Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Cinco Mentes para o Futuro

No description
by

Job Alves Brandão Junior

on 5 June 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Cinco Mentes para o Futuro

CINCO MENTES PARA O FUTURO JOB ALVES BRANDÃO JUNIOR


ROBERTA CASTALDONI ZONONA A mente criadora A mente respeitosa CINCO MENTES PARA O FUTURO A mente disciplinada SEMINÁRIO Inovação e Competitividade Sistêmica Prof. Dr. Antonio César Galhardi

Prof. Dra. Marília Macorin de Azevedo

Prof. Dr. Luiz Cláudio Gonçalves A mente sintetizadora A mente ética Como conquistar uma mente disciplinada... Identificar tópicos verdadeiramente importantes.

Dedicar tempo significativo ao estudo deste tópico – estudar profundamente.

Abordá-lo de diversas formas.

Representar a compreensão CONCLUSÃO Dr. HOWARD GARDNER Editora Artmed 2007 Mais sobre o autor Antes de escrever “Cinco mentes para o futuro” (2007), havia escrito 25 livros, entre eles “Inteligências múltiplas: teoria na prática” (1993)

Trabalhos recentes:

“Verdade, beleza e bondade reformulados: Educar para as virtudes do século XXI” (2011)

Responsável pelo projeto: “The good work Project: Ideas and Tools for a good life”.
Ética digital. CINCO MENTES PARA O FUTURO HOWARD GARDNER

EDITORA ARTMED – BOOKMAN
ANO DE EDIÇÃO: 2007


Tradução: Roberto Cataldo Costa


Consultoria, supervisão e revisão
técnica da edição:

Rogério de Castro Oliveira

Doutor em Educação. Professor Titular da UFRGS Sobre o autor Howard Gardner é pesquisador, professor de Harvard, diretor do projeto zero, referência em educação no mundo, é autor de 28 livros, publicados em 32 idiomas, autor de mais de 450 artigos científicos, coautor de mais de 350 artigos. Recebeu 19 prêmios acadêmicos, incluindo o prêmio MacArthur Fellows (1981-1986), 29 títulos honorários ao redor do mundo. Membro de diversas associações. Considerado um dos 100 intelectuais mais influentes no mundo.

http://howardgardner.com/biography/
http://www.macfound.org/programs/fellows/ Diferenças Teoria das inteligências múltiplas – autor: psicólogo - de que forma a inteligência opera dentro do crânio – capacidades – hardware.

As cinco mentes são diferentes das OITO OU NOVE inteligências humanas – formulador de políticas públicas - como cultivar as mentes. Demandas culturais do futuro (universo da educação e do trabalho)
Bússola para os cidadãos que estiverem dispostos a ter um lugar nesse futuro. Não chega a problematizar os arranjos culturais, políticos e econômicos aos quais se refere.
Toma-os como realidades objetivas com as quais os sujeitos devem adaptar-se.
Postura profundamente acrítica, e por vezes propagandística em relação às configurações de mercado.
Sua preocupação é oferecer pistas de sobrevivência a um arranjo cultural, notoriamente identificado com o american way of life. Por motivos óbvios, Gardner tornou-se um teórico de interesse para diversos campos acadêmicos, sobretudo para a pedagogia. No Brasil, no campo dos estudos pedagógicos, Celso Antunes tem sido o maior difusor dessa teoria. ANTUNES, Celso. As inteligências múltiplas e seus desafios. Campinas: Papirus, 2002; Jogos para a estimulação das inteligências múltiplas. Petrópolis: Vozes, 1999.
http://www.gse.harvard.edu/news-impact/tag/goodwork-project/
http://www.thegood project.org/ Disciplinada... Acúmulo de conhecimento x pensar de maneira disciplinada

Explicações monocausais, simplistas.

Falta de disciplina: formas de pensar errôneas e inadequadas.

Pensar cientificamente:
Disciplina: observar o mundo, apresentar propostas de classificações, conceitos, e teorias, projetar experimentos para testar as teorias, revisar à luz das conclusões, retornar com novas informações, para fazer novas observações, refazer classificações e planejar experimentos.

