Queimaduras - Parte 2

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by LENILSON TRINDADE163 views·Updated Sep 3, 2020

Neste vídeo são abordados: diagnóstico e tratamento das queimaduras.

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  1. Olá, meu nobre aluno seja muito bem vindo.
  2. Esteé o vídeo de número dois sobre queimaduras.
  3. Eu sou Professor Enilson Trindade, como nós prometemos Neste vídeo
  4. nós vamos abordar o diagnóstico e o tratamento das queimaduras.
  5. Se você ainda não assistiu ao vídeo de número um,
  6. corre lá porque lá nós abordamos os aspectos introdutórios e
  7. a fisiopatologia, dando continuidade.
  8. Portanto, e agora, falando especificamente de diagnóstico, nós vamos começar
  9. a lembrá los de alguns saberes que são essenciais dentro
  10. desta temática.
  11. De acordo com o ateniense, como pegar experiência vítimas de
  12. queimaduras devem ser avaliadas quanto a cinemática do trauma, para
  13. que se possa prever as possíveis lesões envolvidas no acidente
  14. em uma explosão.
  15. Lesões de vista das que contêm gás, fraturas de ossos
  16. e queimaduras são lesões possíveis.
  17. Desistir e, portanto, o socorrista deve ficar atento, principalmente essas
  18. lesões ocultas em um incêndio, lesões térmicas das vias aéreas
  19. superiores e inferiores que, se não reconhecidas prontamente podem levar
  20. ao óbito precocemente.
  21. Assim, se houver sinais de queimadura da face, deve se
  22. logo entubar o paciente dentro dos saberes essenciais.
  23. Devemos pensar ainda em uma história s ampla, coletada de
  24. modo sistemático, portanto, não deixar de coletar sinais e sintomas,
  25. alergias, utilização de medicamentos, antecedentes mórbidos, o uso de drogas,
  26. turismo, pesquisa sobre gravidez, a última refeição realizada e o
  27. ambiente onde ocorreu o acidente e, por fim, doentes, transferidos
  28. ou trazidos de outros locais.
  29. É importante saber quais exames já foram realizados para que
  30. o tratamento possa ser direcionado para aqueles exames que estejam
  31. apontando instabilidade da situação de saúde do nosso pacientes.
  32. Continuando no próximo tópico, nós agora abordamos diagnóstico diferencial.
  33. Algumas lesões podem simular queimaduras, foram dermatoses por sensibilização, rádio,
  34. permite síndrome de estive de once na Crouse, epidérmica tóxica
  35. e lesões cutâneas por toxinas de animais peçonhentos.
  36. São exemplos de situações que podem cursar com lesões semelhantes
  37. às das queimaduras e dentro deste contexto,é importante que
  38. se faça uma coleta de dados bem bem realizada de
  39. modo sistemático, a fim de que esse diagnóstico diferencial venha
  40. a ocorrer.
  41. E não venhamos a confundir queimaduras com outras síndromes às
  42. quais vocês estão observando, na imagem ao lado, na próxima
  43. a lâmina.
  44. Nós vamos falar dos exames subsidiários dentro de um contexto
  45. de emergência na porta de entrada de um hospital.
  46. Nós vamos ter, como opina coleta de exames, tais quais,
  47. hemograma, tipagem sanguínea, lactato toxicológico para álcool e drogas, teste
  48. de gravidez para mulheres entre dez e cinquenta anos de
  49. idade e radiografia da coluna cervical Tórax bacia.
  50. Quando o nosso paciente ele já se encontra dentro de
  51. uma unidade de tratamento de queimados, nós vamos ter como
  52. rotina coleta de exames, como hemograma completo, função renal, função
  53. hepática, eletrólitos, nível de propinas, glicemia e culturas.
