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Ensaio da Mancha de Areia

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by

Thiago Yuri Tanaka

on 5 September 2014

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Transcript of Ensaio da Mancha de Areia

Ensaio da Mancha de Areia
O Ensaio da Mancha de Areia : É um ensaio de medições pontuais na superfície. Medindo a macrotextura de trechos do asfalto. É um ensaio simples e rudimentar, apresentando resultados repetitivos. É obtido o resultado através da altura da areia no pavimento.
Os materias usados são:

- 25.000 mm³ de material com granulometria dentro das especificações;
- 1 escova para limpar o pavimento;
- 1 disco de base emborrachada para espalhar o material;
- 1 régua para medir o diâmetro do círculo;
- 1 caixote para proteger contra o vento.
Instrumentos usados no experimento.
Etapas do ensaio
''
a) Despejar o material no local onde será realizada a medida;
b) Espalhar o material ao máximo;
c) Medir o diâmetro nas 4 direções;
d) Ensaio finalizado.
Posteriormente, faz-se uma média do valor encontrado nas 4 direções e usa a equação a seguir para encontrar a altura de areia:
Com o resultado obtido pela equação, podemos classificar a altura da areia segundo a tabela abaixo:
Com base nos resultados, podemos classificar um pavimento quanto ao atrito que gera entre pneu pavimento, dando assim maior ou menor segurança.
UTILIZAÇÃO DO PÓ DE BORRACHA DE PNEU RECICLADO EM MISTURAS BETUMINOSAS PARA PAVIMENTAÇÃO URBANA E RODOVIÁRIA
Estudos de recapeamento
asfálticos de pavimentos
atrvés de ensaios acelerados

Croqui da pista experimental
Padrão de trincamento e execução das
trincas
Sensores
Etapas de execução do recapeamento em tratamento superficial
Etapa 1
Etapa 2
Execução de recapeamento em concreto asfáltico
UTILIZAÇÃO DE AGREGADO RECICLADO EM PAVIMENTOS
- Os resíduos de construção e demolição (RCD) são os que produzem, em massa, a maior porção de resíduos gerados no mundo.


- A cada ano, cerca de 68 milhões toneladas de resíduos são gerados no Brasil.
- Uma forma de suavizar esse problema sobre o meio ambiente, é a reciclagem do material e o reaproveitamento do mesmo na pavimentação.


Materiais utilizados:
- Areia lavada
- Pó de pedra
- Pedrisco
- Brita
- Pó de borracha
- Cimento asfáltico de petróleo (CAP)

Procedimentos:
- Neste trabalho, acontece a substituição de parte da areia por borracha
- Depois é adicionado o CAP
- Nas misturas, os agregados são elevados a 165ºC e em seguida é colocado o pó de borracha
- Para ocorrer o inchamento da borracha, é realizada a mistura durante 3 minutos
- No projeto de mistura foi utilizado o método Marshall
- Após a moldagem os corpos de prova foram deixados em repouso por 24 horas, não apresentando nenhuma expansão
- Somente os corpos de prova com 6,0% de pó de pneu pode-se observar um repique.
RESULTADOS:
CONCLUSÃO

- Destino final aos resíduos, mostrando preocupacao com o meio ambiente
- Obteve bons resultados dos ensaios de CBUQ utilizando amostras com incorporações de pó de pneu
- Devem ser utilizados programas computacionais que levem em consideração o módulo resiliente visando melhorar o dimensionamento de pavimentos flexiveis
- É necessário contruir trechos experimentais para verificar sua adequabilidade com os estudos de laboratório e de dimensionamento utilizando programas computacionais.
Assim, deve-se usar a macrotextura adequada ao meio. Geralmente faz-se uso de texturas de HS médias e grossas.
No experimento do artigo citado, foi-se experimentado diferentes tipos de pavimentos, como: Concreto Betuminoso a Quente (CBUQ), Pré-Misturado a Quente (PMQ), Camada Porosa de Atrito (CPA), Tratamento Superficial Duplo (TSD), CBUQ com ligante Asfalto Borracha (AB), Microrrevestimento (MR), Lama Asfáltica (LA) e Concreto de Cimento Portland (CCP). Assim com os resultados obtidos, foi concluido que o Tratamento Superficial Duplo(TSD), Camada Porosa de Atrito (CPA) e Microrrevestimento (MR) possuem a maior aderência pneu-pavimento. Os resultados são expressos na tabela a seguir
ARTIGO 1: Avaliação da aderência pneu-pavimento e tendências de desempenho para a rodovia BR-290/RS
Experimento: Ensaio da Mancha de Areia
Autor: João Rodrigo Guerreiro Matos
Local: Porto Alegre/RS
Ano:2009
Artigo 2: Estudos de recapeamento
asfaltícos de pavimentos através de ensaios acelerados

