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Regiões Agrárias: Ribatejo e Oeste

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by

Sofia Gomes

on 5 November 2013

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Transcript of Regiões Agrárias: Ribatejo e Oeste

Caraterísticas de Ribatejo e Oeste:
Dimensão das propriedades: Média Dimensão e Latifúndio
Vedação: Campo Aberto
Ocupação do solo: Intensivo
Associação de culturas: Monocultura (arroz,tomate, milho e vinha)
Técnicas Agrícolas: Moderno
Culturas Temporárias: Milho, arroz, batatas e hortícolas
Culturas Permanente: Colza
Pecuária: Gado Ovino, suíno (intensivo) e bovino(extensivo)
Tipo de Exploração: conta própria
Povoamento: Misto
Ribatejo e Oeste
Introdução
Este trabalho foi feito no âmbito da disciplina Geografia A do tema Regiões Agrárias.

Região agrária é a divisão territorial com caraterísticas agrícolas afins, utilizável em planeamento e em estatística. O território nacional está dividido em nove regiões agrárias que apresentam sistemas agrários diferenciados, em Portugal Continental: Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes, Beira Litoral, Beira Interior, Ribatejo e Oeste, Alentejo, Algarve. Nas regiões autónomas: Madeira e Açores.

Neste trabalho, iremos apresentar tudo sobre a região agrária: Ribatejo e Oeste.

Distribuição da população
O Ribatejo e Oeste é caracterizado por uma forte densidade populacional que se deve, essencialmente, às condições naturais de clima, relevo e solos favoráveis, ao grande dinamismo económico e social e a boas acessibilidades, levando a uma bipolarização – densidade populacional bastante elevada em duas áreas (Lisboa e Porto) que se destacam das demais.
O Ribatejo e Oeste é uma das regiões agrárias com população envelhecida.
O povoamento é mais denso na margem direita no que na margem esquerda do Tejo.
Localização da Região
O relevo
Na região agrária do Ribatejo e Oeste, é uniforme, predominando as formas baixas e planas, com altitudes inferiores a 200 metros.

O clima
É mediterrânico ameno e húmido, podendo ser caracterizado pelos seguintes factores: temperaturas médias suaves no Inverno e no Verão, amplitude de variação térmica anual é moderada, tal como a precipitação, registando-se três a quatro meses secos.
A temperatura média anual oscila pelos 16ºC, (sendo a média das máximas de 22,4ºC e das mínimas de 9,9ºC).
A precipitação
A precipitação média anual é de 700mm.
O solo

Constituem o seu solo terrenos terciários e quaternários que formam uma bacia de sedimentação.
Portugal tem um território com solos pouco férteis (pobres e pouco profundos) o que condiciona o rendimento agrícola, embora, a região em conta tenha solos consideravelmente férteis.

Povoamento caraterizado como misto.
Principais Produtos (vegetal e animal)
Vegetal: arroz, maçã, pêssego, pêra, vinho,produtos hortícolas (tomate), milho e cenoura.
Animal: suínos.
Principal destino da produção: mercado interno.
O passado na atual ocupação do solo
Índice de Envelhecimento
O passado histórico é um dos fatores que permite compreender a atual ocupação do solo.
Paisagens Agrárias
Produção Florestal
O pinheiro bravo concentra-se no Norte e Centro e o pinheiro manso no Alentejo, Lisboa e Algarve. O sobreiro e a azinheira no Alentejo. O carvalho e o castanheiro no Norte e Centro e o eucalipto, um pouco por toda a região Centro.
Importância Económica das Produções Regionais
As paisagens agrárias portuguesas são extremamente diversificadas, devido às condições naturais e ocupação humana. A estrutura agrária das paisagens rurais é identificada através da sua morfologia, sistemas de cultura e tipo de povoamento.
Principais Produtos (continuação)
Azeite
Batata
Horticultura
Pecuária
Tomate-Tabaco-Girassol
Vinha
Fruta
Cereais
Presente nesta região também, há vários séculos, encontra-se a vinha e a sua
fama é anterior à fundação da nacionalidade. A sua antiguidade remonta a 1170 quando D. Afonso Henriques se referiu aos seus vinhos no foral concedido a Santarém, nessa época.
Em Portugal, a agricultura é uma atividade económica cuja contribuição para a criação de riqueza expressa, no PIB e no VAB, tem vindo a decrescer. Deve-se essencialmente, ao desenvolvimento das atividades dos setores secundário e terciário, cuja participação aumentou muito e tende a crescer, sobretudo a do setor terciário.