  54. A cultura das regiões de queimaduras e das regiões na
  55. faringe, a axila e perianal, por meio de sua biz
  56. e exames endoscópicos, às quais endoscopia digestiva alta, broncoscopia Na
  57. próxima lâmina nós já vamos falar da classificação das queimaduras,
  58. uma regra bastante conhecida, a regra dos nove já trabalhada,
  59. inclusive dentro da temática de urgência e emergência.
  60. De modo mais amplo, nós vemos aí nesta imagem que
  61. com relaçãoà regra dos nove, há uma diferença de
  62. modo generalista para crianças e adultos.
  63. Entretanto, nós vamos aqui entender que uma maneira mais vida
  64. digna de mensurar a superfície corporal queimadaé abordando a
  65. tabela de lá, onde liberal da onde, por exemplo, para
  66. cada faixa etária, nós vamos ter um percentual de superfície
  67. corporal queimada por estrutura do corpo humano, pegando o exemplo
  68. da primeira linha que fala exatamente da cabeça.
  69. Nós temos na faixa etária de zero a um ano,
  70. um percentual de dezanove por cento para a cabeça.
  71. Dentro deste perfil do paciente muito diferente, por exemplo, de
  72. um adulto onde apenas sete por cento está atrelado ao
  73. percentual de superfície corporal queimada.
  74. Portanto, dentro desta perspectiva, a tabela de Lam Dean liberal
  75. da elaé muito mais sensível,é muito mais fidedigna
  76. para que cheguemos a uma percentagem global da superfície, portanto
  77. corporal queimada do nosso paciente.
  78. Aquié uma imagem também que representa a maneira como
  79. fazer essa mensuração da superfície corporal queimada, de acordo com
  80. a tabela anteriormente da escrita falando de tratamento.
  81. Agora nós vamos permitir de novo alguns abelhas essenciais.
  82. Vamos falar de escala, anatomia e das intervenções de enfermagem.
  83. Não sabemos essenciais, portanto, que após o estabelecimento da superfície
  84. corporal queimada você deve calcular o volume de líquidos a
  85. ser reposto.
  86. E, portanto, nós vemos agora retomando e conhecendo.
  87. Para quem ainda não ouviu a fórmula de Parkland, que
  88. trata da infusão de solução cristal lote preferencialmente rinha lactato
  89. para restabelecer a vôlei mia em um período de vinte
  90. e quatro horas a partir do incidente, para quem não
  91. conhece E para quem já conhece, vamos relembrar a fórmula
  92. de Parkland de modo generalistaé dois mil e eles
  93. de uma solução cristal lodi multiplicada pelo peso do paciente
  94. em quilogramas multiplicado pelo percentual de superfície corporal queimada.
  95. O resultado disso será um valor que vamos atrelar um
  96. volume dessa solução de cristal Lodi que deve ser administrado
  97. no paciente nas próximas vinte e quatro horas.
  98. Agora a pensão atenção, portanto, essa segunda informação metade deste
  99. volume, ou seja, diante do valor que encontrarmos a partir
  100. da utilização desta fórmula, metade ali vai ser administrado nas
  101. primeiras oito horas e o volume restante nas demais dezesseis
  102. horas, de acordo com a pele.
  103. E dez A lesão elétricaé uma exceção.
  104. Justamente porque na lesão elétrica nós temos um risco elevado
  105. de rabdomiólise e portanto, o recomendado seria quatro mm multiplicado
  106. pelo peso multiplicado pelo percentual de superfície corporal queimada.
  107. Portanto, nós vamos atentar para essa regra geral e a
  108. tentar que, no caso de uma situação de queimadura elétrica,
  109. nós vamos utilizar um volume maior.
  110. Portanto, no lugar de dois, pensarmos em quatro mg por
  111. quilo por percentual de superfície corporal queimada, além da reposição,
  112. de acordo com a superfície corporal queimada, como nós já
  113. discutimos, devem se lembrar das perdas insensíveis pela evaporação para
  114. quantificar. Masé necessário conhecer duas fórmulas.
  115. Portanto, nós vamos começar pela primeira fórmula o cálculo da
  116. superfície corporal total.
