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Sistema Operacional Android

um breve resumo sobre o que é o android
by

Rafael Sânzio

on 27 November 2012

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Transcript of Sistema Operacional Android

Gerenciamento de memória e processos 0 + - = 9 8 7 1 2 3 4 5 6 c Sistema de Arquivos Sistema de Arquivos Características principais Caracteristicas Principais Características principais Caracteristicas Principais Estruturas de sistema Android baseada em manipulação direta
muitas vezes usando os recursos de vibração do dispositivo para fornecer feedback tátil
Hardware interno, como acelerômetros , giroscópios e sensores de proximidade
Homescreens Android são geralmente composta de ícones de aplicativos e widget muito personalizável
Google Play
barra de status, que mostra informações sobre o dispositivo e sua conectividade
código aberto , sob a licença Apache
projetado principalmente para touchscreen dispositivos móveis, como smartphones e computadores tablet
Smartphones Android têm a capacidade de informar a localização de Wi-Fi pontos de acesso Android é composto por um núcleo baseado no kernel do Linux 2.6 e Linux Kernel 3.x (Android 4,0 em diante), com  middleware , bibliotecas e APIs escritas em C e aplicação de software rodando em um framework de aplicação que inclui Java compatíveis com bibliotecas, na Apache Harmony .
Android usa a máquina virtual Dalvik 
A plataforma de hardware principal para Android é a arquitetura ARM . Há suporte para x86 do Android x86 projeto,  e Google TV usa uma versão especial do Android x86 Aplicações são desenvolvidas em Java
A plataforma é adaptada tanto para dispositivos VGA maiores, gráficos 2D, bibliotecas gráficas 3D baseadas em OpenGL ES 2.0 e os layouts mais tradicionais de smartphones.  
Outras ferramentas de desenvolvimento estão disponíveis, incluindo um kit de desenvolvimento nativo para aplicações ou extensões em C ou C + +, Google App Inventor  Mensagens: Tanto SMS como MMS são formas disponíveis de envio de mensagens.
Navegador: O navegador disponível no sistema é baseado no framework de Código aberto conhecido como WebKit.
Multimídia: O sistema irá suportar formatos de áudio e vídeo como: MPEG-4, H.264, MP3, e AAC. Aplicações: A camada de aplicativos é a que está no topo da pirâmide da arquitetura do sistema operacional Android, composta pelo conjunto de aplicações nativas do mesmo.
Framework: A camada de framework nativo disponibiliza aos desenvolvedores as mesmas Applications Programming Interface (APIs) – Interface de Programação de Aplicativos utilizadas para a criação de aplicações originais do sistema operacional Android.
Bibliotecas e serviços: Essas bibliotecas são responsáveis por fornecer funcionalidades para manipular o áudio, vídeo, gráficos, banco de dados e browser
O Android Runtime: Permite que cada thread rode sua própria instância da MV (máquina virtual)
Kernel Linux: A camada do kernel é baseada em um sistema do sistema operacional Linux versão 2.6 o Android é projetado para gerenciar a memória ( RAM ) para manter o consumo de energia no mínimo.
Android gerencia os aplicativos armazenados na memória automaticamente: quando houver pouca memória, o sistema irá começar a matar os aplicativos e processos que foram inativo por um tempo, em ordem inversa (Android é baseado em time-sharing, ou seja, o tempo do processador é dividido em fatias de tempo, fatias essas denominadas de quantum, as quais são alocadas aos processos. Os aplicativos do Android executado em um sandbox 

No Linux a paginação é feita em 3 níveis, ou seja, são usadas 3 tabelas para mapear a memória, a Page Directory, Page Middle Directory e Page Table.

