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Metodologia Científica

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Vivian Delatorre

on 21 September 2013

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Transcript of Metodologia Científica

INTRODUÇÃO: RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA
A
portaria do MEC
1770/94, tornou a
disciplina
de informática aplicada à Arquitetura e Urbanismo,
obrigatória

Problemática:

Inserção como
disciplina isolada
na grade
;
Aplicação
do CAAD (Computer Aided Architectural Design)
no ensino
apenas como
ferramenta
(substituição da prancheta pelo computador
Gerou grandes
discussões
sobre a aplicação da ferramenta no
ensino de projeto
;
Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
PósARQ
Disciplina:
Metodologia Científica
Aplicada
2012/3
Professora:
Sonia Afonso

PERGUNTA PRINCIPAL DE PESQUISA
HIPÓTESE PRINCIPAL
QUE METODOLOGIA DEVE SER APLICADA NO ENSINO DE PROJETO ARQUITETÔNICO, VISANDO À INSERÇÃO DO BIM (Building Information Modeling)?
PARA A INSERÇÃO DO BIM (BUILDING INFORMATION MODELING) NO ENSINO DE PROJETO ARQUITETÔNICO A METODOLOGIA APLICADA DEVE INCORPORAR EM SEU PROCESSO: OS CONCEITOS DE TRABALHO COLABORATIVO, INTERDISCIPLINARIDADE, PROJETO SIMULTÂNEO, E A INCLUSÃO DE FERRAMENTAS COM TECNOLOGIA BIM (BUILDING INFORMATION MODELING).
OBJETIVO GERAL
IDENTIFICAR METODOLOGIA PARA A INSERÇÃO DO BIM (Building Information Modeling) NO ENSINO DE PROJETO ARQUITETÔNICO, A PARTIR DE SEUS CONCEITOS E FERRAMENTAS.
REFERÊNCIAL TEÓRICO
REFERÊNCIAL TEÓRICO
METODOLOGIA E RESULTADOS ESPERADOS
CRONOGRAMA
Mestranda:
Vivian Delatorre
Linha de Pesquisa
: Métodos e Técnicas Aplicados ao Projeto de Arquitetura e Urbanismo.
Orientadora:
Alice Theresinha Cybis Pereira
Tema:
BIM no Ensino de Projeto Arquitetônico

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
ANDRADE, Max Lira Veras X. de; RUSCHEL, Regina Coeli. BIM: Conceitos, cenário das pesquisas publicadas no Brasil e tendências. SBQP 2009: Simpósio Brasileiro de Qualidade do Projeto no Ambiente Construído, São Carlos, n. , p.01-12, 18 nov. 2009

ANDRADE, Max Lira Veras X. de; RUSCHEL, Regina Coeli. Building Information Modeling (BIM). “In”: KOWALTOWSKI, Doris Catharine Cornelie Knatz et al. O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos; 2011. 421-442

KOWALTOWSKI, Doris Catharine Cornelie Knatz et al. O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011, 504p.

ARAUJO, Tereza Cristina Malveira de. Experiências Interculturais na Formação do Arquiteto. Tese (Doutorado). Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2007.

CARVALHO, Ramon Silva de; SAVIGNON, Affonso Pedro de. O professor de projeto de arquitetura na era digital: desafios e perspectivas. Revista Gestão e Tecnologia de Projetos, Vol 6, 2012.

CELANI, Gabriela; RIGHI, Thales. Esboços na era digital: Uma discussão sobre as mudanças na metodologia de projeto arquitetônico. SIGRADI, 2008. Disponível em http://www.fec.unicamp.br/~lapac/papers/righi-celani-2008.pdf. Acesso em: 10 jan. 2012.

BRYAN, Lawson. Como os arquitetos e design pensam. Tradução Maria Beatriz Medina. São Paulo. Oficina de Textos, 2001.

