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Luiz Antônio Barroso Rodrigues
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Updated Jul 1, 2020
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Auto-generated
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Olá, gente!
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Tudo bom, Então nós cumprimos integralmente o programa.
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Afeto aí a nossa disciplina e as aulas ainda continuam
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até dia quinze de julho está então durante esse período
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eu vou gravar algumas temáticas para que a gente possa
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discutir. Conto, claro, com a ajuda de vocês para vocês
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me pedirem o que vocês gostariam que eu estivesse discutindo,
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Pode ter certeza que eu vou fazer um conteúdo bem
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tranquilo para não tomar muito tempo de vocês e que
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a gente possa refletir sobre algumas temáticas.
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Hoje eu selecionei as questões relativas ao princípio da insignificância,
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queé muito importante o queé muito utilizado no
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direito penal.
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Principalmente. Afeta aqueles tipos de menor incidência, menor relevância de
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menor gravidade, melhor artista.
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É muito comum.
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A gente fala em princípio, da insignificância, no furto, as
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vezes num crime de menor repercussão, de menor potencialidade lesiva.
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Masé importante que nós tenha uma semente que o
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princípio da insignificância se aplica a praticamente todos os tipos
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penais. De início,é importante a gente ter em mente
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que quando eu falo em princípio da insignificância, eu tenho
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que analisar o objeto, material atingido, para ver se ele
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traz uma repercussão efetiva a um bem jurídico tutelado.
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Então pensem assim Olha, vamos trabalhar o furto.
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Esta eu tenho então, subtrair para si ou para outrem,
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coisa alheia móvel.
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Qual queé o bem jurídico tuteladoé o patrimônio
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está ou vamos lá, nas seleções corporais?
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Ofender a integridade física ouà saúde de outrem?
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Qual? Queé o bem jurídico, tutelado integridade física?
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Agora, um objeto material aí a gente vai ver lá
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no patrimônio, nos dentro dos bens que você possui, o
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seu patrimônio, vamos supor que subtrai uma caneta a caneta
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bic e já usada, qual relevância, qual relevante, dano, que
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esse fato vai trazer ao seu patrimônio?
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Então ela, a minha conduta, atingindo um bem material seu.
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Qual a repercussão que esse comportamento traz ao seu bem
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jurídico, queé o seu patrimônio.
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Nas eleições corporais, a pessoaé o indivíduo.
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Qual a repercussão que o meu comportamento atingindo a pessoa,
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vai trazer a integridade física dela.
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Por isso queé muito importante a gente ter em
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mente que foi criado parâmetros de análise para que a
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gente possa efetivamente aplicar o princípio da insignificância, levando em
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consideração que quando nós analisamos a incidência desse princípio no
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caso concreto eu preciso ter em mente o seguinte vamos
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lá quais são esses requisitos para que eu possa reconhecer
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que não ocorrerá o crime?
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E aí eu preciso ter em mente seguinte, dentro do
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conceito analítico de crime, onde nós temos fato típico, ilícito
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e culpável onde se situa a incidência do princípio da
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insignificância. Sabemos que no fato típico, a partir do momento
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em que eu reconheço que o fato típico nãoé,
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não consiste apenas na mera profissão legal.
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Vamos lá eu subtrair uma caneta bic isso achar usada,
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inclusive subtrair para si ou para outrem, coisa alheia, móvel
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o meu comportamento se adequar perfeitamente ao tipo na sua
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profissão formal.
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Agora houve lesividade, houve efetivo dano ao seu patrimônio, esse
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meu comportamento.
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Então, quando nós analisamos, o fato típicoé a incidência
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do tipo sobre o fato.
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Eu preciso ter em vista para dois eventos, um evento
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formal que ali está perfeito new, subtrair para mim uma
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coisa alheia, móvel sua consistente numa caneta bic, esta e
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vamos ver qualquer repercussão material dessa conduta dentro do seu
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patrimônio. Por isso que o princípio da insignificância traz para
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a gente essa questão de incidência.
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Sobre o fato típico, esta que o fato foi típico.
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Não tenha dúvida.
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Agora houve dano jurídico efetivo para acionar a máquina do
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Estado para apurar aquele comportamento e punir aquele comportamentoé
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o que nós chamamos de tipicidade material.
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Então, fica aí.
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Quando a gente analisa o fato típico, eu tenho que
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analisar sobre dois, duas formas de incidência.
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Se o fato apresenta atipicidade formal primeiro e se apresentando
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tipicidade formal, ele apresenta atipicidade material está bom.
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Então acompanha que comer.
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Quando eu faço essa análise.
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Então eu tenho que verificar aqui esses requisitos que são
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imprescindíveis para o bom.
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Olha lá o princípio da insignificância ou crime de bagatela
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é praticamente pacífico o entendimento de que não haverá o
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crime quando a coisa atingida tiveram valor irrelevante.
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Tá, não haverá crime porque porque afastada tipicidade não atipicidade
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formal, mas sim atipicidade material.
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O efetivo danoà efetiva repercussão daquele fato ao patrimônio,
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ao ao bem jurídico tutelado está nos crimes materiais em
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específico. Não se verifica não se verificam a lesão jurídica
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sem que haja efetiva violação ao bem jurídico tutelado.
