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Técnica Operatória 3 - Do pré ao pós-operatório

Pré, trans (per) e pós-operatório
by

Pablo Herthel

on 20 August 2016

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Transcript of Técnica Operatória 3 - Do pré ao pós-operatório

Técnica Cirúrgica Veterinária
Pré-operatório
Trans-operatório
Classificação
Avaliação clínica
Termos comuns
Pré, trans e pós-operatório
Pablo Herthel
O paciente é cirúrgico?
Indicação cirúrgica x Estado do paciente
Conheça o paciente
História clínica;
Quadro clínico atual
Avaliação pré-operatória;
Exames complementares;
Risco cirúrgico e anestésico.
Identificar co-morbidades;
Corrigir/tratar;
Diminuir riscos.
Duração:
Indicação cirúrgica
Indução anestésica
Exame clínico completo;
Exames complementares:
Hemograma
Coagulograma
Bioquímica renal
Bioquímica hepática
Urinálise
Tipagem sanguínea;
Eletrólitos;
Hemogasometria;
ECG.
Em alguns casos:
Exames de imagem quando necessário
Finalidade
Colocar o paciente em condições de ser operado:
Identificar problemas não conhecidos;
Corrigir problemas conhecidos.
Determinar os riscos cirúrgicos;
Técnica e táticas cirúrgicas;
Tratamentos a serem instituídos:
Diminuir riscos e complicações.
Antecipar prognóstico.
Risco cirúrgico
Preparo do paciente
Jejum
Esvaziamento da bexiga
Hidratação/acesso venoso
Prevenção/contole da infecção
Tricotomia e antissepsia
Sedação - MPA
Planejamento
Operação propriamente dita;
Antimicrobianos
profiláticos
Antimicrobianoterapia
Prevenir infecções
Iniciado no pré-operatório
Respeitar o tempo de ação
(pode ser necessário repetir no trans-operatório)
Não substitui a consciência cirúrgica
Jejum
Cães e Gatos
Ruminantes
Equinos
Hídrico
Alimentar
24
a
48h
12
a 24h
Informes ao proprietário
Comunicar o risco cirúrgico;
Comunicar o risco anestésico;
Explicar as opções cirúrgicas;
Prognóstico;
Possíveis complicações;
Informar dos cuidados pós-operatórios;
Extimativa de custos.
Termos assinados
Grau
Quadro clínico
Exemplo
I
II
III
IV
V
Saudável
Procedimentos eletivos: OSH, orquiectomia
Doença localizada ou sistêmica leve
Doença sistêmica grave
Doença sistêmica com risco à vida
Moribundo
Não se espera que o paciente viva mais que 24h
Luxação de patela, fraturas, RLCCr, tumor cutâneo
Anemia, pneumonia, febre, desidratação: corpo estranho perfurante
IC, IR, IH, choque:
SDVG
Choque endotóxico, politraumatismo grave, SRIS, SDMO
8 a 12h
12
a
18h
4 a 6h
6
a
9h
cães adultos
felinos
filhotes
adultos
filhotes
2 a 4h
6 a 8h
4 a 6h
Onde estudar:
FIM
Próximo tema:
Profilaxia da infecção cirúrgica
Ligadura = nó
Deslocar = dissecar
Reparar = fio que segura órgão ou ligadura
Apresentação: manobras para expor tecidos ou órgãos
Campo operatório = local onde se realiza a operação
Estratégia cirúrgica:
Tática cirúrgica:
Cap. 5, 6 e 11
Planejamento pré, trans e pós-operatórios
Execução do planejamento
Padronização (metodização) da técnica
Prever possíveis complicações
Falta de tática = operações desordenadas
Qual a melhor abordagem?
Qual a melhor técnica?
Toda a equipe deve estar ciente e preparada
Objetivo
Garantir que o estômago esteja vazio durante a anestesia;
Prevenir refluxo de alimentos ou líquidos - aspiração pulmonar.
