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Subjetividade e viés temático no texto argumentativo

15 de outubro - Turma 1
by

Glícia Tinoco

on 15 October 2012

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Transcript of Subjetividade e viés temático no texto argumentativo

GRAUS DE SUBJETIVIDADE

(1) Subjetividade excessiva

(2) Subjetividade controlada

(3) Subjetividade indireta

(4) Efeito de objetividade Por que é preciso “controlar” o que se fala e, principalmente, o que se escreve? Por que é preciso controlar o que se fala e, principalmente, o que se escreve? Subjetividade e viés temático no discurso argumentativo

Natal, 15 de outubro de 2012. Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Escola de Ciências e Tecnologia
Práticas de Leitura e Escrita II (ECT 1205) – 2012.2
Profs. Ada Lima, Edna Rangel de Sá,
Glícia Azevedo Tinoco, José Romerito Silva. Profesora,

Não consegui acessar o teleduc nessa segunda-feira (29/03/2010) para responder as três questões que está no site. Nessa mesma segunda quando acordei por volta das 10h00min eu consegui entrar no site, mas como não ia dar tempo para tomar banho e fazer essas outras coisas que a gente faz depois que acorda, sem falar que ainda tinha que ir comprar a quentinha, apenas salvei as perguntas que tinha, para responder quando chegasse da UFRN, na qual fiquei tentado por um bom tempo. Como não consegui, estou pedindo para prorrogar o prazo para entregar a atividade. Valew! Bob. Professora,
Não consegui acessar o Teleduc nesta segunda-feira (29/03/2010) para responder às três questões que estão no site. Quando acordei, por volta das 10h, eu consegui entrar no site, mas como não ia dar tempo para tomar banho e fazer essas outras coisas que a gente faz depois que acorda, sem falar que ainda tinha de ir comprar a quentinha, apenas salvei as perguntas para responder quando chegasse à UFRN.
Na ECT, fiquei tentando fazer a atividade por um bom tempo. Como não consegui, estou pedindo para prorrogar o prazo de entrega da atividade.
Obrigado.
Roberto da Silva (1) Subjetividade excessiva

No e-mail que acabamos de ler, o locutor assume pessoalmente o que enuncia. Assim, marca de modo direto e explícito sua presença no texto. Nessa estratégia, o escrevente ancora seu discurso no individualismo, demonstrando total envolvimento quanto ao que informa.

Na argumentação, esse procedimento pode revelar, por um lado, autoridade e total controle sobre o dizer ou, por outro, um viés bastante subjetivo e de pouco valor no enfoque da questão. Olá, professora.
Eu e muitos colegas da minha turma não conseguimos fazer os exercícios de progressão discursiva devido a problemas de conexão do Teleduc (provavelmente o site estava congestionado). Portanto, para não sermos prejudicados por fatores que estão fora do nosso controle, pedimos que, se for possível, a senhora faça uma cópia dessas atividades e as reenvie, prorrogando o prazo de entrega.
Atenciosamente,
Pedro Neto
Turma 1 (2) Subjetividade mais controlada

Perceberam a diferença em relação ao texto anterior?
No segundo e-mail, o graduando inclui-se no meio de outros. Para tanto, recorre ao que chamamos plural de modéstia. Por esse procedimento, “dilui-se” num dado conjunto de indivíduos, atenuando o grau de subjetividade em seu dizer.
Com isso, o escrevente assinala relativa forma de (im)pessoalização de seu discurso, uma vez que “divide” com outros a responsabilidade pelo que enuncia. É uma manobra de preservação da própria imagem, evitando parecer individualista e/ou arrogante. O autor do segundo e-mail apresenta melhores condições para ser atendido, uma vez que, na argumentação, considerou o problema do ponto de vista coletivo.
Desse modo, preservou sua própria imagem (não estava argumentando unicamente em causa própria) e sinalizou para a imagem que tem da professora: alguém que não penalizaria um grupo todo devido a problemas alheios à vontade dele. (4) Efeito de objetividade

O locutor “distancia-se” do que informa, a fim de demonstrar certa “neutralidade” e “imparcialidade” no trato da questão. Por esse mecanismo, o produtor do discurso finge não se envolver ou interferir na informação. Assim, transmite a ideia de “objetividade” e de “isenção” com respeito ao que expõe.

