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Com amigos assim, não é preciso inimigos !

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Cátia Sofia

on 16 January 2014

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Transcript of Com amigos assim, não é preciso inimigos !

Morfologia e Bioquímica
Gram negativas
Ciclo celular diferenciado
Formam corpos frutíferos
Ambientes naturais aeróbios
Patogénicos intracelulares facultativos
Morfologia bacilar longa ou filamentosa
Habitat
Maior abundância em regiões quentes e sazonalmente secas
Solo arenoso, árido ou ártico
Ambientes de água doce e marinhos
Myxobacterias
Nutrição
são bacteriolíticas e proteolíticas
Alimentam-se de seres microbianos e de macromoléculas insoluveis
"microbial wolf-pack effect"
Atacam em conjunto
Corpos Frutíferos
coloração intensa
morfologia elaborada
variam de simples massas glóbulares a formas complexas
constituídas por pedúnculo, parede e muco
desenvolvem-se sobre grãos de esterco
o tamanho dos corpos de frutificação normalmente varia entre 10 e 100um
Com amigos assim, não é preciso inimigos !
Figura 1 – Micrografia eletrónica de uma secção fina de uma célula vegetativa de Myxococcus xanthus. A célula tem cerca de 0,75m. Reproduzido de Brock Biology of Microorganisms.
As Deltaproteobacterias e a sua contextualização filogenética
Desulfovibrio
Mestrado Integrado em Engenharia Biológica
Departamento de Biologia
Bdellovibrio
Myxococcus xanthus
Figura 2 - Distribuição global de locais onde foram coletados solos contendo mixobactérias. Reproduzido de Dawid, 2000.
Figura 4 - Myxococcus xantus. Imagem obtida por microscopia electrónica. Fonte: Velicer et Vous, 2009
Figura 5 – Corpos de frutificação de três espécies de mixobactérias frutificantes. (a) Myxococcus fulvus (125m de altura). (b) Mixococcus stipitatus (170m de altura). (c) Chondromyces crocatus (560m de altura). Reproduzido de Brock Biology of Microorganisms.
Ciclo de Vida...
Figura 6 – Ciclo de vida de Myxococcus xanthus. A agregação tem como finalidade organizar as células vegetativas, que então promovem a formação dos corpos de frutificação, no interior dos quais algumas células vegetativas sofrem morfogénese, transformando-se em células de dormências, denominadas mixósporos. Estes quando em condições nutricionais e físicas favoráveis, germinam, originando células vegetativas. Reproduzido de Brock Biology of Microorganisms
Mixósporos
assexuados
dormente
resistente
germina pela rutura da cápsula
Figura 7 – Mixósporo de M. xanthus, revelando a parede externa em multicamadas. Os mixósporos têm diâmetro aproximado de 2m. Reproduzido de Brock Biology of Microorganisms.
Isolamento e Identificação
não podem ser manipuladas com muito sucesso (Peterson, 1969)
não se dispersam facilmente, ficando sub-representadas em análises que utilizam diluição e plaqueamento de solo
crescem lentamente (Peterson, 1969)
Benefícios e Aplicações
produtores de metabólitos secundários (Reichenbach, 2005)
produz algum tipo de composto com actividade biológica (Shimkets et al., 2006)
inibidores de síntese proteica
compostos que interferem no transporte de eletrões
compostos que interferem na síntese de ácidos nucleicos de bactérias Gram-positivas
substâncias epotilon (Irschik & Reichenbach, 1985; Buntin et al., 2010; Dawid, 2000; Lee et al., 2007)
solubilizar grandes moléculas, restos celulares e outros detritos biológicos (Shimkets et al., 2006)