EASTMAN, Chuck; TEICHOLZ, Paul; SACKS, Rafael; LISTON, Kathleen. BIM Handbook: A Guide to Building Information Modeling for Owners, Managers, Designers, Engineers and Contractors. Hoboken (NJ): John Wiley & Sons, 2008.
CONTRIBUIÇÕES DA DISCIPLINA DE METODOLOGIA CIENTÍFICA
Pesquisa-Ação na disciplina de Projeto Arquitetônico - UNOCHAPECÓ
POTENCIALIDADES E LIMITES DA INSERÇÃO DO BIM NO ENSINO DE PROJETO ARQUITETÔNICO
Oliveira (2011), em sua dissertação com tema :
Características e particularidades das Ferramentas BIM: Reflexos da implantação recente em escritórios de arquitetura
Indica a importância de
futuras pesquisas
relacionadas à i
nserção
do
BIM
nas
escolas
de
arquitetura.
Motivação Pessoal
:
Como docente na disciplina CAD Aplicado e Projeto (
Não
cometer o
erro
de utilizar o
BIM
apenas como
ferramenta
de
modelagem tridimensional
);
Novo PPC (Plano Pedagógico do Curso).
REFERÊNCIAL TEÓRICO
TÍTULO
IDENTIFICAÇÃO
Nas
práticas
de
ensino
de desenho e projeto
mudanças metodológicas
devem ocorrer através da
inserção
de linguagens de programação, modelagem paramétrica, fabricação digital e sistemas de colaboração, além da busca e compreensão dos
conceitos do BIM
, que estão além da inserção de uma ferramenta (CELANI, 2008).
O CAD, Computer Aided Design, aparece pela primeira vez nos anos de 1960, com Ross e Baumann, e o primeiro sistema que foi desenvolvido no MIT, chamado Sketchpad. (KOWALTOWSKI, et. al, 2011)
CAE (Computer Aided Engineering) Projetos de Engenharia
CAAD (Computer Aided Architectural Design) Projetos de Arquitetura
CAM (Computer-Aided Manufacturing) Fabricação

Em 1982 é lançada a primeira versão comercial do Autocad (Autodesk) - ferramenta de CAD
SURGIMENTO DO BIM
O conceito BIM (Building Information Modeling), surgiu em 1975 onde um documento publicado no extinto AIA (American Institute of Architecture), já apresentava este conceito (Eastman, 2008).

Em 1987, foi lançado na Hungria o software Archicad, da Graphisoft, o primeiro software CAD com ferramentas BIM.
O National Institute of Building Sciences, define BIM como:

PRODUTO :
Representação digital inteligente de dados;

PROCESSO :
Abrange diferentes disciplinas e estabelece processos automatizados de trocas de dados;

FERRAMENTA DE GERENCIAMENTO:
Instrumento de gestão, fluxo de trabalho e procedimentos usados em equipe.
Para Ruschel et. al. (2011) o
processo de projeto
com o
BIM
requer a prática de
trabalho integrado
, ou seja,
todos
os
agentes
da construção (projetistas, construtores, fabricantes) envolvidos com o projeto, o que torna necessário práticas
colaborativas
,
diferentes
do
processo de projeto
anterior onde era comum a
falta de integração
.
ESCOLHA DO TEMA
Ruschel et. al. (2011), aponta que: “um dos
primeiros passos
para a
consolidação do BIM
no
ensino
é a
rediscussão
dos
currículos
dos cursos de
arquitetura
e
engenharia civil
” e acrescenta que as disciplinas de projeto, em sua
maioria
, ocorrem de
forma isolada
, o que vai
contra
aos principais
princípios do BIM
que incluem
colaboração
e a
interoperabilidade
.
Segundo Araujo (2007) existe
quatro
tipos de
colaboração
no trabalho do arquiteto, onde os projetos são desenvolvidos através da:
•Colaboração participativa:
com a participação ativa dos futuros usuários;
•Colaboração disciplinar
: a participação ocorre por diferentes profissionais de diferentes disciplinas;
•Colaboração distribuída:
empresas de diferentes cidades ou países;
•Colaboração projetual:
integração de arquitetos, de grupos independentes, que se unem para a concepção de um projeto;
O
conceito inovador
da tecnologia BIM segundo Pereira et. al (2009), é a
interoperabilidade
, onde
dois
ou
mais

