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Racismo e Xenofobia

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by

Ana Catarina

on 29 May 2014

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Transcript of Racismo e Xenofobia

Cultura, identidade e diversidade cultural
10ºLH1
Ana Manuel Nº2; Bruna Santos Nº5; Nazar Stashko Nº13 e Matheus Felipe Nº22
Trabalho realizado por:
Introdução
Fizemos este trabalho a pedido da professora Isabel Gil, no ambito da disciplina de Filosofia.

O tema que escolhemos foi «Racismo e Xenofobia», uma vez que todos os elementos do grupo têm nacionalidades ou etnias diferentes, e também por ser um tema que direta ou indiretamente afeta toda a gente.
Racismo e Xenofobia
Introdução;
Cultura, identidade e diversidade cultural;
Etnocentrismo, relativismo cultural e interculturalismo;
Etnocentrismo
Relativismo cultural;
Interculturalismo;
Racismo;
Xenofobia
Diferença entre Racismo e Xenofobia;
Holocausto;
Apartheid;
Conclusão;
Bibliografia/Webgrafia.
Índice
É o conjunto de costumes e tradições adquiridas pelo Homem ao longo do tempo, em contacto com o meio em que vive e que são transmitidas de geração em geração. Assim todos nós somos o fruto de duas heranças: biológica e social.
A aculturação é o fenómeno de assimilação, por parte de uma cultura, de hábitos, costumes e valores de outras culturas.
Este fenómeno sociocultural é cada vez mais expressivo por via do desenvolvimento dos meios de comunicação de massa (televisão, internet, cinema), dos movimentos migratórios e do fenómeno de globalização.
O fenómeno caracteriza-se por ser a generalização ou universalização de costumes e de padrões culturais.

A cultura é formada por um conjunto de elementos:
O que diferencia cada cultura?

Os Fatores de Identidade Cultural são as características do Homen que permite integrá-los no mesmo grupo e simultaneamente distinguir cada grupo de todos os grupos.
A ideia de diversidade cultural está ligada aos conceitos de pluralidade, multiplicidade, diferentes ângulos de visão ou de abordagem, heterogeneidade e variedade. E, muitas vezes, também, pode ser encontrada na intersecção de diferenças, ou ainda, na tolerância mútua. É complicada de quantificar.

Etnocentrismo, relativismo cultural e interculturalismo



«Genocídio (do grego génos, estirpe, e –cídio, sufixo que significa dar morte) é o “extermínio ou eliminação sistemática de um grupo social por motivo de raça, de etnia, de religião, de politica ou de nacionalidade”. Etnocídio (do grego ethnos, povo, e –cídio) “é a destruição da cultura de um povo”. O genocídio liquida os corpos, o etnocídio mata o espirito.»
Maurício Langon, Diversidad cultural e interculturalida


Relativismo cultural
O argumento da diversidade cultural é que o relativista cultural defende a sua teoria apontando para a ideia de que sociedades com culturas diferentes têm códigos morais diferentes. Há assim uma grande diversidade cultural no que respeita à moralidade. O relativista pensa que essa diversidade justifica a sua teoria.
O mesmo se pode concluir relativamente ao argumento da diversidade cultural. Da observação de que existe desacordo cultural em assuntos morais, não se pode concluir que as verdades morais dependem de cada cultura. Mesmo que exista um desacordo cultural em questões morais, é possível existirem verdades morais, pois os membros de uma sociedade podem estar enganados.
As razões para aceitar o relativismo cultural é porque promove a coesão social , que é fundamental para a sobrevivência de uma sociedade. Uma vez que a aceitação das normas morais determina a solidariedade e promove a tolerância entre sociedades diferentes, pois leva-nos a ver as outras culturas como diferentes e a uma atitude de não-violência para com os outros povos e culturas.
Há algumas regras morais que todas as sociedades têm em comum, pois essas regras são necessárias para a sociedade poder existir. As regras contra a mentira e o homicídio são dois exemplos disso (…) Nem todas as regras morais podem variar de sociedade para sociedade.
James Rachels, Elementos para uma Filosofia Moral , Gradiva
Interculturalismo

