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Você faria qualquer coisa para ser feliz?

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Revista Nova Escola

on 22 July 2014

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Transcript of Você faria qualquer coisa para ser feliz?

Deve-se fazer tudo para ser feliz?
Começo de conversa
O artigo “A arte de ser feliz” da edição de 23 de julho de 2014 da Revista Veja traz o questionamento sobre os limites e as iniciativas do que se pode fazer para conquistar a felicidade. Esse foi o tema da proposta de dissertação na prova de filosofia do vestibular francês deste ano. O artigo traz diversas linhas de discussão sobre o tema e propõe uma reflexão.

De acordo com o texto, quais são os principais argumentos do filósofo alemão Arthur Schopenhauer sobre felicidade?
Os aspectos da discussão
O que é ser feliz para você?

O que é ser feliz para seus colegas de classe?
Revista Veja, edição de 23 de julho de 2014
Artigo "A arte de ser feliz", Mario Sabino

Proposta de dissertação
Esclarecendo a discussão
Epicuro (340-270 a.C.)
Filósofo da Antiguidade grega, foi um materialista. Para ele, o universo era feito de partículas indivisíveis - os átomos -, incluindo aí corpos e espíritos dos homens e dos deuses. Dessa forma, sua filosofia desemboca numa crítica da intervenção divina nas atividades humanas. Para Epicuro, o bem maior era a busca de prazeres moderados, como a tranqüilidade e a ausência do medo, por meio do conhecimento. Essa filosofia recomendava também a abstenção de excessos como forma de prevenir desilusões posteriores.

Voltaire (1694-1778)
Pseudônimo literário de François-Marie Arouet. Foi um dos autores mais importantes do chamado iluminismo na França. Escreveu peças teatrais, poesias, contos, romances e ensaios filosóficos. Sua obra mais conhecida é Cândido, de 1759, romance que ridiculariza o preceito de que "tudo é para o melhor neste, o melhor de todos os mundos", numa referência implícita aos horrores da Europa no século XVIII. Em suas polêmicas, Voltaire atacava o otimismo filosófico e religioso.
Esclarecendo a discussão
O que é a felicidade para Schopenhauer?

-Todos concordam com os três pontos colocados por Schopenhauer?
-O argumento de que a felicidade é ausência de tristeza ou de inveja é válido?
-De que forma esse tipo de construção “invertida” é interessante para fortalecer a argumentação?
Os aspectos da discussão
O que significa ser feliz hoje?

“Tema frequente no universo pop, em especial em relação ao amor, a felicidade é um assunto exploradíssimo no mundo da propaganda - de comerciais de supermercado aos de banco, passando pelas inevitáveis cenas familiares dos anúncios de margarina. Em ambos os casos, vende-se a ideia de satisfação permanente, de encantamento suspenso no tempo e no espaço, de euforia de balada. A estratégia é legítima, embora vá de encontro à realidade tão bem expressa pela máxima do moralista François de la Rochefoucauld: ‘Não se é jamais tão infeliz quanto se crê, nem tão infeliz quanto se esperava”
Proposta de texto argumentativo
Escreva um texto argumentativo que responda à pergunta:

Deve-se fazer de tudo para ser feliz?
John Stuart Mill (1806-1873)
Filósofo inglês e economista político importante para todo o pensamento liberal, abraçou o utilitarismo, corrente fundada por Jeremy Bentham no século XVIII. Um exemplo interessante de sua preocupação com a liberdade é o seu princípio de que as pessoas poderiam se comportar como quisessem, desde que isso não prejudicasse os outros. O utilitarismo pode ser pensado como uma ética que prega mais felicidade para o maior número de pessoas. Para Mill, o correto era seguir as regras (e não somente os atos) que garantiriam a maior felicidade possível.

Jean-Paul Sartre (1905-1980)
Pensador francês e fundador do chamado existencialismo, ganhou celebridade nos anos 50. Pregava que a experiência humana precede qualquer julgamento moral, divino ou qualquer essência. Ou seja, para ele não havia regras fundamentais, sagradas ou essenciais que pudessem guiar nossas atitudes e nossos valores. Essa filosofia, influenciada por Nietzsche, é criticada por supostamente celebrar o niilismo. Seus defensores argumentam que não se trata disso, mas de construir referências próprias, sem imposições.

Esclarecendo a discussão
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