sistemas
podem
interagir
e
intercambiar
, permitindo que os projetos sejam
alterados
de forma
simultânea
por qualquer um dos
profissionais
envolvidos. E aponta a
importância
de
introduzir
este
processo em sala de aula
, pois
muda
a forma de
raciocínio
incluindo
modelos tridimensionais
desde
concepção
do projeto e o
conceito interoperabilidade
tem relação direta com
interdisciplinaridade
.
O National Institute of Building Sciences, define BIM como:
PRODUTO :
Representação digital inteligente de dados;
PROCESSO :
Abrange diferentes disciplinas e estabelece processos automatizados de trocas de dados;
FERRAMENTA DE GERENCIAMENTO:
Instrumento de gestão, fluxo de trabalho e procedimentos usados em equipe.
Figura 01: Níveis de BIM
Fonte: adaptado de Andrade e Ruschel (2011)
Segundo Eastman et. al. (2008) o BIM fundamenta-se em duas tecnologias: a modelagem
paramétrica
e
interoperabilidade
.
A interoperabilidade a capacidade de comunicação entre softwares sem perda de dados e informações (EASTMAN et. al., 2008)
A modelagem paramétrica constituído de entidades, normalmente geométricas, com parâmetros fixos ou variáveis (EASTMAN et. al.,2008)
Segundo Melhado, 2002 para que o
processo de projeto
ocorra de forma
integrada e simultânea
, três principais
mudanças
devem ocorrer: t
ransformações culturais
através de uma
maior colaboração
entre todos os agentes envolvidos no processo,
as novas tecnologias
para o desenvolvimento do projeto e
ferramentas
de apoio para comunicação à distância e a
organização
do processo de projeto, onde o
envolvimento dos especialistas
ocorra de forma
paralela
.
O
processo de projeto
na arquitetura
contemporânea
deve ser
transparente
de forma que se possa
conhecer
o seu
funcionamento
, sendo capaz de
reproduzir
e de
aperfeiçoar
este processo. As
fases
referentes a este processo são: o
programa
, como sendo síntese do problema, a
proposta de solução
, iniciada com partido arquitetônico, a
forma construída
, a descrição da
forma
e as prescrições para a
execução
(SILVA, 1998).
As fases do processo de projeto arquitetônico compreendem:
Análise
como fase de identificação dos principais elementos que compõem o problema de projeto.
Síntese
como sendo a busca de soluções, nas quais podem ser parciais ou globais.
Avaliação
que detecta as deficiências do projeto antes da sua construção.
Representação
compreende a comunicação e os instrumentos de representação (KOWALTOWSKI, 2011)
O
pensamento
do ato de projetar para
Neves (1998)
é o
resultado
do
estudo prévio
de várias
condicionantes
e
variáveis
para se chegar ao
projeto
. “Projetar um edifício é na
essência
o ato de
criação
que nasce na mente do projetista”. E o projetista deve criar a
habilidade
em
imaginar
o edifício de
forma tridimensional
, mesmo que este esteja trabalhando em
planos bidimensionais
.


Para Lawson (2011) projetar é um fenômeno
complexo
e um processo
pessoal
e
multidimensional
e o mesmo não pode ser descrito por
simples diagramas
, cada
projetista
possui diferentes
habilidades
, desta forma, um
modelo de pensamento
deve incluir essas
variações
.
04/31
05/31
06/31
07/31
08/31
09/31
10/31
11/31
12/31
13/31
14/31
15/31
16/31
17/31
18/31
19/31
21/31
20/31
22/31
23/31
24/31
25/31
26/31
27/31
OBRIGADA!
LISTA DE FIGURAS
Com a
Teoria do Conhecimento
de Hessen, pode-se compreender mais sobre essa disciplina Filosófica e

