Solutions
Works with
Pricing
Log in
Teams
Get started
Log in
Get started
Sem título
RM
by
Ronaldo Marcondes
·
0 views
·
Updated Nov 21, 2021
Share
Embed
Re-use content
Create your own
Chapters
00:00
Chapter 1
00:23
Chapter 2
00:50
Chapter 3
01:04
Chapter 4
01:21
Chapter 5
01:33
Chapter 6
01:45
Chapter 7
02:17
Chapter 8
03:04
Chapter 9
03:36
Chapter 10
04:05
Chapter 11
04:37
Chapter 12
05:04
Chapter 13
05:39
Chapter 14
06:10
Chapter 15
07:05
Chapter 16
Audio Transcript
Auto-generated
00:02 - 00:04
Olá, todas as pessoas que me assistem
00:04 - 00:06
o nome Ronaldo Vila Comarca Onde
00:06 - 00:06
eu
00:07 - 00:08
sou o Guia de Turismo em Curitiba,
00:09 - 00:11
Vou apresentar o Seminário
00:11 - 00:12
de
00:12 - 00:13
Visita Técnica
00:13 - 00:15
da especialização,
00:15 - 00:15
o
00:15 - 00:17
curso ministrado
00:18 - 00:19
pelo Instituto Federal do Paraná.
00:20 - 00:21
O objeto de estudo foi o Parque Tingui.
00:22 - 00:24
Essa unidade de
00:24 - 00:27
essa unidade de conservação foi oficialmente inaugurada em outubro de
00:27 - 00:29
mil novecentos e noventa e quatro como a única área
00:29 - 00:30
criada até então
00:31 - 00:33
pela administração municipal,
00:33 - 00:35
que visava resolver questões relativas ao funcionamento
00:36 - 00:39
através da formação de lagos para contenção de enchentes.
00:39 - 00:43
No mapa do percurso realizado no dia da visita técnica
00:43 - 00:47
e no Croke, é possível ver a forma linear no parque, com as suas
00:47 - 00:51
vias internas e externas e as áreas de vegetação e de lagos.
00:52 - 00:55
Na imagem é possível ver o leito do Rio Barigui, um dos lagos,
00:55 - 00:57
como a ilha em seu centro,
00:57 - 01:01
áreas de vegetação, incluindo as localizadas fora dos limites do parque
01:02 - 01:06
e a zona residencial de classes mais populares do bairro Pilarzinho.
01:07 - 01:11
Aqui temos a única área do parque cortada por via asfaltada e
01:11 - 01:14
a ocupação urbana que se desenvolveu a partir de sua criação.
01:14 - 01:19
Nota servem de informações das formações a custos nas laterais do Rio Barigui,
01:19 - 01:22
as residências de alto padrão em ambos os lados,
01:24 - 01:25
com a inauguração
01:25 - 01:27
em mil novecentos e noventa e cinco do Memorial
01:27 - 01:30
ucraniano e sua inserção nas paradas da linha Turismo
01:30 - 01:32
Tinguis se consolidou como um atrativo dos
01:32 - 01:34
mais necessitados no roteiro turístico da cidade.
01:36 - 01:40
Outro fator importante para a presença dos roteiros e na movimentação de público,
01:40 - 01:43
principalmente nos finais de semana a sua paisagem cênica
01:43 - 01:44
formada por imagens.
01:48 - 01:49
O objetivo principal
01:50 - 01:52
foi analisar o Parque Tingui como local
01:53 - 01:57
propício para a condução de visitantes em áreas naturais dentro do espaço urbano.
01:58 - 02:01
Também objetivava destacar suas particularidades,
02:01 - 02:02
enquanto unidades de conservação,
02:03 - 02:05
atrativo turístico e área de lazer e de recreação,
02:06 - 02:10
e apresentar a visita técnica como ferramenta para relacionar teoria e prática,
02:10 - 02:12
e por meio da validação
02:12 - 02:14
dos itens do roteiro de observação,
02:14 - 02:18
viabilizar a condução de visitantes e ações de educação ambiental.
02:20 - 02:23
A metodologia adotada foi a da visita técnica
02:23 - 02:26
na pré visita houve a definição do local e a pesquisa preliminar
02:27 - 02:29
no site da prefeitura e um plano de manejo
02:29 - 02:33
a partir dos itens de observação colocadas ao longo do curso.
02:34 - 02:37
Neste momento, surgiu a reflexão que norteou este processo
02:37 - 02:40
a utilização do local para a prática da condução de visitantes.
02:40 - 02:42
O primeiro contato com parque aconteceu
02:43 - 02:45
no dia doze de setembro,
02:45 - 02:48
com a realização de um vídeo para o livro Biomas e Preservação de Áreas Naturais.
02:49 - 02:50
O segundo, no dia nove de outubro
02:51 - 02:53
e a visita técnica no dia vinte e quatro.
02:53 - 02:55
Retomando o percurso faltante,
02:56 - 02:57
todas foram feitas a pé
02:57 - 02:59
com os devidos registros fotográficos.
02:59 - 03:00
Após visita
03:01 - 03:05
a apresentação desse seminário, válida a relação entre a teoria e a prática.
03:06 - 03:09
Na análise realizada é possível dessa Casa, como
03:09 - 03:11
primeiramente como uma unidade de conservação municipal
03:12 - 03:15
que segue uma legislação ambiental que prevê essa proteção,
03:15 - 03:16
já que apresenta ambiente.
03:16 - 03:17
Estão diversos.
03:17 - 03:21
São formações a cursos nas áreas de mata nativa, áreas cobertas por caminhas
03:22 - 03:23
e o leito do rio Barigui.
