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Ana Carolina Carvalho
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Updated Jun 21, 2022
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Chapter 10
13:07
Chapter 11
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Auto-generated
00:01 - 00:03
Nesse segundo bloco, a gente vai seguir com a análise
00:04 - 00:06
do artigo Duzentos e vinte e cinco da Constituição Federal.
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No primeiro parágrafo
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do artigo vai dizer o seguinte Para assegurar a efetividade desse direito,
00:12 - 00:15
com o direito direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado,
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incumbe ao Poder Público a ele vai
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começar a dizer de várias obrigações do poder público.
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Então, aqui a gente não está falando de obrigações mais na coletividade,
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apenas do poder,
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a primeira obrigação do Poder Público, inciso
00:28 - 00:33
preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais
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e promover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas.
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Então ele está falando aqui da proteção de dois.
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Vamos dizer, assim, de dois grandes grupos
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das espécies
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dos ecossistemas. Ele vai falar da proteção do patrimônio genético
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no inciso
00:49 - 00:50
posterior.
00:50 - 00:51
Então
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é importante para a gente entender aqui
00:54 - 00:55
esse
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primeiro inciso,
00:56 - 01:00
quando ele fala e de processos ecológicos essenciais.
01:00 - 01:03
Eles são aqueles ciclos vitais que tornem
01:03 - 01:04
tornam possíveis
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as relações entre os seres vivos. É um ambiente, por exemplo,
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manutenção das cadeias alimentares de um, de forma que fique
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é uma dinâmica equilibrada.
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Círculo das águas,
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ciclo do carbono, ciclo de oxigênio, o ciclo do hidrogênio.
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Então todos esses ciclos
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como eu falei é sempre um equilíbrio dinâmico,
01:25 - 01:28
mas esse equilíbrio econômico tem que ser preservado.
01:28 - 01:33
Cabe ao poder Público, então, preservar esses processos ecológicos essenciais.
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É importante também
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o conceito de manejo ecológico.
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Segundo Paulo Afonso de Lei Machado A gente pode entender como manejo ecológico
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o uso dos recursos pelo homem,
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baseada em princípios e métodos que preservem a integridade dos ecossistemas,
01:49 - 01:52
com redução da interferência humana nos mecanismos de auto
01:52 - 01:55
regulação dos seres vivos e do meio físico.
01:55 - 01:58
Então, o que isso quer dizer que a gente falou que existe um equilíbrio
01:59 - 02:00
dinâmico
02:00 - 02:03
nesses processos ecológicos?
02:03 - 02:07
Um manejo ecológico é aquele que te retira os recursos naturais daquele
02:08 - 02:09
ecossistema
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sem quebrar esse equilíbrio dinâmico,
02:12 - 02:15
de forma que ele continue conseguindo se auto
02:16 - 02:16
regular.
02:17 - 02:19
A gente pode dizer que esse inciso
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foi regulamentado pela lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação.
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Que a Lei nove mil Novecentos e oitenta e cinco,
02:26 - 02:28
de dois mil, que trata então
02:28 - 02:32
das unidades de conservação, que protege e grandes áreas
02:32 - 02:33
como fim e de proteção
02:34 - 02:35
do meio ambiente.
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Segundo Inciso
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fala que cabe ao Poder público também preservar a diversidade,
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a integridade do patrimônio genético.
02:43 - 02:44
Então, no primeiro a gente falou aí
02:44 - 02:49
de ecossistemas e espécies, né? Aqui a gente está falando de patrimônio genético.
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Uma outra esfera e de proteção
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é fiscalizar as entidades dedicadas à
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pesquisa e manipulação de material genético.
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Então, a primeira coisa importante
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é que o decreto dois cinco nove traz o conceito de biodiversidade,
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não para a gente fala e de proteção do
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patrimônio genético dessa diversidade e do patrimônio genético.
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Gente vai considerar que a biodiversidade, a variabilidade de organismos vivos,
03:12 - 03:13
de todas as origens,
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compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres,
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marinhos e outros ecossistemas aquáticos
03:20 - 03:23
e os complexos ecológicos de que fazem parte,
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compreendendo ainda diversidade dentro de espécies,
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entre espécies e de ecossistemas.
