Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Teoria da Distância Transacional

MPeL
by

Rui Rosa

on 7 January 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Teoria da Distância Transacional

Teoria da Distância Transacional
Michael Grahame Moore
Michael Grahame Moore
Conceito de Distância Transacional
Variáveis de Ensino Aprendizagem
Tipos de Interação
Referências Bibliográficas
UC: Modelos de Educação a Distância | Docente: Lina Morgado | Estudantes: Ana Polainas, Katia Ramos, Rui Rosa

Michael
Grahame
Moore
Conceito de
Distância
Transacional
Variáveis de
Ensino
Aprendizagem
Tipos de
Interação
Referências
Bibliográficas
http://distance-educator.com/introduction-to-distance-education-theorists-and-theories-michael-g-moore/ consultado em 06/01/2015, às 10h20

http://michaelgrahamemoore.com/a/ consultado em 06/01/2015, às 10h52

http://wikieducator.org/WikiEdProfessional_DE_Concepts/Michael_Moore consultado em 06/01/2015, às 10h40

https://en.wikipedia.org/wiki/Michael_G._Moore consultado em 06/01/2015, às 09h05

https://en.wikipedia.org/wiki/Transactional_distance consultado em 06/01/2015, às 09h30

MOORE, Michael (1989).
Três tipos de interação
.

MOORE, Michael (1993). Teoria da Distância Transacional.
Aprendizagem Aberta e a Distância
. São Paulo. Agosto 2002. Tradução de Wilson Azevedo. Disponível em: http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2002_Teoria_Distancia_Transacional_Michael_Moore.pdf

Moore
, embora tenha crescido no Reino Unido, recebeu o seu Ph.D. em 1973 na Universidade de Wisconsin-Madison (USA). Depois iniciou o seu percurso profissional no Canadá e mais tarde voltou para o Reino Unido, onde teve a oportunidade de trabalhar na Universidade Aberta.

Atualmente, Moore é professor Emeritus of Education na Pennsylvania State University. É conhecido pelas suas importantes contribuições na área da Educação à Distância.

Em 1972, publicou a sua primeira teoria Transactional Distance Theory (TDT) acerca do assunto, afirmando que “distance education is not simply a geographical separation of learners and teachers, but, more importantly, is a pedagogical concept”.
A
Distância

Transacional
baseia-se em três componentes que trabalham em conjunto para garantir aprendizagens significativas:
diálogo
(interação entre professores e alunos),
estrutura
(programas curriculares) e
autonomia
(capacidade de gestão do aluno).

Depois de trabalhar em vários países, o autor, como Professor de Educação do Departamento de Aprendizado e Performance Systems da Universidade Estadual da Pensilvânia, lecionou o primeiro curso desenvolvido na Educação à Distância e concebeu a primeira Conferência anual sobre educação à distância, em Madison, Wisconsin.

Em 1986 lançou o American Center for Study of Distance Education e, posteriormente, desenvolveu a primeira revista educativa nos EUA, American Journal of Distance Education.

