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psicologia

adulto de meia-idade
by

Diana Mateus

on 26 January 2013

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Transcript of psicologia

Maior dificuldade: não conseguimos relacionar certos aspetos
da teoria com a entrevista;

Na profissão de enfermagem a comunicação é muito importante,
por ser um meio de “chegar” ao outro, no caso desta profissão, ao cliente;

Este trabalho é muito importante para o nosso desempenho enquanto futuros enfermeiros, uma vez que perceber o outro e o que integra o seu desenvolvimento é um árduo processo, mas através de um contato prévio com alguém a este nível, conseguimos posicionarmo-nos de modo diferente;

Somos seres dotados de inteligência e interagimos entre nós. Criamos laços. Perspetivamos a vida e amadurecemos. A aprendizagem é uma constante lição de vida e isso torna-nos
mais fortes! Inteligência
fluida Psicologia Adulto de meia-idade Discentes:
Ana Laura Condeças de Carvalho Cahanovich, nº 4998
Ana Filipa Paramos Delfino, nº 5108
Ana Sofia Costa Santos, nº 5136
Diana Isabel Magalhães Mateus, nº 5152
Francisco Meneses Leal, nº 5110
Teresa Miguel Bernardo Valadares, nº 5106

Turma A Unidade Curricular Psicologia
Regente: Professora Francisca Manso
Docente: Professora Helga Pedro Adulto de Meia Idade Distinguir as diferentes teorias do desenvolvimento do adulto de meia-idade;


Relacionar a entrevista realizada com as teorias;


Realçar a importância deste trabalho para nós, enquanto futuros enfermeiros. Objetivos: Pessoa entrevistada
Nome: Maria Onilda Sousa

Data de Nascimento : 22-05-1964

Local de Nascimento: Évora

Profissão: Chefe vital de Recursos Humanos e Financeiros na Direção Geral do Ministério das Finanças

Nível de escolaridade: Licenciada em Direito

Zona de Residência: Charneca da Caparica, Almada Inteligência
cristalizada Capacidade para pensar sobre novos
problemas que exigem pouco ou
nenhum conhecimento prévio; Declina;

Depende de fatores neurológicos. Mantém ou aperfeiçoa-se;

Depende da educação e da
experiência cultural;

Capacidade para recordar e usar
informações armazenadas durante
uma vida inteira. Desenvolvimento Cognitivo (SChaie & Willis) Erikson Aquisitivo Realizador Responsável Executivo Reorganizacional Reintegrativo Criação da
herança Jovem adulto Meia idade Jovem idoso Idoso velho Idoso mais Velho Teoria das Estações da Vida Adulta-Levinson 5ª Transição: Transição para a Terceira Idade (60-65) 4ª Estrutura
de Vida : Meia-idade (55-60) 4ª Transição: Transição dos 50
anos (50-55) 3ª Estrutura
de Vida: Entrada para a
Meia-Idade (45-50) 3ª Estação de Vida Vida Adulta Intermédia ou Meia-Idade (45-65) 3ª Estrutura De Vida Entrada para a
Meia-Idade (45-50) Responsável Executivo “A grande preocupação que eu
tenho é que eles adquiram um
emprego com as habilitações que
eles têm e que lhe dão o mínimo
de bem-estar possível para viver,
para terem uma casa” “Outra época é esta que eu estou a viver agora, que me dá grande constrangimento a nível pessoal, porque estou numa fase de reestruturação de serviços e estou a ver os meus colaboradores a terem que ir para outro serviço e eu ter que lhes dizer enquanto mediadora deles que eles vão ter que ir para outro serviço.” Generatividade Estagnação Vs Preocupação com o bem-estar das gerações vindouras “agora a fase em que nós estamos a passar com estas
contenções de custos na área da saúde causa muita, muita preocupação porque para mim é um direito fundamental (…) de qualquer ser humano” Empenho em tornar o mundo num lugar melhor para viver “ -E participa em algum projeto na sua comunidade? -Não. Nenhum. Ah… não, já me passou muitas vezes pela cabeça pôr um projeto assim... em prática. E… enquanto tiver o meu filho, pequeno, não o vou poder fazer. Mas… algum dia gostava de fazer” Nascimento dos filhos “Essa parte foi a parte mais bonita da minha vida (…) realmente nós renascemos como outras pessoas quando temos uma criatura pequenina a quem cuidar e começamos a viver em função dos nossos filhos e das preocupação que eles têm e nós deixamos de ser o centro das nossas vidas” Hobbies (cultura) “Gosto muito de ler. (…) o cinema. (…) Tenho outro, (…) mas… infelizmente a vida não o permite, que é viajar. “ Fatores de proteção “Com a mais velha de grande cumplicidade… quando tomo uma decisão importante consulto e ela faz a mesma coisa connosco…comigo e com o pai” “o viver em comum … acho que trás tudo positivo, encaramos a vida… como duas pessoas, há sempre em cada parte importante da vida, há sempre a quem recorrer, a quem falar sobre as preocupações, a quem pedir conselhos” “os meus pais são o meu grande apoio (...). Não (...) exercer a função que eu estou a exercer se eles não me dessem apoio relativamente ao meu filho. Eu saio de casa às oito da manhã e tenho alturas que chego às oito da noite e mais tarde (...), não conseguia dar conta do recado se não fossem eles (…) estão sempre lá quando eu preciso de alguma coisa.” “Tenho amigas que eu convivo… não é diariamente, mas quase diariamente. Tenho amigas que… principalmente uma amiga, do meu serviço. Tenho outras que… de dois em dois meses convivemos. E tenho outros… que são amigos nossos, meu e do meu marido como casal“ Fatores de Risco Declínios Físicos "Neste último ano tive que adquirir uns óculos para ver ao perto" "Menos energia, sim. Já não tenho a energia que tinha, nem pouco mais ou menos." "Sinto as minhas articulações a fazerem barulho." Ninho Vazio “eu tinha que reconhecer que isso me custava (...). Mas eu acho que sabendo que é isso que ela queria e que a faria feliz (...) tínhamos que conviver com essa situação. Era mais um passo que tínhamos que ultrapassar.” “houve uma altura em que pensamos que ela poderia ir
para fora(…) tínhamos as coisas estruturadas para que nas nossas mentes…embora o pai acho que nunca
conseguiu olhar para essa situação assim com muito à vontade” Atividade profissional “Ninguém sabe muito bem como vai ser o próximo ano. Vai ser muito complicado, obviamente que vai ter reflexos na vida de cada um e eu sei que vou ter, sei que exatamente a função que eu estou a desempenhar agora vai, vai desaparecer.“ “Achei melhor na altura optar por ficar na direção geral, porque eu como assessora não sabia qual seria o meu futuro, isto é, eu podia ficar em Lisboa, como podia mais tarde ir para outro lado, e eu na altura tinha uma filha com 7 anos e não estava para viversem ela. (...)” + Pais “Relativamente ao pequeno eles super-protegem o pequeno
e isso tem os seus efeitos nocivos para o pequeno.”