03:30 - 03:33
Quando a gente fala na constituição e material
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manipulação de material genético, a gente tem que compreender
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esse conceito que é então material genético, esse patrimônio genético,
03:41 - 03:44
o conjunto do material genético,
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como todo o material, seja ele de origem vegetal, animal, microbiana
03:49 - 03:50
ou outra que contém.
03:50 - 03:54
O importante é que ele tem unidades funcionais de hereditariedade
03:54 - 03:56
com o valor real
03:56 - 04:00
ou potencial que possa ser importante para as gerações presentes ou futuras.
04:00 - 04:01
Então esse material
04:02 - 04:03
que tem
04:03 - 04:06
unidades funcionais de hereditariedade,
04:06 - 04:10
que consegue transmitir as suas características e que tem relevância e
04:10 - 04:13
para as presentes e para as futuras gerações.
04:13 - 04:14
Esse inciso
04:14 - 04:16
ele foi regulamentado
04:17 - 04:18
pela Lei
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onze mil cento e cinco, que é a Lei de Biossegurança.
04:21 - 04:25
Essa lei, por sua vez, foi regulamentada pelo Decreto cinco cinco nove um,
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de dois mil e cinco.
04:26 - 04:29
Também temos a Lei onze mil quatro Cem sessenta,
04:29 - 04:30
que fala de plantio de organismos
04:30 - 04:33
geneticamente modificados nas unidades de conservação.
04:34 - 04:34
E por fim,
04:35 - 04:38
a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação
04:38 - 04:41
também pode ser considerada como regulamentador aí
04:41 - 04:42
do
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segundo inciso I, do parágrafo primeiro.
04:45 - 04:46
Terceiro inciso
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cabe também ao poder público,
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definirá em todas as unidades da federação
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e cheia. E quando ele fala
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o poder público,
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a gente pode entender Estados, União e municípios. Todos eles podem criar
05:03 - 05:05
unidades de conservação dos seus territórios.
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Então, voltado, cabe ao poder público definido em todas as unidades da federação
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e espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos,
05:15 - 05:20
sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de Leitão. A criação
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pode ser por ato
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diferente de lei,
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mas se você quiser diminuir, modificar limites
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ou
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suprimir as unidades de conservação, só através de lei,
05:32 - 05:35
vedada qualquer utilização que comprometa a integridade
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dos atributos que justifiquem a sua proteção.
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Então, segundo ele, já considera se a gente for
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conceituar
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as unidades de conservação,
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como as áreas geográficas,
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como
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faz conceituar esses espaços territoriais protegidos,
05:50 - 05:53
como as áreas geográficas, públicas ou privadas?
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Na verdade, vai ser uma porção do território nacional,
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dotadas de atributos ambientais que requeiram sua sujeição
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pela lei
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a um regime jurídico de interesse público
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que implique sua relativa e modifica habilidade sua utilização sustentada,
06:09 - 06:13
tendo em vista a preservação e proteção dos recursos naturais.
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Então eu você para aquela área,
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como eu quero proteger aqueles recursos naturais? Essa área vai ficar sujeita
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a um regime jurídico de
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interesse público?
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Que média e o uso abusivo dos recursos naturais, a ideia
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é essa.
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Então, diante do desse artigo, duzentos e vinte e cinco
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parágrafo primeiro, Inciso Terceiro,
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a gente pode
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entender que os espaços diante desse artigo da legislação infraconstitucional
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gente pode dividir os espaços territorialmente.
06:42 - 06:43
Protegidos em dois grandes grupos,
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a gente pode falar em espaços territorialmente protegidos em sentido estrito,
06:48 - 06:49
que é
06:50 - 06:50
que
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são os regulamentados pela lei
06:52 - 06:55
do Sistema Nacional de Unidades de Conservação,
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que é o que vai
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concretizar de forma direta o que consta na Constituição,
07:02 - 07:05
que são, então, as unidades de conservação de uso integral
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ou de uso sustentável.
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A ideia é que
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nesses espaços territorialmente protegidos,
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é a Constituição prevê a possibilidade de criação,
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e cada espaço desse vai ter que ser criado por um ato da administração própria.
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É um ato de criação de um parque nacional,
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de uma reserva biológica.