Ver de diversas formas.
Indivíduos INDISCIPLINADOS, podem não ser capazes de saber quais pessoas ou ideias são guias,, informantes ou líderes de opinião confiáveis, tornando presas fáceis para charlatões ou demagogos.
Conhecer fatos é um ornamento útil, mas é preciso pensar de forma disciplinar. A Mente Disciplinada Formas de pensamentos associadas a importantes disciplinas acadêmica ( história, matemática, ciência, arte, etc.)

Importantes Profissões (direito, medicina, gestão, finanças, etc., bem como ocupações e ofícios);

Aplicar forma deligente, melhorando permanentemente e continuando além da educação formal. Exemplos (educação formal) Dominar a história, matemática, ciências e outros temas fundamentais; completar a educação profissional. Exemplos (local de trabalho) Continuar o domíno do(s) próprio(s) papel(éis) profissinoal(ais) ou do emprego, incluindo aquisição de mais capacidade de discernimento disciplinar ou interdisciplinar. Período de desenvolvimento Começa antes da adolescência, continua como aprendizagem durante a vida toda. Pseudoformas Garantia de domínio anstes de cerca de uma década de prática;
Seguir rigidamente os procedimentos sem uma compreensão do propósito e dos limites da disciplinas e das áreas em que o pensamento precisa ser flexível, pois o conhecimento convencional é inadequado
Falsificar a própria preparação ou desempenho. A mente sintetizadora Escolher informações cruciais entre a enorme quantidade disponível; organizar essa informação de maneira que façam sentido a si e a outros. Exemplos (educação formal) Preparar-se para trabalhos e provas na escola, organizando os conteúdos de maneira que sejam úteis a si e outros (especialmente a quem dá a nota!). Exemplos (local de trabalho) Reconhecer novas informações/habilidades que sejam importantes e depois incorporá-las à sua base de conhecimento e ao seu repertório profissional. Período de desenvolvimento Começa na infância, nas melhores circunstâncias; torna-se mais intencional com o passar do tempo; continua para sempre à medida que o novo conhecimento acumula e precisa ser digerido e organizado. Pseudoformas Selecionar conteúdos ao acaso; oferecer integrações que não resistam a exames minuciosos, seja o seu próprio ou de outras pessoas informadas; organizar estruturas inadequadamente; falta de postura organizadora; resumos que apresentam "aglomeração " ou "divisão" detalhistas, exageradamente grandiosas. A mente sintetizadora A mente sintetizadora A Mente Disciplinada A Mente Disciplinada A mente criadora Ir além do conhecimento e das sinteses existentes para propor novas questões, oferecer novas soluções, realizar trabalhos que levem mais longe gêneros atuais ou configurem novos;




A criação parte de uma ou de mais disciplinas estabelecidas e requer um "campo" informado para fazer julgamentos de qualidade e aceitabilidade. A mente criadora Exemplos (educação formal) Ir além de exigências da aula, para apresentar novas questões;

Produzir trabalhos escolares inesperados e adequados. Exemplos (local de trabalho) Pensar fora da caixinha - apresentar recomendações para novas práticas e produtos, explicá-las, buscar aprovação e realização;
Para um líder, formular e buscar novas visões. A mente criadora Período de desenvolvimento A personalidade robusta começa a se desenvolver cedo - questionamentos informados à ortodoxia precisam de um domínio pelo menos parcial do pensamento disciplinado e sintetizador ( a caixinha ). Pseudoformas Oferecer inovações aparentes que sejam variações de conhecimentos há muito existente ou desvios radicais que possam ser novos, mas que acabem não sendo aceitos pelo campo instruído. A mente respeitosa Responder de forma simpática e construtiva a diferenças entre indivíduos e entre grupos, buscar entender e trabalhar com aqueles que são diferentes;

Ir além da mera tolerância e da atitude politicamente correta. Exemplos (educação formal) Buscar entender e trabalhar efetivamente com pares, professores, funcionários, sejam quais forem suas origens e pontos de vista. A mente respeitosa Exemplos (local de trabalho) Trabalhar efetivamente com pares, supervisores, funcionários, independentemente de suas origens situação; desenvolver capacidade de perdoar. Período de desenvolvimento Um ambiente de apoio deve estar presente desde o nascimento; na escola, no trabalho, na mídia, os modelos de referência (positivos e negativos, reconhecidos como tal) são fundamentais. Pseudoformas Exibir mera tolerância, sem qualquer esforço para entender e trabalhar bem com os outros;
Reverenciar os que têm mais poder e status, enquanto depreciam, desconsideram, ridicularizam ou ignoram os menos poderosos;
Comportar-ser de forma reativa em relação a um grupo inteiro, sem prestar atenção às qualidades de um indivíduo específico. A mente ética Abstrair características cruciais de seu papel no trabalho e como cidadão e agir de forma coerente com essas conceituações, Esforçar-se para realizar bom trabalho e boa cidadania. Exemplos (educação formal) Refletir sobre seu papel como estudante ou como futuro profissional e tentar cumprir esse papel de maneira adequada e responsável. Exemplos (local de trabalho) Conhecer os valores centrais de sua profissão e buscar mantê-los e transmití-los, mesmo em épocas de mudanças rápidas e imprevisíveis;

