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Arte e Design no Brasil nas décadas de 1930 e 1940

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by

Kássia Félix

on 29 July 2015

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Transcript of Arte e Design no Brasil nas décadas de 1930 e 1940

Arte e Design no Brasil nas décadas de 1930 e 1940
O
Modernismo
artístico no Brasil iniciou-se por volta de 1930 e estendeu-se até o final da década seguinte.
Ao lado dos primeiros
modernistas
de São Paulo:

Anita Malfatti (1889-1964)
Victor Brecheret (1894-1955)
Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976)
Lasar Segall (1891-1957)
John Graz (1891-1980)
Antônio Gomide (1895-1967)
Regina Gomide Graz (1902-1973)
Tarsila do Amaral (1886-1973)

A reformulação do Salão Nacional, permitia finalmente que a ele tivessem acesso os artistas
modernos
.
Em São Paulo alguns artistas se reuniam para trabalhar juntos, eles ficaram conhecidos como “Grupo Santa Helena”.
No Rio de Janeiro o primeiro agrupamento movido pelo desejo de produção artística ficou conhecido como "Núcleo Bernardelli".

O Núcleo tornou-se lugar de convivência, aprendizado e afirmação profissional.
Emiliano Di Cavalcanti
Tarsila do Amaral
Era um artista que seguia uma arte de fundamentos realistas e sociais no Brasil.
Exposição de Anita Malfatti de 1917 até 1918.

Semana de Arte Moderna de 1922 até a década de 1930.



Impressionismo
Cubismo
Expressionismo
Dadaísmo
Futurismo
Lasar Segall
Quirino Campofiorito
Eugênio Proença Sigaud
Associação dos Artistas Brasileiros (1929)
Que além das Artes Plásticas,
estimulava espetáculos teatrais, patrocinava concertos, festivais de cinema e conferências.

O Clube dos Artistas Modernos - CAM e A Sociedade Pró - Arte Moderna - SPAM (1932)
Criaram ambientes de trabalho para os artistas e preocuparam-se com a sua renumeração.

O Salão Paulista de Belas-Artes (1934)

O Club de Cultura Moderna (1935)

A Exposição dos Artistas Cariocas (1938)

Os Salões de Maio (1937, 1938 e 1939)

Os Salões do Sindicato dos Artistas Plásticos (1937 -1939)

A Divisão da Arte Moderna (1940)

O Salão de Arte de Feira Nacional de Industrias (1941)

J.Carlos
Design
Vários Setores Industriais aproveitaram o contexto para exportar mais ou para realizar uma substituição das importações.
ARTE
O alemão Carl Ernst Zeuner (1895-1967) foi responsável pelas diretrizes projetuais de transformação da livraria Globo e da cidade de Porto Alegre em grandes aspectos da inovação gráfica no Brasil entre as décadas de 1920 e 1940.
O enfoque mais preciso da história do design acaba recaindo sobre os objetos em si, aquilo que chamamos de cultura material.
Bibliografia
DESIGN
Entre 1951, ano da abertura do Instituto de Arte Contemporânea do MASP, e 1963 com a inauguração da Escola de Desenho Industrial (Esdi).
O Design Brasileiro teve origem por volta de 1960.
O design tende a estar presente em todas as atividades de todas as pessoas em todos os momentos.
Anita Malfatti (1889-1964)
Consequências para o surgimento do
Modernismo
:

Crise econômica internacional de 1929.

Segunda Guerra Mundial.

Guerra Fria.
Os artistas plásticos
modernistas
que viviam no Brasil na época, expressavam em suas obras a preocupação constante com a situação do nosso povo.
Retratados em suas obras:

Os mais pobres
Operários
Trabalhadores do campo
Lúcio Costa (1902-1998)
Manuel Bandeira (1886-1968)
Artistas da segunda leva paulista:

Alfredo Volpi (1896-1988)
Flávio de Carvalho (1899-1973)
Paulo Rossi Osir (1890-1959)
Vittorio Gobbis (1894-1968)
Francisco Rebolo (1903-1980)
Aldo Bonadei (1906-1974)
Moussia Pinto Alves (1910-1986) Esther Bessel (1908-1964)
Mário Zanini (1907-1971)

Os representantes do Rio de Janeiro:

Hélios Seelinger (1878-1965)
Alberto da Veiga Guignard (1896-1962)
Eugênio de Proença Sigaud

(1899-1979)
Ismael Nery (1900-1934)
Quirino Campofiorito (1902-1993)
Orlando Teruz (1902-1984)
Sylvia Meyer (1889-1955)
Martinho de Haro (1907)
Cândido Portinari (1903-1962)
Leo Putz (1869-1940)

Vista do Palacete Santa Helena
(construido na Praça da Sé, na década
de 1920, e demolido em 1971)
Alfredo Volpi (1896-1988)
Francisco Rebolo (1903-1980)
Mário Zanini (1907-1971)
eram pintores de parede.

