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Emancipação Feminina

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Helena Tojo

on 16 April 2015

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Transcript of Emancipação Feminina

FIM
"Que nada nos limite.
Que nada nos defina.
Que nada nos sujeite.
Que a liberdade seja a nossa própria substância."

Simone de Beauvoir
Emancipação significa o ato de tornar livre ou independente.
A emancipação feminina é um movimento filosófico que defende a igualdade entre homens e mulheres em termos de direitos, tornando a mulher livre/independente.
A mulher estereótipo
Eva e Maria Madalena concentram em si todos os vícios tidos como femininos, que respetivamente, ou matavam ou salvavam pela submição aos homens e a Igreja.

As mulheres eram consideradas pelo clero como criaturas fragéis, suscetíveis às tentações do diabo, que deveriam ficar sob a tutela do marido ou patriarca.

Fundamenta-se a desconfiança ligada à figura feminina, e ao prazer sexual, e um símbolo de mulher é construído ao longo dos séculos, que garante os homens no poder.
Feminismo como motor da emancipação feminina
A 1ª Guerra Mundial e o papel da mulher
Mulheres sufragistas
A primeira onda do feminismo consistiu num movimento feminista ocorrido durante o século XIX e início do século XX.
Os principais focos desta onda foram no Reino Unido e nos Estados Unidos.


Objetivos:
Promoção da igualdade nos direitos contratuais e de propriedade;
Oposição de casamentos arranjados;
Tutela dos seus filhos;
No fim do século XIX, concentraram-se na conquista de poder político, especialmente o direito ao sufrágio.
Emancipação Feminina
Trabalho por: Helena Tojo nº9
Os "loucos" anos 20
A mulher encontra-se pela primeira fez numa posição de relativa igualdade com o homem.
O termo "flapper" surgiu na década de 1920, e enquanto os americanos utilizavam o termo para descrever as calças que entrou em moda na época, o termo era usado na Grã-Bretanha para descrever um pássaro que abandonava o seu "ninho".


Em Portugal...
Em Portugal...
Indignadas com a desigualidade entre sexos, as mulheres demostravam o seu descontentamento e em 1848 nasce o Movimento Feminista.


Feminismo é um movimento social, filosófico e político que defende a igualdade de direito e a libertação da sociedade de padrões opressores baseados no gênero.

"Sr. Presidente, quanto tempo tem as mulheres de esperar por liberdade?"
Emmeline Pankhurst
"Sr. Presidente, o que fará para o sufrágio feminino?"
"(...) as sufragistas inglesas procuravam atrair a atenção pública recorendo a meios extremos que incluiam longas e ruidosas marchas públicas, piquetes, apedrejamento de polícias e montras, interrupções intempestivas no Parlamento(...)"
Líder feminista das sufragistas britânicas;

O nome da "Sra. Pankhurst", é o principal associado com a luta pelo direito de voto para mulheres no período pré-guerra.
Casou-se com Richard Pankhurst, um advogado, apoiante do movimento das sufragistas, autor da Lei da propriedade da mulher casada.
Em 1889, a Sra. Pankhurst fundou a Liga do Franchise das mulheres.
Em 1903, fundou a conhecida União Social e Política da Mulher (WSPU),
Emily Davison,
a mártir do sufragismo
Feminista inglesa;
Associada da WSPU;
Ato de protesto derradeiro, lança-se à frente do cavalo do Rei Jorge V, no Derby Epson Downs.
Este conflito levou a mobilização dos homens para os campos de batalha e as mulheres à liberdade "das suas tradicionais limitações";
A mulher sai de casa e assume-se como líder do lar e da família;
Derrubam-se através do trabalho os estereótipos de "sexo fraco" e "sexo forte".
Anúncio de rímel Maybelline, 1928
"Mulher com cigarro", 1924
Contra todas as convenções a mulher corta o cabelo à moda dos homens, usa as saias até ao joelho, chapeús, batôm vermelho, olhos pretos e pó branco no rosto.


A "flapper" embora vista como o lado mais escandoloso e fútil da feminista, não deixa de ganhar o respeito, vista como estilosa e feminina, que já não precisa do homem para ser feliz
Simultaneamente, às outras feministas europeias, também as mulheres portuguesas se tentavam libertar das amarras sexistas.

Na primeira metade do século XIX:
-Mulheres da burguesia culta e informada
-Através da escrita afirmam-se como seres independentes e reclamam o lugar a que se julgam com direito.

Na segunda metade do século XIX:
-Asumem sem preconceitos as suas identidades na propagação das ideias a fim de se tornarem economicamente autónomas.
No século XX, chega a Portugal a primeira onda do movimento feminista, que reivindica a igualdade de direitos jurídicos, económicos, civis e políticos entre os sexos.

As mulheres republicanas fundam:
Em 1907, o «Grupo de Estudos Feministas»,
Em 1909, «A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas»,
Em 1911, a «Associação de Propaganda Feminista»,
Em 1915, a «Associação Feminina de Propaganda Democrática».
Maria Veleda
Mulher pioneira na luta pela educação das crianças e os direitos das mulheres e na propaganda dos ideais republicanos;

Consciente da situação de desigualdade em que as mulheres viviam, iniciou um dos maiores combates da sua vida: defender a igualdade de direitos jurídicos, cívicos e políticos entre os sexos;

Maria Veleda dedicou a vida aos ideais de justiça, liberdade, igualdade e democracia e empenhou-se na construção de uma sociedade melhor, onde todos pudessem ser felizes.

Carolina Beatriz Ângelo
Foi uma médica e feminista portuguesa.

Foi a primeira mulher a votar no país, nas eleições da Assembleia Constituinte, em 1911.
O fato de ser viúva permitiu-lhe invocar em tribunal o direito de ser considerada "chefe de família", pois a lei especificava que tinha de ser um cidadão com mais de 21 anos, que soubesse ler e escrever e fosse "chefe de família" mas não o seu sexo.

A lei foi alterada no ano seguinte, com a especificação de que apenas os chefes de família do sexo masculino poderiam votar.
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