Apresentação sem título

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by ana paula dalpian da costa5 views·Updated Jul 8, 2020

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  1. bom pessoal, vamos iniciar.
  2. Então um novo vídeo encontrou um aplicativo que, na internet,
  3. que ele permite gravar um vídeo gratuitamente.
  4. Mas eu acho legal a dinâmica que ele usa causas
  5. Aedes ali, Só que ele permite gravar quinze minutinhos e
  6. de por vezes então vai dar mais de u Videozinho
  7. esta não sei quando foi dado, porque tudo isso tem.
  8. Se não vamos continuar, a gente estava então sobre a
  9. filosofia medieval eu tinha.
  10. Já tinha passado ele para frente, que, mas ela então
  11. estavam sobre a filosofia medieval.
  12. A gente falou sobre as características.
  13. A gente falou sobre o período em que essa filosofia
  14. medieval surgiu, porqueé o período lida no final da
  15. idade no final do Império Romano, em que a Igreja
  16. ela vê a necessidade de catequizar esses novos habitantes do
  17. Império Romano e aqueles povos bárbaros que também estão mesclando
  18. sua cultura com a cultura romana e vão surgir novos
  19. reinos ali.
  20. E aí aí a Igreja Católica, para não perder o
  21. poder que ela já havia adquirido ali no final do
  22. Império Romano, ela vai fazer o que ela vai tentar
  23. catequizar converter tanto esses reis bárbaros que surgiram aí, né?
  24. Quanto os moradores desses reinos bárbaras.
  25. Então a gente tem que catequizar evangelizar.
  26. Mas muitas dessas pessoas, principalmente os gregos, eles já tiveram
  27. contato e os humanos eles já tiveram contato com a
  28. filosofia. Então, de que forma convencer as pessoas de que
  29. o que está escrito na Bíbliaé uma verdade absoluta?
  30. Eu vou então usar a própria filosofia para convencê los
  31. disso. Bom pessoal a filosofia medieval elaé dividida em
  32. duas fases Estaé a primeira faseé a fase
  33. da patrística.
  34. Ela vai do século cinco.
  35. Séculos cincoé o século em que o Império Romano
  36. Caio vai desde do período em que ocorre a queda
  37. do Império Romano até o século sete.
  38. Esta pessoal, esse movimento chamado de patrística, porque ele vai
  39. se iniciar com o movimento realizado pelos padres para evangelizar
  40. aqueles pagãos que aprove?
  41. Falou para vocês tanto os povos bárbaros que agora estão
  42. surgindo. Vários reinos dividem as invasões os Paulos Barros, além
  43. do território onde antes era o Império Romano, quanto os
  44. gregos que já faziam parte do Império Romano por conta
  45. da dominação romana naquela região.
  46. E quando os próprios romanos, alguns humanos que já haviam
  47. tido contato com a filosofia e não eram ainda não
  48. havia ainda se convertido ao cristianismo.
  49. Está bom qual o objetivo da área?
  50. Agilização. O objetivo era fazer uma mescla, uma união entre
  51. fé e razão.
  52. Lembra do café?
  53. Sempreé a verdade.
  54. A razãoé submissa a fé.
  55. Issoé uma coisa importante.
  56. Se lembrar, principalmente nesse período da patrística está para isso.
  57. Eles utilizavam a Líbia, mas lembrem que eles são detentores
  58. da possibilidade de ler a Bíblia, porque nem todas as
  59. pessoas naquela época tinham conseguiu ler, não sabiam ler.
  60. Então, eles vão utilizar a Bíblia para trabalhar os dogmas
  61. que existem na região católica, como a criação do mundo,
  62. como o pecado original como juízo final como ressurreição, como
  63. luta do mal contra o Bem, porque tanto entre alguns
  64. povos bárbaros pessoal quanto entre os gregos, essa ideia de
  65. pecado não existia.
  66. Essa ideia de obter picado fazer algo que alguns olhos
  67. de Deusé errado, existia somente na Igreja Católica.
  68. Então eles têm que utilizar a para poder, juntamente com
  69. a filosofia, ensinar esses dogmas, convencer esses novos cristãos.
  70. Que isso realmenteé verdade, que isso realmente acontece e
  71. que não deve ser feito.
  72. Então todos, se dogmas que a gente viu a Nina,
  73. o Juízo Final Final do mundo, o julgamento, a criação
  74. do mundo por Deus, a figura do pecado, a figura
  75. do bem contra o mal.