O campo directory field é usado como índice para o diretório global, que existe para cada processo. O valor achado nessa posição é um ponteiro para a page middle table, que é novamente indexada e contém um ponteiro que indica para o endereço virtual de memória.
Além disso, para aumentar o desempenho do sistema é mantido um buffer com os últimos endereços acessados, para que não haja necessidade de fazer múltiplos acessos as páginas. Substituição de páginas: Quando a memória já preencheu todas as páginas possíveis é necessário realizar a substituição de páginas quando o processo em execução requisita que uma nova página seja alocada. Para tal existem diversos algoritmos de substituição para escolher qual página deverá ser removida para a entrada da nova página na memória Binder: Em todo sistema operacional com suporte à memória virtual os processos rodam em diferentes regiões de memória. Isso significa que nenhum processo tem acesso direto à região de memória de outro processo ou thread
Ashmem: É um novo mecanismo de compartilhamento de memória, onde dois ou mais processos podem comunicarem-se através de uma região compartilhada de memória.
Logger: O Android possui um sistema global de logs, implementado através de um módulo do kernel.
Wakelocks: Se um dispositivo Android ficar um tempo sem ser usado, entrará em modo de baixo consumo para garantir economia de bateria
Oom handling: Faz o controle do uso de memória do sistema operacional e encerra processos se verificar que a memória disponível esta abaixo de um valor mínimo aceitável
Timed GPIO: É o que possibilita acionar saídas de Input/Output (I/O)–Entrada e Saída de forma temporizada Kernel Novamente podemos notar um grande diferença se comparado ao sistema Linux usual. Os dois principais diretórios são o “data”, que armazena os dados das aplicações, e o “system”, com as bibliotecas (system/lib), serviços (system/bin e system/xbin) e aplicações Java (system/app).
O Android implementou uma biblioteca chamada Bionic para usar como biblioteca do sistema.
O Google tem problemas burocráticos com licenças GPL (no entanto os engenheiros da Google preferiram usar a Toolbox, uma implementação no mesmo esquema do Busybox, que também traz um conjunto mais limitado de comandos e ferramentas úteis para gerenciar um sistema Android.
O Android ainda usa por padrão o SQLite como gerenciador de banco de dados para as aplicações e o OpenGL/ES como biblioteca para interface gráfica, dentre outras bibliotecas disponíveis Conclui-se que:
1. “O processo “init” é o pai de todos os processos que rodam em modo usuário, como o “/sbin/ueventd” e o “/system/bin/mediaserver”;
2. O processo “kthreadd” é o pai de todas as threads do kernel como o “ksoftirqd” e o “khelper”;
3. O processo “zygote” é o pai de todas as aplicações rodando no Android, como o “android.process.media” e o “com.android.email”. Tudo que roda em cima de uma máquina virtual, tem como antecessor comum o processo “zygote” 75% 4.0 (Ice Cream Sandwich)O sistema unificou novamente o Android para smartphones e tablets. Além disso, eliminou os botões físicos na parte frontal do aparelho, ganhou animações e reconhecimento facial para desbloquear o aparelho, em vez de senha. Câmera fotográfica passou a ser acionada por botão próprio, sem necessidade de desbloquear o aparelho, e os widgets se tornaram redimensionáveis.
4.1 (Jelly Bean)Passou a carregar páginas de web e animações mais rápido e os widgets passaram a se organizar na página inicial automaticamente. O teclado do sistema prevê as palavras seguintes que o usuário digitará e aplicativo de fotos permite rolar imagens em sequência. Nesta versão, o Google incluiu o aplicativo Google Now, que "entende" o contexto da busca e concorre com o Siri, do iPhone.
4.2 (Jelly Bean)Nova versão passou a suportar a digitação do tipo swipe, que permite arrastar o dedo sobre as letras escolhidas. O aplicativo de câmera passou a suportar fotos panorâmicas e os usuários de tablets com esta versão podem criar perfis independentes para compartilhar o tablet com amigos. Um novo recurso, similar ao Air Play (Apple), permite fazer streaming de músicas e vídeos para TVs compatíveis com o protocolo Miracast 3.0 (Honeycomb)Versão criada para tablets, está disponível nos aparelhos Galaxy Tab 10.1, da Samsung, e Xoom, da Motorola.
3.2 (Honeycomb)Evolução da versão do Android para tablets, o Android 3.2 recebeu melhorias, como a possibilidade de os desenvolvedores ajustarem seus aplicativos para tablets com diferentes tamanhos de tela e recurso para executar vídeos e músicas direto do cartão de memória. 1.5 (Cupcake)Primeira versão do Android a ser lançada em um grande número de aparelhos, trazia recursos de transferência de vídeos direto para o YouTube. Não é mais usada em nenhum aparelho, mas ainda está presente em modelos antigos.
1.6 (Donut)Ainda usada em aparelhos menos potentes, trouxe melhorias na loja de aplicativos do Android e uma nova interface para os aplicativos de câmera, foto e vídeo. 2.0 / 2.1 (Eclair)Trouxe muitos avanços em relação à versão 1.6. Além de modificações na interface, veio com um novo aplicativo de contatos suporte para câmeras com flash. Ainda é uma versão usada em muitos aparelhos de ponta disponíveis no Brasil.
2.2 (Froyo)Trouxe melhorias na velocidade dos aplicativos e principalmente do navegador (com o a tecnologia V8 para leitura de JavaScript). Trouxe também a possibilidade compartilhar uma conexão 3G por meio de Wi-Fi. É a versão usada em alguns aparelhos mais sofisticados disponíveis no Brasil.
2.3 (Gingerbread)Versão mais recente para smartphones, trouxe melhorias no recurso de copiar e colar e gerenciador de downloads. No momento, não está disponível para nenhum celular disponível no Brasil. O aparelho Nexus S, vendido nos Estados Unidos, é um dos poucos com essa versão. Versões Fatia de mercado
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