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RV6 Creio, logo penso

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by

Michelson Borges

on 17 October 2013

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Transcript of RV6 Creio, logo penso

6. Creio, logo penso
Texto: Douglas Reis
Arte: Michelson Borges
Para pensar
1.
Que exemplos você pode dar de como a religião pode ser perigosa (tanto em caso de fanáticos, quanto
de propostas religiosas equivocadas)?
2.
Para fazer um contraponto, mencione exemplos da religião
como algo positivo.
Desenvolver a espiritualidade é a demanda da nossa época. Antigamente se dizia que religião é coisa boa.
Mesmo com a palavra “religião”
fora de moda, o incentivo para
que cada pessoa viva
sua crença, seja ela qual
for, permanece: hoje se
promove a “espiritualidade”,
termo mais abrangente e neutro.
Obviamente, esse conceito geral trata
as crenças como se fossem equivalentes,
na esteira da máxima “todos os caminhos levam a Deus”. Será? Em contrapartida,
se a frase for correta, teremos de admitir
que as crenças são imperfeitas e apenas reproduzem, de forma distorcida e falha, aspectos do mesmo Deus, e todas estariam, simultaneamente, certas e erradas em determinados aspectos. Mas nenhuma delas seria absolutamente confiável. E ninguém teria certeza sobre sua própria crença.
Se cada religião prega um deus ou uma concepção de deus, não seria melhor afirmar que “todos os caminhos levam a algum deus”? Entretanto, nem todos os “deuses” são reais.
Apesar disso, os “deuses” parecem renascer em meio ao espírito da época atual. Note o que escreveu Donald Bloesch:
“A situação do Ocidente hoje é similar àquela
da antiga Roma com seu contexto pluralista. Vemos a diversidade da manifestação espiritual, mas uma carência de direcionamento espiritual na cultura como um todo. Somos também confrontados pelo secularismo crescente, apesar de ele não ser desprovido de conteúdo religioso. [...] De fato,
o secularismo anda
de mãos dadas com um novo paganismo
.
O problema não é que Deus esteja morto,
mas que os deuses são entidades renascidas.”
Claro que fanáticos existem em todas as crenças e descrenças. Mas ao olharmos para o que prega determinada crença,
o que vemos? Revolta contra o mundo ou o desejo de torná-lo melhor? Regras sem sentido ou princípios benéficos? Incentivo à ganância ou desapego de valores puramente materiais? Relações abusivas ou relacionamentos saudáveis? O próprio Jesus disse que conheceríamos as propostas religiosas pelos seus
frutos
(Mateus 7:16-23).
A religião é boa? Apenas quando cumpre seu papel de unir a humanidade e Deus.
Rui Barbosa
arrematou: “Toda religião associada ao governo das coisas da Terra é uma religião morta.”
Além disso, para ser verdadeira, já vimos que determinada cosmovisão deve englobar
explicações lógicas
sobre o mundo e responder coerentemente às perguntas essenciais. A religião verdadeira deve
se apresentar como cosmovisão bem desenvolvida, que não apenas soe como uma teoria intelectualmente atrativa, mas como
prática de vida
que ofereça justiça moral, sentido para a existência
e esperança de verdade.
O cristianismo pretende ser essa fé.
No estudo anterior, revisamos argumentos que amparam a racionalidade da crença em um Deus pessoal, todo-poderoso e Criador da vida. Agora, vamos dar uma olhada no sistema como um todo. O sistema cristão pode ser resumido em três categorias:
criação
,
queda
e
redenção
.
Por meio da Bíblia, somos informados a respeito da criação originalmente perfeita de Deus. Basta ler textos como Gênesis 1 e 2; Isaías 42:5; Mateus 19:4; Efésios 3:9; Hebreus 11:3; e outros.
Encontramos igualmente respostas para aquilo que está errado em nosso mundo, ou seja, o
pecado
, um problema de raiz moral que separou o ser humano de Deus, afetando a criação inteira. O Livro Sagrado ainda nos revela o que Deus fez e fará para restaurar o mundo caído. Voltaremos a esses temas mais adiante.
A cosmovisão bíblica é uma proposta intelectualmente complexa, mas compatível com a realidade, e, assim, revela coerência na vida cotidiana. Apesar de haver muitas diferenças em relação a outras religiões, podemos citar
uma:
o Deus cristão é singular
.

Francis Schaeffer afirma que sempre houve deuses de dois tipos:
infinitos
(como no Oriente) ou
pessoais
(como
no Ocidente). O Deus da Bíblia é o único infinito-pessoal. Consequentemente, não são as pessoas que têm de se esforçar para se achegar a Deus e agradá-Lo.
A salvação no cristianismo é obra da graça divina, Seu imerecido favor que nos transforma (Efésios 2:8-10).
Jesus afirmou ser a
Verdade
(João 14:6). Ele também disse que é o elo entre o gênero humano e o único Deus verdadeiro (João 17:3). Mas isso que a religião de Jesus pretende vai na contramão do relativismo atual.
verdade
O teólogo
Charles Sproul
pondera sobre os desafios ao cristianismo em tempos pós-modernos: “Uma nação secular
pode escolher ‘tolerar’ o cristianismo
em algum grau enquanto este for visto meramente como a expressão de uma forma de religião humana,
mas não pode tolerar
as alegações de
verdade dele.”

Ninguém aprova uma pessoa que diz sempre estar certa. Quando os cristãos afirmam crer na verdade, na única verdade, são tidos por arrogantes.
No entanto, é necessário fazer uma diferenciação: uma coisa é afirmar que existe verdade absoluta; outra, bem diferente, é pretender acesso a toda verdade absoluta, em todos os detalhes – conhecimento que apenas Deus, em última instância, é capaz de alcançar.
Apesar de nossas limitações, a verdade existe e podemos reconhecê-la porque ela é a peça que se encaixa tanto em nosso mundo, quanto em nossa experiência. Basta que estejamos dispostos a experimentá-la.
Para pensar
3.
Como encarar a afirmação de Jesus ser a Verdade? Faça uma avaliação pessoal dessa afirmativa, analisando as alternativas possíveis (no caso
de Ele estar certo ou equivocado).
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