a
origem
do

conhecimento;
Motivou-se para o desenvolvimento da dissertação através leitura de
Como se Faz uma tese
de
Eco
, onde

o autor apresenta reflexões valiosas;
Em
A estrutura das revoluções científicas
de
Kuhn
, navegou-se pela história da ciência, nos esclarecendo como ocorre as Mudanças de Paradigma.
A nunca imagida relação da
Teoria da Complexidade
com a Arquitetura aparece de forma compreensível com a leitura da dissertação do Richard Henry Lamb, contribuindo para um melhor entendimento dos conceitos apresentados por
Morin;
No livro
Metodologia Cientfíca
de uma forma didática
Lakatos
e
Marconi
, apresenta o conhecimento científicos, métodos científicos, hipoteses, elementos importantes para construção do trabalho.
No
Manual de Investigação em Ciências Sociais
de Quivy e Campenhoudt aprendeu-se a importância de uma
Boa Pergunta de Partida
;
Aprofundou-se mais as análises de estudos de caso com
Yin
com o livro
Estudos de Caso
: Planejamentos e Métodos e com
Thiollent
descobriu-se que o método que será utilizado para esta dissertação é a
Pesquisa-Ação
Com as
dinâmicas
socializou-se a busca por um fio condutor, um exercício rico, para a compreesão do próprio trabalho.
Figura 02: Modelagem Paramétrica
Fonte: http://www.printer3d.xpg.com.br/img/Revit.jpg
Figura 03: Interoperabilidade
Fonte: http://dharmasistemas.files.wordpress.com/2010/02/revit-0031.jpg
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
KOWALTOWSKI, Doris Catharine Cornelie Knatz et al. O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011, 504p.

MELHADO, Silvio Burrattino. Coordenação e multidisciplinaridade do processo de projeto: discussão da postura do arquiteto. Porto Alegre, RS. 2002. 4p. II Workshop Workshop Brasileiro de gestão do processo de projeto na construção de edifícios, Porto Alegre, RS, 2002. Disponível em http://www.eesc.usp.br/sap/projetar/files/A013.pdf. Acesso em: 08 jan. 2012.

NEVES, Laerte Pedreira. Adoção do Partido na Arquitetura. Salvador. Editora da Universidade Federal da Bahia, 1998.

PEREIRA, Alice Theresinha Cybis, DANDOLINI, Gertrudes; OLIVEIRA, Ludmila C. C. F; VANZIN, Tarcízio. Arquitetura - Ensino e Prática Projetual: As mudanças tecnológicas e seus desdobramentos. 4º CONAHPA. Florianópolis. 2009. Disponível em: <http://www.conahpa.org/wp-content/themes/Conahpa/papers/final156.pdf>. Acesso em: 12 jan. 2012.PUP

RUSCHEL. Regina C.;BIZELLO, Sérgio A. Avaliação de sistemas CAD livres. “In”: KOWALTOWSKI, Doris Catharine Cornelie Knatz et al. O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos; 2011. 394-420.

OLIVEIRA, Ludmila Cabizuca Carvalho Ferreira de. Características e particularidades das Ferramentas BIM: Reflexos da implantação recente em escritórios de arquitetura. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. 2011. Disponível em http://www.tede.ufsc.br/teses/PARQ0136-D.pdf. Acesso em: 10 fev. 2012.

SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. 2. ed. rev. e ampl. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2006.
Figura 01: Níveis de BIM. KOWALTOWSKI, Doris Catharine Cornelie Knatz et al. O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011, 504p.
Figura 02: Modelagem Paramétrica. Disponível em http://www.printer3d.xpg.com.br/img/Revit.jpg. Acesso em :10 Nov.2012
Figura 03: Interoperabilidade. Disponível em http://dharmasistemas.files.wordpress.com
/2010/02/revit-0031.jpg. Acesso em :10 Nov.2012
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