Na sua vasta bibliografia consta a já referida Transactional Distance Theory entre outras publicações.
Bibliografia do autor (Ano / Descrição):
2005 Moore, M.G. & G. Kearsley. Distance Education: a Systems View. Second Edition. Belmont, Ca. Wadsworth Publishing Company
2005 Foreword in: Bonk,C. and C. Graham. Handbook of Blended Learning Environments: Global Perspectives, Local Designs. San Francisco Ca, Pfeiffer Publishing.
2005 Michael G. Moore, Kay Shattuck and Aisha Al-Harthi. “Cultures meeting cultures in online distance education”. Journal of e-Learning and Knowledge Society. Milan, The Italian e-Learning Association Journal, Issue 1 - No. 2 - September
2005 La educacion a distancia en los Estados Unidos: estado de la cuestion. In: Master International en e-Learning:applicacion de las TIC en educacion y la formacion.Barcelona. Universidad Oberta Catalania
2006 Using New Technologies in Open and Distance Learning. (2006, Dec.) Open Education Research. Vol.12 No.6 pp 16–20
2006 Professional development, graduate study and research. In Tulloch, M., S. Relf and P. Uys (Ed.), Breaking Down Boundaries: International Experience in Open, Distance and Flexible Learning. (46-56). Bathurst, NSW, Australia: Open and Distance Learning Association.
2007 Moore, M.G. (Ed). The Handbook of Distance Education. Second Edition. Mahwah, N.J. Lawrence Erlbaum Associates.
2007 The Theory of Transactional Distance. In M.G.Moore (Ed.) (2007) The Handbook of Distance Education. Second Edition. Mahwah, N.J. Lawrence Erlbaum Associates. pp. 89– 108
2007 Critical Minds for a Change. In Burge, E.J. (Ed.) (2007) Flexible higher education: Reflections from Expert Experiences. pp 120–126. Open University Press/McGraw Hill Education.
2007 Foreword to: Dron, J. Control and Constraint in E-Learning: Choosing When to Choose.Hershey, Pa. Information Science Publishing
2007 “The Theories and the Theorists: Why Theory is Important for Research” Distances et Savoirs Vol 5/3 pp. 427–457
2009 The Bottles are New but what of the Wine? Managing Learning and Teaching in Web 2.0. In Bernath, U., Szűcs, A., Tait, A, and M. Vidal: Distance and E-learning in Transition – Learning Innovation, Technology and Social Challenges. Published by ISTE and Wiley.
2010 The Time Factor in e-Learning. In B.Gros, E Barbera & P. Kirshner (2010). Time factor in e-learning. eLC Research Paper Series, 0,1-32. Barcelona, eLearn Center, UOC 2012 Moore, M.G., & G. Kearsley. Distance Education: A Systems View, 3rd Edition. Belmont, Calif.: Wadsworth.
2012 Moore, M.G. (Edit). The Handbook of Distance Education. Third Edition. New York. Routledge.
2012 Continuing education and distance education: a marriage of convenience The University of the Fraser Valley Research Review volume 4 : issue 3 (Winter, 2012/2013) 1-15
Para Moore (1993: 2) "a distância transacional é um conceito que descreve o universo de relações professor-aluno, que se dão quando alunos e instrutores estão separados no espaço e/ou tempo".
A
separação
entre alunos e professores no ambiente a distância leva a comportamentos que acabam interferindo no processo ensino-aprendizagem.
A
estrutura dos programas educacionais
, a
interação entre alunos e professores
, e o
grau de autonomia
dada ao aluno são fatores importantes que contribuem para minimizar a distância transacional.
Para Boyd e Apps (1980:5) o conceito de transação "denota a interação entre o ambiente, os indivíduos e os padrões de comportamento".
Com a separação pelo tempo e/ou espaço acaba surgindo no ambiente a distância um espaço com ruídos de comunicação ou mal entendidos entre as intervenções do tutor e dos alunos. Este espaço psicológico e comunicacional para Moore é a
distância transacional
.
Existem graus diferentes de distância transacional nos programas educacionais, uma vez que existe uma enorme variação de técnicas e estratégias e no comportamento entre professores e alunos.
diálogo, estrutura do programa e autonomia do aluno
A extensão da distância transacional em um programa educacional para Moore (1993:3) apresenta três variáveis de ensino e aprendizagem: o
diálogo
, a
estrutura do programa
e a
autonomia do aluno
.
O diálogo educacional é fundamental dentro do processo ensino e aprendizagem, um diálogo que valoriza todas as partes e que acontece entre alunos e professores ao longo das interações do curso. O diálogo acontece de forma positiva e respeitosa entre todos os participantes ativos no processo de ensino e aprendizagem.
É preciso atentar-se para a escolha de meios de comunicação que serão utilizados nos cursos, pois a natureza de cada meio de comunicação acaba possibilitando maior ou menor grau de interatividade, tendo um impacto direto na qualidade do diálogo entre alunos e instrutores.
Outros fatores acabam também por interferir na qualidade do diálogo e consequentemente na distância transacional, como o número de participantes, a frequência de comunicação a personalidade de professores e alunos e o conteúdo trabalhado.
Um dos fatores importantes para o nível de redução da distância transacional é a possibilidade de diálogo entre alunos e instrutores.
A estrutura do curso, com seus elementos também são variáveis que determinam a distância transacional.
Para Moore (1993: 5) "quando um programa é altamente estruturado e o diálogo professor-aluno é inexistente a distância transacional é grande". Outro ponto importante para reflexão do design é que a extensão do diálogo e a flexibilidade da estrutura definem o grau da distância transacional.
Em todo os programas de EAD devem ser estruturados os seguintes processos: apresentação; apoio à motivação do aluno; estímulo à análise e à crítica; aconselhamento e assistência; organização da prática, aplicação, testagem e avaliação e organização para a construção de conhecimento prévio do aluno
Para Moore quanto maior a distância transacional nos programas maior será autonomia do aluno no processo de ensino e aprendizagem.
Na relação ensino-aprendizagem é o aluno quem determina os objetivos, o percurso da aprendizagem e as formas de avaliação.
A autonomia surge como consequência da maturidade do aluno.
Para Moore a
interação
é um ponto fundamental nos cursos de educação a distância e consequentemente contribui para diminuir o grau de distância transacional.
Moore define três tipos de interação: interação
aluno-conteúdo
; interação
aluno-professor
e interação
aluno-aluno
.
Na interação aluno-conteúdo, o aluno conversa consigo mesmo, pois ao interagir com o conteúdo consegue ter mudanças de compreensão, seja na sua perspectiva ou na sua estrutura cognitiva.
É um processo de aprendizagem autodirigido.
Na interação aluno-professor, o instrutor busca alcançar os objetivos compartilhados com os alunos. Instrutores estimulam os alunos para que tenham interesse no plano do conteúdo compartilhado. A interação com o professor acaba sendo mais valiosa nos momentos de testes e feedbacks.
A terceira forma de interação é a interação aluno-aluno, que acontece com ou sem a presença do tutor, em grupos ou separados.
Os programas de educação a distância devem garantir a máxima interação com cada tipo de interação. O uso de mídias deve ser diversificado, pois cada tipo possibilita um tipo de interação.
2015/2016
Full transcript