Atenção ao jejum
Pacientes pediátricos e com debilidade sistêmica
HIPOGLICEMIA
Fraqueza muscular;
Tremores musculares;
Sonolência;
Convulsão;
Coma.
Glicemia
Cães e gatos
Bovino
Equino
70 a 110 mg/dL
45 a 75 mg/dL
75 a 115 mg/dL
Fonte: Kaneko, 1997.
"Falhar em se preparar é preparar-se para falhar"
Benjamin Franklin
Não existe exames pré-opertaórios de rotina
Exames próprios para cada paciente
Relação custo/benefício
Preferencialmente o paciente deve tomar banho no dia anteriror (cirurgias eletivas)
Remover pelos soltos, resíduos e parasitas externos
Tricotomia ampla
Incisão
Incisões adicionais (se necessário)
Locais de dregnagem
Evitar contaminação
Prevenir movimentação inadvertida dos panos de campo
20 cm
20 cm
20 cm
20 cm
Tosa inicial no sentido de crescimento do pelo
Tosa posterior contra o padrão de crescimento
Cortes e arranhões
Microlacerações
Aumenta a irritação
Promove infecção
Realizar no pré-operatório imediato
T r i c o t o m i a
T r i c o t o m i a
VI - Morte cerebral
E - Emergências
Fonte: Classification of Physical Status. ASA Relative Value Guide. 2009.
L i m p e z a d a p e l e
Escarificação da pele com esponjas e agentes antissépticos
Remover resíduos (pelos e sujidades)
Reduzir a população bacteriana
Machos - limpeza do prepúcio com soluções antissépticas
Ungulados - remover resíduos, lavar e limpar com soluções antissépticas
A n t i s s é p t i c o s
Sabões -
antissépticos fracos e não irritantes. Não indicados para pele.
G+ e BAAR.
Bifenol -
vários compostos. Antissépticos e desodorantes. Hexaclorofeno possui efeito residual. Carcinogênico.
Bacteriostático G+.
Amônio quaternário -
Não são efetivos na pele e são inativados por sabão.
Álcoois -
Eficaz contra bactérias mas não contra esporos. Normalmente associado com outros antissépticos.
70 a 90%
A n t i s s é p t i c o s
Iodo -
antisséptico em forma aquosa e alcoólica (tintura).
1 a 2% de iodo
Iodo-PVP (polivinil-pirrolidona) - menos reações alérgicas
Clorexidina -
antimicrobiano. Efeito residual.
G+, G-, fungicida e vírus (?)
Preferencialmente depois do acesso venoso e antes da tricotomia
Vá estudar!
Dissecar ao longo dos planos dos tecidos;
Manipulação cuidadosa dos tecidos:
Hidratação;
Mínimo dano.
Hemostasia adequada;
Discernir qual a melhor conduta cirúrgica;
Escolha adequada do material de sutura:
Fios e agulhas;
Padrão da sutura.
Fechamento dos espaços mortos;
Tempo de operação curto.
Duração:
Entrada no bloco
Anestesia
Ato operatório
Dermorrafia
Fim na anestesia
Equipe cirúrgica inteirada do procedimento.
Conduta geral
Trans-operatório
Diérese
Hemostasia
Síntese
Plano anestésico adequado;
Posicionamento do paciente;
Fases fundamentais:
Pós-operatório
Final da intervenção
Alta do paciente
Recuperação anestésica;
Confecção do curativo;
Depende de:
Tipo de intervenção;
Órgão/tecido afetado
Idade do paciente.
NUNCA
menor que 7 a 10 dias

Normal:
Tardio:
Não ultrapassa 10 dias;
Tempo de cicatrização da ferida cirúrgica;
Sem complicações referentes à operação.
Comprometimento da recuperação do paciente;
Infecções, abertura da ferida, deiscência de pontos, edema exagerado.
Controle da dor;
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