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Terapia Analítico Comportamental (TAC)

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on 4 September 2016

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Transcript of Terapia Analítico Comportamental (TAC)

Terapia Analítico Comportamental (TAC)
Terapia Analítico Comportamental (TAC)
Caroline Mota Branco Salles ¹
Pablo Stuart Fernandes Carvalho ²

Disciplina: Análise do Comportamento Humano (ACH)
Centro Universitário
Instituto de Educação Superior de Brasília
Brasília - DF
2016
¹ Doutora pela UnB em Psicologia da Saúde. Professora adjunta do curso de Psicologia no Centro Universitário IESB – Instituto de Educação Superior de Brasília
² Graduando em Psicologia pelo Centro Universitário IESB – Instituto de Educação Superior de Brasília

Referências
1 Tourinho, E. Z. (1999). Estudos conceituais na análise do comportamento. Temas em Psicologia, 7, pp. 213-222.

2 Tourinho, E. Z. (2003). A produção de conhecimento em psicologia: A análise do comportamento.
Psicologia: Ciência e Profissão
,
23
(2), 30-41.

3 Carvalho-Neto, M. B. (2002). Análise do comportamento: behaviorismo radical, análise experimentaldo comportamento e análise aplicada do comportamento.
Interação em Psicologia
,
6
(1), 13-18.

4 Skinner, B. F. (1974).
About behaviorism
. New York: Knopf.

5 Donahoe, J. W. (1993). The unconventional wisdom of B. F. Skinner: the analysis-interpretations distinction.
Journal of the Experimental Analysis of Behavior
,
60
, 453-456.

6 Ayllon, T., Haughton, E., & Hughes, H. N. (1965). Interpretation of symptoms: fact or fiction?
Behavior, Research and Terapy
,
3
, 1-7.

7 Malavazzi, D. M. (2011). Breve panorama sobre as três gerações da terapia comportamental.
Boletim Contexto
,
34
, 27-27.

8 Kerbauy, R. R. (2011). Análise do comportamento: Princípios e flexibilidade com as contingências.
Boletim Contexto
,
34
, 28-32.

9 Vandenberghe, L. (2011) Terceira onda e terapia analítico-comportamental: Um casamento acertado ou companheiros de cama estranhos?.
Boletim Contexto
,
34
, 33-41.

10 Lucena-Santos, P., Pinto-Gouveia, J., & Oliveira, M. S. (2015). Primeira, Segunda e Terceira Geração de Terapias Comportamentais. Em P. Lucena-Santos, J. Pinto-Gouveia & M. S. Oliveira (Orgs.),
Terapias comportamentais de terceira geração: guia para profissionais
(pp. 29-58 ). Novo Hamburgo: Sinopsys

11 Guilhardi, H. J. (2012). Considerações conceituais e históricas sobre a terceira onda no Brasil. Campinas/SP.

12 Ribeiro, M. R. (2001). Terapia Analítico-Comportamental. Em H. J. Guilhardi,
Sobre Comportamento e Cogniçâo: Expondo a variabilidade (pp. 99-105)
. Santo André: ESETec.

13 Naves, A. R. C. X., & Ávila, R. R. (2016). A formulação comportamental na terapia analítico-comportamental infantil. Artigo não publicado.

Skinner, B. F. (1978) Are we free to have a future? (pp. ) In B. F. Skinner, Reflections on behaviorism and society (pp. 16–32). Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall.

Análise do Comportamento
Como a Análise do Comportamento produz conhecimento?
BR
AAC
AEC
1
Análise Aplicada
do Comportamento
(AAC)


Behaviorismo
Radical
(BR)
Análise Experimental
do Comportamento
(AEC)
- Princípios do comportamento
- Pesquisa básica
- Comportamento socialmente significativo
- Pesquisa aplicada
- Filosofia da Ciência
- Pesquisa conceitual
Terapias Comportamentais:

três "ondas"
Primeira
"Onda"
Segunda
"Onda"
Terceira "Onda"
Behaviorismo
Radical
—É uma
subárea
da Análise do Comportamento



Filosofia


— Produções
filosóficas
,
históricas
e
conceituais


— Estabelece
pressupostos
e
objetivos


— Assume como postura filosófica o
monismo

Organismo
É um lugar em que múltiplas condições genéticas e ambientais se reúnem em um efeito conjunto.
Ambiente
É qualquer evento no universo capaz de afetar o organismo.
Comportamento

é a interação entre
organismo e ambiente

Uma formulação das interações entre um organismo e o seu ambiente, para ser adequada, deve sempre especificar três coisas: 1) a
ocasião
na qual ocorreu a resposta; 2) a própria
resposta
; e 3) as
consequências
reforçadoras. As relações entre elas constituem as ‘contingências de reforço’.
(Skinner, 1975, p.182).