O diálogo intercultural, isto é, a capacidade de os indivíduos de diferentes culturas estabelecerem laços comunicativos constitui por si só um autêntico desafio;
A tolerância cultural, religiosa e moral é considerada uma das soluções de compromisso para enfrentar as limitações quer do relativismo cultural, quer de perspetivas etnocêntricas.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Tolerância não significa que precisamos deixar de lado a condenação moral dos atos que achamos repreensíveis. Afinal de contas, a tolerância só faz sentido em termos do que cada pessoa considera errado ou impróprio. Não toleramos o bem: temos de tolerar aquilo que é mau.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Racismo



«Genocídio (do grego génos, estirpe, e –cídio, sufixo que significa dar morte) é o “extermínio ou eliminação sistemática de um grupo social por motivo de raça, de etnia, de religião, de politica ou de nacionalidade”. Etnocídio (do grego ethnos, povo, e –cídio) “é a destruição da cultura de um povo”. O genocídio liquida os corpos, o etnocídio mata o espirito.»
Maurício Langon, Diversidad cultural e interculturalida

Atos como o etnocídio, mas também atitudes como a xenofobia e o racismo, têm origem numa perspectiva acerca da diversidade e do diálogo de culturas designada por etnocentrismo.
O etnocentrismo é a atitude pela qual um indivíduo ou um grupo social, que se considera o sistema de referência, julga outros indivíduos ou grupos face aos seus próprios valores, o indivíduo ou grupo de referência, considera-se superior àqueles que ele julga, ou seja, estabelece a centralidade, mas também a superioridade e o desejo de imposição de valores e de padrões culturais a outras e povos.
Se o etnocentrismo fosse levado até às últimas consequências, não seria difícil de imaginar um planeta em que a diversidade cultural seria reduzida ao mínimo ou mesmo inexistente, à semelhança do que acontece com as espécies da natureza se a diversidade dos ecossistemas não for preservada.
Etnocentrismo
O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras;
É um preconceito, contra um «grupo social», que leva à discriminação baseada em características ou traços físicos próprios dos indivíduos provenientes de uma região, geralmente diferente daquele a que pertence o sujeito, e, como tal, é uma atitude subjectiva gerada por uma sequência de mecanismos sociais;
O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré-concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com a sua matriz racial.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Tolerância não significa que precisamos deixar de lado a condenação moral dos atos que achamos repreensíveis. Afinal de contas, a tolerância só faz sentido em termos do que cada pessoa considera errado ou impróprio. Não toleramos o bem: temos de tolerar aquilo que é mau.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Xenofobia



«Genocídio (do grego génos, estirpe, e –cídio, sufixo que significa dar morte) é o “extermínio ou eliminação sistemática de um grupo social por motivo de raça, de etnia, de religião, de politica ou de nacionalidade”. Etnocídio (do grego ethnos, povo, e –cídio) “é a destruição da cultura de um povo”. O genocídio liquida os corpos, o etnocídio mata o espirito.»
Maurício Langon, Diversidad cultural e interculturalida