Com maturidade, adotar papel de guardião, que assume como timoreiro de uma esfera e está disposto a dizer o que pensa, mesmo com custos pessoais, reconhecer suas responsabilidades como cidadão de sua comunidade, sua região, seu país e seu mundo, agindo a partir dessas responsabilidades. A mente ética Período de desenvolvimento Quando chega a época em que a pessoa consegue pensar de maneira conceitual, abstrata, sobre o papel de um trabalhador e de um cidadão: agir de forma ética pressupõe força de caráter;

Pode exigir relações de apoio de tipo horizontal e vertica, bem como inoculações periódicas. A mente ética Pseudoformas Pregar uma conduta boa e responsável, mas deixar de personificar esse rumo em suas próprias ações;

Praticar ética em uma arena pequena enquanto age de forma irresponsável na esfera mais ampla (ou vice-versa);

Comprometer-se com o que é adquado a curto prazo, e não com o que é a longo prazo. O bom trabalho pode começar no centro do indivíduo, mas, ao fim e ao cabo, deve se estender ao local de trabalho, ao país e à comunidade global. Hoje no Brasil: “... a Educação Musical auxilia no desenvolvimento cultural e psicomotor, estimula o contato com diferentes linguagens, contribui para a sociabilidade e democratiza o acesso à arte. Por isso, a partir de 2012, a Música será conteúdo obrigatório em toda Educação Básica. É o que determina a Lei nº 11.769.” Relações “conhecimento, a capacidade de processar e selecionar informações, criatividade e iniciativa, constituem matérias-primas vitais para as economias modernas”.
“compreensão, pensamento analítico e abstrato, flexibilidade de raciocínio para entender situações novas e solucionar problemas. Além disso, a formação de competências sociais, como liderança, iniciativa, capacidade de tomar decisões, autonomia no trabalho, habilidade de comunicação, constituem novos desafios educacionais. Em contraposição ao acúmulo de informações segmentadas, torna-se mais importante dominar as formas de acesso à informação e desenvolver a capacidade de reunir e organizar aquelas que são relevantes.” (MELLO, 1991) Rubem Alves também é uma referência...

