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A Escola de Frankfurt

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Milena Santiago

on 23 October 2013

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A Escola de Frankfurt
A Escola de Frankfurt
A obra de arte na era técnica
"(...) o capitalismo criara sem querer as condições para uma democratização da cultura, ao tornar os bens culturais objeto de produção industrial"
A cultura como mercadoria
Conceito de indústria cultural: cultura como mercadoria.
Prática social através da qual a produção cultural e intelectual passa a ser orientada em função de sua possibilidade de consumo no mercado.
Produzir ou adaptar obras de arte segundo um padrão de gosto bem-sucedido e desenvolver as técnicas para colocá-las no mercado.
A colonização pela publicidade: mecanismo de mediação estética.
Harmonia dos setores industriais: a produção estética integra-se à produção mercantil em geral.
"O que somos depende dos bens que podemos comprar e dos modelos de conduta veiculados pelos meios de comunicação".
Surgimento de poderosas empresas de multimídia que passam a conferir um poder cada vez maior às tecnologias de reprodução e bens culturais.
A família, a escola, e a religião passam a deixar de exercer sua influência socializadora para as empresas de comunicação.
As obras de arte e as próprias ideias, senão as pessoas, são criadas, negociadas, e consumidas como bem cada vez mais descartáveis.
A publicidade é o elixir da indústria cultural.
A colonização da esfera pública
Para Habermas, a cultura de mercado, embora pretenda ser apolítica, representa ela mesma uma forma de controle social ou mando organizacional.
Dialética do iluminismo e indústria cultural
Alguns integrantes já citados
Adorno, Horkheimer, Erich Fromm, Marcuse: conceito de indústria cultural
Estamos na Alemanha, no século XX.
Coletivo de pensadores e cientistas sociais;
Análise da mídia como indústria;
Propunha a formulação de uma teoria crítica geral sobre a sociedade de consumo;
A partir de teses de Marx, Freud e Nietzsche.
Walter Benjamin e Siegfried Kracauer: criadores da pesquisa crítica em comunicação
Habermas e A. Schmidt: esfera pública; tentativa de criar uma teoria geral da ação comunicativa
Alguns integrantes da "Segunda Geração"
Horkheimer e Adorno criaram o conceito de indústria cultural.
Sua obra principal é chamada "Dialética do Iluminismo".
Essa Dialética representa um projeto moderno de criar a ideia dos seres humanos como livres e distintos.
Segundo a sociedade capitalista:
A população é mobilizada a se engajar nas tarefas necessárias à manutenção do sistema econômico e social;
Consumo estético massificado e articulado pela indústria cultural;
Exploração mercantil da cultura;
Processos de formação de consciência.
Para Benjamin e Kracauer, o avanço tecnológico, sobretudo em sua dimensão comunicacional, inaugurou um processo de democratizção da cultura.
Lógica fordista no modo de produção dos bens culturais, como o cinema e a música.
"A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica", de Benjamin: o avanço tecnológico das comunicações permitiu que a arte e a cultura extrapolassem seus limites físicos tradicionais.
Processos produtivos da arte e da cultura permitiram a dinamização desses bens para além do domínio burguês.
Isso "permitiria o avanço revolucionário das massas".
Para Adorno, esses próprios meios impediriam o processo revolucionário "por terem sido colocados a serviço de uma indústria cultural que já havia se convertido em sistema".
“A cultura de massa recebe o seu duvidoso nome exatamente por conformar-se às necessidades de distração e diversão de grupos de consumidores com nível de formação relativamente baixo, ao invés de, inversamente, formar o público mais amplo numa cultura intacta em sua substância.” (Habermas)
Considerações Finais
A leitura apressada desses autores pretende que eles foram contra a cultura popular, a mídia e a tecnologia. Entretanto, eles eram apenas críticos desse modo de produção.
"Os pensadores frankfurtianos criticaram a cultura de massa não porque ela é popular mas, sim, porque boa parte dessa cultura conserva as marcas das violências e da exploração a que as massas têm sido submetidas desde as origens da história. A linguagem rebaixada, o menosprezo da inteligência e a promoção dos nossos piores instintos (...)". (Rüdiger)
Comunicação e Sociedade
As comunicações não "manipulam" ou "impõem ideologias".
Fornecem as informações que colaboram para seu esclarecimento.
Proporcionam o entretenimento que as pessoas procuram.
"A prática de indústria cultural desenvolve-se com base no mecanismo de oferta e procura, explorando necessidades e predisposições individuais que não são criadas por ela, mas, sim, pelo processo histórico global da sociedade capitalista", afima Rüdiger.
Em estados totalitários e em estados democráticos:
A figura do cidadão foi reduzida diante à do consumidor.
A política se tornou objeto de espetacularização.
"Mudança estrutural da esfera pública", de Habermas: economia de mercado fez a imprensa ascender.
Criação de um espaço público marcado essencialmente pela circulação da mídia impressa.
Essa mídia permitiu à burguesia desenvolver uma consciência crítica em relação às autoridades tradicionais, como o Estado e a Igreja.
Contexto Histórico-Social
Europa assolada por regimes totalitário de ultra-direita;
Burocratização da URSS;
Estalinismo decepcionava marxistas por toda a Europa;
Autores da Teoria da Dialética do Iluminismo - refugiados nos EUA - começavam a perceber quem em regimes democráticos também se faziam presentes tendências totalitárias;
Contexto Histórico-Social
No campo cultural:
Era de Ouro em Hollywood;
Estrelas do Jazz;
Animações da Disney circulavam no cinema.
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