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Untitled Prezi

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by

Bernardo Amaro Monteiro

on 28 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Eca de Queiroz Os Maias: Trágicos A Tragedia: O Destino (Ananke) Na tragédia clássica, o destino joga um papel fundamental soubre as personagens que não lhe podem escapar.Na obra o destino recai sobre os personagens, alterando a sua vida. Consiste na mudança súbita de uma situação: Os Presságios: -A tragédia grega vai preparando o espectador para o desenlace trágico fornecendo-lhe indícios subtis que apontam para esse desenlace. São sinais que pressagiam o desfecho terrível que preveem a fatalidade inultrapassável. Também "Os Maias" estão povoados destes indícios. · Caracterização de Maria Monforte e de Maria Eduarda: A primeira vez que Afonso da Maia vê Maria Monforte O "azul sombrio" dos olhos de Maria e como se predestinasse o mal que viria trazer para a família. A mancha de sangue, o verde triste das ramas são elementos presentes no futuro suicídio de Pedro. Elementos Os - Segundo Aristóteles, a tragédia clássica devia cumprir três condições: possuir personagens como heróis, reis, deuses, ser contada numa linguagem elevada e digna e ter um final triste, com a destruição ou loucura de um ou várias personagens sacrificadas ao tentar revelar-se contra as forças do destino. O presságio constitui todo o tipo de afirmação ou acontecimento que pode fazer prever um acontecimento. As ações das personagens permitem pressentir algo futuro. - O presságio: A Peripécia (Peripeteia) -Maria Monforte foge com o napolitano
-Chegada do Guimarães com o cofre.
-Carlos insiste na relação incestuosa com a irmã. Sofrimento (Phatos) O sofrimento e causado pelo reconhecimento e descoberta das personagens do que o destino lhes esperava. A Catastrofe (Catastrophe) Consiste no fim trágico das personagens: -Suicídio de Pedro;
-Morte de Afonso;
-Separação de Pedro e Maria. Comentário de Vilaça O presságio de que as paredes do Ramalhete seriam fatais para a família Maia acabou por se cumprir, como reconhece Vilaça depois do desenlace trágico. Comentário de Ega João da Ega predestina o fim trágico do amigo sem saber. Descrição dos lírios na
casa de Maria Eduarda Em casa de Maria Eduarda os “três belos lírios brancos” num vaso do Japão começam a murchar, quando se inicia a relação com Carlos da Maia.
O facto de serem três os lírios no vaso alude ao facto de serem três os Maias sobre o qual a tragédia que aquela relação ira trazer. Quarto de Maria Eduarda: "Amores de Marte e Vénus" - Relação Adúltera"Paixão trágica"..."negro de fundo"..."cabeça degolada, lívida, gelada no seu sangue"..."enorme coruja" - Elementos claramente trágicos que pressagiam o seu fim. Parecença de Carlos com sua mãe: Maria Eduarda confessa a Carlos que ele e parecido com a mãe dela (e também sua). Maria Monforte e Maria Eduarda são caracterizadas como deusas. Estas personagens tem características físicas idênticas.
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