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Classicismo

Aula sobre o Classicismo
by

Ricardo Gonzales

on 23 February 2014

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Transcript of Classicismo

Contexto Histórico
Portugal das grandes navegações
Dinastia dos Avis
Classicismo
Remontar à Antiguidade Greco-Clássica
Remontar aos ideais estéticos greco-romanos
Mímesis
Imitação
Classicismo Português
1527 - 1580
Mitos
Ideologia
Equilíbrio
Razão
Beleza
Língua
Contextualização
Expedições terrestres e marítimas
“Expandir e conquistar”
Rei D. João II
Rei D. Manuel
Rei D. João III
Rei D. Sebastião
Idade Média
Renascimento
Cronologia Histórica
Trovadorismo
Classicismo
Humanismo
Maneirismo
Teocentrismo
Antropocentrismo
Medida Tradicional
Medieva
Medida Clássica
Nova
Música
Descrença
no
Antropocentrismo
Entre tremor e desejo,
Vã esperança e vã dor,
Entre amor e desamor,
Meu triste coração vejo.

Nestes extremos cativo
Ando sem fazer mudança,
E já vivi d'esperança
E agora vivo de choro vivo.
Contra mim mesmo pelejo,
Vem d'uma dor outra dor
E d'um desejo maior
Nasce outro mor desejo.
Medida Tradicional
Medida Clássica
Luís Vaz de Camões
Obra Camoniana
Épico
Lírico
Dramático
Os Lusíadas (1572)
Medida Tradicional e Medida Clássica
Anfitriões
El-Rei Seleuco
Filodemo
Lírica Camoniana
Maneirismo
Estados de Espírito
Mímeses
Cristianismo
Amor Platônico
Desconcerto do Mundo
Influência do universo judaico-cristão
Temas e personagens bíblicos

Quem diz que Amor é falso ou enganoso, 
Ligeiro, ingrato, vão desconhecido, 
Sem falta lhe terá bem merecido 
Que lhe seja cruel ou rigoroso.

Amor é brando, é doce, e é piedoso. 
Quem o contrário diz não seja crido; 
Seja por cego e apaixonado tido, 
E aos homens, e inda aos Deuses, odioso.

Se males faz Amor em mim se vêem; 
Em mim mostrando todo o seu rigor, 
Ao mundo quis mostrar quanto podia.

Mas todas suas iras são de Amor; 
Todos os seus males são um bem, 
Que eu por todo outro bem não trocaria
Mito do Sebastianismo
Batalha de Alcácer-Quibir
Sá de Miranda
Marco Inicial do Classicismo português
1527
Itália
Obra de Petrarca
Medida Nova
ou
Medida Clássica

Soneto
(Verso Decassílabo)

Quando eu, Senhora, em vós os olhos ponho, 
e vejo o que não vi nunca, nem cri 
que houvesse cá, recolhe-se a alma a si 
e vou tresvaliando, como em sonho.

Isto passa de, quando me disponho, 
e me quero afirmar se foi assi, 
pasmado e duvidoso do que vi 
me espanto às vezes, outras me avergonho.

Que, tornando ante vós, Senhora, tal, 
quando me era mister tanta outra ajuda, 
de que me valerei se alma não val?

Esperando por ela que me acuda, 
e não me acode, e está cuidando em al, 
afronta o coração, a língua é muda.

Quando eu, Senhora, em vós os olhos ponho, 
e vejo o que não vi nunca, nem cri 
que houvesse cá, recolhe-se a alma a si 
e vou tresvaliando, como em sonho.

Isto passa de, quando me disponho, 
e me quero afirmar se foi assi, 
pasmado e duvidoso do que vi 
me espanto às vezes, outras me avergonho.

Que, tornando ante vós, Senhora, tal, 
quando me era mister tanta outra ajuda, 
de que me valerei se alma não val?

Esperando por ela que me acuda, 
e não me acode, e está cuidando em al, 
afronta o coração, a língua é muda.
1
2
3
4
Quarteto
Quarteto
Terceto
Terceto
Soneto
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Verso Decassílabo
Petrarquiano
A
A
A
A
B
B
B
B
C
C
C
D
D
D
Disposição das Rimas:
ABBA ABBA CDC DCD
Rimas Ricas
Rima Pobre na segunda estrofe
Rimas opostas ou intercaladas
Chave de Ouro
1524 - 1580
Influência do universo clássico greco-romano
Mitologia
O Belo, O Bom e a Verdade
Hipérbato

Amor Erótico
Medida Tradicional
e Clássica

Redondilhas e
Decassilábos

Leva na cabeça o pote,
O testo nas mãos de prata,
Cinta de fina escarlata,
Sainho de chamelote;
Traz a vasquinha de cote,
Mais branca que a neve pura.
Vai fermosa e não segura.
Descobre a touca a garganta,
Cabelos de ouro entrançado
Fita de cor de encarnado,
Tão linda que o mundo espanta.
Chove nela graça tanta,
Que dá graça à fermosura.
Vai fermosa e não segura.
Descalça vai para a fonte
Lianor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.
M
o
t
e
G
l
o
s
a
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente, 
Repousa lá no Céu eternamente, 
E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etério, onde subiste,
Memória desta vida se consente, 
Não te esqueças daquele amor ardente 
Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te 
Alguma cousa a dor que me ficou 
Da mágoa, sem remédio, de perder-te;

Roga a Deus que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado:
Assim que, só para mim
Anda o mundo concertado.
Teatro Camoniano
Dramaturgia

Anfitriões
Personagens
Anfitrião
Alcmena
Sósia
Júpiter
Mercúrio
Influência Clássica
Mitologia Romana
Influência Medieval
Versos Redondilhos
El-Rei Seleuco
Personagens
Rei Seleuco
Rainha Estratônica
Príncipe Antíoco
Pajem Leocádio

Físico (Médico)
Músicos
Características
Escrita em versos redondilhos

Trechos em Prosa
Características
Características
Forte influência das Novelas
de Cavalaria

Versos Redondilhos
Filodemo
Personagens
Doriano
Filodemo
Florimena

Lusidardo
Dionísia
Vilardo
Os Lusíadas
Forma
Oitava Real
Estrofe de oito versos
Decassílabos
ABABABCC
10 Cantos
1102 estrofes
Madagascar
Portugal
Proposição
Invocação - Tágides e Calíope
Dedicatória - D. Sebastião
Narração
Epílogo
Divisão interna da obra
Temas
Cabo das Tormentas
Cabo da Boa Esperança
Calicute
Viagem de Vasco da Gama às Índias
História de Portugal
Expansão Cristã
Sentimento ufanista
Mitologia Romana
Moçambique
Mombaça
Melinde
In media res
Veloso
Magriço e os Doze da Inglaterra
Ilha dos Amores
Máquina do Mundo
Os Lusíadas
As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Proposição
Invocação
E vós, Tágides minhas, pois criado
Tendes em mi um novo engenho ardente,
Se sempre em verso humilde celebrado
Foi de mi vosso rio alegremente,
Dai-me agora um som alto e sublimado,
Um estilo grandíloco e corrente,
Por que de vossas águas Febo ordene
Que não tenham inveja às de Hipocrene.
Dedicatória
E, vós, ó bem nascida segurança
Da Lusitana antiga liberdade,
E não menos certíssima esperança
De aumento da pequena Cristandade;
Vós, ó novo temor da Maura lança,
Maravilha fatal da nossa idade,
Dada ao mundo por Deus, que todo o mande,
Pera do mundo a Deus dar parte grande;
Consílio dos deuses
Velho do Restelo
Oceano Índico
Oceano Atlântico
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