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SUS

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by

Laura Detoni

on 13 May 2015

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SUS
Atenção Básica
Média Complexidade
Alta Complexidade
MédProfessora: Ana Lopes e Carolina Bartilotti
Disciplina: Psicologia e Saúde Iia Complexidade
Universidade do Sul de Santa Catarina
Academicas: Jéssica Francielle da Silva
Laura Detoni Queiroz
Luana Antunes
Tamara do Nascimento
Professora: Ana Lopes e Carolina Bartilotti
Disciplina: Psicologia e Saúde I
Porta de entrada: Atenção básica (postos de saúde, centros de saúde, unidade de Saúde de Família, etc.)

A partir daí o usuário deve ser encaminhado para os serviços de maior complexidade.

Média complexidade: serviços especializados

Alta complexidade: hospitais

O SUS
(MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006)
Metodologia
Os centros de referência em DST/Aids são classificados como atenção especializada de média complexidade, mas envolvem atividades de atenção básica, tanto na educação para a saúde como nas intervenções de alta complexidade e no a acompanhamento de usuários(as) internados em unidades de terapia intensiva.
Ética
Sigilo em relação a equipe multiprofissinal.

Comunicação e sigilo do diagnóstico.

Respeito ao direito de ter informações sobre saúde.

Dar acesso as informações e criar possibilidades para o exercício da cidadania.

Atuação do Psicólogo
Criar possibilidades para o exercício de cidadania, e, dessa forma, considerar quem vive com HIV um sujeito de direitos e estimular a autonomia e a participação ativa no cuidado de si mesmo e, em conseqüência, nas decisões a serem tomadas durante o seu acompanhamento.
(GUARESCHI, 2000; SPINK, 2000)
In CREPOP, 2008
(GUARESCHI, 2000; SPINK, 2000)
In CREPOP, 2008
(CREPOP, 2008)
Atuação do Psicólogo
Desafio: Desenvolver práticas que, ao mesmo tempo, possibilitem ao(as) usuário(as) receber feedback sobre o seu percurso institucional, de forma que se apropriem de seu processo e insiram o tratamento no seu cotidiano, promovendo mudanças de atitudes e comportamento nos três níveis de scripts sexuais:
cultural, interpessoal e intrapsíquico.
Técnicas
•Grupos operativos;
• Escuta psicológica;
• Aconselhamento e monitoramento da condição emocional;
• Acompanhamento terapêutico;
• Acompanhamento psicoterápico individual ou grupal;
• Reabilitação psicossocial com inserção no mercado;
• Atendimento a famílias e comunicantes;
• Avaliação psicodiagnóstica;
• Assistência e acompanhamento psicológico a familiares;
• Assistência domiciliar terapêutica;
• Resgate terapêutico;
• Participação nas discussões da equipe multiprofissional apresentando a
dimensão subjetiva do(a) usuário/a;
• Trabalho de interconsulta;
• Grupos de adesão ao tratamento;
• Participação na elaboração do Plano Terapêutico Individual (PTI);
• Assistência em cuidados paliativos.
Atuação do Psicólogo
Formulação das políticas e programas

Execução das ações programáticas previstas

Avaliação e o acompanhamento das ações
Atuação do Psicólogo
Acolhimento individual, familiar e grupal, psicoterapias individuais e grupais, oficinas terapêuticas, grupos de sala
de espera e de adesão, entre outras possibilidades.

Legislação
A Portaria n° 154 do Ministério de Estado da Saúde recomenda que pelo menos um dos componentes do NASF seja profissional de saúde mental. Esse profissional, que, na maioria dos NASFs, será um(a) psicólogo/a, deve ser um interlocutor importante para que
os(as) psicólogos(as) que estejam nos serviços de DST/Aids possam expandir a qualidade e o acesso de atenção e prevenção, reduzir a discriminação e o preconceito, fortalecer os direitos humanos relacionados à epidemia de HIV/aids e outras DST e aumentar a efetividade das ações por meio do desenvolvimento e da incorporação de tecnologias sociais estratégicas.
Informativo
AMBULATÓRIO DE DST E AIDS - Palhoça
Horário: 08:00 as 20:00h
Local: Centro de saúde II – COHAB
Rua 31 de março, S/N
Ponte do Imaruim – Palhoça/SC

