Sem título

RM
by Ronaldo Marcondes0 views·Updated Nov 21, 2021

Chapters

Audio TranscriptAuto-generated

  1. Olá, todas as pessoas que me assistem
  2. o nome Ronaldo Vila Comarca Onde
  3. eu
  4. sou o Guia de Turismo em Curitiba,
  5. Vou apresentar o Seminário
  6. de
  7. Visita Técnica
  8. da especialização,
  9. o
  10. curso ministrado
  11. pelo Instituto Federal do Paraná.
  12. O objeto de estudo foi o Parque Tingui.
  13. Essa unidade de
  14. essa unidade de conservação foi oficialmente inaugurada em outubro de
  15. mil novecentos e noventa e quatro como a única área
  16. criada até então
  17. pela administração municipal,
  18. que visava resolver questões relativas ao funcionamento
  19. através da formação de lagos para contenção de enchentes.
  20. No mapa do percurso realizado no dia da visita técnica
  21. e no Croke, é possível ver a forma linear no parque, com as suas
  22. vias internas e externas e as áreas de vegetação e de lagos.
  23. Na imagem é possível ver o leito do Rio Barigui, um dos lagos,
  24. como a ilha em seu centro,
  25. áreas de vegetação, incluindo as localizadas fora dos limites do parque
  26. e a zona residencial de classes mais populares do bairro Pilarzinho.
  27. Aqui temos a única área do parque cortada por via asfaltada e
  28. a ocupação urbana que se desenvolveu a partir de sua criação.
  29. Nota servem de informações das formações a custos nas laterais do Rio Barigui,
  30. as residências de alto padrão em ambos os lados,
  31. com a inauguração
  32. em mil novecentos e noventa e cinco do Memorial
  33. ucraniano e sua inserção nas paradas da linha Turismo
  34. Tinguis se consolidou como um atrativo dos
  35. mais necessitados no roteiro turístico da cidade.
  36. Outro fator importante para a presença dos roteiros e na movimentação de público,
  37. principalmente nos finais de semana a sua paisagem cênica
  38. formada por imagens.
  39. O objetivo principal
  40. foi analisar o Parque Tingui como local
  41. propício para a condução de visitantes em áreas naturais dentro do espaço urbano.
  42. Também objetivava destacar suas particularidades,
  43. enquanto unidades de conservação,
  44. atrativo turístico e área de lazer e de recreação,
  45. e apresentar a visita técnica como ferramenta para relacionar teoria e prática,
  46. e por meio da validação
  47. dos itens do roteiro de observação,
  48. viabilizar a condução de visitantes e ações de educação ambiental.
  49. A metodologia adotada foi a da visita técnica
  50. na pré visita houve a definição do local e a pesquisa preliminar
  51. no site da prefeitura e um plano de manejo
  52. a partir dos itens de observação colocadas ao longo do curso.
  53. Neste momento, surgiu a reflexão que norteou este processo
  54. a utilização do local para a prática da condução de visitantes.
  55. O primeiro contato com parque aconteceu
  56. no dia doze de setembro,
  57. com a realização de um vídeo para o livro Biomas e Preservação de Áreas Naturais.
  58. O segundo, no dia nove de outubro
  59. e a visita técnica no dia vinte e quatro.
  60. Retomando o percurso faltante,
  61. todas foram feitas a pé
  62. com os devidos registros fotográficos.
  63. Após visita
  64. a apresentação desse seminário, válida a relação entre a teoria e a prática.
  65. Na análise realizada é possível dessa Casa, como
  66. primeiramente como uma unidade de conservação municipal
  67. que segue uma legislação ambiental que prevê essa proteção,
  68. já que apresenta ambiente.
  69. Estão diversos.
  70. São formações a cursos nas áreas de mata nativa, áreas cobertas por caminhas
  71. e o leito do rio Barigui.
  72. Há também as peças vegetais, como
  73. sobre as águas e nas matas,
  74. além de espécies de pássaros, como os quero queros e mamíferos, como as capivaras.
  75. A presença desses elementos lembra a importância
