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o CONCEITO DE AULA: UM DOS SABERES NECESSÁRIOS à PRÁXIS PEDA

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Thaís Migliorança

on 18 October 2014

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Transcript of o CONCEITO DE AULA: UM DOS SABERES NECESSÁRIOS à PRÁXIS PEDA



A aula é entendida como aula quando a aula, ou seja, quando a aula esforça-se ao máximo para superar os seus limites. Com isso é preciso ir além da etimologia do conceito de aula que predomina atualmente na instituição escolar: aula é igual a lição, aula é o lugar onde se ensina. Nesse sentido é preciso analisar criticamente o conceito predominante de aula face ao mundo atual.
A aula preconizada pela didática crítica não comporta apenas um momento pedagógico, como ocorre atualmente na maioria das instituições educacionais. A aula assume assim as características de um momento político–pedagógico do ato de ensinar e o ato de aprender.

A aula passa a constituir-se em um projeto coletivo de apropriação crítica do conhecimento científico envolvendo o educador e o educando.

A aula não pode ser universalizada. Para um mundo contemporâneo a aula ultrapassa a especificidade do tema da aula, isto é, o tema da aula é o trabalho visando à possibilidade de apropriação crítica de seu conteúdo e possíveis correlações com os problemas concretos da realidade social, visando também, com esse procedimento, superar-se a si mesmo.

Conforme afirma o autor Gramsci sobre as condições objetivas: “...a existência das condições objetivas – ou possibilidades ou liberdade – ainda não é suficiente é necessário conhece-las e saber utilizá-las. Quere utilizá-las.” ( Gramsci1978, pg. 47)

o CONCEITO DE AULA: UM DOS SABERES NECESSÁRIOS à PRÁXIS PEDAGÓGICA
OSWALDO ALONSO RAYS

O processo e o produto de aula, tem objetivo de mover e envolver o interesse e a satisfação pessoal de alunos e professores. Assim, é preciso repensar o conceito de aula afim de adéqua-lo ao momento histórico em que vivemos e fazer com que as atividades , voltem-se para o desenvolvimento das formas superiores de pensamento e de ação do educando.

Transmissão do saber elaborado existe sistematização, não basta apenas assimilar conhecimentos, habilidades hábitos, atitudes, valores propostos parelho currículo escolar, é preciso que o aprendizado, ocorra em um processo de transformação, para que atinja características de uma aprendizagem critica.

Na aula o educador necessita manter estreita relação com os alunos para que possa aprender os conhecimentos que o aluno assimilou na sua pratica social não escolar e os conhecimentos apropriados durante o desenvolvimento do currículo escolar.




A aula tem um projeto, pensa no imediato e também lá na frente, em como será o sujeito quando adulto, e como será a sociedade em que ele vai viver. A aula tem um compromisso ético, de ensinar a respeitar o mundo em que a gente vive.

O papel da aula na formação política e científica, nos leva a entender como um processo dialético, ou seja, se condicionam por múltiplas contradições. São elas:

Essas contradições se manifestam no processo ENSINO-APRENDIZAGEM, onde não podem ser afastadas das situações didáticas, pois é a partir delas que é possível criar novas situações para serem atendidas em sala de aula.

É preciso insistir nesta acepção de aula, para que toda a sociedade possa exigir da educação escolar um caráter científico.

Esse princípio de cientificidade se materializa nas atividades didáticas quando buscamos e realizamos a conexão entre o concreto e o abstrato.

O avanço científico e tecnológico alcançado pela sociedade traz, novas necessidade de aprendizagem, que desautorizam o entendimento do conceito de aula apenas como um lugar onde se ensina a lição.

O ensino necessita ser desenvolvido no sentido de oportunizar aos alunos condições políticas e pedagógicas de aprender a pensar e aprender a aprender, não nos moldes só escolanovismo, mas na reciprocidade teoria-prática, forma-conteúdo, pensamento-ação.

As aulas necessitam proporcionar aos educandos, capacidades e habilidades de aprendizagem, sendo a criticidade e a criatividade.


A aula tem um ponto de partida inspirado naquilo que o aluno já domina e naquilo que não domina.

A concepção de aula segue alguns princípios, pelo somatório dialético de algumas preocupações que subsidiam o ato didático.

Além das preocupações expostas anteriores, o educador necessita posicionar-se politica e pedagogicamente sobre o emprego das novas tecnologias de informação – comunicação como recursos auxiliares de ensino. Tendo o cuidado que a escola não pode ignorar essa nova realidade que cresce aceleradamente, mas não pode também incorporá-la em suas estratégias curriculares de modo arbitrário.

Entender o conceito de aula como um processo relacional crítico é condição emergente para os educadores e educandos assimilem e objetivem materialmente o trabalho docente e o trabalho discente no processo de escolarização da sociedade do conhecimento, como um dos saberes necessários à práxis pedagógica.

PRÁXIS PEDAGÓGICA
DISCENTE
DOCENTE
A práxis pedagógica envolve o trabalho docente e o trabalho discente tanto na perspectiva presencial quanto na perspectiva não presencial.

CONHECIMENTO DO CONTEÚDO
CONHECIMENTO DA REALIDADE DOS EDUCANDOS
REQUISITOS BÁSICOS PARA O PLANEJAMENTO DA AULA:
PEDAGÓGICAS
POLÍTICAS
SOCIAIS
ECOCÔMICAS
ANTROPOLÓGICAS
ÉTICAS
O desafio que se coloca ao utilizarmos esses recursos eletrônicos de ensino-aprendizagem é saber vinculá-los didaticamente a um projeto educativo emancipatório. No entanto a utilização de recursos de ensino-aprendizagem eletrônicos não minimiza o papel do educador nem exclui da escola o espaço da sala de aula.

O uso de tecnologias eletrônicas como recursos de ensino não dispensa alguns papéis essências da escola convencional, tais como: o diálogo concreto professor-aluno, o planejamento de atividades de ensino-aprendizagem; a reflexão

Ensinar, pois, mesmo com o advento dos novos recursos didáticos, continua sendo uma atividade pedagógica que vai além da mera e simples transmissão de conhecimentos.

ACADÊMICAS:
ANA CLAUDIA PARIZOTTO
JÉSSICA P. NERVIS
NATÁLIA AUGUSTIN
THAÍS H. MIGLIORANÇA
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