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Ana Carolina Carvalho
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Updated Jun 5, 2022
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Chapter 1
01:57
Chapter 2
02:45
Chapter 3
03:52
Chapter 4
05:38
Chapter 5
07:52
Chapter 6
09:24
Chapter 7
12:12
Chapter 8
13:01
Chapter 9
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Auto-generated
00:01 - 00:04
Olá, esse é o nosso segundo bloco da nossa primeira aula,
00:04 - 00:06
cujo tema é meio ambiente na Constituição.
00:07 - 00:08
A primeira aula gente falou
00:09 - 00:13
do caput do artigo Duzentos e vinte cinco tratamos da origem do direito ambiental,
00:13 - 00:15
falamos do caput do artigo Duzentos e vinte e cinco.
00:15 - 00:16
Nesse segundo bloco,
00:16 - 00:19
a gente vai começar a falar então dos parágrafos desse mesmo artigo
00:20 - 00:21
primeiro parágrafo,
00:21 - 00:23
então do artigo duzentos e vinte e cinco vai
00:23 - 00:26
dizer o seguinte Para assegurar a efetividade desse direito,
00:26 - 00:28
incumbe ao poder público,
00:28 - 00:29
então
00:29 - 00:32
nesses incisos, a gente vai falar de obrigações só
00:32 - 00:33
do poder público,
00:34 - 00:37
embora a gente tenha visto que, no caput da obrigação
00:37 - 00:39
de proteção do meio ambiente,
00:39 - 00:42
não só do poder público, mas também da coletividade,
00:43 - 00:44
na primeira obrigação do poder público,
00:44 - 00:49
é preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais
00:49 - 00:53
e promover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas.
00:54 - 00:55
Primeira observação Aqui a gente
00:55 - 00:59
pode entender como processos ecológicos essenciais
00:59 - 01:05
são os ciclos vitais que tornam possíveis as relações entre os seres vivos
01:05 - 01:06
e o ambiente,
01:06 - 01:11
por exemplo, exemplo de processos ecológicos essenciais, que são essas relações
01:12 - 01:13
em que ambiente e seres vivos
01:14 - 01:16
Manutenção de cadeias alimentares,
01:16 - 01:18
os círculos das águas,
01:18 - 01:22
ciclo do carbono e oxigênio. Se a produto hidrogênio
01:22 - 01:26
são todos, então processos ecológicos essenciais,
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segundo ponto importante que
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é preciso primeiro
01:30 - 01:33
a ele, vai tratar da biodiversidade de espécies
01:33 - 01:35
e ecossistemas
01:35 - 01:35
e
01:35 - 01:37
a biodiversidade relativa
01:38 - 01:38
a
01:38 - 01:40
patrimônio genético.
01:40 - 01:42
Ela vai ser tratada
01:43 - 01:44
ou preciso. Então, aqui a gente
01:44 - 01:45
falar
01:45 - 01:48
de biodiversidade, de espécies e ecossistemas
01:48 - 01:52
e erra sistemas, desculpa a biodiversidade genética
01:52 - 01:53
vai ficar
01:53 - 01:54
para
01:54 - 01:55
preciso seguir
01:56 - 01:57
para o inciso dois,
01:58 - 02:00
ainda dentro desse inciso, importante a gente dizer
02:02 - 02:04
conceitual, que é manejo ecológico.
02:04 - 02:06
Segundo Paulo Affonso Leme Machado,
02:06 - 02:09
o manejo ecológico a utilização dos recursos naturais pelo homem,
02:10 - 02:13
baseada em princípios e métodos que preservem
02:13 - 02:16
o que a integridade desse ecossistema,
02:16 - 02:19
desses processos ecológicos essenciais,
02:19 - 02:24
com redução da interferência humana nos mesmos mecanismos de auto regulação
02:25 - 02:26
dos seres vivos
02:26 - 02:27
e do meio físico.
02:27 - 02:32
Esse inciso que fala então desse tipo de biodiversidade, de ecossistemas
02:33 - 02:33
e espécies,
02:33 - 02:37
ele regulamentado pela Lei nove mil e novecentos e oitenta e cinco de dois mil,
02:38 - 02:41
é a lei do Sistema nacional de unidades de conservação.
02:41 - 02:43
A gente vai ter uma aula específica
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sobre essa lei mais lá na frente,
02:46 - 02:49
continuando segundo obrigação do Poder público,
02:49 - 02:55
é de preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do país
02:55 - 02:59
e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e material
02:59 - 03:02
de material genético. Então ele tem duas obrigações aqui
03:02 - 03:05
preservar a diversidade do material genético
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do patrimônio genético e, segundo obrigação,
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fiscalizar essas entidades que fazem pesquisa e manipulação
03:12 - 03:13
de material genético.