Atos como o etnocídio, mas também atitudes como a xenofobia e o racismo, têm origem numa perspectiva acerca da diversidade e do diálogo de culturas designada por etnocentrismo.
Qual a razão de ser do etnocentrismo?
O etnocentrismo é a atitude pela qual um indivíduo ou um grupo social, que se considera o sistema de referência, julga outros indivíduos ou grupos face aos seus próprios valores, o indivíduo ou grupo de referência, considera-se superior àqueles que ele julga, ou seja, estabelece a centralidade, mas também a superioridade e o desejo de imposição de valores e de padrões culturais a outras e povos.
Corresponde à atitude pela qual os hábitos ou comportamentos próprios são acriticamente encarados como sendo indiscutivelmente superiores aos hábitos ou comportamentos de outrem, é uma atitude que encara o próprio grupo como se fosse o centro da realidade
Trata-se e uma visão do mundo e dos fenómenos culturais que reduz o espectro das culturas ao binómio eu versus o outro ou nós versos os outros, sendo que o eu e o nós ocupam o lugar central e privilegiado
Se o etnocentrismo fosse levado até às últimas consequências, não seria difícil de imaginar um planeta em que a diversidade cultural seria reduzida ao mínimo ou mesmo inexistente, à semelhança do que acontece com as espécies da natureza se a diversidade dos ecossistemas não for preservada.
Etnocentrismo
É um preconceito característico dos seres humanos que consiste na repugnância, no medo ou na profunda antipatia ao que é diferente. Quando este sentimento é manifestado de forma descontrolada e excessiva é considerado um distúrbio psiquiátrico. Assim, podemos entender a xenofobia como a antipatia pelas pessoas ou coisas estrangeiras.
Existem casos de xenofobismo todos os dias, desde a antiguidade até aos dias de hoje, foi sempre um grande problema da sociedade. A xenofobia pode causar aversão que leva a preconceitos a nível racial, medo a certas raças que são diferentes, ciganos, negros, brancos, etc.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Tolerância não significa que precisamos deixar de lado a condenação moral dos atos que achamos repreensíveis. Afinal de contas, a tolerância só faz sentido em termos do que cada pessoa considera errado ou impróprio. Não toleramos o bem: temos de tolerar aquilo que é mau.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Diferenças entre Racismo e Xenofobia

Tanto o racismo como a xenofobia têm um significado semelhante. Contudo, diferenciam-se pela discriminação racial e pelo medo ao desconhecido, respetivamente. São um dos maiores problemas do mundo contemporâneo que podem conter outros grandes problemas, como o terrorismo, as guerras, as fomes, a poluição, indiretamente;
Por norma o racismo e a xenofobia estão interligados com a palavra diferença, ou seja, estão ligados com diferenças existentes entre os vários seres humanos, tanto a nível mental, os valores, como a nível físico, a cor da pele.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Tolerância não significa que precisamos deixar de lado a condenação moral dos atos que achamos repreensíveis. Afinal de contas, a tolerância só faz sentido em termos do que cada pessoa considera errado ou impróprio. Não toleramos o bem: temos de tolerar aquilo que é mau.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Apartheid


«Genocídio (do grego génos, estirpe, e –cídio, sufixo que significa dar morte) é o “extermínio ou eliminação sistemática de um grupo social por motivo de raça, de etnia, de religião, de politica ou de nacionalidade”. Etnocídio (do grego ethnos, povo, e –cídio) “é a destruição da cultura de um povo”. O genocídio liquida os corpos, o etnocídio mata o espirito.»
Maurício Langon, Diversidad cultural e interculturalida

Atos como o etnocídio, mas também atitudes como a xenofobia e o racismo, têm origem numa perspectiva acerca da diversidade e do diálogo de culturas designada por etnocentrismo.
Qual a razão de ser do etnocentrismo?
O etnocentrismo é a atitude pela qual um indivíduo ou um grupo social, que se considera o sistema de referência, julga outros indivíduos ou grupos face aos seus próprios valores, o indivíduo ou grupo de referência, considera-se superior àqueles que ele julga, ou seja, estabelece a centralidade, mas também a superioridade e o desejo de imposição de valores e de padrões culturais a outras e povos.
Corresponde à atitude pela qual os hábitos ou comportamentos próprios são acriticamente encarados como sendo indiscutivelmente superiores aos hábitos ou comportamentos de outrem, é uma atitude que encara o próprio grupo como se fosse o centro da realidade
Trata-se e uma visão do mundo e dos fenómenos culturais que reduz o espectro das culturas ao binómio eu versus o outro ou nós versos os outros, sendo que o eu e o nós ocupam o lugar central e privilegiado
Se o etnocentrismo fosse levado até às últimas consequências, não seria difícil de imaginar um planeta em que a diversidade cultural seria reduzida ao mínimo ou mesmo inexistente, à semelhança do que acontece com as espécies da natureza se a diversidade dos ecossistemas não for preservada.
Etnocentrismo
Holocausto


