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O Rapaz de Bronze

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by

Afonso Calhau

on 13 November 2013

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Transcript of O Rapaz de Bronze

O Rapaz de Bronze
Personagens Principais
Tempo, Espaço e
Tipo de Narrador
Tempo - incerto; indefinido: " Era uma vez"

Espaço - num jardim maravilhoso

Tipo de narrador - narrador ausente
Personagens Secundárias
- a dona de casa - a rosa
- o jardineiro - os buxos
- a orquídea - o carvalho
- a begónia - a mãe da Florinda
- a tulipa -a glicínia
- o nardo - o rouxinol
- o cravo

O Gladíolo - é uma planta com flores cor de laranja; é vaidoso, amável, responsável, invejoso, com iniciativa sentimental e mentiroso.
O Rapaz de Bronze - bonito, alto e verde; justo, íntegro, conciliador, amável, responsável e amigo.
Florinda - cabelo loiro, olhos azuis, boca vermelha e pele macia e branca; simpática, alegre, incrédula, divertida e sonhadora
O Livro
Desafio
1-Flor que organizou a festa
2-Seres que à noite ganham vida
3-Parte do dia em que decorreu a festa
4-Personagem principal com o nome semelhante a flor
5-Insetos que entregaram os convites
6-Uma das flores que foi à festa
7-O Rapaz é de ...
8-Cor do gladíolo
9-O que as flores organizaram
Moral da História
Para mim, a moral desta história é que apesar das diferenças, todos devemos dar valor aos outros e não ter preconceitos.
Afonso Calhau
N.º 1 - 6º F
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu na cidade do Porto, em 1919, viveu em Lisboa, onde estudou e tirou o curso de Filologia Clássica.
É considerada uma das poetisas e escritoras de livros para crianças mais importantes da Literatura Portuguesa.
Possui uma obra vastíssima, que inclui contos e obras poéticas. Os seus livros relatam as vivências da autora durante a infância. Por exemplo, para escrever A Floresta a autora inspirou-se na quinta da avó onde costumava passar férias enquanto criança.
Em 1999 Sophia de Mello Breyner Andresen recebeu o Prémio Camões, sobre o qual muito se falou e escreveu na altura.
Escreveu obras conhecidas de todos, das quais se destacam:
" A Fada Oriana", " A Floresta", " A Menina do Mar", " A
Noite de Natal", " O Cavaleiro da Dinamarca" ...
Sophia faleceu no dia 2 de Julho de 2004.

Florinda:

No dia seguinte, o gladíolo chamou três borboletas para entregarem os convites para a festa.
Mas um ou dois dias antes da festa eles pensaram que como as pessoas punham flores nas jarras, eles tinham de pôr uma pessoa numa jarra. Então, eles decidiram que seria a Florinda, uma menina de sete anos que era filha do jardineiro.

A Festa:

Na noite da festa, o rapaz de bronze foi ao quarto da Florinda e perguntou-lhe se ela queria ir a uma festa. Ela ficou surpreendida por uma estátua estar a falar com ela, mas aceitou. Quando ela chegou à festa nem queria acreditar no que estava a ver, mas o rapaz de bronze disse para ela se sentar na jarra e começou a contar como é que eles ganhavam vida. No dia seguinte, quando a menina foi para a escola, contou às amigas e elas não acreditaram e disseram que ela tinha sonhado. Então ela também começou a pensar que tinha sonhado.
Passaram muitos anos. Quando a Florinda tinha quinze anos, o pai dela pediu-lhe para ir levar ovos a casa da cozinheira. Já era de noite quando ela vinha para casa. Florinda foi ao encontro do rapaz de bronze e percebeu que a festa tinha sido real, pois a estátua falou com ela. Então os dois deram as mãos e foram assim pelo jardim.

Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen
As Flores:

Era uma vez um jardim onde à noite todas as plantas ganhavam vida. Os gladíolos estavam muito na moda e eram as flores mais colhidas.

O Gladíolo:

Certo dia, nasceu um gladíolo que ficou muito contente por saber que ia ser colhido. Mas ele ouviu a dona da casa a dizer ao jardineiro para não colher mais gladíolos, porque faziam falta ao jardim.
Então, o gladíolo decidiu fazer uma festa para não ficar tão triste. Ele tinha de pedir autorização ao rapaz de bronze que era o dono do jardim durante a noite. Ele autorizou a festa e o gladíolo convidou todas as flores.

Shopia de Mello Breyner Andresen, autora do livro, inspirou-se na quinta da sua avó
e nos jardins, bosques e parques à volta da quinta. A primeira edição do livro foi em 1965, mas só em julho de 2013 é que a Porto Editora lançou o livro para as bancas.
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