MÉTODOS E PRÁTICAS DE LINGUA PORTUGUESA- AULA 10

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by rosangela simioni6 views·Updated Apr 9, 2020

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  1. Olá, Meninas, Tudo bem, vamos dar continuidadeà nossa disciplina
  2. de métodos e práticas da língua portuguesa.
  3. Aula dez Hoje nós vamos falar a respeito da prática
  4. da produção de textos, como já vimos em aulas anteriores,
  5. os eixos da língua portuguesa, De acordo com a BBC,
  6. fundamentam se na leitura produção de textos escritos, oralidade e
  7. análise linguística.
  8. Já conversamos bastante a respeito da importância da oralidade nas
  9. nossas aulas anteriores para que a criança possa adquirir a
  10. linguagem escrita.
  11. Também conversamos bastante respeito da importância da realidade linguística da
  12. criança nesse momento fundamental da análise e da aquisição da
  13. linguagem escrita dessa criança.
  14. Em outras alas também conversamos a respeito da importância da
  15. leitura, então são três eixos que já foram bastante conversado
  16. bastante discutidos nas nossas aulas anteriores.
  17. Por isso hoje nós vamos nos deter no eixo a
  18. produção de textos escritos como está citado no Islã.
  19. O eixo da produção de textos compreende as práticas de
  20. linguagem relacionadas a interação e a autoria individual coletiva do
  21. texto escrito e oral e multi semiótico, com diferentes finalidades
  22. e projetos denuncia ativos muito bem o eixo.
  23. A produção de textos deve ser considerado como um eixo
  24. bastante importante aliado ao eixo leitura os os dois caminham
  25. lado a lado para começar, nós vamos dar um conceito
  26. breve do que seria um texto.
  27. Então queé um texto meninas, este foi denunciado que
  28. faz sentido para um determinado grupo em determinada situação e
  29. assim denunciado o respeito de texto.
  30. Eleé bem simples, mas o que seria um texto
  31. na nossa visão, isso, qualquer comunicado, qualquer mensagem comunicativa que
  32. alguém queira passar para determinada pessoa.
  33. O texto não tem necessidade de ser algo um profundo,
  34. desde que ele passa uma mensagem, pode ser considerado um
  35. texto. Existem vários tipos de texto e nós precisamos então
  36. diferenciar o queé gênero e o queé tipo
  37. textual gênero.
  38. Nós já vimos nas aulas anteriores queé um texto
  39. que nem que tem determinadas características próprias a ele, como
  40. por exemplo a fábula, um bilhete, um conto, uma lista
  41. são tipos, são as desculpas.
  42. São textos diferentes que possuem determinadas características que definem como
  43. sendo uma fábula, sendo um ponto ou sendo um simples
  44. bilhete, eé importante que cada um desses gêneros textuais,
  45. que são muito utilizados na educação, no ensino fundamental, desde
  46. a educação infantil até o ensino fundamental e ensino médio.
  47. É importante que nós compreendamos que os textos eles também
  48. têm características que os definem de acordo com uma tipologia
  49. textual. Vamos observar alguns desses tipos textuais, por exemplo, o
  50. texto narrativo, o texto narrativo, o texto mais utilizado na
  51. nossa língua portuguesa, porque aquele texto que nos permite que
  52. o fato seja contado de forma detalhada, deixando bem claro
  53. lugar o tempo e as pessoas envolvidas.
  54. Os textos narrativos, como já falei, são muito utilizados na
  55. língua portuguesa.
  56. Os textos descritivos somou o texto descritivo, aquele texto que
  57. serve para descrever de forma bem minuciosa o tempo, os
  58. lugares, os animais, pessoas e até mesmo alguns objetos.
  59. O texto dissertativo tambémé muito utilizado nas produções acadêmicas.
  60. São os textos que nós, como como comumente fazemos Quando
  61. nós elaboramos um PTC, por exemplo, são textos dissertativos esses
  62. textos. Eles levam o indivíduo a interpretar, analisar, buscar evidências
  63. para determinado fato, buscar provas, buscar soluções para determinado problema.
  64. Existem também os textos argumentativos ou expositivos e são textos
  65. nos quais o autor ele vai fazer uso da persuasão,
  66. ou seja, da sua opinião, para engajar o leitor naquilo
  67. que ele está querendo convencer ou daquilo que está querendo
  68. defender. Então esses são alguns tipos textuais existentes na nossa
  69. língua portuguesa.