Autor: Jorge Augusto Pereira Ceratti
Local: Porto Alegre RS
Ano: 2004
Após todo o processo de
recapeamento é colocado na equação logo abaixo:

Com resultado na equação obtemos o seguinte comparativo :
Com os resultados obtidos podemos comparar a
evolução do tipo de degradação nas áreas onde
foram realizadas trincas no pavimento existente
e nas áreas sem trincamento prévio.

Artigo 5: Estudos preliminares da utilização
de Resíduos oriundos do beneficiamento
da Pedra sabão em Pavimentação
Asfáltica

Autor:Marceli do Nascimento da Conceição
Local: Ouro Preto - MG
Ano: -
Ouro Preto-MG
- pedra sabão (estaetita)

- resíduos (pó)

- impactos ambientais

- doenças
Pavimentação Asfáltica

- Substituição do pó de pedra

- CAP ( Asfaltenos e Maltenos)

- Ensaios de caracterização tecnologica

- Adsorçao

- Modelagem Molecular

Modelagem molecular
- modelou-se a estrutura hipotétia do
asfalteno

Adsorção
- pedra sabão
- granito
- pó de pedra
Pela modelagem molecular
Resultados da adsorção
Artigo 4: Utilização de Agregados Resíduos Sólidos da Construção Civil para Pavimentação em São Luís - MA

Autor: Mylane Viana Hortegal
Local: São Luís/MA
Ano: 2009
ABNT NBR 15115:2004 - estabelece critérios para execução em obras de pavimentação com o "agregado reciclado".

Objetivo: Conhecer o ciclo do RCD e a partir dos experimentos e dados, verificar em qual estrutura do pavimento pode-se utilizar a mistura.



ETAPAS DO PROCESSO
- Coleta do material
-
ABNT NBR 07181/84
- Análise granulométrica de solos. Peneiramento ou combinação de sedimentos e peneiramento.

MISTURA 1 MISTURA 2 MISTURA 3
SOLO 70% 50% 30%
RESÍDUO 30% 50% 70%

- Como resultado, as misturas 1 e 2 apresentaram boa graduação e uniformidade e continuidade média.
- Já a mistura 3, apresentou-se desuniforme, mas com continuidade melhor.

-

ABNT NBR 07182/86 -
Ensaio de compactação. Determina a relação entre umidade e o peso específico seco, do solo compactado.

- Preparação de cinco corpos de prova e utilizou-se energia Proctor intermediária com 5 camadas e 26 golpes de compactação.

- Percebeu-se que, quanto maior incremento de RCD, a umidade é decrescente.

-
DNER-ME 049/94 - Índice de suporte dos solos. Consiste em encontrar a capacidade de suporte do solo compactado.

- Foram selecionados três corpos de prova de cada mistura e, em termos de expansão, o valor para todos foi nulo.


- Os resultados de CBR neste estudo foram de 24% e 94%, atendendo a norma NRB 15115/04.

- E isso implica que a capacidade de suporte e expansão da mistura solo-RCD podem ser aplicadas em sub-base e até em base de um pavimento. (este com baixo volume de tráfico).

ARTIGO 3
ARTIGO 3 - UTILIZAÇÃO DO PÓ DE BORRACHA DE PNEU RECICLADO EM MISTURAS BETUMINOSAS PARA PAVIMENTAÇÃO URBANA E RODOVIÁRIA

AUTOR: FAZIO, José A. (1); OLIVEIRA, Sergio A. G.(2)

LOCAL : Brasília - DF
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