É como se os fatos "falassem" por si, sem a inserção de emoções, de passionalidade. Isso aumenta a credibilidade do texto. Por essa forma pretensamente objetiva de debater acerca de um tema, o autor demonstra seguir uma linha de abordagem mais racional e, portanto, com maior tendência ao convencimento.
Apenas para se certificarem de que vocês assimilaram bem o que foi visto até aqui, analisem os fragmentos textuais* - cujo tema são as regras que regem as campanhas eleitorais - e correlacionem cada um deles ao respectivo modo de gerenciamento da subjetividade na argumentação.

*Fonte: http://acertodecontas.blog.br/artigos/57018/. Acesso em 21 de set. de 2012. Com adaptações. O povo merece todo o mal que se abate sobre ele. Enquanto o povão dá audiência pra tudo quanto é tipo de porcaria, de novelas a BBBs, os políticos estão sugando o dinheiro dessa gente e vivendo na parasitagem. E o pior de tudo é que esse mesmo povo lascado dá 90% de aprovação a político ladrão. Às vezes dá até pena ver gente morrendo em corredor de hospital e teto caindo na cabeça de aluno em escola pública. Mas depois que essas mesmas vítimas desse Estado avacalhado apoiam políticos marginais, o sentimento de pena se transforma em satisfação. Tudo bem que não é engraçado ver as pessoas se lascando, mas o povo tem o que merece. Se os culpados forem os políticos, quem os colocou lá? O povo. Eu falo por mim: nas últimas duas eleições majoritárias, votei nulo. Não ajudei a eleger nenhum dos bandidos que aí estão roubando. A única “contribuição” que eu dou ao governo é pagar meus impostos, já que não tem outro jeito. E, mesmo assim, eu faço minha declaração pensando na corrupção do país e imaginando que aquele suado dinheiro vai ser todo roubado em licitações fraudadas e em mensalões da vida. Se o povo elege mensaleiro e precisa de hospital público que tem rato e esgoto nos corredores, de quem é a culpa? É fácil rotular que todo político é desleal e larápio, para não taxar de ladrão; em contrapartida, o que tem sido feito para modificar essa realidade? Em Recife, o salário de um vereador será, na próxima legislatura, de mais de R$ 15 mil reais. Fazendo as contas, isso dá um total de pouco mais de R$ 900 mil durante todo o seu mandato. Como justificar campanhas que custam mais de um milhão de reais, se os rendimentos do eleito nem cobrirão o custo? EFEITO DE OBJETIVIDADE

Se o Brasil fosse um país sério, com punição exemplar, baixo nível de corrupção e leis respeitadas, seria possível discutir a legalização desta droga como algo plausível. Porém, se não se cumpre nem uma norma proibindo dirigir após beber, como haverá controle sobre os usuários de maconha? Vivemos em uma democracia e não cabe aos órgãos eleitorais dizer quem pode se candidatar ou não. Preencheu os requisitos constitucionais, vira candidato.
Caberá ao povo, isso sim, decidir quem entra e quem não entra, através do voto. Só poderíamos exigir que fôssemos um pouco mais bem instruídos ou que a legislação sobre propaganda eleitoral e nome de candidatura tornasse a coisa mais séria, como de fato deve ser levado, mas essa já é outra questão. Porque é preciso controlar o que se fala e, principalmente, o que se escreve? Respostas Após a leitura dos textos opinativos, escrevam um parágrafo (mínimo de 10 linhas e máximo de 15) em que vocês explicitem qual dos textos possui maior grau de subjetividade. Justifiquem a resposta, apontando as marcas textuais que determinam esse viés subjetivo. Agora, comparemos esse e-mail que acabamos de ler com este outro: Leiamos, agora, o texto que segue. Observemos o texto a seguir. Essas informações e as amostras que vimos servem como orientação e alerta para que, em nossas produções textuais, especialmente as escritas, sejamos cuidadosos e ponderados quanto ao viés do nosso discurso e ao modo como o textualizamos. Isso porque está em jogo não apenas o que desejamos comunicar, mas também nossa própria imagem como usuário da palavra e nossa responsabilidade pelo que enunciamos. Porque, além de revelar o envolvimento do falante/escrevente com o que enuncia e o grau de exposição que ele assume na enunciação, a linguagem também demonstra o viés que ele escolheu para tratar de um tema.