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Então, para cada, para cada criação da unidade dessa semana,
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tem que ter um ato próprio, seja da união, do estado, do município.
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A gente tem também os espaços territorialmente protegidos em sentido amplo,
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que são aqueles que vão decorrer diretamente da lei,
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não precisam de um ato do administrador que os implantes.
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Na prática,
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nesse grupo a gente tem as áreas de proteção permanente,
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as reservas legais
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e as áreas de proteção especial previstas na lei e meia.
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Sete, meia meia de setenta e nove.
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Então, nesses casos, por exemplo, da app e da Reserva Legal,
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basta o Código Florestal, determinando aquelas metragens,
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por exemplo, de proteção mais de
08:04 - 08:05
diária é
08:05 - 08:08
marginal dos leitos dos rios.
08:08 - 08:12
Basta aquela determinação do Código Florestal, que a pessoa passa a ser obrigado aí
08:12 - 08:14
a proteger aquela área de proteção
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permanente ou é obrigada a reservar aquela
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área de reserva legal dentro da sua propriedade
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continuam? Inciso quarto, Cabe também ao poder público exigir, na forma da lei,
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para instalação de obra ou atividade potencialmente
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causadora de significativa da gravação do meio ambiente
08:34 - 08:39
o estudo prévio de impacto ambiental. Há que se dar a publicidade,
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não vamos lá
08:40 - 08:44
que a gente tem que prestar atenção aqui, o estudo de impacto ambiental,
08:45 - 08:48
que é o que está sendo mencionado ao início da Constituição,
08:48 - 08:50
ele é uma espécie de avaliação
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de impacto ambiental. Existem outros tipos de avaliação de impacto ambiental
08:56 - 08:58
e o estudo de impacto ambiental é apenas uma espécie.
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O estudo de impacto ambiental se
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desenvolve dentro de um procedimento administrativo
09:05 - 09:09
que se chama procedimento de licenciamento ambiental.
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Não é todo o licenciamento ambiental que precisa de um
09:13 - 09:16
estudo de impacto ambiental se desenvolvendo no seu interior.
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A gente vai ter que ter um estudo de impacto ambiental
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quando a instalação de obra
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ou atividade potencialmente causadora de significativa
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desculpa quando a instalação de obra ou atividade for causadora
09:30 - 09:34
potencialmente ou de fato de significativa degradação do meio ambiente.
09:34 - 09:35
Nesse caso,
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o estudo de impacto ambiental
09:37 - 09:37
é
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obrigatório, não está na discricionariedade da administração
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é exigir ou não o estudo de impacto ambiental. Nessa hipótese,
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o Estudo de Impacto Ambiental
09:48 - 09:52
ele veio previsto na análise dezanove, três, oito, de oitenta e um
09:52 - 09:53
e é regulamentado por
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duas resoluções do Banco do Conama
09:56 - 10:00
a número um de oitenta e seis a dois, três sete, de noventa e sete.
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Há também previsão do Estudo de Impacto Ambiental
10:03 - 10:06
a lei onze mil cento e cinco e na Lei Complementar cento e quarenta,
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de dois mil e um.
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Então,
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como eu falei os estudos de impacto ambiental e
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obrigatório nessas hipóteses significativa da gravação do meio ambiente
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e ele deve ser
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prévio, porque a ideia
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é que você
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previna e a ocorrência de um dano ambiental. A ideia do estudo é justamente
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você
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analisar a
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localização do empreendimento, se adequado àquela localização,
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se é possível mitigar aqueles efeitos ou até
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se é viável de fato aquele empreendimento que,
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se for
10:35 - 10:39
verificado no Estudo de Impacto ambiental, que os impactos vão ser muito grandes,
10:40 - 10:43
o órgão ambiental pode indeferir o licenciamento
10:43 - 10:44
ambiental daquela atividade.
10:45 - 10:48
Então é uma aplicação direta dos princípios da prevenção
10:48 - 10:49
da precaução,
10:50 - 10:55
seguindo para Paulo Affonso Leme Machado que a gente pode conceito aí
10:55 - 10:59
como significativo significativa degradação.
