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ana paula dalpian da costa
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Updated Jul 8, 2020
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Auto-generated
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bom pessoal, vamos iniciar.
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Então um novo vídeo encontrou um aplicativo que, na internet,
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que ele permite gravar um vídeo gratuitamente.
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Mas eu acho legal a dinâmica que ele usa causas
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Aedes ali, Só que ele permite gravar quinze minutinhos e
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de por vezes então vai dar mais de u Videozinho
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esta não sei quando foi dado, porque tudo isso tem.
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Se não vamos continuar, a gente estava então sobre a
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filosofia medieval eu tinha.
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Já tinha passado ele para frente, que, mas ela então
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estavam sobre a filosofia medieval.
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A gente falou sobre as características.
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A gente falou sobre o período em que essa filosofia
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medieval surgiu, porqueé o período lida no final da
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idade no final do Império Romano, em que a Igreja
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ela vê a necessidade de catequizar esses novos habitantes do
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Império Romano e aqueles povos bárbaros que também estão mesclando
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sua cultura com a cultura romana e vão surgir novos
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reinos ali.
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E aí aí a Igreja Católica, para não perder o
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poder que ela já havia adquirido ali no final do
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Império Romano, ela vai fazer o que ela vai tentar
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catequizar converter tanto esses reis bárbaros que surgiram aí, né?
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Quanto os moradores desses reinos bárbaras.
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Então a gente tem que catequizar evangelizar.
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Mas muitas dessas pessoas, principalmente os gregos, eles já tiveram
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contato e os humanos eles já tiveram contato com a
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filosofia. Então, de que forma convencer as pessoas de que
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o que está escrito na Bíbliaé uma verdade absoluta?
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Eu vou então usar a própria filosofia para convencê los
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disso. Bom pessoal a filosofia medieval elaé dividida em
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duas fases Estaé a primeira faseé a fase
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da patrística.
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Ela vai do século cinco.
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Séculos cincoé o século em que o Império Romano
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Caio vai desde do período em que ocorre a queda
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do Império Romano até o século sete.
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Esta pessoal, esse movimento chamado de patrística, porque ele vai
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se iniciar com o movimento realizado pelos padres para evangelizar
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aqueles pagãos que aprove?
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Falou para vocês tanto os povos bárbaros que agora estão
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surgindo. Vários reinos dividem as invasões os Paulos Barros, além
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do território onde antes era o Império Romano, quanto os
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gregos que já faziam parte do Império Romano por conta
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da dominação romana naquela região.
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E quando os próprios romanos, alguns humanos que já haviam
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tido contato com a filosofia e não eram ainda não
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havia ainda se convertido ao cristianismo.
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Está bom qual o objetivo da área?
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Agilização. O objetivo era fazer uma mescla, uma união entre
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fé e razão.
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Lembra do café?
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Sempreé a verdade.
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A razãoé submissa a fé.
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Issoé uma coisa importante.
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Se lembrar, principalmente nesse período da patrística está para isso.
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Eles utilizavam a Líbia, mas lembrem que eles são detentores
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da possibilidade de ler a Bíblia, porque nem todas as
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pessoas naquela época tinham conseguiu ler, não sabiam ler.
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Então, eles vão utilizar a Bíblia para trabalhar os dogmas
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que existem na região católica, como a criação do mundo,
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como o pecado original como juízo final como ressurreição, como
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luta do mal contra o Bem, porque tanto entre alguns
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povos bárbaros pessoal quanto entre os gregos, essa ideia de
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pecado não existia.
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Essa ideia de obter picado fazer algo que alguns olhos
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de Deusé errado, existia somente na Igreja Católica.
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Então eles têm que utilizar a para poder, juntamente com
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a filosofia, ensinar esses dogmas, convencer esses novos cristãos.
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Que isso realmenteé verdade, que isso realmente acontece e
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que não deve ser feito.
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Então todos, se dogmas que a gente viu a Nina,
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o Juízo Final Final do mundo, o julgamento, a criação
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do mundo por Deus, a figura do pecado, a figura
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do bem contra o mal.