03:13 - 03:15
Aqui, vale a gente citar
03:15 - 03:17
o conceito de biodiversidade,
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que consta lado o Decreto dois mil quinhentos e dezanove, de noventa e oito.
03:21 - 03:22
Ele diz o seguinte
03:23 - 03:24
a biodiversidade
03:24 - 03:29
e a variabilidade de organismos vivos de todas as origens,
03:29 - 03:33
compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres,
03:33 - 03:36
marinhos e outros ecossistemas aquáticos
03:36 - 03:37
e os complexos
03:38 - 03:41
ecológicos de que fazem parte, compreendendo ainda
03:41 - 03:45
a diversidade dentro de espécies entre espécies e de ecossistemas.
03:46 - 03:47
Trata se, então, de conceito legal
03:48 - 03:48
que consta lá
03:49 - 03:50
do Decreto dois mil quinhentos
03:50 - 03:52
e dezanove de noventa e oito.
03:53 - 03:53
Por fim,
03:54 - 03:56
ainda dentro desse
03:57 - 03:58
inciso,
03:58 - 04:02
vale a gente dizer então falar especificamente dessa expressão, uma
04:02 - 04:05
manipulação de material genético,
04:05 - 04:09
o patrimônio genético, a gente vai entender ele como conjunto
04:10 - 04:14
de material genético. Aí foi apreendido todo o material de origem vegetal e
04:14 - 04:15
animal
04:15 - 04:18
ou microbiano, ou outra
04:18 - 04:23
qual é o aspecto fundamental aqui que contenha unidades de hereditariedade
04:24 - 04:26
com o valor real ou potencial que possa
04:26 - 04:29
ser importante para os presentes ou futuras gerações.
04:30 - 04:30
Então,
04:30 - 04:34
é importante aqui para a gente falar de material genético de patrimônio genético.
04:35 - 04:36
É que tenha
04:36 - 04:41
que esse material, para que ele seja de fato relevante, ele tem que conter
04:42 - 04:44
unidades funcionais de hereditariedade
04:45 - 04:50
e além disso, ele terá o valor real potencial para os presentes ou futuras gerações.
04:50 - 04:53
Esses dois requisitos aí que são fundamentais
04:55 - 04:56
esse
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inciso ele foi regulamentado pela Lei onze mil
05:01 - 05:04
cento e cinco, de dois mil e cinco que a Lei de Biossegurança.
05:05 - 05:06
Essa lei, por sua vez,
05:06 - 05:09
foi regulamentada pelo Decreto cinco mil quinhentos e noventa e um,
05:09 - 05:10
de dois mil e cinco.
05:11 - 05:14
A gente tem ainda a Lei onze mil quatro cem sessenta, de dois mil e sete,
05:14 - 05:16
que fala de plantios de organismos
05:16 - 05:19
geneticamente modificados nas unidades de conservação.
05:19 - 05:23
E, por fim, também a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação
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vai tratar.
05:26 - 05:28
Acaba regulamentando também
05:28 - 05:31
essa proteção ainda a biodiversidade do ano,
05:31 - 05:36
patrimônio genético do material genético do nossa, da nossa flora, da nossa fauna,
05:40 - 05:41
continuando
05:42 - 05:43
no inciso terceiro.
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É também então,
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obrigação do poder Público definir em todas as unidades da federação
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espaços territoriais e seus componentes. A serem especialmente protegidos,
05:56 - 06:00
sendo a alteração e a superação permitidas somente através de lei.
06:00 - 06:02
Então a primeira observação importante aqui
06:03 - 06:06
a criação pode ser feita por outro ato normativo por outra espécie,
06:07 - 06:08
mas para você alterar
06:08 - 06:09
ou suprimir
06:10 - 06:11
essas unidades,
06:11 - 06:15
esses espaços territorialmente protegido somente através de lei,
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vedada qualquer utilização que comprometa a integridade
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dos atributos que justifiquem a sua proteção.
06:22 - 06:24
Então é uma área que tem atributos
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naturais muito relevantes e que esses atributos então
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ao justificar a criação
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de um regime próprio de proteção para aquela área,
06:34 - 06:35
então, em razão disso,
06:35 - 06:39
essa área jamais vai poder ser utilizada de forma que esses atributos restem
06:40 - 06:41
prejudicados
06:41 - 06:42
José Afonso da Silva
06:43 - 06:44
conceituar
06:44 - 06:48
esses espaços territoriais protegidos da seguinte forma
06:48 - 06:51
são áreas geográficas, públicas ou privadas.