Observar o viés temático de um texto falado/escrito é uma característica importante para alguém que deseja lidar bem com as demandas sociais da linguagem. Nas amostras textuais que vimos anteriormente, pudemos verificar que, dependendo do procedimento adotado pelo autor para se apresentar em seu texto, a argumentação pode assumir um tom menos ou mais objetivo/subjetivo, menos ou mais formal/informal. Isso se reflete no modo como o interlocutor pode apreender o conteúdo exposto. ATIVIDADE EM TRIO (...) Essa história de usar remuneração para projetos sociais, apresentada pela candidata Amanda Gurgel é uma piada. Mais próxima à realidade está a candidata Soraya Godeiro, ficando em cima do muro. (...)

Temos que dar um basta. Votar é um ato de cidadania, mas criticar as ações erradas daqueles que deveriam pensar na maioria é um dever. Vamos, população!! Gritem. Critiquem. A farra dos altos salários tem que acabar. (3)‏ Subjetividade indireta

O locutor envolve-se passionalmente em relação ao conteúdo exposto. Nesse caso, o escrevente lança mão de palavras e/ou expressões modalizadoras de cunho emotivo/ avaliativo.

Com essa estratégia, ele marca, indiretamente, sua presença e intervenção no que enuncia. No discurso argumentativo, tal procedimento enfraquece a defesa da tese do autor, tornando-a pouco convincente. Vejamos este outro texto: SUBJETIVIDADE INDIRETA

O povo merece todo o mal que se abate sobre ele. Enquanto o povão dá audiência pra tudo quanto é tipo de porcaria, de novelas a BBBs, os políticos estão sugando o dinheiro do povo e vivendo na parasitagem.
E o pior de tudo é que é esse mesmo povo lascado que dá 90% de aprovação a político ladrão. Às vezes dá até pena ver gente morrendo em corredor de hospital e teto caindo na cabeça de aluno em escola pública. Mas depois que essas mesmas vítimas desse Estado avacalhado reelegem bandidos e apoia político marginal, o sentimento de pena se transforma em satisfação. Tudo bem que não é engraçado ver as pessoas se lascando, mas o povo tem o que merece. SUBJETIVIDADE EXCESSIVA

Se os culpados forem os políticos, quem os colocou lá? O povo. Eu falo por mim: nas últimas duas eleições majoritárias votei nulo. Não ajudei a eleger nenhum dos bandidos que aí estão roubando. A única “contribuição” que eu dou ao governo é pagar meus impostos, já que não tem outro jeito. E mesmo assim, eu faço minha declaração pensando na corrupção do país e imaginando que aquele suado dinheiro vai ser todo roubado em licitações fraudadas e em mensalões da vida. Se o povo elege mensaleiro e precisa de hospital público que tem rato e esgoto nos corredores, de quem é a culpa? EFEITO DE OBJETIVIDADE

É fácil rotular que todo político é desleal, larápio, para não taxar de ladrão; em contrapartida, o que tem sido feito para modificar essa realidade? Em Recife, o salário de um vereador será na próxima legislatura de mais de R$ 15 mil reais. Fazendo as contas, isso dá um total de pouco mais de R$ 900 mil durante todo o seu mandato; como justificar campanhas que custam mais de um milhão de reais, se os rendimentos do eleito nem cobrirão o custo? SUBJETIVIDADE CONTROLADA