Rubem Alves – Educação para o presente, não há futuro previsível para se preparar alguém. Educar para a Felicidade. Ensinar a VER. “Educar não é ensinar matemática, física, química, geografia, português. Essas coisas podem ser aprendidas nos livros e nos computadores. Dispensam a presença do educador. Educar é outra coisa. De um educador pode-se dizer o que Cecília Meireles disse de sua avó – que foi quem a educou: “O seu corpo era um espelho pensante do universo”. O educador é um corpo cheio de mundos.... A primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O mundo é maravilhoso, está cheio de coisas assombrosas. Zaratustra ria vendo borboletas e bolhas de sabão. A Adélia ria vendo tanajuras em vôo e um pé de mato que dava flor amarela. Eu rio vendo conchas, teias de aranha e pipocas estourando... Quem vê bem nunca fica entediado com a vida. O educador aponta e sorri – e contempla os olhos do discípulo. Quando seus olhos sorriem, ele se sente feliz. Estão vendo a mesma coisa. Quando digo que minha paixão é a educação estou dizendo que desejo ter a alegria de ver os olhos dos meus discípulos.” (RUBEM ALVES) Johann(2009) “Diante da brutalidade que o mundo conheceu no último século e que continua nos ameaçando cotidianamente até hoje, violências que se apresentam em todos os cantos e que já estão batendo em nossa porta, urge que a educação seja ética e forme cidadãos éticos, enquanto os prepara para suas especificidades técnicas. O sentido de alteridade é uma sensibilização que precisa ser aprendida pelas nossas crianças, jovens e educandos de todas as idades. Criar condições que despertem nos seres humanos o sentido de cuidado para com quem está ao nosso lado é tarefa da educação, ou seja, uma tarefa essencialmente ética. Com isso, entendemos que a violência também tem, como causa, entre outros tantos determinantes, a falta de uma aprendizagem ética, estabelecendo-se aqui como tarefa educativa essencial.”
“Um mundo plural, marcado por diferenças étnicas, religiosas, culturais, etc., não pode mais entender as suas diversidades como entraves à sua convivência e desenvolvimento.”
Jorge Renato Johann(2009) Os sete saberes necessários à educação do futuro
MORIN Os sete saberes necessários à educação do futuro, Edgar Morin
Publicado no Boletim da SEMTEC-MEC Informativo Eletrônico da Secretaria de Educação Média e Tecnológica - Ano 1 - Número 4 - junho/julho de 2000 O conhecimento
O conhecimento pertinente
A identidade humana
A compreensão humana
A incerteza
A condição Planetária
A antropo-ética MORIN, E. Os sete saberes necessários para a educação do futuro. http://thbeth.pbworks.com/f/morin.pdf A mente disciplinada Disciplina - domínio de um oficio e capacidade de renová-lo de forma menos ritualística
Entender que novos dados, métodos e conhecimento se tora um estudante permanente. gostar do processo de aprender, apaixonar-se por ele.
Aventurar-se em lugares exóticos, frequentar institutos...

Arthur Rubenstein – “Quando eu não pratico por um dia, eu sei, quando não pratico por dois, a orquestra sabe, quando não pratico por três dias, o mundo sabe”. A mente sintetizadora Físico e premio Nobel Murray Gell-Mann afirma que a mente mais valorizada no século XXI será a mente sintetizadora.


Em entrevista à revista Nova Escola, Gardner diz que a mente mais valorizada será a mente ética. A mente sintetizadora Sínteses poderosas envolvem mescla de roteiros, estruturas, conceitos que geralmente são tomados separadamente.

Capacidade de conectar, de generalizar cabe - cabeu bengalistas.

Cuidado com as conexões superficiais, equivocadas ou inadequadas, integracoes prematuras, não disciplinadas.

Integrações excelentes, satisfatórias e improprias

Trabalhar com pessoas de diferentes origens - conflitos produtivos ou desastrosos.

Duas posturas intelectuais laser - penetra profundamente holofote - faz varreduras dá-se grande valor a indivíduos que conseguem penetrar cada vez mais profundamente em uma área estreita de estudos e gerar respostas ou refutações definitivas. A medida que o conhecimento se acumula, o laser substitui o holofote. Guernica – Pablo Picasso A mente criadora Em nossa sociedade global, conectada, a criatividade é buscada, cultivada, valorizada.

A inovação é hoje estimulada, há leis de incentivos à inovação. No Brasil temos a LEI No 10.973, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004.
“...estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial do País...”

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.973.htm A mente criadora Criação: pensar fora da caixa, mas é preciso ter a caixa (disciplina e síntese) A mente criadora Durante grande parte da história, a criatividade não foi buscada nem recompensada.

Galileu foi denunciado e aprisionado Giordano Bruno - morto na fogueira Johann Sebastian Bach, Vincent Van Gogh, Gregor Mendel - nao foram muito apreciados em vida Freud, Darwin. Keynes – foram ridicularizados.

Na melhor das hipóteses eram bênçãos confusas, desdenhadas, desestimulados, destruídos. David Sarnoff sugeriu a Marconi Wirelees Telegraph Co. a criação do rádio. Sua ideia foi considerada inviável “a caixa de música sem fio não tem nenhum valor comercial. Quem pagaria para ouvir uma mensagem enviada a ninguém em particular?”. Como é tratada a inovação hoje? Mark Zuckerberg - facebook
John Lasseter - Pixar

Como são tratadas as suas novas ideias?

Criador falha com mais frequência.

Temperamento, personalidade, postura diferente – é insatisfeito com as repostas.

Não gosta de dançar conforme a música e geralmente, as autoridades não gostam de seu ritmo idiossincrático.

