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Copy of Transletramentos contemporâneos: diálogos entre vídeos-minuto e obras cinematográficas

Apresentação para a disciplina Seminário de Pesquisa em Estudos do Letramento – IEL/UNICAMP Profa Dra Roxane Helena Rodrigues Rojo.
by

Di Bai

on 9 September 2014

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Transcript of Copy of Transletramentos contemporâneos: diálogos entre vídeos-minuto e obras cinematográficas

Antes de tudo...
2º capítulo
1º capítulo
3º capítulo
4º capítulo
5º capítulo
Nayara Moreira Santos
Orientadora: Profa Dra Roxane Helena Rodrigues Rojo
Seminário de Pesquisa em Estudos do Letramento - 2013 - IEL/UNICAMP

Transletramentos contemporâneos: diálogos entre vídeos-minuto e obras cinematográficas
Titanic
Kill Bill Partes I e II
• Quais são as possíveis motivações para a produção e o compartilhamento de vídeos-minuto que são remakes de obras cinematográficas na Web?
(Lembrar apenas de colocar na teoria, mas retirar das Questões de Pesquisa)
• De que modo essas produções são recebidas pelo público?
• Tanto produtores quanto apreciadores de vídeos-minuto que são remakes precisam saber transitar entre diferentes mídias, linguagens e canais de distribuição (do filme no cinema para o vídeo curto na Web)?
• Dos pontos de vista técnico e semiótico/discursivo, de que modo elementos são usados/combinados para a produção do remake?
Questões de pesquisa
Multiletramentos (KALANTZIS & COPE, 2006[2000]; ROJO, 2012)
Novos Letramentos (LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M., 2006): novo ethos
Conceito de hipermodalidade (LEMKE, 2002)
Transletramentos e transmídia (THOMAS et al., 2007) para refletir sobre as travessias dos consumidores-produtores entre diferentes canais de distribuição
KALANTZIS, M.; COPE, B. (Orgs). Multiliteracies – Literacy Learning and the design of social futures. New York: Routledge, 2006[2000].

LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M. New Literacies: Everyday Practices and Classroom Learning. New York: Open University Press, 2006.

LEMKE, J.L. Travels in Hipermodality. SAGE Publications. Londres, Thousand Oaks, CA e Nova Delhi, 1(3), 2002, p.299-325.

ROJO, R. H. R. Pedagogia dos Multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In: ROJO, R. H. R.; MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012, p. 11-32.

THOMAS, S. et al. Transliteracy: crossing divides, First Monday, Illinois, 12(12), 2007. Disponível em: <http://firstmonday.org/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/article/view/2060/1908> Acesso em 01/08/2013.
Referências bibliográficas
Conceito de hibridação (GARCIA-CANCLINI, 2008[1989]) para justificar os processos socioculturais combinados pelos jovens a fim de produzir novos objetos e práticas
Culturas juvenis (BORELLI, S.; FREIRE FILHO, J., 2008) para situar sobretudo as práticas juvenis com as mídias: “protagonismo” e “des-ordenamento cultural”
Cultura participativa: como as práticas socioculturais proliferadas na Web 2.0 alteram a divisão tradicional entre produtores e consumidores de conteúdos midiáticos (JENKINS, 2008[2006]; LANKSHEAR & KNOBEL, 2007)
Espaços de afinidade (GEE, 2004) para situar o vídeo-minuto como uma prática de produtilização (produsage, BRUNS, 2008)
BORELLI, S.; FREIRE FILHO, J. (Orgs.). Culturas juvenis no século XXI. São Paulo: Educ, 2008.
JENKINS, H. A Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2008[2006].

BRUNS, A. Introduction. In: _____. Blogs, Wikipedia, Second Life, and Beyond: From Production to Produsage. Nova York: Peter Lang, 2008, p.1-8.

GARCIA-CANCLINI, N. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 2008[1989].

GEE, J.P. Semiotic social spaces and affinity spaces: from the Age of Mythology to today’s schools. In: BARTON, D. & TUSTING, K. (Eds.), Beyond communities of practice: Language power and social context. Cambridge: Cambridge University Press, 2005, p. 214-232.

LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M. Sampling “the New” in New Literacies. In: _____; ______ (Eds.). A New Literacies Sampler (Vol. 29). New York: Peter Lang, 2007, p. 1-24.
Referências bibliográficas
Conceito de “hibridização visual” da linguagem dos vídeos (MANOVICH, 2006) e “estéticas tecnológicas” (SANTAELLA, 2007) para situar o contexto de produção de vídeos digitais curtos compartilhados na Web
Elementos da linguagem do vídeo digital (MACHADO, 1988)
Conceito de remake (LEITCH, 1990)
Noção de estilo pictórico (estilização e paródia) para explicar a relação transtextual explícita nos vídeos-minuto que são remakes de filmes. Homenagem e/ou crítica, releitura e recontextualização (BAKHTIN, 2008[1929])
BAKHTIN, M. Problemas da Poética de Dostoiévski. Tradução de Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.

LEITCH, Thomas M. Twice-Told Tales: Disavowal and the Rhetoric of the Remake. In: FORREST, J; KOOS, L (eds.). Dead Ringers: The Remake in Theory and Practice. Albany: State University of New York Press, 2002. pp. 138-49.

MACHADO, A. A arte do vídeo. São Paulo: Brasiliense, 1988.

Manovich, L. The language of new media. Cambridge, Mass.: Mit Press em http://www.manovich.net/LNM/Manovich.pdf, 2006.

SANTAELLA, Lucia. As Imagens no contexto das estéticas tecnológicas. Brasilia: #6.ART em http://arte.unb.br/6art/textos/lucia.pdf, UNB, 2007.
Referências bibliográficas
Possíveis categorias de análise:

Produção colaborativa própria das culturas juvenis
Tipos de produção cinematográfica – franquias, grandes bilheterias, clássicos etc.
Fidelidade X “Desvio” do enredo; Fã x Sátira/Crítica
Elementos/semioses usados e produtores do efeito de sentido pretendido (homenagear ou satirizar/desqualificar)
Elementos/recursos próprios da linguagem de vídeo digital usados para a produção.
Réplicas ao vídeo-minuto: popularidade (quantas curtidas e compartilhamentos recebeu) e tipos de comentários

Metodologia da coleta
Um primeiro levantamento já foi feito:

• Em um dado período de tempo – 10/2012, foi pesquisada a tag “one minute video” no Youtube: 29.100 resultados

• Vídeos-minuto que são remakes de obras cinematográficas foram vistos – cerca de 35 vídeos-minuto. Foram selecionados 11 em função de qualidades como: dar conta de contar a história inteira, possibilitar o reconhecimento do filme, apropriar-se satisfatoriamente dos momentos mais marcantes do filme, usar diferentes semioses – figurino, cenário, falas, sonoplastia, trilha, atuação, disposição dos elementos cenográficos etc.
Produção de fã?
Brasil como consumidor-produtor de audiovisual
Debate entre Fernando Meirelles e Fábio Coelho - TV Folha - 09-06-2013
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