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Esteriótipos Corporais Nos Diferentes Paises

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Lucia Reis

on 18 October 2013

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Esteriótipos Corporais Nos Diferentes Paises
As mulheres da tribo Himba usam peças de roupas bem rústicas, um óleo avermelhado (natural) para proteger o corpo do vento e do sol, utilizam esse mesmo óleo para fazer cachos nos cabelos, formando penteados e enfeitando a cabeça com peças de couro e metal.
As mulheres da tribo dos karenis (Mianmar) são famosas por alongar o pescoço com anéis de metal - eles forçam o ombro para baixo e dão a ilusão de que o pescoço é mais comprido. O ritual, que é gradativo e começa aos 5 anos.
Mauritânia, neste país da África Ocidental o padrão de beleza obesidade, quilinhos a mais são sinal de status, indicam que elas não têm de trabalhar, porque o marido é rico. Para se adequar, algumas meninas são mandadas aos 5 anos a campos de engorda, onde consomem 16 mil calorias por dia. Quanto maior a mulher, mais espaço ocuparia no coração do amado.
Gueixas japonesas possuem os pés deformados, tal padrão de beleza era, antigamente, um atributo necessário às mulheres aspirantes a esposos ricos. A missão era imposta às meninas, a partir dos 4 anos, os dedos eram tão apertados que viravam para baixo dos pés.
O nariz é estratégico para as mulheres do Irã porque é uma das poucas partes que seus trajes e véus não escondem.
A busca por um look ocidentalizado também faz muitos homens iranianos passem pelo bisturi.
Na Coreia do Sul cirurgias criam olhos mais redondos e com a dobra da pálpebra.
Nada de pulseiras, brincos ou anéis. Na tribo mursi (Etiópia), as mais belas são as que usam enormes discos de madeira ou porcelana no lábio inferior. O enfeite só cabe depois que a mãe ou a avó da menina faz um corte na região – geralmente, o ritual ocorre quando ela completa 15 anos. No Brasil, algo semelhante é usado pelos índios caiapós.
Na tribo karo (Etiópia), os homens fazem cicatrizes no peito para representar rivais mortos em batalhas. Já as mulheres passam pelo mesmo dolorido processo, no peito e na barriga, só para arranjar um marido.
Os descendentes dos maoris (Nova Zelândia) se adornam com tatuagens tribais chamadas moko. Homens as usam no rosto, e mulheres têm detalhes azuis nos lábios e no queixo. Se antigamente esse tipo de enfeite tinha a ver com status (o processo era tão dolorido que podia levar à morte), hoje representa uma espécie de ressurgimento da cultura típica.
"A beleza é muito relativa. As pessoas têm diferentes opiniões sobre o que é bonito. O importante é o que você pensa, como você se sente."
Twiggy Lawson (modelo e ícone dos anos 60)

"A beleza não é qualidade própria das coisas. Ela existe no espírito que as contempla, e cada espírito percebe uma beleza diferente"
Gabriel Chalita - (advogado, jurista, professor, escritor e
politico brasileiro)
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