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Uma Pequena luz

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by

Guilherme Mendes

on 28 May 2014

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Transcript of Uma Pequena luz

Uma pequenina Luz
Estrutura Externa
Este poema é constituido por uma unica estrofe de 42 versos que se designa por estrofe irregular.

O numero de silabas metrica de cada verso é variavel designado por verso livre, onde o poeta não apresenta uma metrica tradicional.

Neste poema predomina o verso branco ou solto onde não apresenta rima, no entanto existe rima emparelhada (nos versos 23 e 24) (nos versos 29 e 32), cruzada(nos versos 32 e 34), interpolada (nos versos 39 e 42).
Elaborado por:
Guilherme Mendes
Tiago Matos
Paula Costa
Cristiana Marcelino

Alunos da turma 9ºG
Estrutura Interna

De Jorge de Sena
Uma pequenina luz
Neste poema é falado na consciencia e ignorancia da humanidade, onde as pessoas não reparam nos pequenos sentimentos á sua volta e cometem erros sem se aperceber, vivendo de forma ignorante e estupida.
Assunto
O tema deste poema é Uma pequenina luz porque existe em cada um de nós essa pequenina luz.
Tema


Uma pequenina luz bruxuleante
não na distância brilhando no extremo da estrada
aqui no meio de nós e a multidão em volta
une toute petite lumière
just a little light
una picolla... em todas as línguas do mundo
uma pequena luz bruxuleante
brilhando incerta mas brilhando
aqui no meio de nós
entre o bafo quente da multidão
a ventania dos cerros e a brisa dos mares
e o sopro azedo dos que a não vêem
só a adivinham e raivosamente assopram.
Uma pequena luz
que vacila exacta
que bruxuleia firme
que não ilumina apenas brilha.

Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda.
Muda como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Brilhando indeflectível.
Silenciosa não crepita
não consome não custa dinheiro.
Não é ela que custa dinheiro.
Não aquece também os que de frio se juntam.
Não ilumina também os rostos que se curvam.
Apenas brilha bruxuleia ondeia
indefectível próxima dourada.
Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não:
brilha.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda
como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Apenas como elas.
Mas brilha.
Não na distância. Aqui
no meio de nós.
Brilha
Dúvidas?
Respostas da Pag. 254 e 255...
1) 1- Bruxuleante
2- Una Piccola
3- Não na distançia brilhando
no extremo da estrada.
4- Desde sempre ou desde
nunca para sempre ou não.
2) a) "multidão em volta";
b) "Não na distançia. Aqui no meio de nós";
c) "Não consome. Não custa dinheiro";
d) "Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha".
3) 3.1) Antítese - "que vacila escata/ que bruxuleia firme"

- Exprime um contrate porque o verso diz que a luz trem mas depois tambem diz que brilha firme
4) As características da "pequena luz" nos últimos versos são: - "pequena luz bruxelante e muda como a firmeza como a justiça.
5) O sentido possivel para a "pequenina luz" é que seja um pirilampo porque não é uma luz que se apaga mas sim uma luz natural.
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Este poema esta divido em 6 partes.

Na primeira parte é retratado a pequena luz como universal e em todo o mundo (Do verso 1 ao verso 6)

Na segunda parte essa luz realça a sua presença no mundo e nas pessoas. (Do verso 7 ao verso 13)

Na terceira parte o poeta afirma que a luz está escondida de todos e que essa luz é pequena e não incomoda ninguém na vida das pessoas ignorantes e ingenuas. (Do verso 14 ao verso 23)

Na quarta parte o poeta trata essa pequena luz como oferta ás pessoas que não sabem aproveitar a vida e limitam-se a seguir em frente. (Do verso 24 ao verso 28)

Na quinta parte é reforçada as ideiologias e actos praticados pela humanidade seja actos bons ou maus essa luz está sempre presente nas pessoas. (Do verso 29 ao verso 34)

Por fim na sexta parte a sintetização das carcteristicas que a pequena luz apresenta comparando o destino da realidade. (Do verso 35 até ao ultimo verso, o verso 42

Este poema pode ser interpertado de diferentes formas de acordo com a mentalidade e ideiologias da pessoa que lê o poema.
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