“não ter estado com o meu pai praticamente o tempo
nenhum da minha vida… e isso… causa, tem com certeza implicações no modo de relacionamento que nós temos um com o outro” “Sem saúde (…) tudo é virado de cabeça para baixo”

“Uma doença grave é aquela que nos incapacita de nos mexermos e de andarmos (…) um AVC, (…) o cancro” Como vê a morte... “Eu não consigo encarar as coisas… a morte como um todo. Dependendo das pessoas, por exemplo, a dos meus filhos para mim é impensável. Pronto. Porque… é completamente antinatural. Enquanto a dos meus pais eu sei que irá acontecer (…) A minha morte, já, nunca pensei sobre o assunto, porque também nunca passei nenhuma fase em que tivesse em risco.” Conclusão Bibliografia "A mensagem que eu gostava de deixar é aquilo que eu digo muitas vezes e sempre disse, à minha filha e digo ao meu filho…dediquem-se com muito empenho, dêem tudo por tudo no estudo de sonho da vossa licenciatura, porque o mercado de trabalho está na situação em que está e só aqueles que verdadeiramente conseguem sair com boas notas é que têm grandes probabilidades de terem um futuro de sustento. Quem está a fazer o curso por estar, sem ter isto presente acabará provavelmente por ter grandes problemas depois a nível de emprego. Portanto é isto que eu gostava de dizer: empenho, perseverança e… é o que basta para um futuro de sucesso." PAPALIA, D. E. & OLDS, S. W. (2000). Desenvolvimento Humano. (7ª Ed.). Porto Alegre: Artmed editora;

MARCHAND, H. (2005). Psicologia do adulto e do idoso. (2ª Ed.). Coimbra: Quarteto Editora;

RODRIGUES, L. (2001). Os estádios do desenvolvimento cognitivo. In Psicologia. (p.280), Lisboa: Plátano Editora. Infância e
adolescência Filho mais novo Como vê a saúde/doença... “ele está a atravessar uma fase
difícil… uma fase de… em termos de… personalidade, ele está muito refilão… está a ter atitudes assim… mais
bruscas… talvez fruto dos… desenhos animados que eles veem hoje na
televisão… que é quase impossível de
não os deixar ver, porque eles estão lá…
e as crianças veem televisão, e nós
não podemos”
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