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Fisiopatologia das Epilepsias

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by

Claudinei Biazoli

on 15 July 2015

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Transcript of Fisiopatologia das Epilepsias

Fisiopatologia das Epilepsias
Roteiro
Um pouco de história

Conceitos preliminares

Terminologia

Classificação

Da clínica aos mecanismos da doença ... ( o diagnóstico)

... e de volta a clínica (o tratamento)

E qual é a causa?

Resumo
Um pouco de história
John Hughlings Jackson
Terminologia
Crise : alteração súbita e transitória do comportamento

Crise epiléptica : crise devido a descarga
anormal, excessiva e sincrônica
de conjunto de neurônios (pp. corticais)

Crise sintomática aguda : crise epiléptica com causa
aguda
conhecida

Epilepsia : Distúrbio do funcionamento cerebral caracterizado por crises
recorrentes
(não sintomáticas agudas)
Resumo
Classificação das síndromes epilépticas (+de 40)
Como pensam os neurologistas? - sinais e sintomas - diagnóstico sindrômico - topográfico - etiológico
Tratamento 1
Generalizadas x focais
Generalizadas
Ausência da infância
hipótese da hiper-excitabilidade cortical difusa
hipótese centro-encefálica

atividade marcapasso em núcleos do tronco e tálamo
mediado por canal de Ca2+ tipo T
diferente do PDS, atividade GABAérgica está mantida

Provavel envolvimento de vias monoaminérgicas difusas
Classificação das crises

I - Parciais ou focais
A - Parcial simples
B - Parcial complexa
C -
Parcial complexa com generalização secundária

II - Generalizadas (convulsivas ou não convulsivas)
A -
Ausência
B - Mioclônica
C - Clônica
D - Tônica
E - Tônico-clônica
F - Atônica

III - Não classificáveis
Eletroencefalograma (EEG)
Atividade de conjuntos de neurônios - pp piramidais do córtex

Mede sinais elétricos intra e inter-celulares

Eletrodos na superfície escalpeana

Padrões típicos de atividade em vigilia e sono

alfa
beta
delta
teta
Diagnóstico topográfico
Aura
Sincronização
PDS - 1 neuronio espícula no EEG - alguns milhões
Influências inibitórias locais ("ambiente inibitório)
Sincronização
labilidade da transmissão GABAérgica
mudanças crônicas na estrutura de dentritos, densidade de canais ou receptores, ou íons
propagação retrógrada
Generalizadas
Da clínica aos mecanismos da doença
Fisiopatologia celular

hiperpolarização paroxística - PDS
Localização do foco com o EEG
Mas tratar não é só dar remédio...
Estigma

Crise é emergência?
A crise se espalha pelas circuitarias neurais
Funcionamento do cérebro humano
"Experimentos naturais"
Análise das crises epilépticas
Descrição dos fenômenos
Início da crise = localização
Tratamento cirúrgico
Mapeamento da neuronatomia funcional
Ictus : at. eletrica anormal sustentada, com início e fim no EEG
1 - Síndromes Focais
1.1 - Idiopáticas relacionadas a idade
1.2 - Sintomática

2 - Síndromes Generalizadas
2.1 - Idiopáticas relacionadas a idade
2.2 - Sintomática

3 - Criptogênica
CPC
CSG
Pós ictal
tempo
Localização ?
E como porque acontece o PDS?
Generealizadas
Focais :
Farmacologia
E o que causa?
Propriedades da membrana (canais dependentes de voltagem)
Atividades sinápticas excitatórias (glutamato) e inibitórias (GABA)
Modelos animais e in-vitro
Fatia de hipocampo isolado
redução de 20% da função sinaptica inibitória = atividade epileptiforme

aumento de atividade excitatória

Modelos de epileptogenese
elétrico - kindling
químico - Pilocarpina - perda neuronal (EMT)
Dos mecanismos de doença à clínica
Aura
CPC
CSG
Pós ictal
tempo
Marcha Jacksoniana
Focal
Despolarização prolongada
Disparos de PA
FASE Tônica
ciclos de despolarização-
-repolarização
FASE Clônica
At. ep. interictal
s/ sintomas
PDS
hiperpolarização
Heterogêneas
Mecanismos celulares diferentes das parciais

Tratamento Farmacológico
Mecanismos diferentes, medicamentos diferentes
Princípio geral : diminui at. excitatória, aumenta at. inibitória
Focais - Carbamazepina ou Lamotrigina
Generalizada - Valproato ou Lamotrigina
Ausência - Etosuximida ou Valproato

Benzodiazepínicos
Canais de Na+ dependentes de voltagem
Carbamazepina, lamotrigina, fenitoína

Canais de Cálcio
Etosuximida

GABA
Fenobarbital, benzodiazepínicos

Múltiplos mecanismos
Valproato
Como pensam os neurologistas? - sinais e sintomas - diagnóstico sindrômico - topográfico -
etiológico
crises sintomáticas - virtualmente qualquer insulto ao cérebro
Epilepsias idiopáticas nas criaças : Genéticas - herança complexa
Epilepsias idiopáticas no Adulto
1 - Esclerose Mesial Temporal
2 - Heterotopia
3 - Displasia cortical focal
Epileptogênese - Mecanismos causais
Problemas psico-socias
Fisiopatologia
das crises é heterogênea e involve alterações complexas em diversos níveis hierarquircos da estrutura e função do sistema nervoso
Medicamentos que aumentam inibição e diminuem excitação diminuem crises. Problemas psico-sociais também precisam ser tratados
O diagnóstico de epilepsia: crises (atividade anormal, exacerbada e sincrônica de neurônios), recorrentes e não causadas por um insulto agudo ao sistema nervoso
Wilder Peinfield
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