«Genocídio (do grego génos, estirpe, e –cídio, sufixo que significa dar morte) é o “extermínio ou eliminação sistemática de um grupo social por motivo de raça, de etnia, de religião, de politica ou de nacionalidade”. Etnocídio (do grego ethnos, povo, e –cídio) “é a destruição da cultura de um povo”. O genocídio liquida os corpos, o etnocídio mata o espirito.»
Maurício Langon, Diversidad cultural e interculturalida

Atos como o etnocídio, mas também atitudes como a xenofobia e o racismo, têm origem numa perspectiva acerca da diversidade e do diálogo de culturas designada por etnocentrismo.
Qual a razão de ser do etnocentrismo?
O etnocentrismo é a atitude pela qual um indivíduo ou um grupo social, que se considera o sistema de referência, julga outros indivíduos ou grupos face aos seus próprios valores, o indivíduo ou grupo de referência, considera-se superior àqueles que ele julga, ou seja, estabelece a centralidade, mas também a superioridade e o desejo de imposição de valores e de padrões culturais a outras e povos.
Corresponde à atitude pela qual os hábitos ou comportamentos próprios são acriticamente encarados como sendo indiscutivelmente superiores aos hábitos ou comportamentos de outrem, é uma atitude que encara o próprio grupo como se fosse o centro da realidade
Trata-se e uma visão do mundo e dos fenómenos culturais que reduz o espectro das culturas ao binómio eu versus o outro ou nós versos os outros, sendo que o eu e o nós ocupam o lugar central e privilegiado
Se o etnocentrismo fosse levado até às últimas consequências, não seria difícil de imaginar um planeta em que a diversidade cultural seria reduzida ao mínimo ou mesmo inexistente, à semelhança do que acontece com as espécies da natureza se a diversidade dos ecossistemas não for preservada.
Etnocentrismo
Conclusão
Com este trabalho aprendemos quais são as diferenças e as semelhanças entre o Racismo e a Xenofobia.

Também pudemos observar que estes pensamentos ainda estão muito presentes na nossa sociedade, mas que para estes acabarem é preciso uma mudança drástica de pensamento, a nível mundial.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Tolerância não significa que precisamos deixar de lado a condenação moral dos atos que achamos repreensíveis. Afinal de contas, a tolerância só faz sentido em termos do que cada pessoa considera errado ou impróprio. Não toleramos o bem: temos de tolerar aquilo que é mau.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Bibliografia/Webgrafia
http://www.slideshare.net/DanielLopez16/o-racismo-e-a-xenofobia
http://www.slideshare.net/marleneves/o-racismo-8293162
http://pt.wikipedia.org/wiki/Racismo
http://www.slideshare.net/jurigan/etnocentrismo-4146649
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/filosofia/filosofia_trabalhos/etnocrelativmultic.htm
http://www.slideshare.net/brunopedro/relativismo-cultural
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Tolerância não significa que precisamos deixar de lado a condenação moral dos atos que achamos repreensíveis. Afinal de contas, a tolerância só faz sentido em termos do que cada pessoa considera errado ou impróprio. Não toleramos o bem: temos de tolerar aquilo que é mau.
H. T. Engelhardt, Fundamentos da biotéca
Materiais:
Formas de produção;
Gastronomia;
Técnicas de construção;
Vestuário;
Etc.
Não materiais:
Língua;
Religião;
Crenças;
Etc.
Bob Marley
Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.
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