  117. Nesta forma, nós temos que a superfície corporal totalé
  118. igual a quatro multiplicado pelo peso do paciente sobre noventa,
  119. mais o peso em quilos.
  120. Ao encontrarmos esse resultado, nós vamos encontrar o cálculo da
  121. superfície corporal total para calcular as perdas hídricas por evaporação.
  122. Nós vamos utilizar esta outra fórmula embaixo, vinte e cinco
  123. mais o percentual de superfície corporal queimada multiplicado pelo percentual
  124. de superfície corporal total e ainda multiplicado por vinte e
  125. quatro. E aí, nós vamos encontrar o volume em ms
  126. que devem ser repostos para o paciente por dia.
  127. Dentro desse contexto, entendamos que não se deve confundir a
  128. fórmula de Park Lane, que trata de volume a ser
  129. reposto nas próximas vinte e quatro horas, de modo geral
  130. E aí voltando lá na primeira linha, onde dois mil
  131. e eles de um cristal lorde multiplicado pelo peso do
  132. paciente e multiplicado pela superfície corporal queimada lembrando estáé
  133. aquela que você encontrou utilizando ou a regra dos nove
  134. ou a fórmula de Lam dele Br- Halderman não se
  135. deve confundir agora descendo aí para a segunda fórmula, não
  136. se deve confundir a superfície corporal queimada com a superfície
  137. corpórea total, então endossando a superfície corpórea totalé igual
  138. a quatro vezes o peso do paciente sobre noventa.
  139. Mas o peso esta formaé utilizada para que quando
  140. se encontra o cálculo da superfície corporal total e não
  141. é queimada este valor, ele vai ser utilizado para o
  142. cálculo das perdas hídricas por evaporação.
  143. Então observe, portanto, na última forma que nós vamos tomar
  144. vinte e cinco mais o percentual da superfície corporal queimada
  145. e depois multiplicar pelo valor encontrado na fórmula da superfície
  146. corpórea total, multiplicando portanto, ainda por vinte e quatro e
  147. encontrando um valor em ms que deve ser adicionado, portanto,
  148. pensando um pouco perdas insensíveis que muitas vezes são negligenciadas
  149. na reposição hídrica do paciente.
  150. Na próxima a lâmina nós vamos falar da escala Anatomia
  151. Estaé uma situação muito comum de ser utilizada, principalmente
  152. quando nós temos um grande queimado e aí a pele
  153. pouco se tornar pouco elástica.
  154. Diante do evento, ela acaba se tornando uma carapaça.
  155. Acaba se tornando uma espécie de escudo que impede a
  156. real expansão do tórax.
  157. Então essa pouca efetividade da expansão do tórax, por conta
  158. da queimadura da pele de um grande queimado vai acontecer
  159. de levá lo.
  160. Há uma ventilação inapropriada, portanto esse paciente precisa sofreram.
  161. Poderão ser alimento como este, para que o tórax volte
  162. a expandir efetivamente.
  163. Naturalmente, esteé um paciente que deve estar entubado.
  164. Esteé um paciente que não está sentindo dor, porque,
  165. naturalmente, este procedimento realizado diante das queimaduras de terceiro grau,
  166. dentro desse outro contexto, nós temos outra imagem, tais quais
  167. esta que nós estamos vendo que tem a mesma função
  168. de diminuir a compressão na pele naquela região queimada e
  169. que leva muito provavelmente se este, se esta intervenção não
  170. for realizada a amputação de membros e de extremidades por
  171. conta da e por vascularização decorrente do edema na região.
  172. Por fim e para finalizar nós temos os diagnósticos de
  173. enfermagem voltado para esta temática.
  174. E aí, dentro deste contexto, nós temos dentro de vários
  175. diagnósticos todos estes que nós vamos entender e aprimorar nas
  176. nossas discussões, através dos casos clínicos.
  177. Nós vamos ficar por aqui um abraço forte em cada
  178. um de vocês.
  179. Fiquem com Deus e até a próxima