  76. Tudo issoé queé utilizado a Bíblia no poder
  77. ensinaré utilizado a filosofia para poder convencer bom quem
  78. vai ser o principal expoente.
  79. Principal filósofo carinha que vai se destacar aqui nesse período
  80. da filosofia vai ser o Santo Agostinho de Santo Não
  81. não não tinha muito não, porque bem de início pessoal
  82. no início da sua vida.
  83. Santo Agostinho, apesar de ele viver no Império Romano, ele
  84. vivia numa região do norte da África que pertencia ao
  85. Império Romano.
  86. Ele não era questão, ele era, ele tentou de tudo
  87. antes dele dele se converter ao cristianismo.
  88. Ele havia tentado diversas outras doutrinas porque ele era um
  89. cara meio expressivo.
  90. Ele tentava encontrar uma razão para a vida dele e
  91. aí ele vai tentar, em diversas doutrinas, buscar a razão
  92. para essa vida dele.
  93. E depois de muito tempoé que ele vai encontrar
  94. no no cristianismo essa razão, essas respostas para as perguntas
  95. dele. Ele já havia tido contato com a Bíblia através
  96. da mãe dele, mas não havia se convencido, tinha tido
  97. contato com textos de Platão com textos filosóficos, tanto que
  98. ele vai usar o que há conhecimento que ele tem
  99. sobre Platão.
  100. Para justificar essa essas leituras cristãs, a Bíblia justifica o
  101. que tem escrito na Bíblia.
  102. Mas assim, depois de muito tempo, ele vai estar ouvindo
  103. o discurso e a esse discurso de um padre que
  104. estão sim,é que vai convencê lo do que do
  105. que disse para se converter ao cristianismo.
  106. Como eu falei pra vocês antes deles, cometeram este mês,
  107. mas já havia tido contato com as leitoras de Platão
  108. eé por isso que ele vai utilizar as leituras
  109. e Platão e oportunismo para então usar as ideias.
  110. As falas de Platão abandonar nas suas obras está pessoal
  111. que com a ideia de Platão que ele vai pegar
  112. e como que ele vai utilizar, lembra Dado dualismo platônico
  113. das ideias, do mundo sensível e do mundo inteligível, então
  114. ele vai.
  115. Ele vai adaptar essas ideias para o cristianismo e que
  116. ele vai dizer que ele vai dizer que o mundo
  117. sensível queé o mundo em que a gente vive
  118. aquié o mundo, terreno e o mundo inteligível que
  119. é o mundo das coisas perfeitas O sal onde vive
  120. deusa, o céu.
  121. Enfim, quem vai adaptar o organismo platônico para as ideias
  122. que estão para o que está escrito na Bíblia?
  123. Bom, a filosofia dele vai ser fiel ao lema dele
  124. vai ser filosofar na fé.
  125. Então, qual vai ser a frase mais defendida por Santo
  126. Agostinho? Pessoal, creio ou para entender?
  127. Então, primeiro, eu creio que depois eu como tentar compreender
  128. esse mundo em que eu vivo E aí depois que
  129. eu entendo eu reforçoà minha fé, aquele pessoal, então,
  130. assim queria para entender, entendo para criar pessoal.
  131. Outra frase que Santo Agostinho costumava falaré a fé,
  132. é a substância da minha vida.
  133. Então, eu preciso da fé para mim poder sobre ele
  134. para mim poder viver, Lembrando que ele achou na fé
  135. as respostas para aquelas dúvidas, para aqueles questionamentos que ele
  136. carregava durante toda a vida dele.
  137. Está então mais uma vez a razão e fé são
  138. conciliáveis, mas sempre a razãoé submissa.
  139. Ela Sérvia creio, para entender, ela serve para entender e
  140. reforça a reforçar as verdades da fé.
  141. Então a razão.
  142. Entender somente até o ponto em que não contesta as
  143. verdades da amiga a quem então, Por isso que a
  144. gente fala que a razão ela era inferior a razão,
  145. ela era inferior a fé.
  146. Ela era submissa a fé e a razão.
  147. Ela servia só para reforçar aquilo que estava com uma
  148. amiga. A partir do momento em que a razão ela
  149. passava a contestar aquilo que estava escrito nos escritos na
  150. ilha. Para ele não pode.
