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ARQUITETURA ANOS 80 e 90

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giovanna chaves

on 17 October 2016

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ARQUITETURA ANOS 80 e 90
Contexto histórico:
A arquitetura dos anos 80 é caracterizada como uma arquitetura pós-moderna que tem como objetivo criticar e questionar o estilo moderno. Nessa época, o período era considerado como consumista graças a política econômica do presidente norte americano Reagan, que permitiu o enriquecimento de grande parte da população dos EUA, acontecimento que teve influência na arquitetura.
Nesse estilo, que durou do começo dos anos 60 até o início dos anos 90, cada arquiteto visava repensar um aspecto que considerava falho ou totalmente errado do modernismo, mas poucos conseguiram combater de uma só vez todas as doutrinas do estilo anterior.

Havia o desejo de fazer com que a arquitetura fosse novamente portadora de símbolos, de signos convencionais que falassem a todos, que comunicassem valores culturais.
Características:
Complexidade e Contradição

Ambiguidade e Tensão: Mistura e sobreposição de elementos.

Inclusividade: Não há padronização, sempre se parte do pressuposto da obra para o indivíduo que a habita.

Hibridismo: Ocorre um processo quase de clonagem, onde a composição complexa e a justaposição de elementos levam a ornamentaçao gratuíta dos edifícios.

Vitalidade emaranhada: não tinham medo de introduzir elementos diferentes em suas obras, como referências históricas, a repetição sem critério do uso do frontão como elemento de coroação do prédio e explosão de cores.

Principais arquitetos:
Nos Estados Unidos: Robert Venturi, Philip Johnson e Michael Graves

Na Itália: Aldo Rossi

Na Inglaterra: James Stirling e Michael Wilford.

No Brasil:
O pós-modernismo tem muito impacto na Europa nos Estados Unidos, no Brasil não existiu o debate com o mesmo vigor e a grande tradição moderna, mesmo bastante desgastada, não permitiu muito espaço para uma crítica de qualidade da produção arquitetônica.

A arquitetura pós moderna brasileira se reflete em grande parte na adoção dos elementos formais mais óbvios da manifestação norte-americana do "movimento". No Rio de Janeiro seu exemplo mais conhecido talvez seja o edifício Rio Branco, projeto de Edison Musa, que repete o uso do frontão - que se tornou uma marca de Philip Johnson. Igualmente, o arquiteto mineiro Éolo Maia adota como estilo alguns elementos da arquitetura de Michael Graves.
ANOS 80
Arquitetura pós-moderna
Hotel Unique - Ruy Ohtake
Grupo Escolar Vale Verde
Museu de Minaralogia, Belo Horizonte

O maior desafio dos arquitetos pós-modernos, era conseguir resolver a separação entre o "gosto" das elites que criam os ambientes e os diferentes tipos de público que irão utilizar esse determinado espaço.

Se antigamente o cliente não participava diretamente da idealização do projeto, agora ele passa a ser o protagonista juntamente com o arquiteto, pois a sociedade da informação permite que o público participe, cabendo ao arquiteto traduzir esses "diversos gostos", com bom senso.
A arquitetura contemporânea
A arquitetura contemporânea é considerada a produzida depois da pós-modernidade nos anos 80 e inicio de 90 até os dias atuais. Ela resulta em uma fase de novos elementos, novas formas construtivas, novas tecnologias dando grande importância para edifícios em altura com tecnologias de ponta.
Essa arquitetura é formada como mercado em muitas modalidades fazendo com que ela seja vendida aos olhos de seus observadores. Muitas obras da atualidade remetem ao modernismo, com linhas retas, sua claridade, vãos livres até mesmo os próprios pilotis, sendo assim ela não nega o passado, ela o aceita e o transforma, é uma arquitetura que não possui limites. Em resumo é a arquitetura dos estilos, não só de um, mas de vários, cabe a nós arquitetos saber diferenciar o que é boa arquitetura e o que não é, tirando proveito das boas ideias.
Características
Formato irregular

Mistura de várias tendências como o moderno, o pós-moderno em um comportamento definido como pluralismo.

Funcionalidade

Uso de materiais naturais e sustentáveis como pisos de bambu, bancas de granito exuberância no paisagismo

Utilização de materiais recicláveis e não tóxicos: materiais cuja fabricação não é agressiva ao meio-ambiente e tintas menos tóxicas

Luz natural: grandes janelas e claraboias.
Os principais arquitetos:
No Brasil:
A arquitetura desenvolvida no Brasil neste período até os dias de hoje apresenta o reaparecimento de linguagens projetuais fortemente comprometidas com uma retomada do racionalismo, a base conceitual do Movimento Moderno. Por outro lado, verifica-se uma busca de ideias e soluções mais voltadas a questão do conforto ambiental, aliado aos processos de racionalização da construção.
Os projetos nacionais privilegiam o minimalismo e, como ocorre com o restante do mundo, a integração ao meio-ambiente, aproveitamento de materiais e uso acentuado da tecnologia.
ANOS 90
Arquitetura contemporânea
Marcio Kogan: obras com harmonia e equilíbrio, rica em detalhes, linhas retas, decoração minimalista, tons neutros, funcionalidade, amplos espaços, contraste entre materias naturais, entre outros.


Arthur Casas: tem característica principal linhas retas, com forte influencia modernista mas seu resultado final acaba sendo contemporâneo, pela mistura de formas e suas proporções diferenciadas, pelos materiais e brises para conforto térmico. Além disso, suas construções possuem pé direito elevado e o uso de volumes em balanço.
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