Clóvis Graciano (1907-1988) era ferroviário.
Emblema do Núcleo Bernardelli
Figuravam em suas obras:

O paisagismo
Cenas de trabalho operário
Representações de Nus
Retratos e Auto-Retratos
Naturezas-Mortas
Foi um pioneiro da preocupação social na arte e foi um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922.
Por volta de 1930, ele realizou uma série de desenhos aos quais chamou de “A Realidade Brasileira".
Mulheres com Frutas, 1932
Samba, 1936
Mulheres Protestando, 1941
Retratava em suas obras:
Pessoas do povo
As dificuldades dos pobres
A Injustiça que reinava em nossa sociedade
Começou a retratar em suas obras: A vida das pessoas pobres nas grandes cidades.
Depois de visitar a União Soviética em 1931, seu trabalho mudou.
Operários, 1933
No quadro "Operários"ela mostrou seus rostos (o que ninguém até então havia registrado).
Cândido Portinari
Cândido Portinari interessou-se em pintar o trabalhador rural e em valorizar a sua dignidade, como por exemplo em um quadro famoso feito em 1935, intitulado de "Café".
Café, 1935
Portinari seria reconhecido como o autor de grandes painéis e murais baseados na história do Brasil como "A primeira missa no Brasil" e "Tiradentes".
Cândido Portinari
A primeira missa no Brasil, 1948
Tiradentes, 1949
Sempre se mostrou um artista muito preocupado com o sofrimento do ser humano.
Na obra “Guerra” de 1942, feita durante a Segunda Guerra Mundial (1939- 1945), retratou o sofrimento durante a guerra.
Guerra, 1942
Navio de Emigrantes, 1941
Alfredo Volpi
Retratava em suas obras operários, gente simples como o próprio pintor.
Jogadores de dado (fim de tarde), 1944
Praticamente desenhava com a cor. Em toda a sua carreira estudou muito as relações de uma cor com outra, cuidadosamente.
Grande Fachada Festiva, 1950
Foi um dos artistas do “Núcleo Bernardelli” que retratava trabalhadores em seus afazeres.

Na obra "A Camponesa" (sem data), retratou uma trabalhadora com os pés plantados no chão.
Ele queria mostrar a importância do seu trabalho, ressaltando a dignidade de sua figura.
A Camponesa, s.d
Foi um dos fundadores do “Núcleo Bernardelli”.
Retratava preocupações sociais e sempre se manifestou abertamente pelo tema do trabalhador em suas pinturas.
Acidente de Trabalho, 1944
Êxodo dos Escravos , 1938
Acontecimentos marcantes nas décadas de 30 e 40
Há uma recusa de reconhecer como design tudo o que veio antes.
Quem determina o sentido que se dá aos termos é a própria construção da história.
Surgiram:

As Atividades Projetuais
A Consciência do Design como
Conceito, Profissão e Ideologia.
O Universo histórico do
Design Moderno
com:

Tómas Santa Rosa (1909 - 1956)

J.Carlos (1884 - 1950)
Tómas Santa Rosa
Foi um cenógrafo, artista gráfico, ilustrador, pintor, professor, decorador, figurinista e crítico de arte brasileiro.
Empregava uma concepção cenográfica abstrata, apenas indicando os lugares da ação e utilizava poucos elementos cênicos.
Como ilustrador, realizou trabalhos para mais de 200 publicações da editora José Olímpio como a capa de "Menino de Engenho" de José Lins do Rego.
Estudo para cenário da ópera (O Medium de Menotti), 1956
Figuras, 1938
Malandros, 1941
Foi um dos maiores cronistas visuais da 1ª metade do século XX.
É o melhor exemplo de um designer
moderno
.
Trabalhou em estreita proximidade com as novas tecnologias gráficas e fotográficas.
Projetava: revistas, livros, cartazes e exposições.
Sua esfera de atuação abrangia:

Caricaturas
Charges Ilustrações
Letras Capitulares
Adornos
Vinhetas
Logotipos
Desenhos Infantis
Desenhos de Publicidade
Agrupamentos Sociais
Agentes Culturais
No Brasil, coincide com o esforço de inserir o país no novo sistema econômico mundial.
Getúlio Vargas
Petrobras
MASP
Esdi (Escola de Desenho Industrial)
Brasil Moderno
Produção de Revistas e Livros
Profissionalização da Arte Gráfica
J. Carlos
Algumas de suas técnicas de atuação:

Desenho Artístico
Caligrafia
Pintura a Óleo e em Aquarela
Baralho de Cartas - Copag
http://www.itaucultural.org.br/

http://www.mnba.gov.br/

CARDOSO, Rafael. Design antes do design. São Paulo: Cosac e Naify, 2010 - PDF

ZANINI, Walter. Arte no Brasil nas décadas de 1930-1940. Brasilia, MEC/ Instituto Nacional do Livro, 1974

AMARAL Aracy, TORAL André. Arte e Sociedade no Brasil de 1930 a 1956. São Paulo: Instituto Callis, 2005
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