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Tudo issoé queé utilizado a Bíblia no poder
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ensinaré utilizado a filosofia para poder convencer bom quem
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vai ser o principal expoente.
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Principal filósofo carinha que vai se destacar aqui nesse período
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da filosofia vai ser o Santo Agostinho de Santo Não
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não não tinha muito não, porque bem de início pessoal
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no início da sua vida.
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Santo Agostinho, apesar de ele viver no Império Romano, ele
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vivia numa região do norte da África que pertencia ao
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Império Romano.
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Ele não era questão, ele era, ele tentou de tudo
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antes dele dele se converter ao cristianismo.
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Ele havia tentado diversas outras doutrinas porque ele era um
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cara meio expressivo.
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Ele tentava encontrar uma razão para a vida dele e
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aí ele vai tentar, em diversas doutrinas, buscar a razão
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para essa vida dele.
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E depois de muito tempoé que ele vai encontrar
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no no cristianismo essa razão, essas respostas para as perguntas
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dele. Ele já havia tido contato com a Bíblia através
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da mãe dele, mas não havia se convencido, tinha tido
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contato com textos de Platão com textos filosóficos, tanto que
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ele vai usar o que há conhecimento que ele tem
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sobre Platão.
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Para justificar essa essas leituras cristãs, a Bíblia justifica o
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que tem escrito na Bíblia.
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Mas assim, depois de muito tempo, ele vai estar ouvindo
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o discurso e a esse discurso de um padre que
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estão sim,é que vai convencê lo do que do
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que disse para se converter ao cristianismo.
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Como eu falei pra vocês antes deles, cometeram este mês,
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mas já havia tido contato com as leitoras de Platão
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eé por isso que ele vai utilizar as leituras
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e Platão e oportunismo para então usar as ideias.
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As falas de Platão abandonar nas suas obras está pessoal
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que com a ideia de Platão que ele vai pegar
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e como que ele vai utilizar, lembra Dado dualismo platônico
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das ideias, do mundo sensível e do mundo inteligível, então
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ele vai.
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Ele vai adaptar essas ideias para o cristianismo e que
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ele vai dizer que ele vai dizer que o mundo
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sensível queé o mundo em que a gente vive
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aquié o mundo, terreno e o mundo inteligível que
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é o mundo das coisas perfeitas O sal onde vive
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deusa, o céu.
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Enfim, quem vai adaptar o organismo platônico para as ideias
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que estão para o que está escrito na Bíblia?
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Bom, a filosofia dele vai ser fiel ao lema dele
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vai ser filosofar na fé.
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Então, qual vai ser a frase mais defendida por Santo
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Agostinho? Pessoal, creio ou para entender?
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Então, primeiro, eu creio que depois eu como tentar compreender
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esse mundo em que eu vivo E aí depois que
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eu entendo eu reforçoà minha fé, aquele pessoal, então,
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assim queria para entender, entendo para criar pessoal.
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Outra frase que Santo Agostinho costumava falaré a fé,
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é a substância da minha vida.
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Então, eu preciso da fé para mim poder sobre ele
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para mim poder viver, Lembrando que ele achou na fé
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as respostas para aquelas dúvidas, para aqueles questionamentos que ele
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carregava durante toda a vida dele.
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Está então mais uma vez a razão e fé são
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conciliáveis, mas sempre a razãoé submissa.
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Ela Sérvia creio, para entender, ela serve para entender e
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reforça a reforçar as verdades da fé.
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Então a razão.
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Entender somente até o ponto em que não contesta as
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verdades da amiga a quem então, Por isso que a
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gente fala que a razão ela era inferior a razão,
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ela era inferior a fé.
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Ela era submissa a fé e a razão.
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Ela servia só para reforçar aquilo que estava com uma
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amiga. A partir do momento em que a razão ela
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passava a contestar aquilo que estava escrito nos escritos na
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ilha. Para ele não pode.