  70. Existem outros tipos também que não vamos abordar agora, mas
  71. que vocês podem pesquisar de acordo com a necessidade e
  72. eles também estão lá na nossa BNC para dar mais
  73. um exemplo.
  74. Nós vamos dizer assim que os textos, a tipologia textual,
  75. ela vem de encontro ao gênero textual.
  76. Ou seja, de acordo com um ano, a série que
  77. eu quero conversar ensinar para a criança, nós teremos alguns
  78. tipos textuais e alguns gêneros textuais através dos quais essa
  79. criança poderá ser ensinada.
  80. Vamos a alguns exemplos aqui na tabela.
  81. Para vocês, por exemplo, os enumera ativos qual a finalidade
  82. desses textos?
  83. A finalidade dos terços enumera ativosé de recordar, registrar,
  84. ordenar fatos corretos ou não e alguns exemplos de gêneros
  85. textuais que trazem essa enumeração como sua, como seu conceito
  86. são a lista, a agenda, os horários, os cardápios, os
  87. sumários são todos gêneros textuais, enumera ativos.
  88. Os gêneros informativos são aqueles textos que informam determinado tema,
  89. determinado acontecimento determinado.
  90. Fato Esses textos informativos nós podemos ter como gêneros textuais
  91. as notícias dos avisos, os verbetes, dicionários, as propagandas, os
  92. anúncios, as correspondências são todos textos enumera ativos por que
  93. é importante a gente conversar sobre esses textos?
  94. Tipos textuais gêneros textuais Porque, de acordo com a BBC,
  95. cada ano que a criança vai progredindo dentro do ensino
  96. fundamental, vai exigir dela que ela dhomini, determinado gênero textual,
  97. está dentro de uma tipologia textual.
  98. É óbvio que nós não pretendemos que uma criança, por
  99. exemplo, de primeiro ano, domine as características de um bilhete,
  100. mas essa criança de primeiro ano precisa ter vivenciado um
  101. bilhete lindo, bilhete observado o bilhete para finalmente ela poder
  102. então escrever um bilhete de acordo com as características que
  103. esse gênero propõe.
  104. Issoé bastante importante e óbvio também que nós não
  105. poderemos, por exemplo, uma criança de quinto ano, ter escrito
  106. ter dominado já os mesmos gêneros textuais que uma criança
  107. de primeiro ano.
  108. É importante que a gente tenha essa essa clareza.
  109. O eixo leitura e o eixo, a produção de textos
  110. são eixos que caminham lado a lado.
  111. É importante então, que nós conheçamos os gêneros textuais e
  112. suas especificidades para que essa criança consiga então compreender qual
  113. é a função comunicativa e a função social e cada
  114. um desses textos para que a criança escreva produzam determinado
  115. texto.É preciso que ela tenha vivenciado esse texto anteriormente.
  116. É preciso que ela tenha participado de forma eficiente das
  117. atividades da vida social que envolvam ler e escrever.
  118. É importante conhecer esses aspectos para que a criança possa
  119. decidir o que escrever, como escrever, de que forma que
  120. ela deve fazer isso.
  121. Então, para que uma criança escreva determinado textoé importante
  122. que ela tenha vivenciado esse texto anteriormente.
  123. Nós não podemos exigir que uma criança escreva um texto
  124. sem que ela tenha antes vivenciado esse texto.
  125. Outro passo importante para a gente compreender a criança dentro
  126. dessa questão da produção textual o passo que nos mostra
  127. que a criança precisa conhecer os processos de produção de
  128. um texto.
  129. Então, além de ela conhecer os gêneros textuais, ela precisa
  130. também conhecer os processos de produção, de texto e quais
  131. são esses processos.
  132. Nós temos aqui quatro passos bastante importantes para a gente
  133. conversar com a criança, planejar o texto, analisar o revisar
  134. e o rei escrever.
  135. Vamos ver passo a passo que diz cada um deles
  136. planejar antes que a criança escreva ou produza determinado texto.
  137. É importante que ela planejou que ela vai escrever.
  138. É importante que ela compreenda qual a finalidade daquele gênero
  139. para que ele serve para quem que eu vou escrever,
  140. onde como para que assim a criança consiga.
  141. Então, tendo esse alinhamento mental bem organizado, ela pode então
  142. planejar e escrever o seu texto.