10:59 - 11:00
Para ele,
11:00 - 11:05
essa ideia tem o sentido de que existe uma possibilidade mais do que detectável,
11:05 - 11:09
mas sem necessariamente não precisa que seja uma coisa muito grave ou substancial,
11:10 - 11:13
significativa degradação na degradação que você consegue detectar.
11:13 - 11:15
Não precisa ser uma coisa gravíssima
11:15 - 11:17
ou uma coisa substancial
11:17 - 11:18
nos termos aí
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do que entende e Paulo Affonso Leme Machado
11:22 - 11:23
Impacto ambiental
11:23 - 11:27
Esse conceito a gente tem lá na Lei da Política Nacional do Meio Ambiente,
11:27 - 11:28
no artigo Terceiro
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Inciso Terceiro, também
11:30 - 11:34
ela vai dizer o seguinte impacto ambiental, então é significativo
11:34 - 11:37
impacto ambiental. A gente pouco significativa é aquele que é
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detectado impacto ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas,
11:42 - 11:45
químicas e biológicas do meio ambiente,
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causada por qualquer forma de matéria e energia resultante das atividades humanas
11:50 - 11:54
que, direta ou indiretamente, afetam a saúde,
11:54 - 11:56
a segurança e o bem estar da população,
11:57 - 12:00
as atividades sociais e econômicas, a biota,
12:00 - 12:03
as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente,
12:03 - 12:05
a qualidade dos recursos ambientais.
12:06 - 12:09
Nesse sentido, a resolução Conama um, de oitenta e seis, que a gente citou
12:09 - 12:10
um pouco mais
12:12 - 12:13
anteriormente,
12:13 - 12:14
ela fala,
12:14 - 12:17
Ela traz no seu interior um rol de atividades
12:17 - 12:19
em que aí uma presunção de que elas causam
12:20 - 12:22
impacto, mas obviamente acirrou. Não é taxativo.
12:24 - 12:26
Trouxe aqui uma jurisprudência do STJ
12:26 - 12:30
desculpa que fala justamente isso dessa impossibilidade
12:30 - 12:30
do
12:31 - 12:35
poder público abrir mão do licenciamento, do Estudo de Impacto Ambiental.
12:35 - 12:38
Quando a gente tiver uma hipótese de significativo impacto ambiental,
12:39 - 12:40
então, vamos lá
12:40 - 12:44
a norma impugnada ao dispensar a elaboração de estudo prévio
12:44 - 12:47
de impacto ambiental no caso de áreas de florestamento,
12:47 - 12:50
reflorestamento para fins empresariais,
12:50 - 12:53
queria sessão incompatível com o disposto no mencionado
12:53 - 12:56
inciso quatro do parágrafo primeiro do artigo.
12:56 - 12:58
Duzentos e vinte e cinco da Constituição Federal,
12:58 - 13:00
ação julgada procedente para declarar
13:00 - 13:04
a inconstitucionalidade do dispositivo constitucional
13:04 - 13:05
catarinense
13:05 - 13:06
sobem forte,
13:08 - 13:09
continuando
13:10 - 13:12
controlar a produção,
13:12 - 13:17
a comercialização também dever do poder público controlar a produção,
13:17 - 13:19
a comercialização e emprego de técnicas,
13:19 - 13:22
métodos e substâncias que comportem risco para a vida,
13:23 - 13:24
a qualidade de vida
13:24 - 13:28
e o meio ambiente. Aqui também a incidência do princípio da precaução
13:29 - 13:31
entre a prevenção, a ideia é que você
13:31 - 13:33
se antecipe ao dano para que ele não ocorra.
13:33 - 13:37
Você controle a produção, a comercialização e emprego.
13:37 - 13:39
Para que disso não ocorre. Um dono
13:39 - 13:43
é a ideia, que é de gestão, de riscos em matéria ambiental.
13:43 - 13:47
E aí a gente pode fazer aqui uma remissão ao artigo vinte e três,
13:47 - 13:48
no inciso quatro,
13:48 - 13:53
fala que a competência como administrativa dos três entes federativos
13:54 - 13:58
controlar a poluição em qualquer de suas formas No âmbito legislativo,
13:58 - 13:59
a competência
14:00 - 14:02
concorrente O artigo vinte e quatro,
14:02 - 14:04
inciso quatro, fala em controle
14:05 - 14:06
da poluição.
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