  76. de um espaço natural dentro da cidade
  77. enquanto atrativo turístico
  78. Possui um memorial ucraniano,
  79. réplica da Igreja de São Miguel Arcanjo em Macaé, no interior do estado.
  80. Esse espaço retrato de referências culturais Os imigrantes ucranianos
  81. se tornou o maior símbolo do time
  82. o parque, pela possibilidade de contemplação da natureza.
  83. Também permite aos turistas uma experiência visual,
  84. a partir de registros fotográficos lançar nas próximas aos lagos,
  85. como na imagem das pontes.
  86. Ser uma das paradas da minha autoria são explica a presença constante de turistas,
  87. os pais
  88. no parque,
  89. como área de lazer
  90. e recreação traz equipamentos disponíveis para a população,
  91. como as academias ao ar livre,
  92. as churrasqueiras,
  93. as canções esportes coletivos e a realização
  94. de ações da Secretaria Municipal de Lazer.
  95. Como o projeto Curitiba Brinque conta.
  96. A história da cidade que trazia bonecos montáveis de papel
  97. é o principal motivo
  98. para moradores no
  99. entorno
  100. de outros bairros movimentarem o parque, principalmente nos finais
  101. de semana,
  102. uma infraestrutura de apoio ao turista. São observados seguintes aspectos
  103. Existe a facilidade de acesso ao espaço, ruas marginais ao parque,
  104. áreas acionamento
  105. devidamente sinalizadas,
  106. assim como as vias internas
  107. que separam pedestres e corredores e ciclistas
  108. e condutores de veículos não motorizados.
  109. Churrasqueiras que ainda tinha
  110. as churrasqueiras que ainda tinha no primeiro dia de visita,
  111. placas que se fingindo seu uso por causa da pandemia.
  112. E
  113. as relacionadas que só existe na área externa do parque.
  114. As únicas ressalva são
  115. a inexistência de um acesso com calçamento adequado para
  116. o tráfico de pessoas entre a área do memorial
  117. e havia interna localizado a cinquenta metros abaixo.
  118. Oferece risco de quedas
  119. os banheiros que localizados em dois locais,
  120. embora em condições aceitáveis de utilização,
  121. não possuem equipamentos específicos para pessoas com deficiência,
  122. inclusive com acesso dificuldade
  123. por uma escada naquele localizado. Próximo ao memorial
  124. e ausência de acesso, segurou palco existente nessa
  125. área.
  126. Pela diversidade de elementos naturais é possível
  127. pensar em práticas de educação ambiental,
  128. trazendo temáticas como hidrografia, preservação de leitos de rios,
  129. os tipos de vegetação em formas de proteger a las ação antrópica,
  130. as formações acústicas e suas particularidades,
  131. a presença de fauna silvestre no espaço urbano
  132. e a ocupação do entorno
  133. está regulada pelas variáveis socioeconômicas.
  134. São possibilidades de trazer ações educativas para
  135. as pessoas que frequentam o parque,
  136. turistas
  137. ou não,
  138. como conclusões. Temos que
  139. a visita técnica confirma o local como opção para a condução de turistas,
  140. já que abre espaço para reflexões sobre todos os elementos que apresenta.
  141. Fauna fora formações a custos
  142. locais, edificações e objetos que remetem a um ambiente cultural
  143. que podemos pensar em práticas de educação ambiental.
  144. que visa o envolvimento das pessoas em práticas mais sustenta,
  145. estáveis
  146. ações
  147. mais sustentáveis
  148. irresponsáveis que existe uma infraestrutura de apoio caracterizada
  149. pela facilidade de acesso de locomoção de acessibilidade.
  150. Apesar das ressalvas apontadas
  151. e, por fim,
  152. que a visita técnica foi
  153. uma ferramenta que conectou a atividade prática.
  154. Os conhecimentos adquiridos ao longo
  155. do curso
  156. seguem as referências utilizadas na pesquisa
  157. e os meus contatos.
  158. Obrigado.