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Aplica se na hipótese, o princípio da insignificância.
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Por isso o comentar que eu coloquei aquié justamente
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essa localização de incidência principiológica, que vai incidir sobre efetivamente
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o fato típico na questão relativa a ausência de lesão
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material. Por isso, quando embora apresente tipicidade formal, ela não
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vai apresentar tipicidade.
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Material está certo, ou seja, uma efetiva lesão ao bem
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jurídico tutelado que reclame a efetiva atuação do Estado, no
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caso, a aplicabilidade desse princípio.
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Então ele está vinculado a dois requisitos um de ordem
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o objetivo e outro de ordem subjetiva.
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O requisito de ordem objetiva, ela trata da mínima ofensividade
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da conduta.
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Fala o fato de ser uma caneta, uma pequena lesão
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na ausência de periculosidade social do agente, nele não representar
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um um perigo para a sociedade com reiteração de atos.
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Aquié o que se fala até de ele não
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ser reincidente, porque a reincidência poderia impedir a aplicação e
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a inexpressividade da lesão jurídica.
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Cuidado porque existem bem jurídicos, tipos penais que apresentam dois
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bens jurídicos.
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Por exemplo, o crime de lesão corporal culposa na condução
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de veículo automotor está bom.
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Vamos supor que eu dou um pequeno esbarram dirigindo de
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forma negligente e imprudente.
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Eu esbarrei no meu carro em você e você caiu
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no chão, você não teve intenção nenhuma.
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Está bom ainda então isso foi insignificante.
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Cuidado porque no Código Nacional de Trânsito, avaliação corporal culposa,
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ela não tutela apenas um bem jurídico que a integridade
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física da pessoa, mas também a regularidade do trânsito, a
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questão da segurança no trânsito.
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Então, nesse caso, embora a lesão a pessoa tenha sido
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pequena, podemos observar que a minha condução do veículo, de
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forma imprudente trouxe um perigo a segurança no trânsito.
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Por issoé que a gente precisa ficar muito atento
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a essas questões.
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A esses requisitos.
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Está certo, muito bem.
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Então, olha lá mínima ofensividade da conduta, foquei ausência de
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periculosidade social do agente e na expressividade da lesão jurídica,
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cuidado com os bens com os tipos penais, pluri ofensivos,
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Ou seja, que trazem dois bens jurídicos na sua estrutura.
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A pesquisa que quando você tiver analisando o caso concreto
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é muito importante e também requisitos subjetivos que trata da
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importância do objeto material para a vítima.
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O que eu posso falar com vocês?
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O seguinte tudo bem, Lula, a caneta Bic e que
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você me subtraiu em significante.
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Mas essa caneta ela tem um valor histórico.
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Ela foi usada, por exemplo, por Getúlio Vargas, Ou essa
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caneta foi um presente que o meu amor, volume de
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eu que jáé falecida.
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Eu guardo ela com muito cuidado, ela nãoé um
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mero objeto para mim, ela tem um valor sentimental.
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Então aqui você tem uma situação que ultrapassa a análise
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meramente objetiva e passa a entrar numa visão subjetiva da
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relação que se estabelece entre a vítima e o objeto
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material que lhe foi subtraído.
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Está certo, por isso a importância que dessa análise e
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mais nós temos também as circunstâncias e os resultados do
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crime que irão variar de fato para fato.
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Por isso que a gente fala se sinta mais essa
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caneta, ela foi subtraído mediante ameaça.
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Já nãoé um furto e jaé um roubo,
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então, por isso que se menciona, tanto que no roubo
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não se verifica o princípio da insignificância.
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Até porque, além de ser um crime pluri ofensivo, existem
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dois pés jurídicos tutelados.
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Aqui você tem a questão da periculosidade, da prática da
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conduta em relação ao seu feito.
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Daí a sua importância está bom.
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Vejam que, no caso do furto, como a gente falou,
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furto insignificante vai afastar.
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A tipicidade do fato.
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É muito importante.
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E aqui, nesse detalhe você tem um furto famélico que
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afasta a ilicitude da conduta.
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São situações totalmente distintas.
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Um caracteriza a insignificância do bem que foi afetado o
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outro, a necessidade, a situação que a pessoa estava passando
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fome. Então, formular um quilo de feijãoé barato, tem
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um valor insignificante, mas na situação a pessoa estava passando
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fome. Então aqui você tem essas duas possibilidades de reconhecer
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a exclusão do crime, seja pela ele estúdio, queé
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um estado de necessidade, seja pela atipicidade, por ausência de
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tipicidade material.
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Então a gente vejam que eu posso ferir isso também
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nos crimes de falsidade, uma lesão insignificante, embora os tribunais
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já tenham reconhecido pela não aplicabilidade, dado que afeta a
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fé pública.
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Existem situações que podem ser superadas, como por exemplo a
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mulher que altera a data de nascimento na carteira de
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identidade, por uma questão de vaidade, entenderam, viram que teve
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interessantes. Eu aguardo, vocês postarem propostas para mim para preparar
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o segundo tema.
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Para vocês estavam Qualquer dúvida deixa aí nos comentários que
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eu estou pronto aí a ajudá los a gente aprofundar
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na discussão do tempo, obrigado e até o nosso próximo
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à temática
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