  151. Porque a verdade absoluta está na Bíblia, a fé, a
  152. verdade absoluta, para que eles se ossos para Santo Agostinho.
  153. Ou então, essa primeira fase da da filosofia medieval.
  154. Aí, a partir do século sete até o século catorze,
  155. a gente vai ter a segunda fase da luz.
  156. Obviamente mal.
  157. Essa segunda fase pessoal, ela se chama Escolástica.
  158. Então essa segunda parte da filosofia escolástica.
  159. Ela vai receber esse nome pessoal por conta das escolas
  160. que vão ser criadas durante o Renascimento carolíngio, por Carlos
  161. Magno. Não sei se vocês lembram também que a gente
  162. estudou durante o Império Franco no ano passado, que o
  163. Império Franco foi um dos principais impérios bárbaros, maior império
  164. bárbaro que surge ali na Europa durante as invasões bárbaras.
  165. E aí eram vários vizinhos O e os francos e
  166. fizeram reina também, mas eles vão o que vão fazer
  167. alianças com a Igreja e vão se a crescer que
  168. vão se tornar um grande império.
  169. E aí o Carlos Magno, que foi o principal operador,
  170. um dos principais operadores do Império Franco e o principal
  171. do Império Carolíngio, ele vai.
  172. Ele tinha muito interesse em pelo reconhecimento.
  173. Apesar dele não ter muito conhecimento, ele gostava, ele tinha
  174. interesse. Ele queria desenvolver esse conhecimento pela pelo seu reino,
  175. pelo seu império e aí ele vai criar escolas nessas
  176. escolas pessoal eram ensinadas coisas que diversos tipos de conhecimento,
  177. entre eles o conhecimento da Líbia, conhecimento cristão está e
  178. dentro dessas escolas a filosofia que esta filosofia medieval ela
  179. vai se desenvolver e vai surgir a partir de então,
  180. a escola.
  181. O conhecimento desse período vai servir para fundamentar os temas
  182. que vêm sendo debatidos pela patrística.
  183. Ou seja, vão continuar aqueles conhecimentos e vão que eram
  184. já divulgados durante a Patrística e vão aprimorar e não
  185. mais nesse período.
  186. Aqui os conhecimentos cristãos, O que vai ser debatido nesse
  187. período aqui pessoal, no período da escolástica, está e que
  188. vai ser aprofundado ali.
  189. Como eu falei para vocês dentro dessas escolas e universidades
  190. que vão essas coisas na origem, às universidades.
  191. Então, a relação entre Deus e o homem, a relação
  192. entre a razão e a fé e a relação entre
  193. o corpo e alma, eles vão debater também sobre a
  194. ir aquié que existe no universo e no plano
  195. terreno. A gente sabe que dona no segundo, a Bíblia,
  196. lá no céu existe maior que entre Deus e os
  197. anjos. E aqui na Terra também existe uma hierarquia quem
  198. está acima, quem?
  199. Quem manda, quem obedece, quemé superior e inferior, tanto
  200. lá no plano no céu, quanto aqui na terra.
  201. E como existe maior que a do céu.
  202. Essa hierarquia do céu justifica a hierarquia social existente aqui
  203. na terra.
  204. Só uma forma de justificar que existem pessoas que têm
  205. poder de pessoas que só obedece a natureza do poder,
  206. porque existe esse poder, qualé a função do rei
  207. e a função do Papa, está o que eles podem
  208. de que eles não podem fazer, quem manda quem obedece
  209. aqui, quemé mais importante, quemé superior a quem
  210. aqui, qualé a hierarquia existente, que tudo issoé
  211. debatido nessas escolas e nesses conhecimentos elaborados por esse período
  212. da escolástica, que continuando ainda escolástica nesse período pessoal.
  213. Então, como são escolas que vão dar origem a universidades,
  214. existia disse uma coisa que existia uma forma de debate,
  215. uma forma de criação de de textos chamado um método
  216. de criar terça-.
  217. Criar estudos chamado disputa disputa significava o princípio da autoridade,
  218. ou seja, nesse período você não precisava criar uma argumentação
  219. própria, uma teoria própria.
  220. Você tinha por obrigação utilizar a argumentação de alguma autoridade
  221. de algum pensador de algum escritor que já era conhecido
  222. naquele momento uma disputa, ela que isentava de criar argumentos.