Vivemos em uma democracia e não cabe aos órgãos eleitorais dizer quem pode se candidatar ou não. Preencheu os requisitos constitucionais, vira candidato.
Caberá ao povo, isso sim, decidir quem entra e quem não entra, através do voto. Só poderíamos exigir que fôssemos um pouco mais bem instruídos ou que a legislação sobre propaganda eleitoral e nome de candidatura tornasse a coisa mais séria, como de fato deve ser levado, mas essa já é outra questão. Texto 1
A política da corrupção
Janguiê Diniz
No Brasil, política e corrupção acabaram se tornando palavras agregadas. Diariamente, publicam-se várias matérias sobre desvios de verbas, superfaturamento de obras e tantos outros crimes cometidos pelos políticos.
A condição da política brasileira é fruto da aceitação da corrupção, por muitas pessoas, como algo normal, bem como da legislação complacente com os erros. As constantes denúncias de desvio das verbas públicas fazem com que a indignação dos cidadãos diminua; sem ser pressionados, os réus encontram métodos para se livrar das acusações.
Situando o problema em nível mundial, o Brasil ocupa 69º posição do Índice de Percepção de Corrupção da ONG Transparência Internacional. Vale ressaltar que o país tem índice de 3,8 em uma escala que vai de zero – nações consideradas muito corruptas – a dez – nações vistas como poucos corruptos – em um ranking de 180 países. Para ilustrar o quadro com mais números, de 2003 a 2008, quase 2 mil servidores federais brasileiros perderam seus cargos por cometer práticas ilícitas.
Os números ficam ainda mais impressionantes quando os relacionamos com os dados monetários. Nos últimos dez anos, segundo matéria da revista Veja, foram desviados dos cofres brasileiros mais de R$ 720 bilhões, em média R$ 82 bilhões por ano ou 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período, a Controladoria Geral da União encontrou irregularidades em 80% dos 15 mil contratos firmados pela União com estados, municípios e ONGs.
É preciso que a população tenha a consciência de que a corrupção impede o desenvolvimento do país. Com os valores já citados nesse texto, seria possível elevar a renda per capita em R$ 443 reais e reduzir a taxa de juros. Assim, diante dos questionamentos sobre o que falta ao Brasil para tornar-se uma potência mundial, poderíamos dizer que a resposta está na política da corrupção.
(Adaptado de: <http://www.blogdojanguie.com.br/a-politica-da-corrupcao/> Acesso em: 24 de set. de 2012). Texto 2
A corrupção no Brasil
Ronyvaldo dos Santos
O nosso país caminha com passos vagos. Apesar de o Brasil arrecadar bilhões de dólares por ano, sua renda é mal distribuída; e embora seja um país avançado, que tenta superar o estado de emergência em relação aos Estados Unidos e países europeus, perde muito por causa da corrupção.
Segundo vi por meio das minhas pesquisas, em 2008 houve 300 mil operações fraudulentas ou irregulares, um aumento de 112% em relação ao ano anterior. E mais: o Brasil perde anualmente, com a corrupção política e a empresarial, cerca de R$ 160 bilhões, o que representa 6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.
Não podemos deixar de criticar os atos que ficam impunes em nosso governo. A roubalheira chega a surpreender, pois muitos jornais, sejam eles impressos ou televisivos, chegam a denunciar atos corruptos, mas parece que o Estado apoia os embusteiros.
Não há como deixar de se indignar diante de tamanha corrupção. Essa é grande causa de revolta, pois os corruptos tiram de nós não apenas o pão que nos alimenta, mas a dignidade. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Brasil perde US$ 3,5 bilhões por ano com prejuízo à produtividade provocada por fraudes públicas. Perdemos com isso um investimento em educação e em saúde, por exemplo.
Enquanto noticiam as fraudes do governo e das empresas, a saúde sofre com a falta de medicamentos, de leitos e de médicos, e as autoridades dizem estarem fazendo o necessário para melhorar o atendimento ao doente no Sistema Único de Saúde. Mas o fato é que o estado do nosso país é deprimente porque está jogado às traças, ou melhor, à corrupção.
(Adaptado de: http://www.artigonal.com/cronicas-artigos/a-corrupcao-no-brasil-915414.html. Acesso em: 24 de set. de 2012.) Todo texto reflete a imagem de um sujeito-locutor que se responsabiliza pelo que enuncia e, assim, demonstra uma determinada visão de mundo.