O setor agrícola, no entanto, mantém ainda algum peso na criação de emprego e detém uma grande importância na ocupação do espaço e na preservação da paisagem, constituindo mesmo a base económica essencial de algumas áreas acentuadamente rurais do país.
Problemas Estruturais
A história de Portugal marcou profundamente a agricultura portuguesa:
• A influência das civilizações Romana e Árabe- a introdução de novas culturas (trigo, vinha, oliveira e citrinos) e em sistemas agrícolas de irrigação que permanecem até aos nossos dias.
• A conquista do país de Norte para Sul manteve sempre desequilíbrios em termos demográficos. A entrega de grandes extensões de território às ordens militares provocou uma concentração de propriedade que esse mantém até aos nossos dias.
• A ação de alguns reis como D.Dinis, foi responsável pela plantação de grandes áreas de pinhal e pelo arroteamento de terras.
• Os descobrimentos, que permitiram a introduçao de culturas originárias de outros espaços como o milho, a batata e o tomate.

O passado na atual ocupação do solo (continuação)
A atribuição de subsídios aos agricultores, feita com base na produção por hectare, é prejudicial é para a agricultura portuguesa, pois as dimensões das explorações são de um modo geral reduzidas.
Aumento de quotas em alguns produtos agro-pecuários como por exemplo, trigo duro, o tomate, a vinha e o leite, que são produtos tradicionais na nossa agricultura.
Os preços ao produtor diminuíram devido à concorrência dos produtos vindos do exterior.
A utilização de plantas transgénicas dá origem a maiores rendimentos, levando por isso à descida dos preços no mercado mundial.
O aumento da produção devido à concorrência do mercado mundial levou a uma perda de qualidade dos produtos e o aumento do perigo de poluição dos solos e das águas, provocado pelo abuso dos produtos químicos.
O abandono de terras aráveis, que foi incentivado por directivas da Comunidade é um dos efeitos negativos que se faz sentir na agricultura portuguesa e foi um dos factores que concorreu para a desertificação do interior do país.
Reflexos da PAC na Agricultura Portuguesa
Valorização das áreas rurais tendo em conta o desenvolvimento sustentável
A região do Ribatejo e Oeste apresenta uma localização privilegiada em termos de mercado devido à proximidade de importantes centros urbanos. Como resposta ao desafio que o mercado de produtos de agricultura biológica lança no momento actual, verificou-se um crescimento acentuado do número de operadores, que corresponde a um aumento de 50%, em relação ao ano anterior, e de área (cerca do quádruplo do registado em 2004, que é sobretudo devido à expansão das áreas ocupadas pelas pastagens e forragens) e culturas arvenses.
É notória uma tentativa de diversificação e valorização da produção, em que para além da aposta no sector da produção de alimentos para animais, se exploram segmentos que podem ser compensadores, caso das plantas aromáticas e os frutos secos.
Multifuncionalidade do espaço rural
Cada vez mais as pessoas começam a preferir estar em zonas rurais.
A multifuncionalidade do espaço rural está na diversidade que pode existir, como a produção agrícola, o turismo (mais propriamente o turismo rural), a preservação dos recursos naturais, a conservação da natureza, a manutenção da identidade e do património cultural e a qualidade de vida.
Hoje em dia, o meio rural não é visto como antigamente em que a produção era o seu único rendimento. Agora, com a saturação das pessoas em relação à cidade e com a rapidez da deslocação, o refúgio no campo ou em zonas fora da cidade é cada vez mais apreciado e procurado. O aumento da população em espaços rurais, hoje em dia, oferece-nos mais diversidade de coisas como espaços de lazer, espaços verdes, espaços culturais, espaços recreativos, entre outros.
Conclusão
Com este trabalho concluímos que o Ribatejo e Oeste é uma região com área geográfica com maiores potencialidades agro-pecuárias do país, sendo também, uma região de muita luz com um clima muito ameno e um território muito fértil (pois é iluminado com uma grande intensidade).
Este território, como está perto da capital e de outros centros, tende a ter um crescimento e modernidade.
Raffaella Ergun nº16; Sofia Gomes nº22.
Feito por:
Netgrafia
Informação e textos: Google, Wikipédia, powerpoints e PDFs (também do google), PDFs do moodle.