Informações e Agenda:
Tel.: (48) 3283-5891/3242-4423
A Atenção de Média Complexidade – MC – compreende um conjunto de ações e serviços ambulatoriais e hospitalares que visam atender os principais problemas de saúde da população, cuja prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico, que não justifique a sua oferta em todos os municípios do país.
PORTARIA Nº 95, DE 26 DE JANEIRO DE 2001 do Ministério da Saúde In CREPOP, 2008
Portaria Regulamentadora da Organização de Serviços de Média Complexidade
Referências
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências Técnicas para a Atuação de Psicólogas (os) nos Programas de DST e aids. 1. ed. Brasília: CFP, 2008.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Entendendo o SUS. 2006. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cartilha_entendendo_o_sus_2007.pdf>. Acesso em: 15 set. 2013
.

Em 1989 foi criada a Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da Aids. O documento foi aprovado no Encontro Nacional de ONG que Trabalham com Aids (ENONG), em Porto Alegre (RS).

I - Todas as pessoas têm direito à informação clara, exata, sobre a aids.
II – Os portadores do vírus têm direito a informações específicas sobre sua condição.
III - Todo portador do vírus da aids tem direito à assistência e ao tratamento, dados sem qualquer restrição, garantindo sua melhor qualidade de vida.
IV - Nenhum portador do vírus será submetido a isolamento, quarentena ou qualquer tipo de discriminação.
Etc.

Serviço de Assistência Especializada em HIV/Aids

Objetivo: atender os principais agravos de saúde da população, com procedimentos e atendimento especializados. São serviços como consultas hospitalares e ambulatoriais, exames e alguns procedimentos cirúrgicos. Exigem a utilização de equipamentos e profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos para o apoio diagnóstico e tratamento.
Média Complexidade
(MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006.
SEC. MUN. DE VOLTA REDONDA - RJ, sem ano.)
Na média complexidade também são desenvolvidas ações de promoção, proteção, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde. As unidades da média complexidade e suas equipes desenvolvem ações distintas, em função do foco das situações de saúde/doença e dos grupos populacionais a que se destina o cuidado.
(SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE VOLTA REDONDA - RJ, sem ano)
Programa Nacional de DST e Aids é anterior ao Sistema Único de Saúde, que é de 1990.

A aids surgiu no ínicio da década de 1980.

Programa nacional de DST e Aids (PNDST/Aids) - 1985.

Implantação dos princípios do SUS no PNDST/Aids.

Serviço de Atenção - DSTs e Aids
O objetivo destes serviços é prestar um atendimento integral e de qualidade aos usuários, por meio de uma equipe de profissionais de saúde composta por médicos, psicólogos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, assistentes sociais, educadores, entre outros.

Algumas de suas atividades principais são: cuidados de enfermagem; orientação e apoio psicológico; atendimentos em infectologia, ginecológico, pediátrico e odontológico; controle e distribuição de antirretrovirais; orientações farmacêuticas, realização de exames de monitoramento; distribuição de insumos de prevenção; atividades educativas para adesão ao tratamento e para prevenção e controle de DST e aids.
2001 - Declaração de Compromisso sobre o HIV/Aids (UNAIDS, 2001), é referência para as ações de políticas públicas direcionada ao tema.

Ações informativas e reflexivas, dirigidas a pessoas vivendo com DST/HIV/aids, a seus familiares e parceiros/as, bem como à equipe multiprofissional e à comunidade, podem ser realizadas também através de encaminhamento para outros profissionais da equipe e ainda para assessorias jurídicas e/ou comissões específicas que atuem na defesa dos direitos humanos.
Políticas
(CREPOP, 2008)
DST/Aids
CREPOP, 2008
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