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Sessao 3 - Barroco

Ruptura com a arte medieval
by

ana lima

on 22 January 2013

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Transcript of Sessao 3 - Barroco

sessão nº3 Formadora:
Carina Lima estilo artístico que floresceu entre o final do século XVI e meados do século XVIII
de certo modo o Barroco foi uma continuação natural do Renascimento Renascimento: termo proveniente da palavra «Renascer» "Barroco": provavelmente derivado da palavra espanhola barueco (pérola de forma irregular).

a intenção do nome é pejorativa, pois era considerado como a fase de decadência do Renascimento.

Só nos inícios do século XX este estilo é reconhecido como um dos mais importantes da história moderna.

Forma de arte emocional e sensual.

Caracteriza-se pela monumentalidade das dimensões, opulência das formas e excesso de ornamentação.

Grandiosidade é explicada pela reação da Igreja Católica ao movimento protestante (contra-reforma) e ao desenvolvimento do regime absolutista.

O Barroco foi um tipo de arte que serviu a Igreja, enquanto propaganda. A Arte "descomplicada" Barroco Introdução Evolução da Arte Dualismo: arte do conflito e do contraste. Reflete a divisão do Homem entre a herança religiosa e mística medieval (Teocentrismo) e o espírito humanista, racionalista do Renascimento (Antropocentrismo).

Linguagem ornamental, complexa, entendida como jogo verbal, cheia de antíteses, inversões, metáforas, alegorias, paradoxos, ausência de clareza. Estilo que traduz os conflitos interiores do homem barroco.

Fugacidade: consciência de que no mundo tudo é passageiro e instável, as pessoas, as coisas mudam, o mundo muda.

Pessimismo: a fugacidade desencadeia a incerteza da vida e o medo da morte, e fazem do barroco uma arte pessimista, marcada por um desencantamento com o próprio homem e com o mundo.

Feísmo: atração por cenas trágicas, por aspectos cruéis, dolorosos e grotescos. As imagens frequentemente são deformadas pelo exagero de detalhes. Principais caracteristicas Claro-escuro: acentuado contraste (expressão dos sentimentos)

Profundidade espacial: planos super dimensionados em figuras trazidas para perto do espectador e a redução no tamanho dos motivos no plano de fundo.

Cor: utilizada para acentuar um carácter dramático no motivo pintado;

Ilusão: a pintura é utilizada na arquitactura de forma a criar efeitos ilusionistas;

Dinamismo: O artista barroco deseja criar uma sensação constante de movimento;

Teatralidade: O artista quer emocionar o espectador e para tal recorre a processo hiper-realistas e exageradas;

Composição assimétrica, em diagonal - que se revela num estilo grandioso, monumental e retorcido;

Luz: não aparece por um meio natural, mas sim projectada para guiar o olhar do observador até o acontecimento. Dentre os pintores barrocos italianos: Caravaggio e Andrea Pozzo

A Itália foi o centro irradiador do estilo barroco.

Dentre os pintores mais representativos, de outros países da Europa, temos: Velázquez e Rubens (Espanha), Rembrandt e Vermeer (Holanda).

Em Portugal podemos destacar a pintura de Josefa de Óbidos. A arte barroca A pintura barroca é uma pintura realista, concentrada nos retratos no interior das casas, nas paisagens nas naturezas mortas e nas cenas populares (barroco holandês). No norte da Europa, Rembrandt e Vermeer ampliaram os limites do realismo.

Por outro lado, a expansão e o fortalecimento do protestantismo fizeram com que os católicos utilizassem a pintura como um instrumento de divulgação da sua doutrina.

Nova abordagem do conceito de Deus e alteração da atmosfera de relativa liberdade de pensamento da fase anterior para uma de dúvida, cepticismo, austeridade e medo.

Na Itália e na Espanha, a Igreja Católica, em clima de militância e Contra-Reforma, pressionava os artistas para que buscassem o realismo mais convincente possível. A pintura barroca: inovações Pintores principais Nas telas deste pintor, não há área luminosa que não tenha um sombreado e não há áreas escuras que não sugiram luz. A presença tanto de elementos clássicos como dos românticos é comprovada pela maneira como suas figuras e cenas parecem misturar o rigor da composição com a intensidade da paixão. A sua capacidade de percepção pode ter sido baseada no autoconhecimento, pois ele pintou sua própria imagem repetidas vezes. Rembrandt: Ronda Nocturna (1614) Johannes Vermeer: Alegoria da Pintura (1666) Andrea Pozzo: Apoteose de Santo Inácio (1685) Temas tentativa de conciliação de forças antagónicas: reunir numa composição várias visões distintas e até antagónicas de um mesmo tema (bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria).