Morfologia
Gram-negativos
Forma Curva
Com flagelo
Figura 8 - Imagem microscópica da bactéria Bdellovibrio
Habitat
tanto em meio aquático como meio terrestre
são mesófilos
procuram essencialmente condições iónicas
Mobilidade
Movem-se atraves do flagelo, que lhes permite atingir grandes velocidades
Podem mover-se 1 metro em menos de 2 horas!
Curiosidade
Ciclo de Vida
Figura 9 - Ciclo de vida da bactéria bdellovibrio
Ciclo de Vida
Metabolismo
não possuem maquinaria necessária para a síntese:
proteínas
lípidos
utilizam componenetes citoplasmaticos dos seus hospedeiros:
nucleósidos
nucleótidos
fosfatos
ácidos gordos
constituintes necessários para a sintese de proteínas e lípidos
Parasita Obrigatório
Benefícios e Aplicações
agente de biocontrolo
detector de certos poluentes
tratamento de águas
reductor de agentes patogénicos na medicina
previne o inicio de propagação de alguns patogénicos de plantas
Principais Características
gram-negativos
redutoras de sulfato
comummente encontradas em ambientes aquáticos
oligotróficos
anaeróbias obrigatórias
produz factores virulentos
Curiosidade
Algumas espécies de Desulfovibrio demonstraram, nos últimos anos, uma potencial "biorremediação"para substâncias radioactivas, como urânio por um processo de bioacumulação redutora.
Dessulfovibrio vs. Autismo Regressivo
O autismo regressivo é uma desordem complexa sem diagnóstico específico.
Figura 11 - Fonte: todossomosuno.com.mx/portal/index.php/autismo-regresivo/
Factores que afectam o autismo regressivo
Certos medicamentos antimicrobianos podem ser a chave da modificação adversa da flora intestinal, seleccionando as bactérias potencialmente prejudiciais.
Se estes resultados forem confirmados podem conduzir:

a uma classificação mais confiável do autismo;
a um teste diagnóstico;
ao desenvolvimento de terapias;
ao desenvolvimento de uma vacina para prevenção e tratamento no autismo regressivo.
Trabalho realizado por:

Adriana Ferreira nº 68353
Ana Oliveira nº68340
Cátia Sousa nº68329
Juliana Meireles nº68349
Juliana Oliveira nº68317

Grupo I

2013/2014

Docente:
Isabel Mina
Micropredadoras
Melhor investimento energético individual
Alcançam-se níveis energéticos mais elevados
Menores perdas por difusão
Mobilidade...
... por deslizamento.
deixam um trilho de muco
"gliding motility"
Em condições ótimas atinge 13-15um/min
Figura 3 – Expansão em Myxococcus xanthus. (a) Fotomicrografia eletrónica de uma colónia expansiva (5mm de raio) de Myxococcus xanthus , em meio sólido. (b) Células individuais de Myxococcus fulvus, oriundas de uma colónia ativamente deslizante, apresentando os característicos rastros mucosos sobre o meio sólido. Uma célula de M. fulvus tem diâmetro aproximado de 0,8m.
Figura 9 - Exemplo de ambiente terrestre e aquático. Fonte: http://scienceblogs.com.br/discutindoecologia/2011/01/ambientes_aquaticos_continenta/
a)
b)
Os clostrídios no intestino podem estar relacionados com o autismo...
Figura 13 - Fonte: www.scout.es/dia-mundial-de-la-salud/

Um estudo recente utilizando a técnica de pyrosequencing nas fezes de indivíduos com autismo regressivo mostrou que as Desulfovibrio são mais comuns nos sujeitos com autismo do que nos sujeitos de controlo.

hípotese confirmada com estudos em PCR
sugere a possibilidade de propagação do organismo no ambiente familiar.
As Desulfovibrio são comummente resistentes a certos agentes antimicrobianos.
Figura 14 - Fonte: http://antimicrobianosmicro.blogspot.pt/

http://decisaoclinica.com/

sersaude.com/2010/12/22/afinal-podia-ter-feito-a-vacina/

Figura 15- Fonte: sersaude.com/2010/12/22/afinal-podia-ter-feito-a-vacina/

Figura 16 - Fonte: http://decisaoclinica.com/

Figura 12.
a) http://www.cienciaviva.pt/healthxxi/bxb_autismo/autismo3.asp
b) http://naoveja.com/por-que-a-terra-e-redonda/
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