Imagens: Google Imagens.

Vídeos: Youtube.
São bloqueios de desenvolvimento da agricultura, que explicam o seu atraso/estagnação, destacam-se:
Impactos Ambientais;
Inadequação dos solos;
Insuficiências técnico-financeiras;
Insuficiências ao nível das redes de distribuição e comercialização;
Baixos níveis de rendimento e produtividade;
Fraca expressão das indústrias agro-alimentares;
Insuficiências na estrutura fundiária e da população agrícola.
Multifuncionalidade (vídeos)
Ribatejo e oeste - Região do centro de Portugal limitado a NO pela Beira Litoral, a N e NE pela Beira Interior, a E e S pelo Alentejo.

Com forma elíptica, o Ribatejo é cortado a meio pelo rio Tejo no sentido NE-SO.

A região do Ribatejo e Oeste apresenta uma localização privilegiada em termos de mercado devido à proximidade de importantes centros urbanos. 

Os fatores físicos são:
Os concelhos da região
É constituído por 21 concelhos, integrando quase a totalidade do distrito de Santarém, e ainda dois concelhos do distrito de Lisboa e um do distrito de Portalegre. Tem a sua sede na cidade de Santarém.
Distrito de Lisboa: Azambuja, Vila Franca de Xira.
Distrito de Portalegre: Ponte de Sor.
Distrito de Santarém: Abrantes, Alcanena, Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha.
Crónica de Jorge Eusébio sobre o Ribatejo e o Turismo no espaço de opinião 'Falar Grosso com Palavras Finas', da Rádio Cartaxo.

A REDtv foi conhecer três espaços diferentes de Turismo Rural no Distrito de Santarém, a Casa Hortense na Chamusca, a Herdade da Agolada de Cima em Coruche e a Quinta da Torre em Alpiarça. Descobrimos muitos dos prazeres escondidos por este tipo de turismo e deixamos-nos envolver no ambiente relaxante da natureza envolvente.
Multifuncionalidade (turismo)
Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo que tem como principal intuito de valorizar e divulgar as tradições associadas ao mundo rural, em particular à cultura da vinha e à produção do vinho. Em 2010, foi distinguido com o Prémio “Melhor Serviço de Extensão Cultural”.
Multifuncionalidade (curiosidade)
Bibliografia
Guia Expresso De Portugal (5- Ribatejo e Oeste).
Recursos Utilizados
Feiras e Romarias:
Abrantes-Feira do Artesanato (9-14 Jun);
Alenquer- Festa de Santa Quitéria da Meca (28Maio), Procissão do Senhor dos Passos (19Março);
Azambuja- Procissão do Senhor Passos (9Abril);
Benavente- Feira Anual em que há touradas (9-10Set);
Cadaval- Romaria de Nossa Senhora das Neves (5Agosto);
Cartaxo- Festa do Campino (1Maio), Feira dos Santos (1Nov);
Constância- Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem (15-17 Jul), Festa de Santo António (13Jun);
Coruche- Festa de Nossa Senhora do Castelo (6-18Agosto);
Entroncamento- Festas da Cidade (25-30Jun);
Lourinhã- festa de S.Sebastião (20Jan);
Mafra-Festa da Candelária (2Fev), Feira Santo André (30Nov);
Nazaré- Festa do Homem do Mar (7Maio);
Peniche- Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem (5Agosto);
Salvaterra de Magos- Festas do Foral dos Toiros e do Fandango (1Out);
Santarém- Festa Anual (1-7Jul);
Torres Novas- Feira de S.Gregório (15-31Março);
Torres Vedras- Festa do Varojo (13Jun), Feira de S.Pedro (23-2Jul)
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