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Apresentação tese dezembro

Jornada NIGS
by

Izabela Schlindwein

on 7 October 2014

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Transcript of Apresentação tese dezembro

Obrigada!

Relações do sufrágio universal com a abolição da escravatura.
Hipótese: vinham juntos e depois houve alguma falha de intersecção?

Quais outras mulheres lutaram pela abolição da escravatura, quando as questões étnicas eram naturalizadas?
Mulheres que escondiam escravos em casa...
Mulheres que enviuvaram muito cedo e tiveram de lidar com funcionário escravos....
Como funcionava isso?

5.1 Etnia


- Chamada de heroína das barricadas por Rodowicz, capitão prussiano e membro da Colonizadora Hamburguesa, responsável pela imigração em Joinville - SC - Brasil.
- E desiludida com o rumo da política de 1848, Julie Engell migra para a Austrália e Brasil com grupo de intelectuais;

3 A vinda
para o Brasil
Nísia Floresta (1810-1885) é reconhecida como primeira feminista do Brasil.

Julie Engell (1819-1885), estrangeira, não se
auto-representava como feminista.

Morou de 1849 a 1859 no Brasil. Neste período, escreveu crônicas que viraram livro: “Noites de Natal no Brasil”, lançado em 1862, com exemplar no Instituto Ibero-Americano de Berlim.

3.1 Contribuições para a educação brasileira do século 19
2 Contextos feministas
Entender os contextos históricos, sociais e culturais que foram a base dos escritos e memórias de uma jornalista alemã feminista e socialista que viveu no século XIX entre o Brasil e a Alemanha.

1 Problema
1 Problema;
2 Contextos feministas;
3 A vinda para o Brasil;
4 O retorno para Berlim;
5 A teoria feminista pós-colonial e a arquivística;
6 Metodologia.
Sumário da apresentação
Interseccionalidade, simultaneidade, co-construção.

Julie Engell é um sujeito do feminismo que subverte
o iluminismo.

Quem é este sujeito universal do feminismo?


5 A teoria feminista pós-colonial
e a arquivística
Cartas entre Julie Engell e Karl Kautsky
entre 1883 e 1887

International Institute on Social History, Amsterdã, Holanda.

Kautsky editava a revista "Die Neue Zeit"
("O novo tempo").

Às vésperas da lua de mel, o jovem editor ouve as inquietações sobre direitos e políticas públicas de uma mulher de 64 anos que vive em Berlim.

4 O retorno a Berlim
1.1 De quem estamos falando?
Izabela Liz Schlindwein, doutoranda do Programa Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, pesquisadora do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS).
 
Gênero e suas inter-relações
com geração, etnia, classe

Miriam Pillar Grossi, professora associada do Departamento de Antropologia da UFSC.

Martha Zapata Galindo,
LAI - Freie Universität - Berlin
 
Julie Engell
um perfil feminista entre a Europa
e o Brasil do século 19
Saint-Simon
Stuart Mill
Èmile de Girardin
Madame de Staël
Georg Brandes
Georg Sand
Alexandre Dumas F.
Mary Wollstonecraft
1.1.1 O que Julie Engell lia?
Louise Otto- Petters
Ricarda Huch
Bettina Von Arnim
Fanny Lewald
O que pode ser dito em cartas?
O que pode ser dito em livros?

É preciso dizer: Onde estão as
fontes? Quais são as fontes?
Quem investiu nesse processo de memória?

É o arquivo que dá condições do que pode ou não ser dito. Nesta pesquisa, é a arquivística que ajudará a identificar a cultura da escrita, que é decisiva.

É importante lembrar que Julie Engell não produz o livro "Noites de Natal no Brasil" como documento histórico. Nós, pesquisadores, é que estamos interpretando desta forma.

Julie Engell viajou, voltou para a Alemanha e teve um olhar retrospectivo sobre esta experiência.

izabela.liz@posgrad.ufsc.br
Afinal...
Qual era o sentimento
de Julie Engell em relação ao Brasil
?

2.1 Expansão global
do feminismo
Com as palavras de ordem "Sufrágio feminino já", mais de um milhão de mulheres saíram às ruas no primeiro
Dia Internacional da Mulher da Alemanha, em março de 1911.

Já era outro tempo.

Julie Engell, que viveu até 1910,
não viu acontecer nas passeatas
a luta pela igualdade de
direitos políticos.
1.1.2 Rede de mulheres
6 Metodologia
Julie Engell (1819-1910)

- Feminista da geração de 1848;
- Professora no seu país e no exterior;
- Autora de mais de 300 artigos em jornal americano de livres pensadores (as);
- Publicou o livro “Noites de Natal no Brasil”, em 1862, artigos, cartas, coletâneas, contos e crônicas;
- Esteve ligada a uma rede de mulheres feministas;
- Escreveu sobre o direito das mulheres.
- Correspondeu-se com Ricarda Huch, André Leo, Otto von Corvin e Karl Kautsky, editor do quarto volume de "O Capital", das teorias de mais-valia, avaliação crítica de Marx a teorias econômicas.

COMO SE ACESSA UM ARQUIVO?
A tese se torna importante à medida
em que poderá servir de fonte para
novas pesquisas.

Como romper com este padrão subterrâneo
de tradução (diário íntimo, correspondência...)

Por que deve ser sempre por aí?

São memórias que não têm lugar na cena
pública? Não têm poder de divulgação?


Tais diálogos e luta por espaço aconteciam
quase cem anos antes do lançamento de
“O segundo sexo” (1949), de Simone de Beauvoir (1908-1986), quando a Alemanha ainda
lutava pelo direito do voto da mulher,
o que se tornaria realidade somente em 1919.
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