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Edifício SOLAR XXI

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by

Raquel Umbelino

on 20 November 2013

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Transcript of Edifício SOLAR XXI

Edifício SOLAR XXI
SOLAR XXI
Inaugurado em Lisboa em 2006;
Área total: 1500m²;
Projeto geral de arquitetura: Pedro Cabrita e Isabel Diniz;
Edifício com funções de serviço (escritórios, laboratórios, gabinetes de trabalho);
Atualmente, é o edifício sede do Laboratório de Energia do LNEG;
Exemplo de um edifício energicamente eficiente e de baixo consumo energético;
Integração e aplicação de energias renováveis;
Sistema de arrefecimento passivo
Ventilação e Iluminação Natural
Aberturas na fachada projetadas para permitir uma ventilação transversal;
Sistema Fotovoltáico
Objetivos do projeto
O edifício foi, assim, concebido utilizando-se das seguintes estratégias:
Excelente nível de iluminação natural devido aos seguintes aspectos:
Um edifício energicamente
eficiente em Portugal

Que o edifício possa responder positivamente
às solicitações do clima de Lisboa.
Que as condições de conforto térmico no seu interior sejam satisfeitas durante todo o ano.
Distribuição dos espaços internos
Salas de ocupação permanente - orientadas a Sul;
Labs e salas para grupos de trabalho - localizadas a Norte;
Zona central - ampla clarabóia (iluminação e ventilação)
Sistemas fotovoltáicos (Sistemas PV);
Sistema de arrefecimento pelo solo;
Distribuição dos espaços internos de forma a promover ganhos de calor no inverno;
Particular atenção à iluminação e ventilação natural.
Arrefecimento do ar através de tubos enterrados que permitirão a entrada de ar arrefecido no interior do edifício.
O solo apresenta temperaturas no período de verão que variam entre 16ºC e 18ºC.
Placas fotovoltáicas instaladas na fachada Sul e no estacionamento;
Utilização da energia absorvida pelas placas na energia elétrica do edifício;
Calor das placas utilizado no aquecimento do edifício no período de inverno;
Produz cerca de 30kWh por dia, cerca de 40% da energia elétrica do edifício;
Além das placas, há, no topo do edifício, coletores térmicos para auxiliar o aquecimento no inverno.
Foi possível pela existência de bandeiras superiores de lâminas reguláveis em todas as portas e vãos interiores;
Poço central de iluminação - permite ventilação ascencional por efeito de chaminé;
Ventilação ascencional também na escada principal do edifício;
Todas as salas a Sul têm vãos exteriores com grandes áeras de envidraçados;
As portas de comunicação com o corredor possuem bandeiras translúcidas;
Zona central atravessada por um poço de luz comum aos 3 pisos;
Clarabóia ao nível da cobertura;
As salas orientadas a Norte também comunicam com o poço de luz;
Bibliografia
http://www.lneg.pt/download/4078/BrochuraSolarXXI_Dezembro2005.pdf
http://www.iefp.pt/formacao/formadores/formacao/OfertaFormadores/Encontros/Documents/EncontroTecnicoSectorial_NovosMateriaisConstrucaoCivilSustentavel/Painel_02_02_INETI_Arq_Mariz_Graca.pdf
http://www.rehva.eu/index.php?id=178
Equipe: Joyce Guerreiro (M4AB6ABCD);
Thamirys Araújo (M4AB6ABCD);
Raquel Umbelino (T3ABCD5CD)
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