03:23 - 03:25
Há também as peças vegetais, como
03:25 - 03:27
sobre as águas e nas matas,
03:28 - 03:32
além de espécies de pássaros, como os quero queros e mamíferos, como as capivaras.
03:33 - 03:35
A presença desses elementos lembra a importância
03:35 - 03:37
de um espaço natural dentro da cidade
03:38 - 03:39
enquanto atrativo turístico
03:40 - 03:41
Possui um memorial ucraniano,
03:41 - 03:45
réplica da Igreja de São Miguel Arcanjo em Macaé, no interior do estado.
03:45 - 03:49
Esse espaço retrato de referências culturais Os imigrantes ucranianos
03:49 - 03:50
se tornou o maior símbolo do time
03:51 - 03:54
o parque, pela possibilidade de contemplação da natureza.
03:54 - 03:56
Também permite aos turistas uma experiência visual,
03:56 - 04:00
a partir de registros fotográficos lançar nas próximas aos lagos,
04:01 - 04:02
como na imagem das pontes.
04:03 - 04:07
Ser uma das paradas da minha autoria são explica a presença constante de turistas,
04:07 - 04:07
os pais
04:07 - 04:08
no parque,
04:09 - 04:10
como área de lazer
04:10 - 04:13
e recreação traz equipamentos disponíveis para a população,
04:13 - 04:14
como as academias ao ar livre,
04:15 - 04:16
as churrasqueiras,
04:16 - 04:18
as canções esportes coletivos e a realização
04:18 - 04:20
de ações da Secretaria Municipal de Lazer.
04:20 - 04:22
Como o projeto Curitiba Brinque conta.
04:22 - 04:26
A história da cidade que trazia bonecos montáveis de papel
04:26 - 04:27
é o principal motivo
04:28 - 04:29
para moradores no
04:29 - 04:30
entorno
04:30 - 04:33
de outros bairros movimentarem o parque, principalmente nos finais
04:34 - 04:35
de semana,
04:40 - 04:43
uma infraestrutura de apoio ao turista. São observados seguintes aspectos
04:43 - 04:47
Existe a facilidade de acesso ao espaço, ruas marginais ao parque,
04:47 - 04:48
áreas acionamento
04:48 - 04:49
devidamente sinalizadas,
04:49 - 04:51
assim como as vias internas
04:51 - 04:54
que separam pedestres e corredores e ciclistas
04:54 - 04:56
e condutores de veículos não motorizados.
04:57 - 04:58
Churrasqueiras que ainda tinha
04:59 - 05:01
as churrasqueiras que ainda tinha no primeiro dia de visita,
05:02 - 05:05
placas que se fingindo seu uso por causa da pandemia.
05:06 - 05:06
E
05:06 - 05:09
as relacionadas que só existe na área externa do parque.
05:10 - 05:11
As únicas ressalva são
05:11 - 05:14
a inexistência de um acesso com calçamento adequado para
05:14 - 05:17
o tráfico de pessoas entre a área do memorial
05:17 - 05:20
e havia interna localizado a cinquenta metros abaixo.
05:20 - 05:22
Oferece risco de quedas
05:22 - 05:24
os banheiros que localizados em dois locais,
05:24 - 05:27
embora em condições aceitáveis de utilização,
05:27 - 05:31
não possuem equipamentos específicos para pessoas com deficiência,
05:31 - 05:33
inclusive com acesso dificuldade
05:33 - 05:36
por uma escada naquele localizado. Próximo ao memorial
05:36 - 05:39
e ausência de acesso, segurou palco existente nessa
05:39 - 05:40
área.
05:42 - 05:44
Pela diversidade de elementos naturais é possível
05:44 - 05:46
pensar em práticas de educação ambiental,
05:47 - 05:51
trazendo temáticas como hidrografia, preservação de leitos de rios,
05:51 - 05:54
os tipos de vegetação em formas de proteger a las ação antrópica,
05:54 - 05:57
as formações acústicas e suas particularidades,
05:57 - 06:00
a presença de fauna silvestre no espaço urbano
06:00 - 06:01
e a ocupação do entorno
06:01 - 06:04
está regulada pelas variáveis socioeconômicas.
06:05 - 06:07
São possibilidades de trazer ações educativas para
06:07 - 06:09
as pessoas que frequentam o parque,
06:09 - 06:10
turistas
06:10 - 06:11
ou não,
06:13 - 06:15
como conclusões. Temos que
06:15 - 06:20
a visita técnica confirma o local como opção para a condução de turistas,
06:22 - 06:25
já que abre espaço para reflexões sobre todos os elementos que apresenta.
06:25 - 06:27
Fauna fora formações a custos
06:28 - 06:32
locais, edificações e objetos que remetem a um ambiente cultural
06:32 - 06:34
que podemos pensar em práticas de educação ambiental.
06:34 - 06:37
que visa o envolvimento das pessoas em práticas mais sustenta,
06:38 - 06:39
estáveis
06:43 - 06:44
ações
06:45 - 06:47
mais sustentáveis
06:48 - 06:51
irresponsáveis que existe uma infraestrutura de apoio caracterizada
06:51 - 06:55
pela facilidade de acesso de locomoção de acessibilidade.
06:55 - 06:56
Apesar das ressalvas apontadas
06:56 - 06:57
e, por fim,
06:57 - 06:59
que a visita técnica foi
06:59 - 07:02
uma ferramenta que conectou a atividade prática.
07:02 - 07:03
Os conhecimentos adquiridos ao longo
07:04 - 07:04
do curso
07:05 - 07:08
seguem as referências utilizadas na pesquisa
07:08 - 07:09
e os meus contatos.
07:09 - 07:10
Obrigado.
See full transcript