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Organizações como fonte de informação.

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by

emerson cruz

on 4 September 2012

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Transcript of Organizações como fonte de informação.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
DEPARTAMENTO DE BIBLIOTECONOMIA


ORGANIZAÇÕES COMO FONTE DE INFORMAÇÃO


EMERSON DA CRUZ RIBEIRO
MONA LISA SILVA
RAYSSA LAYANE LOPES DE LIMA

ORIENTADORA: ILAYDIANY C. O. SILVA O CENÁRIO PÓS-INDUSTRIAL

Se a sociedade industrial trouxe no seu bojo elementos como máquinas e ferramentas, trabalhadores especializados, produção em série, energia, entre outros, a sociedade pós-industrial consolida-se na experiência organizacional, no investimento em tecnologia de ponta, nos grupos de especialistas, na produção modular, na informação, isto é, na geração de serviços e na produção e transmissão da informação (Santos, 1990; Zuffo, 1997).

Em 1982, uma pesquisa da British Library Research & Development (Farnhan, 1982) concluiu que duas razões respondiam pelo baixo uso de informação na indústria manufatureira:

O desconhecimento sobre que tipo de informação disponível e sobre como ela poderia ser obtida;

A ausência do hábito de uso da informação para solucionar problemas por parte dos profissionais da indústria;

O não uso de estratégias de marketing. A informação é considerada e utilizada em muitas organizações como um fator estruturante e um instrumento de gestão. Portanto, o valor dela tem como caráter seus tipos, valores econômicos e os níveis hierárquicos no processo de tomada de decisões.

Basicamente, a informação tem duas finalidades: para conhecimento dos ambientes internos e externos de uma organização e para atuação neste circuito . Barreto (1996) define o termo informação da seguinte maneira: estruturas significantes com a competência de gerar conhecimento no indivíduo, em seu grupo, ou a sociedade.

Se tratando de uma empresa o Institucional corresponde ao nível mais elevado, composto dos diretores, acionistas e dos altos executivos. É o nível em que as decisões são tomadas e são estabelecidos os objetivos, bem como as estratégias para alcançá-los.

O nível intermediário, trata-se da linha do meio de campo. Lida com os problemas de adequação das decisões tomadas em nível institucional . Que por sua vez está geralmente ligado ao nível operacional, que é uma cadeia de administradores de linha média com autoridade formal.

O nível operacional, denominado núcleo técnico, está localizado nas áreas inferiores da organização. Está relacionado com os problemas ligados à execução cotidiana e envolve o trabalho básico relacionado com a produção dos produtos ou serviços da organização. Sob esta perspectiva, o valor da informação pode ser classificado nos seguintes tipos (Cronin, 1990):

Valor de uso: baseia-se na utilização final que se fará com a informação;

Valor de troca: é aquele que o usuário está preparado para pagar e variará de acordo com as leis de oferta e demanda, podendo também ser denominado de valor de mercado;

Valor de propriedade: reflete o custo substitutivo de um bem;

Valor de restrição: surge no caso de informação secreta ou de interesse comercial, quando o uso fica restrito apenas a algumas pessoas. A informação como um bem abstrato e intangível, tem seu valor associado a um contexto. Assim, os valores de uso e de troca poderão ser úteis na definição de uma provável equivalência monetária.

Por exemplo, uma empresa que atua em mercado futuro, terá interesse em informações relativas à produção agrícola de um determinado país ou região. Esta empresa, provavelmente, irá alocar recursos na busca sistemática deste tipo de informação, que será utilizada na determinação de indicadores de uma tendência e que fundamentará decisões sobre o tipo de investimento a ser realizado.

A informação terá valor econômico para uma organização, se ela gerar lucros ou for alavancadora de vantagem competitiva. O valor da informação pode ser traduzido em uma equação que contenha todos os fatores que influenciam a avaliação de valor da informação. É preciso definir quem é o cliente, qual a finalidade de utilização da informação, a que nível organizacional atenderá à necessidade, qual a utilidade para outros clientes e os resultados esperados.

Uma pequena parcela da informação disponível constitui-se em produtos finais, ou seja, aqueles que são consumidos diretamente pelas pessoas, cujo valor deriva-se da oferta e da procura.

Poucas decisões são tomadas com informação perfeita, devido a alguma insuficiência de informação e/ou uma sobrecarga de informação desnecessária. CONCLUSÃO

Os sistemas de informação têm sido desenvolvidos para otimizar o fluxo de informação relevante no âmbito de uma organização, desencadeando um processo de conhecimento e de tomada de decisão e intervenção na realidade.
É consensual de que um sistema de informação deva ser estratégico e contribuir para que uma organização possa alcançar os seus objetivos, considerando-a como um recurso inerente e essencial, ao processo de qualquer seguimento. Organizações como fonte de informação

Conceito:

De acordo com CAMPELO (2000), caracterizam-se como um espaço de ações econômicas no qual se concentram capital, gerência, mão-de-obra e tecnologia, proporcionando um ambiente de convívio e de interações constantes. REFERÊNCIAS

CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannette Marguerite. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000

MONTALLI, Katia Maria Lemos; CAMPELLO, Bernardete dos Santos. Fontes de informação sobre companhias e produtos industriais: uma revisão de literatura. Ci. Inf. [online]. 1997. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/ci/v26n3/v26n3-13.pdf > Acesso em: ago. 2012.

CARVALHO, Isabel Cristina Louzada; KANISKI, Ana Lúcia. A sociedade do conhecimento e o acesso à informação: para que e para quem? disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n3/a04v29n3.pdf> Acesso em: ago. 2012.

MORESI, Eduardo Amadeu Dutra. Delineando o valor do sistema de informação de uma organização. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n1/v29n1a2.pdf> Acesso em: ago. 2012.
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