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Porque a verdade absoluta está na Bíblia, a fé, a
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verdade absoluta, para que eles se ossos para Santo Agostinho.
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Ou então, essa primeira fase da da filosofia medieval.
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Aí, a partir do século sete até o século catorze,
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a gente vai ter a segunda fase da luz.
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Obviamente mal.
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Essa segunda fase pessoal, ela se chama Escolástica.
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Então essa segunda parte da filosofia escolástica.
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Ela vai receber esse nome pessoal por conta das escolas
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que vão ser criadas durante o Renascimento carolíngio, por Carlos
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Magno. Não sei se vocês lembram também que a gente
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estudou durante o Império Franco no ano passado, que o
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Império Franco foi um dos principais impérios bárbaros, maior império
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bárbaro que surge ali na Europa durante as invasões bárbaras.
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E aí eram vários vizinhos O e os francos e
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fizeram reina também, mas eles vão o que vão fazer
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alianças com a Igreja e vão se a crescer que
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vão se tornar um grande império.
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E aí o Carlos Magno, que foi o principal operador,
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um dos principais operadores do Império Franco e o principal
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do Império Carolíngio, ele vai.
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Ele tinha muito interesse em pelo reconhecimento.
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Apesar dele não ter muito conhecimento, ele gostava, ele tinha
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interesse. Ele queria desenvolver esse conhecimento pela pelo seu reino,
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pelo seu império e aí ele vai criar escolas nessas
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escolas pessoal eram ensinadas coisas que diversos tipos de conhecimento,
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entre eles o conhecimento da Líbia, conhecimento cristão está e
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dentro dessas escolas a filosofia que esta filosofia medieval ela
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vai se desenvolver e vai surgir a partir de então,
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a escola.
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O conhecimento desse período vai servir para fundamentar os temas
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que vêm sendo debatidos pela patrística.
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Ou seja, vão continuar aqueles conhecimentos e vão que eram
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já divulgados durante a Patrística e vão aprimorar e não
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mais nesse período.
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Aqui os conhecimentos cristãos, O que vai ser debatido nesse
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período aqui pessoal, no período da escolástica, está e que
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vai ser aprofundado ali.
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Como eu falei para vocês dentro dessas escolas e universidades
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que vão essas coisas na origem, às universidades.
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Então, a relação entre Deus e o homem, a relação
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entre a razão e a fé e a relação entre
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o corpo e alma, eles vão debater também sobre a
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ir aquié que existe no universo e no plano
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terreno. A gente sabe que dona no segundo, a Bíblia,
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lá no céu existe maior que entre Deus e os
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anjos. E aqui na Terra também existe uma hierarquia quem
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está acima, quem?
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Quem manda, quem obedece, quemé superior e inferior, tanto
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lá no plano no céu, quanto aqui na terra.
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E como existe maior que a do céu.
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Essa hierarquia do céu justifica a hierarquia social existente aqui
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na terra.
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Só uma forma de justificar que existem pessoas que têm
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poder de pessoas que só obedece a natureza do poder,
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porque existe esse poder, qualé a função do rei
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e a função do Papa, está o que eles podem
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de que eles não podem fazer, quem manda quem obedece
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aqui, quemé mais importante, quemé superior a quem
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aqui, qualé a hierarquia existente, que tudo issoé
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debatido nessas escolas e nesses conhecimentos elaborados por esse período
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da escolástica, que continuando ainda escolástica nesse período pessoal.
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Então, como são escolas que vão dar origem a universidades,
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existia disse uma coisa que existia uma forma de debate,
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uma forma de criação de de textos chamado um método
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de criar terça-.
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Criar estudos chamado disputa disputa significava o princípio da autoridade,
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ou seja, nesse período você não precisava criar uma argumentação
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própria, uma teoria própria.
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Você tinha por obrigação utilizar a argumentação de alguma autoridade
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de algum pensador de algum escritor que já era conhecido
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naquele momento uma disputa, ela que isentava de criar argumentos.
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