Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Opiáceos

Trabalho de Química Orgânica, 2° trimestre de 2013: "Ópio e seus Derivados"
by

Ana C. R. Pastorelli

on 16 September 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Opiáceos

ÓPIO E SEUS DERIVADOS
Codeína

Frequentemente combinada com outros fármacos, a codeína pode ser utilizada para o tratamento de dor moderada. Destaca-se por sua eficácia no combate à tosse pois inibe a área cerebral conhecida como Centro da Tosse - essa característica pode ser prejudicial por dificultar o diagnóstico. Além disso, a codeína é usada para tratar a diarréia, uma vez que apresenta propriedades obstipantes.
Heroína
A heroína é a uma das várias derivações que foram sintetizadas a partir da morfina. Acreditava-se que essa nova substância substituiria a original, pois era três vezes mais potente e seria aplicada em viciados para aliviar os sintomas de abstinência. Logo,
a droga recebeu esse nome porque seria "heroica".

Entretandto, algumas décadas depois, foi comprovado que a heroína era ainda mais viciante que a morfina, podendo causar dependência em apenas algumas semanas de uso.
Heroína
A papoula empregada na produção da droga é cultivada principalmente no México, Turquia, China, Índia e também nos países do chamado triângulo Dourado (Birmânia, Laos e Tailândia).
Metadona
O termo ÓPIO provém do grego "opion" e significa "suco de papoula", trata-se da primeira droga descoberta pelo homem e, no entanto, ainda hoje seus derivados são usados amplamente tanto no campo medicinal quanto como droga recretiva de abuso.

Morfina
Drogas Opiáceas
Morfina
Efeitos clinicamente úteis:
- Analgésica central com supressão nas dores físicas e emocionais;
- Anestesia para sedação;
- Coadjuvantes nos anestésicos gasosos, quando principal;
- Tratamentos de dores crônicas, e pós-operativa.
TRABALHO DE QUÍMICA
Professor Orientador: Marcos Nobre
Ana Carolina Rocha Pastorelli, n°02
Bruna de Oliveira Bueno, n°06
Giovana de Vicentim Teizen, n°15
Lívia Espíndola Diniz, n°26
2° ano EM
DEFINIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DOS OPIÁCEOS
OPIÁCEOS é o nome dado a substâncias derivadas do ópio que atuam como depressores do sistema nervoso central, ou seja, diminuem sua atividade. Os opiáceos são considerados narcóticos e entorpecentes.

* Opiáceos ≠ Opióides
Exemplos:
Os opiáceos pertencem à classe dos OPIÓIDES.
Alfentanil
Buprenorfina
Codeína
Fentanil
Heroína
Metadona
Morfina
Oxicodona
Tramadol
OPIÁCEOS X OPIÓIDES
Substâncias alcalóides
*
derivadas do ópio.
Quaisquer substâncias naturais ou sintéticas com propriedades semelhantes às dos opiáceos.

Nesse grupo está incluso também compostos de origem endógena, ou seja, produzidos pelo próprio organismo, como é o caso das endorfinas.
"Todos os opiáceos são opióides, no entanto, nem todos os opióides são opiáceos"
* alcalóides: substância de caráter básico normalmente derivada de plantas
São extraídos diretamente da papoula. É o caso da morfina e da codeína;
Obtidos através de mudanças parciais da estrutura química da molécula de morfina. Os exemplos mais comuns são a heroína e a metadona;
Opiáceos criados integralmente pelo homem em laboratórios, como ocorre na sintetização do propoxifeno e do fentanil.
Naturais:
Semissintéticos:
Sintéticos:
COMPOSIÇÃO DO ÓPIO
HISTÓRICO
O ópio é utilizado desde aproximadamente 4.000 a.C., os primeiros indícios correspondem à civilização suméria, entretanto, há evidências do uso dessa droga também nos povos egípcios, mesopotâmicos, persas, gregos e romanos. Para essas sociedades, o ópio tinha variadas aplicações, como valores medicinais e religiosos, além de ser uma "arma" usada para suicídios e assassinatos.
Durante a Idade Média, o cultivo do ópio era feito livremente por camponeses europeus, uma vez que se tratava da base para os medicamentos para aliviar a dor.
EXTRAÇÃO
Outras datas importantes:
1776: uso do ópio incentivado na guerra civil americana;
1814: a morfina foi sintetizada;
1832: a codeína foi extraída;
1839: Guerra do Ópio (Inglaterra X China);
1874: heroína foi produzida;
1922: a importação do ópio foi proibida, exceto para uso medicinal.
EXTRAÇÃO
Apresenta, basicamente, as propriedades da morfina, no entanto, seus efeitos perduram por mais tempo e a síndrome de abstinência possui menor intensidade. Além disso, a metadona não gera euforia, o que evita a dependência psicológica.
USO: tratamento de toxicodependentes de heroína e outros opióides