  143. TambémÉ importante que a criança esteja planejando ela possa
  144. responder a essas perguntas para que então ela consiga escrever
  145. o terço de forma clara de forma coesa e que
  146. passe a mensagem que ela está querendo.
  147. Passar um segundo passo importante também na hora da escrita
  148. de um textoé a contextualização.
  149. Pessoa lizaçãoé escrita com o sentido coerência e coesão.
  150. Vamos ver um exemplo desse texto que está na tela.
  151. Para vocês, o Rio de Janeiroé muito bonito.
  152. Ele tem o Pão de Açúcar, o Corcovado, as casas,
  153. os prédios no Rio de Janeiro, tem montanhas, árvores e
  154. flores. Eu gosto de morar no Rio de Janeiro.
  155. Esse texto, apesar de ser um texto bem curtinho, ele
  156. está. Ele está completamente correto porqueé um texto que
  157. demonstra sentido, coerência, coesão.
  158. Ele tem clareza na sua forma.
  159. Ele está comunicando aquilo que a criança quis dizer e
  160. é um texto limpo,é um texto claroé um
  161. texto então no qual a criança consegue passar a mensagem
  162. que ela está querendo.
  163. Passar. O terceiro passo no momento da produção escrita dessa
  164. criançaé a revisão.
  165. A revisão não consiste apenas em corrigir os erros ortográficos
  166. e gramaticais, mas de cuidar para que o texto cumpra
  167. a sua finalidade comunicativa.
  168. Ou seja, cada texto tem algumas características que devem ser
  169. observadas no momento da escrita.
  170. A criança não precisa enumerar essas características, mas ela precisa
  171. saber quais são para conseguir escrever um texto.
  172. Existem inúmeras fichas de correção de revisão textual disponíveis nas
  173. mídias nas redes sociais, inclusive na internet.
  174. É importante que a gente possa consultar essas fichas e
  175. ver qual telas se encaixa no melhor modelo de correção.
  176. É bastante importante que nós tenhamos esse essa ficha de
  177. revisão dos textos, pois através delas nós poderemos perceber se
  178. a criança conseguiu ou não completar o texto de acordo
  179. com essas características de cada texto, a exemplo.
  180. Nós temos aqui um texto de receita, então essa ficha
  181. está perguntando para a criança.
  182. A Receita tem um título.
  183. O título tem a ver com a receita.
  184. Os ingredientes foram colocados abaixo um do outro, ou seja,
  185. são todas as características que a receita precisa ter e
  186. que a criança precisa cumprir no momento da produção do
  187. seu texto.
  188. Essas fichas de revisão fazem com que a gente não
  189. se perca no momento da correção e que também não
  190. sejamos injustas uma criança.
  191. A gente cobre uma coisa, outra criança, a gente cobre
  192. outra coisa,é importante que a gente tem.
  193. Seguia para dessa maneira fazer com que as correções, as
  194. revisões sejam justas a criança e o último passo da
  195. produção textualé o restará ver a reescrita.
  196. A reescrita tambémé muito utilizada, porque ela faz parte
  197. do processo de escrita.
  198. Ela aperfeiçoa o texto e dá autonomia para o escritor.
  199. Veja esse texto que aparece aíé um texto que
  200. tem, contém erros.
  201. Então, no momento que nós fazemos a revisão e a
  202. reescrita e a criança faz a reescrita do texto, ela
  203. está tendo a oportunidade de revisar esse texto, reescrever esse
  204. texto E assim, de uma certa maneira, ela pode melhorar
  205. o seu texto para que ele, ao ser lido novamente
  206. por uma outra pessoa, pelo leitor, ele seja um texto
  207. coeso, coerente, claro, e com as correções que forem necessárias
  208. e de acordo com a faixa etária da criança.
  209. Óbvio também que nós não podemos exigir que uma criança
  210. de primeiro ano tenha o mesmo tipo de texto que
  211. uma criança de quinto ano.
  212. Óbvio também que as correções ortográficas serão feitas de acordo
  213. com a faixa etária e o ano que essa criança
  214. se encontra.
  215. Então isso deve ser bastante considerado no momento de uma
  216. reescrita brevemente.
  217. Então meninas, teremos mais informações a respeito da tipologia textual
  218. e de como fazer para que uma criança produza um
  219. bom texto.