06:51 - 06:55
A gente vai ver isso na lei que fala do Sistema Nacional de Unidades de Conservação.
06:55 - 06:57
Elas são, então uma porção do território nacional
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dotadas de atributos ambientais,
07:01 - 07:04
como a gente acabou de falar que requeiram sua sujeição
07:04 - 07:05
pela lei
07:05 - 07:08
ao regime jurídico de interesse público
07:08 - 07:14
que implique sua relativa e modifica habilidade sua utilização sustentada,
07:14 - 07:16
tendo em vista a preservação
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e a proteção dos recursos naturais.
07:18 - 07:20
Então em razão desse atributo,
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eu separo aquela área
07:23 - 07:26
e sujeito ela o regime jurídico especial?
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Que quais?
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Uma qual finalidade de tornar
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aquele aquele ambiente, aquele ecossistema
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relativamente
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é
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impossível de ser modificado?
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A única, a
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única forma de uso dele vai ser uma forma sustentada quando for permitido,
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tendo em vista sempre a preservação e
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a proteção desses atributos desses recursos naturais,
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a jurisprudência de vida,
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esses espaços territorialmente protegidos em duas espécies,
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a primeira são espaços territorialmente protegidos em sentido estrito,
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que são as unidades de conservação que são regulamentadas lá
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pela lei nove mil novecentos e oitenta e cinco,
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que podem ser criadas em âmbito estadual.
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É municipal ou federal? A gente tem unidades de conservação nas três esferas
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e essas
08:22 - 08:24
unidades de conservação,
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além da previsão genérica de criação dessas
08:28 - 08:30
espécies aí de unidades de conservação,
08:31 - 08:35
para que elas existam, na prática, precisa de ato de um ato do poder público,
08:36 - 08:39
criando cada uma das unidades de conservação especificamente,
08:40 - 08:44
e os espaços territorialmente protegidos em sentido amplo, por sua vez,
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são as áreas de proteção permanente,
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as reservas legais e as áreas de proteção especial previstas na lei,
08:51 - 08:53
nem a sete meia meia de setenta e nove,
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que fala do parcelamento do solo urbano.
08:56 - 08:57
Nesse caso,
08:57 - 09:01
basta previsão legal, por exemplo basta o Código Florestal
09:02 - 09:06
determinando quais são as metragens de áreas de proteção Permanente.
09:06 - 09:08
Qual o percentual da reserva legal
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que ela já implantada automaticamente?
09:10 - 09:13
Você não precisa de um ato específico do poder público
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para cada propriedade rural, para determinar
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qual é a PPP,
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por exemplo,
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Maker eleito daquele rio determinado que passa dentro daquela propriedade,
09:25 - 09:26
siguiendo
09:27 - 09:28
inciso quatro.
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Outra obrigação aí do poder público
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exigir na forma da lei,
09:33 - 09:37
para instalação de obra ou atividade potencialmente
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causadora de significativa degradação do meio ambiente.
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O estudo prévio de impacto ambiental a que se dará a publicidade
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é um estudo de impacto ambiental.
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Na verdade, ele é uma espécie de um gênero que chama
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a avaliação
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de impacto ambiental.
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Existem outros tipos de avaliação de impacto ambiental
09:57 - 10:00
que não apenas o estudo de impacto ambiental
10:01 - 10:02
e o estudo de
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impacto ambiental. Além de ser uma espécie desse gênero,
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ele se desenvolve no interior de um
10:07 - 10:09
procedimento administrativo,
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o que se chama licenciamento ambiental. Então é importante a gente distinguir o
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estudo de impacto ambiental,
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avaliação de impacto ambiental
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e licenciamento ambiental.
10:20 - 10:24
São três coisas diferentes que muitas vezes as pessoas acabam confundindo
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os estudos de impacto ambiental,
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ele vai se desenvolver
10:28 - 10:31
no interior do procedimento do licenciamento ambiental.
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Toda a vez
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em que existe,
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em toda vez que a gente tiver falando de uma obra ou atividade
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potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente,
10:43 - 10:44
esse
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inciso ele regulamentado, ele é previsto
10:48 - 10:50
na lei da Política Nacional do Meio Ambiente.
10:50 - 10:52
E quem vai regulamentar, de fato,
10:52 - 10:54
a forma como acontece em um estudo de
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impacto ambiental são as resoluções Conama número um,
10:56 - 11:00
de oitenta e seis e número duzentos e trinta e sete, de noventa e sete.