* Tal analgésico é normalmente consumido via oral, uma vez por dia, sem que não haja sintomas de "ressaca", o consumo deve ser acompanhado por prossionais pois a metadona é tóxica e possui alto poder aditivo.
Fórmula Química: C21H27NO
Princípio Ativo: Cloridrato de Metadona
Funções Orgânicas: Álcool e Amina (?)
Metadona =(RS) -6 - (dimetilamino) -4,4-difenilheptan-3-ona
EFEITOS COLATERAIS: obstipação, suores, pele irritada, hipersensibilidade hepática, perda de apetite, aorexia, cólicas abdominais, sonolência, tontura
O uso da metadona pode causar dependência e overdose, tal risco é maior quando a droga é acompanhada com sedativos ou álcool, além de aumentar quando o número de doses ingeridas sem o devido espaço de tempo é excessivo.
Existem aproximadamente 250 espécies de papoula, no entanto, apenas duas possuem ópio em uma quantidade razoável para ser extraído com relativa facilidade. Dentre elas o cultivo da Papaver somniferum é o mais comum, sendo encontrado em países como México, Turquia, Irã, Índia, China, Líbano, Grécia, Iugoslávia, Bulgária e no sudoeste da Ásia, como é o caso do Afeganistão.
O ópio propriamente dito é o suco leitoso (látex) extraído da cápsula ainda verde da papoula, para o processo de extração é necessário cortar a planta em pequenas incisões transversais. O líquido, quando seco, dá origem ao pó de ópio, o qual é utilizado para a formação da morfina.
* P. somniferum = "Papoula do Oriente"
A morfina é  a  primeira  droga derivada do  ópio.  Foi  criada  em  1803,  pelo  farmacêutico  alemão Friedrich Wilhelm Adam Serturner,  o  mesmo  deu  nome  ao  remédio  em  homenagem  ao  Deus  grego  do sono, Morfeu.
* Narcótico : substância que causa sono e diminuição da dor
Nome IUPAC: (5α,6α)-7,8-didehydro-4,5-epoxy-17-methylmorphinan-3,6-diol


Fórmula Molecular: C17H19NO3H2O
Funções Orgânicas: álcool, amina, éter, fenol
Efeitos adversos:
- Alívio da dor e da ansiedade;
- Diminuição da desconfiança;
- Euforia;
- Tranqüilidade, sensação de bem-estar;
- Letargia, sonolência, depressão;
- Impotência;
- Incapacidade de concentração;
- Prisão de ventre;
- Paralisia do estômago;
- Amenorréia;
- Miose;
- pode levar o usuário ao coma.
Dependência e Tolerância >> Crise de Abstinência
Outros nomes pelos quais a morfina é conhecida:
White Nurse;
Happy Poder;
Joy Poder;
Sister Morphine;
God's Medicine;
Number 13.

AS PRINCIPAIS DROGAS ORIUNDAS DO ÓPIO SÃO:
Morfina
Codeína

Heroína
Metadona

Substâncias Alcalóides:
Morfina (10%), codeína (1%), papaverina, tebaína, meconina, narcotina, entre outras menos conhecidas.
Outros Componentes:
Ácido sulfúrico, óleo fixo, óleo volátil, resina, mucilagem e resíduos vegetais.
- Obtenção pelo ópio ou pela morfina;
- Metabolização principalmente pelo fígado;
Fórmula química C18H21NO3
Funções Orgânicas: Álcool, Amina e Éter
Nome IUPAC: (5α,6α)-7,8-didehydro-4,5-epoxy-3-methoxy-17-methylmorphinan-6-o
Efeitos usuais da codeína: dilatação da pupila, má digestão de prisão de ventre
(duração entre 3 e 6 horas)
Sintomas da superdosagem: apatia, pele fria e azulada, pressão baixa, batimentos lentos e respiração fraca.
A codeína dificilmente leva ao vício, no entanto, causa o estado de tolerância com grande facilidade. É possível que haja crise de abstinência.
Fórmula química C18H21NO3
Funções Orgânicas: Álcool, Amina e Éter
Nome IUPAC: (5α,6α)-7,8-didehydro-4,5-epoxy-3-methoxy-17-methylmorphinan-6-o
Efeitos Usuais da Codeína:
Dilatação da pupila, má digestão de prisão de ventre (duração entre 3 e 6 horas)
Sintomas da superdosagem:
Apatia, pele fria e azulada, pressão baixa, batimentos lentos e respiração fraca.
A codeína causa o estado de tolerância com grande facilidade e, uma vez dependente, o indivíduo que pare de ingerí-la pode enfrentar os sintomas da crise de abstinência (ex: calafrios, lacrimejamento, cãibras, inquietação, irritabilidade e insônia), no entanto, a codeína dificilmente leva ao vício
Outros nomes pelos quais a morfina é conhecida:
White Nurse;
Happy Poder;
Joy Poder;
Sister Morphine;
God's Medicine;
Number 13.

A heroína pode ser injetada, inalada ou fumada, seu uso é potencializado se usada juntamente com outras drogas depressoras do Sistema Nervoso Central, como álcool e calmantes. Uma pequena dose de heroína
pode rapidamente produzir os mesmos efeitos de uma dose elevada (ou uma overdose) se for combinada com outras drogas.

Nome IUPAC: (5α,6α)-7,8-didehydro-4,5-epoxy-17-methylmorphinan-3,6-diol diacetate

Pode ser chamada também por: Al Capone, Bart Simpson, Batman, Bin Laden, White Nurse, etc.

Fórmula química: C21H23NO5
Funções orgânicas: Éter, éster e amina
Efeitos: sensação de intenso prazer, euforia, diminuição da dor, fome, tosse e do desejo sexual, à medida que a dose é aumentada, a respiração, a pressão arterial e a frequência cardíaca ficam mais intensas, causando a sensação de aquecimento, “corpo pesado” e sonolência. Altas doses podem causar náuseas, vômitos e uma coceira intensa.
(duração entre 1h à 3h)
* Em longo prazo o uso da heroínagera tolerância, dependência física e psicológica.

Sintomas da crise de abstinência: náuseas, dor muscular e óssea, perda de apetite, bocejos, tremores, pânico, insônia, movimentos involuntários e agitação.
Full transcript