mostraram eficazes na instalação de respostas incompatíveis com as respostas associadas ao TDAH;
Portanto, acredita-se que a psicoterapia analítico-comportamental é uma estratégia passível de ser adotada no tratamento de casos de TDAH, mostrando-se eficaz e que, em alguns casos, pode substituir a intervenção medicamentosa.
I Encontro de Análise do Comportamento
Coleta de Dados - Caso II
Monitoramento de Respostas Agressivas em Ambiente Domiciliar - Caso I
Observação Direta com Registro em Ambiente Escolar - Caso I
1. Panorama Geral Acerca do TDAH
1.1. Investigações
1.2. Definição e Subtipos
1.3. Critérios Diagnósticos
1.4. Bases Etiológicas
1.5. Tratamento
2. TDAH Segundo a AC
2.1. Conceitos Fundamentais
2.2. Controle de Estímulos
2.3. Uma Definição Possível
3. Procedimentos Interventivos Adotados
3.1. Análise Funcional
3.2. Monitoramento de Respostas Agressivas em Ambiente Domiciliar - Caso I
3.3. Observação Direta com Registro em Ambiente Escolar - Caso I
3.4. Coleta de Dados - Caso II
3.5. Economia de Fichas - Caso II
4. Considerações Finais
Roteiro
UFAL
Bacharel em Psicologia - UFAL
Pós-graduando em Filosofia Contemporânea - UFAL
Psicólogo Efetivo da SEMAS - MCZ
Membro Fundador e Vice-Presidente do IAC
Membro da Diretoria Executiva da COEPAS

TDAH
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