11:00 - 11:03
A previsão também do Estudo de Impacto Ambiental
11:03 - 11:06
na lei onze mil cento e cinco, de dois mil e cinco,
11:06 - 11:08
e na Lei Complementar Cento e quarenta,
11:09 - 11:10
de dois mil e um
11:10 - 11:12
que vai especificar. Então, aqui
11:12 - 11:18
a cada esfera de governo, quais são os tipos a quem cabe cada tipo de licenciamento.
11:19 - 11:23
Importante aqui que a Constituição é expressa em dizer que ele deve ser
11:23 - 11:24
prévio,
11:24 - 11:28
é obrigatório nos casos de obra ou atividade
11:28 - 11:31
causadora de significativa de gravação, meio ambiente.
11:31 - 11:32
Então a primeira observação
11:32 - 11:33
ele tem que ser
11:33 - 11:37
prévio porque a gente está falando de uma aplicação dos princípios da prevenção
11:37 - 11:41
e da precaução, porque depois que o dono ambiental acontece,
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é muito difícil de você conseguir reparar.
11:44 - 11:46
Então, a ideia do licenciamento ambiental
11:46 - 11:50
é uma ideia nitidamente de prevenção para que você
11:51 - 11:55
estude o impacto que aquela atividade vai causar no meio ambiente,
11:55 - 11:58
para verificando que o impacto é muito grande
11:58 - 11:59
você ou
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negar o licenciamento ambiental
12:02 - 12:08
ou exigir medidas de mitigação e compensação para que o impacto, caso
12:08 - 12:11
seja o entendimento de deferimento da licença ambiental,
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ainda dentro desse para Recife inciso.
12:16 - 12:17
É importante a gente dizer
12:18 - 12:22
que é que a gente deve entender como significativa degradação Quem
12:22 - 12:24
ajuda a gente nesse ponto ao Paulo Affonso Leme Machado,
12:24 - 12:25
que vai dizer o seguinte
12:26 - 12:28
ela tem um sentido de que existe o
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que a gente pode entender como significativa degradação?
12:31 - 12:35
Existe uma possibilidade mais do que detectável,
12:35 - 12:38
mas sem necessariamente chegar ao nível grave.
12:38 - 12:42
O substancial, então significativa degradação, quer dizer que a grave
12:42 - 12:45
que tudo que não seja grave, não preciso de licenciamento, não
12:45 - 12:46
é uma
12:46 - 12:47
degradação
12:47 - 12:51
significativa. Detectável a isso que ele quer
12:51 - 12:51
dizer
12:52 - 12:55
significativa, quer dizer que você consegue detectar lhe
12:55 - 12:57
uma grave, uma degradação que é relevante?
12:57 - 13:02
Não precisa ser grave ou substancial nas palavras de Paulo Afonso.
13:03 - 13:05
Importante também dizer aqui
13:06 - 13:07
que lá na Lei
13:07 - 13:09
da Política Nacional do Meio Ambiente mil
13:09 - 13:12
nove três oito Artigo terceiro Inciso três
13:12 - 13:15
ele vai definir o que é impacto ambiental
13:16 - 13:16
era ela
13:16 - 13:18
vai ceder. Nesse conceito
13:18 - 13:19
legal,
13:19 - 13:24
consta nos seguintes termos é qualquer alteração das propriedades físicas,
13:24 - 13:28
químicas e biológicas do meio ambiente, causado por qualquer forma de matéria
13:29 - 13:32
ou energia resultantes das atividades humanas
13:32 - 13:35
que, direta ou indiretamente, afetem a saúde,
13:35 - 13:37
a segurança e o bem estar da população,
13:37 - 13:39
as atividades sociais e econômicas,
13:40 - 13:43
a biota, as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente,
13:44 - 13:48
as qualidades dos recursos ambientais. Então é um conceito bem
13:48 - 13:51
lá, na resolução Conama um, de oitenta e seis,
13:51 - 13:54
a gente também tem um rol de atividades que são, quando
13:54 - 13:55
consideradas
13:56 - 13:58
como causadoras
13:58 - 14:01
de significativo impacto ambiental. Então aquele gol
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já é o rock e já
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traz para
14:06 - 14:07
o empreendedor
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a segurança de saber. Olha a minha atividade Costa, aqui,
14:11 - 14:13
ela é considerada de significativo impacto.
14:14 - 14:15
Tenho que ter
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fazer um estudo de impacto ambiental nesse caso concreto
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