retratos, mitologia, religião, anjos

retratos no interior das casas

paisagens com naturezas mortas

realistas, abrangendo todas as camadas sociais. Escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática. Caravaggio: Jantar de Emaús (1601) Este pintor, retratava o aspecto mundano dos eventos bíblicos usando o povo comum das ruas de Roma. Outra característica é o jogo de luzes e sombras, que causam um impacto realista nos seus quadros. Geralmente usava um fundo escuro e agrupava a cena em primeiro plano com focos de luz sobre os detalhes, ressaltando principalmente os rostos - tenebrismo. Caravaggio: A crucificação de São Pedro, (1600-1601) Rubens: O rapto das filhas de Leucipo (1617) Além de um colorista vibrante, notabilizou-se por criar cenas que sugerem, a partir das linhas contorcidas dos corpos e das pregas das roupas, um intenso movimento. Nos seus quadros, é geralmente, no vestuário que se localizam as cores quentes que contrabalançam a luminosidade da pele clara das figuras humanas. Produziu quandros mitológicos e religiosos, retratos e paisagens de grande força e beleza e em quantidade sem paralelo, sendo a sua magnífica pintura de nus femininos de difícil comparação. As imagens criadas por Vermeer costumam apresentar um momento íntimo de uma ou duas figuras no interior de suas habitações em um momento iluminado do dia. A sua técnica era de extremo naturalismo nas representações das texturas e do brilho de materiais preciosos, e seus quadros são concebidos numa tonalidade clara e num cromatismo intenso e harmônico. Johannes Vermeer: A rapariga com brinco de pérola (1665-1666) Em suma, o barroco produziu grandes mestres que, embora trabalhando de acordo com fórmulas diferentes e buscando efeitos diferentes, tinham um ponto em comum: libertar-se da simetria e das composições geométricas, em favor da expressividade e do movimento. Conclusão ambos os movimentos compartilharam de um profundo interesse pela arte da Antiguidade clássica, embora interpretando-a diferentemente. 2 3 4 5 Josefa de Óbidos: Natividade (1669) oi especialista na pintura de flores, frutas e objectos inanimados. A influência exercida pelo barroco tornaram-na uma artista com interesses diversificados, tendo-se dedicado, além da pintura, à estampa, à gravura, à modelagem do barro, ao desenho de figurinos, de tecidos, de acessórios vários e a arranjos florais. o Renascimento recusa os valores religiosos e artísticos da Idade Média

arte com base em conceitos de moderação, harmonia, equilíbrio e sobriedade clássica

busca criar através da arte um mundo de formas idealizadas, sem imperfeições, dentro de uma ideia fixa do universo

predomínio da razão sobre os sentimentos: a arte não é subjetiva nem impregnada de sentimentalismos. Arte Renascentista o Barroco tenta inutilmente conciliar a visão medieval da vida e da arte com a visão renascentista.

arte com base no dramatismo, dinamismo, contrastes e exuberância

baseia-se em modelos do Classicismo idealista, mas faz uma observação da natureza como ela é, e não como ela deveria ser.

predomínio do carácter emocional sobre o racional: tensão entre o gosto pela materialidade opulenta e as demandas de uma vida espiritual. Arte Barroca Realizou grandes composições de perspectiva nas pinturas dos tectos das igrejas barrocas, dando a ilusão de que as paredes e colunas da igreja continuam no tecto, e de que este se abre para o céu, de onde santos e anjos convidam os homens para a santidade Rubens: Rapto das sabinas (1635) Vermeer: Mulher bebendo com cavalheiro (1658-1660 Rafael Sanzio: S.Jorge e o Dragão (1505-06) Rubens: Juizo Final (1617) Rubens: Juizo final (1607) monumentalidade das dimensões
opulência de formas
hiper-realismo
exuberância
dramatismo e teatralidade emocional sobre o racional
contrastes, metáforas e alegorias
fugacidade e mutabilidade
pessimismo
feísmo (atração por cenas trágicas/grotescas) acentuado contraste de claro-escuro
profundidade espacial
composição assimétrica em diagonal
religião (cenas bíblica)
cores vibrantes Caravaggio: A crucificação de São Pedro (1600-1601) Rubens: Juízo Final (1617) Quais são as características comuns que garantem a "barroquicidade" de ambos os quadros? Não só formal mas também com relação à abordagem temática e qualquer outro factor que seja relevante no perído Barroco e que esteja presente nestas imagens.
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