Comportamento
— É uma
subárea
da Análise do Comportamento



Pesquisa Básica


— Produção de
dados empíricos


— É realizada em
laboratório


— Utiliza-se via de regra
sujeitos não-humanos


— Busca
descrever princípios
(regularidades comportamentais)


— Busca
relações funcionais experimentais



Análise Experimental
Análise do Comportamento
Análise Aplicada
— É uma
subárea
da Análise do Comportamento



Intervenções Planejadas


— Produção de
práticas profissionais


— É realizada em
ambiente social
comum


— Utiliza-se via de regra
sujeitos humanos


— Busca investigar como
aplicar princípios
para a solução de problemas socias relevantes


— Busca
prestar serviços




Explicação do Comportamento
Especulação




Interpretação
Uso de conceitos
derivados da pesquisa empírica
para contextos onde uma investigação dessa natureza seria difícil ou impossível.
Uso de conceitos
sem fundamentos empíricos
que se baseia, geralmente, no raciocínio abstrato.
"Obviamente, não podemos prever ou controlar o comportamento humano na vida cotidiana com a precisão obtida em laboratório, mas, no entanto, podemos
usar os resultados do laboratório para interpretar o comportamento em outros lugares
" (Skinner, 1974, p.251, negrito meu).
Especulação ou Interpretação?
Participante

Sexo feminino
54 anos de idade
23 anos hospitalizada
Diagnosticada com Esquizofrenia
"A vassoura representa para esta paciente, algum
elemento de percepção essencial no seu campo de consciência
..."
"O constante e compulsivo perambular dela, enquanto segura a vassoura, pode ser visto como um procedimento ritualístico ou uma ação mágica... Sua vassoura pode ser então: (1)
uma criança que lhe dá amor, que é retribuído com devoção
, (2)
um símbolo fálico
, (3)
um cetro de uma rainha onipresente
..."
- Reforço
- Extinção
Terapia Analítico Comportamental (TAC)
Área:
Análise Aplicada do Comportamento

Base:

Behaviorismo Radical
e
Análise Experimental do Comportamento

Modalidade:
psicoterapia

Objetivo:
promover mudanças no comportamento humano e torná-las "funcionais"

Instrumento Básico:
Análise Funcional
*
Confundida com a
Modificação do Comportamento
1950
1970
1990
Efetivada em 1950


Oposição aos modelos clínicos vigentes da época, considerados ineficazes e anticientíficos (ex.: psicanálise).


Embasamento predominantemente
pavloviano
. (ex.: dessensibilização sistemática, exposição com prevenção de resposta).


Foco na
eliminação
de respostas emocionais inadequadas (extinção respondente) e
condicionamento
de respostas adequadas.


Modelo Respondente: S -> R
Modelo Operante: S: R -> C


Modificação do Comportamento
Efetivada em 1970


Necessidade de lidar com os pensamentos: centralidade da cognição.



Embasamento na combinação de técnicas cognitivas com técnicas comportamentais (ex.: reestruturação cognitiva).



Foco na mudanças das cognições mal-adaptativas que contribuíssem para os transtornos psicológicos.


Modelo Cognitivo: I-O
S:
O
-> R


Terapia Cognitiva
Terapia Comportamental Racional Emotiva
Terapia Cognitivo-Comportamental
Efetivada em 1990


Questionamentos relacionados à eficácia das estratégias cognitivas; e a classificação do cognitivo como uma categoria à parte.


Embasamento na abordagem empírica e focada em princípios (ex.: estratégias de aceitação e mindfulness)



Foco no contexto e funções dos fenômenos psicológicos. Busca a construção de repertórios amplos, flexíveis e efetivos, mais do que uma abordagem eliminativa. Ênfase na relação terapêutica.




Terapia de Aceitação e Compromisso
Psicoterapia Analítico-Funcional
Terapia Comportamental Dialética
Terapia Analítico Comportamental: três ondas
Primeira Onda
Segunda Onda
Terceira Onda
A "Primeira Onda", no Brasil, não coincide com a primeira onda Norte-Americana
No Brasil, a Modificação de Comportamento teve parte ativa e significativa do movimento inicial.


A "Segunda Onda", no Brasil, não teve a mesma repercussão e desafiou os analistas do comportamento a avançar em pesquisa.
Retomada do estudo sistemático dos trabalhos de Skinner.


Não houve de forma análoga uma segunda ou terceira onda no Brasil, mas uma continuidade teórica consistente.
As terapias analítico-comportamentais se desenvolveram, no Brasil, no seio da análise do comportamento, sem estar historicamente endividada com a terapia cognitivo-comportamental.


No Brasil, além da denominação Terapia Analítico Comportamental, temos também as seguintes denominações: Terapia por Contingências de Reforçamento (Guilhardi,2004) Terapia Molar e de Autoconhecimento (Marçal e Dutra, 2010) e Psicoterapia Comportamental Pragmática (Medeiros, 2010).
As "Ondas" no Brasil (?)
Etapas da Terapia Analítico Comportamental (TAC)
Dados pessoias
Entrevista Inicial
Metas terapêuticas
História de vida
Formulação Comportamental
Análise Funcional
Plano de Trabalho
História de vida
Tratamento
Processo de Alta
Follow up
2, 3
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7, 8, 9, 10
11
12, 13
Explicação do Comportamento
"“É frequentemente mencionado que eu me especializei no comportamento de ratos e pombos, e comumente implica-se que, como resultado disso, meu julgamento sobre as pessoas foi deformado, mas
pelo menos sessenta por cento do que eu publiquei tem sido sobre comportamento humano
. Eu discuti governo, religião, psicoterapia, educação, linguagem, sistemas de incentivo, arte, literatura e muitos outros assuntos humanos. Igualmente, é claro, fizeram milhares de outras pessoas, mas
eu não creio que tenha oferecido aos meus leitores apenas um pouco mais do mesmo, pois é aí que entram os outros 40 por cento
" (Skinner, 1978, p.16, negrito meu).
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