Muitos ambientes ainda recompensam o convencional e marginalizam os desviantes. Especialista x Inovador

Ao pilotar um avião ou fazer uma cirurgia, Gardner sugere consultar um especialista e desconfiar do inovador. Criatividade no caminho errado Stanley Pons e Martin Fleishmann em 1989 em entrevista coletiva anunciaram a realização da fusão a frio. Energia praticamente ilimitada, barata, segura e limpa.
Receberam grandes quantidades de fundos públicos para suas pesquisas. Criatividade no caminho errado Os cientistas não fizeram os experimentos de forma minuciosa, não trataram os dados minuciosamente, relataram de foram incompleta, anunciaram os resultados de forma prematura, não respeitaram o processo de revisão por pares, não houve a humildade que permite que alguém diga se houve má interpretação ou superestimação de dados.
Eles eram cientistas reconhecidos, arruinaram carreiras de administradores, desacreditaram cientistas e prejudicaram sua própria posição profissional. A mente respeitosa Os seres humanos apresentam uma tendência a criar grupos.
Crianças são capazes de distinguir grupos: em função de gênero, língua, cor da pele, grupo étnico, como se vestem, onde moram.
O conceito de respeito, implica em não ignorar, nem aniquilar o diferente, ou que não pertence ao grupo, mas conviver, aceitar e valorizar a diferença.
Quantidade significativa do tempo deveria ser utilizada explicitamente com as questões do pertencimeno.
Pseudo-respeito: bajular quando precisa, desprezar quando não tem necessidade.
Indivíduo verdadeiramente respeitoso: tem a capacidade de se comportar de maneira respeitosa quando não se tem nada a ganhar. Mente ética Em que tipo de mundo gostaríamos de viver?

Eu gostaria de viver num mundo caracterizado pelo “bom trabalho”: trabalho que seja excelente, ético, envolvente.]

Gardner é um pesquisador da natureza do bom trabalho.

Freud identificava amor e trabalho com fatores fundamentais para uma boa vida. O bom trabalho... Bom... Excelente em qualidade

Bom... Responsável

Bom... É envolvente e dotado de sentido.

Todos preferimos hotéis, hospitais e colégios que contem este tipo de profissional. Todas as sociedades conhecidas assumem como virtudes, sinceridade, integridade, lealdade e justiça; nenhuma endossa a falsidade, a desonestidade, a deslealdade e a desigualdade grave. Relação com os novos trabalhos de Gardner .
O aspirante a bom cidadão pergunta qual é a missão de sua comunidade e como ela pode ser melhor cumprida. Até onde pode se olhar no espelho e sentir que sentiu seu papel como cidadão e como ajudar a estimular a cidadania entre os outros membros da comunidade. Referências ALVES, R. http://www.rubemalves.com.br/educador.php

ANTUNES, Celso. As inteligências múltiplas e seus desafios. Campinas: Papirus, 2002; Jogos para a estimulação das inteligências múltiplas. Petrópolis: Vozes, 1999.

GALHARDI, A.C.,BRETERNITZ, V.J. Tecnologia da Informaçãoe comunicação na prática: uma arte para evolui e inovar, 2011.

JOHANN, J.R. Educação e Ética: em busca de uma aproximação. Tese publicada em 2009. Disponível em: http://www.pucrs.br/edipucrs/educacaoeetica.pdf

MELLO, G. N. Políticas Públicas de Educação - Estud. av. vol.5 no.13 São Paulo Sept./Dec. 1991.
Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141991000300002.

MORIN, E. Os sete saberes necessários para a educação do futuro. http://thbeth.pbworks.com/f/morin.pdf

Políticas Públicas para a Educação. Revista Nova Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/musica-sera-conteudo-obrigatorio-educacao-basica-541248.shtml GALHARDI, A.C.,BRETERNITZ, V.J. Tecnologia da Informaçãoe comunicação na prática: uma arte para evolui e inovar,2011 Políticas Públicas para a Educação. Revista Nova Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/musica-sera-conteudo-obrigatorio-educacao-basica-541248.shtml MELLO, G. N. Políticas Públicas de Educação - Estud. av. vol.5 no.13 São Paulo Sept./Dec. 1991.
Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141991000300002. ALVES, R. http://www.rubemalves.com.br/educador.php JOHANN, J.R. Educação e Ética: em busca de uma aproximação. Tese publicada em 2009. Disponível em: http://www.pucrs.br/edipucrs/educacaoeetica.pdf
Full transcript