Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

MENSAGEM , "TORMENTA"

No description
by

marlene fernandes

on 18 March 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of MENSAGEM , "TORMENTA"

ESTRUTURA EXTERNA
FIGURAS DE ESTILO
Marlene Fernandes
"Que jaz no abismo sob o mar que se ergue?"
"Que inquietação do fundo nos soergue?"

"O relâmpago, farol de Deus"

SENSAÇÕES VISUAIS SENSAÇÕES AUDITIVAS
"brilha" "ruge"
"escuro" "estruge"
Esquema Rimático abab

"Que|jaz|no a|bis|mo|sob |o|mar|que|se er|gue?"
"Nós|, Por|tu|gal|, o |po|der|se."

1º e 3º versos- 10 sílabas métricas
2º e 4º versos- 8 sílabas métricas
ESTRUTURA INTERNA
"a noite é o fausto do mistério"
- é de noite que o desconhecido assume toda a sua grandeza.

"o relâmpago, farol de Deus, um hausto brilha"
- o relâmpago reluz por um instante
"e o mar escuro estruge"
- o mar estrondeia .


TORMENTA
Que jaz no abismo sob o mar que se ergue?
Nós, Portugal, o poder ser.
Que inquietação do fundo nos soergue?
O desejar poder querer.

Isto, e o mistério de que a noite é o fausto...
Mas súbito, onde o vento ruge,
O relâmpago, farol de Deus, um hausto
Brilha e o mar ’scuro ’struge.
MENSAGEM , "TORMENTA"
Pertence a: “Os tempos”, sendo o segundo poema desta subdivisão.

“Tormenta” faz parte da terceira parte, “O Encoberto”

• O poema é sobre uma tormenta simbólica: a agitação íntima de Portugal que, segundo Pessoa, aspira ser a nação do Quinto Império.

• E no negrume da ignorância do Seu desígnio, Deus indica-o por um breve instante (supostamente através do próprio F. Pessoa que seria, assim, o "farol de Deus").
ESTRUTURA INTERNA
Rima Cruzada
interrogação retórica
metáfora
sinestesia
Full transcript