Isso significa dizer que não existe neutralidade no discurso, ou seja, todo ato de dizer traz em si as marcas do locutor que o assume, do destinatário e do enfoque sob o qual o conteúdo é posto em cena.

Nesse sentido, a aula de hoje será destinada à relação entre o texto argumentativo, o grau de subjetividade e sua interferência no modo como o falante/escrevente focaliza o conteúdo temático de que trata. No debate de um tema qualquer, ao defender um ponto de vista, o locutor adota uma linha de abordagem que pode tender para a objetividade e a impessoalização, ou para o subjetivismo passional, ou, ainda, equilibrar esses dois extremos, demonstrando controle de sua interferência no enfoque da questão.

Com isso, revela-se o grau de sua exposição pessoal no discurso e de envolvimento com o conteúdo apresentado. Assim, o escrevente constrói imagens de si mesmo, de seu(s) interlocutor(es) e da própria informação. Para analisar mais de perto essas questões, comecemos pela leitura de um e-mail enviado por um graduando do Bacharelado em Ciências e Tecnologia/UFRN para uma professora de Práticas de Leitura e Escrita. Muitos candidatos a vereador se dipõem a assumir tal cargo público motivados apenas pela ascenção social e econômica proporcionada pelo salário que receberão durante o mandato. Caso não recebessem salário, os vereadores passariam a assumir o cargo eletivo apenas em razão do seu dever cívico, comprometidos com a ética, com o interesse público e com o desenvolvimento local. Tal medida é comum em muitos países, onde, no lugar de legisladores pagos com o dinheiro público, há conselhos de cidadãos formados por representantes das comunidades, os quais não são remunerados e permanecem em suas profissões convencionais. Já em algumas cidades como Estocolmo, os vereadores recebem apenas um auxílio de custo, sem abandonar os antigos empregos. Muitos candidatos a vereador se dispõem a assumir tal cargo público motivados apenas pela ascensão social e econômica proporcionada pelo salário que receberão durante o mandato. Caso não recebessem salário, provavelmente, os vereadores passariam a assumir o cargo eletivo apenas em razão do dever cívico e do compromisso com a ética, com o interesse público e com o desenvolvimento local. Tal medida é comum em países onde, no lugar de legisladores pagos com o dinheiro público, há conselhos de cidadãos formados por representantes das comunidades, os quais não são remunerados e permanecem em suas profissões convencionais. Já em algumas cidades, a exemplo de Estocolmo, os vereadores recebem apenas um auxílio. Os salários deles vêm dos empregos, não da vereância. A correção linguística não resolve o problema do e-mail escrito por Beto. O problema dele é, majoritariamente, de focalização. ANÚNCIO

Feminina, solteira, procura companhia masculina, aspectos étnicos sem a menor importância.  Sou bem humorada, adoro brincadeiras de todo tipo e longas caminhadas. Gostaria de andar de caminhonete em sua companhia para caçadas, acampamentos e pescarias e/ou ficar noites inteiras, gostosas, ao ar livre, deitada com você junto a fogueiras. Jantares à luz de velas me farão comer na sua mão.  Estarei na porta de entrada, a sua espera, quando você chegar de um dia cansativo de trabalho, usando tão somente o que a natureza me deu... 
Interessado? Telefone para  (40) 8765-6420 ou (40) 8765-6421 e chame  por Lara. Estarei esperando por você. É muito importante estar atento ao "viés temático" ou ao "enquadramento discursivo" de cada texto que se nos apresenta. Caso o leitor não seja suficientemente perspicaz em relação a isso, pode ter alguns problemas e, quem sabe até, grandes decepções durante a vida.
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