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Estágio II 2013/1

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CARLA AVELINE

on 6 July 2013

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Transcript of Estágio II 2013/1

INTRODUÇÃO
A seguinte apresentação consiste em um relatório para a disciplina de estágio supervisionado II.

O trabalho apresenta o acompanhamento de uma obra durante o semestre para que sua evolução seja percebida, técnicas construtivas sejam melhor entendidas e para que haja uma maior vivência no ambiente de obra conhecendo seu funcionamento e suas necessidades. Foram selecionadas para o acompanhamento em específico, os trabalhos de impermeabilização e instalações de dry wall.

Constam também, fotografias tiradas para o acompanhamento, registro e análise da obra, textos descritivos das fotografias, da obra e seus detalhes.

Imagens de material comercial
VISITAS EM GERAL
FACHADAS
ACOMPANHAMENTO SUGERIDO:
IMPERMEABILIZAÇÕES

No trabalho de resistir as infiltrações, são procuradas soluções a fim de proteger a vida útil das construções. A água é a grande responsável por 85% dos problemas das edificações, assim a proteção das estruturas contra infiltrações de água é condição mínima e necessária a qualquer edificação.

A utilização de sistemas impermeabilizantes tem como função principal proteger a edificação, permitindo um aumento da vida útil da construção, garantindo a salubridade dos ambientes e melhorando a qualidade de vida dos usuários.

ACOMPANHAMENTO SUGERIDO:
ESTRUTURAS DRY WALL
PAREDES E FORROS

TIPOS DE CHAPA
CENTRO UNIVERSITÁRIO RITTER DOS REIS
FAU – FACULDADE DE ARQUITETURA & URBANISMO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE OBRA

Acadêmica: Carla Santos Aveline
Professor: Hilton Albano Vieira Fagundes
Turma: Manhã | Data: 20/06/2013

EDIFÍCIO SOUL
Endereço: Rua Dr. Armando Barbedo 595 | Bairro Tristeza, Porto Alegre-RS
Descrição da obra: Edifício Residencial com 9 pavimentos tipo | 6 apartamentos por andar | Apartamentos com 3 quartos com opções de unificações entre unidades e modificações de planta | Apartamentos com lavabo, churrasqueira, esperas completas para split | Estacionamento no térreo e subsolo com 2 vagas de garagem para cada unidade e estacionamento para visitantes | Terraço gourmet | Salão de festas com churrasqueira | Piscinas adulta coberta e aquecida | Piscina infantil coberta e aquecida | Fitness Center | Kids place
Empresa responsável: ROTTA ELY Construtora e Incorporadora
Responsável Técnico: Eng.° Tiago Ely
Projeto arquitetônico: Renato Marques Fernandes
Projeto Estrutural: Pasquali e Associados Engenharia de Estruturas
Projetos Complementares: MPEL
Tipo de Fundação: Inicialmente estaca escavada e depois foi alterada para estaca metálica

O EDIFÍCIO
As fachadas leste e norte, já se encontram com acabamentos bastante adiantados, já as fachadas oeste e sul permanecem no reboco e a execução de texturas e colocação de pastilhas apenas iniciando.
reboco
textura executada
esquadrias instaladas
pastilhas colocadas
primeira demão de pintura
AMBIENTES INTERNOS
COBERTURA VERDE
A imagem ao lado se refere a cobertura verde garagem térrea já executada.
Vista do corredor do segundo pavimento, no hall dos elevadores que ainda não foram instalados, já com piso colocado, porém ainda sem esquadrias.
VÃOS DOS ELEVADORES
VÃO ESQUADRIAS
PISO JÁ INSTALADO
Nesta imagem da sala e cozinha do apartamento 205, já podemos observar o tanque e tampo da pia e cuba instalado, azulejos e piso da cozinha e área de serviço, esquadria colocada, instalações elétricas e hidráulicas prontas, assim como o forro de gesso do teto da sala.
Tanque e granito+cuba instalados
Esquadrias instaladas
Forro de gesso instalado
Inst. elétricas executadas
Pisos cozinha e azulejos instalados
Estrutura metálica
Cobertura verde executada
Cozinha e área de serviço do apto 201, escritório e deposito da obra
Granito+cuba instalados
Instalações elétricas já executadas
Instalações hidrossanitárias ainda aparentes, sem forro de gesso
Esquadrias em processo de instalação
Pisos frios já executados
Esquadrias de alumínio em processo de instalação
Sala do apto 201, escritório e deposito da obra
Living unificado do apto 1005, instalações aparentes, piso não colocado, esquadrias parcialmente colocadas, vista para oeste.
Instalações elétricas serão cobertas por forro de gesso
Espera split
Esquadrias parcialmente instaladas
COBERTURA EDIFÍCIO
Living unificado, instalações aparentes, piso não colocado, esquadrias parcialmente colocadas, vista para leste
Esquadrias parcialmente instaladas
Instalações elétricas serão cobertas por forro de gesso
Apenas contrapiso
Estruturas de linhas de vida
Estrutura do telhado com treliças metálicas acima da laje
Calha central de recolhimento de águas
Dutos de churrasqueiras e ventilações mecânicas
Telhas de fibrocimento
COBERTURA LADO SUL
COBERTURA LADO NORTE
Local do terraço gourmet
Estruturas metálicas para as vigas com ângulo em inflexão
Estruturas de linhas de vida
Início execução alvenarias
SABADINI, J.C. Considerações gerais sobre os sistemas de impermeabilização dos pisos, do pavimento tipo de edifícios habitacional. São Paulo, EPUSP-PCC, 1998. Dissertação (mestrado) - Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.

BERNHOEFT,L.F. ; MELHADO, S.B.(2009), A importância dos sistemas de Impermeabilização na durabilidade das estruturas, La plata, Argentina


MELHADO/SABADINI, Diretrizes para uma metodologia de Projeto de Impermeabilização de pisos do pavimento tipo de edifícios. São Paulo - S

http://www.abeda.org.br/produtos.swf

http://www.suvinil.com.br/pt/guia-de-pintura/como-pintar/impermeabilizacao.aspx

http://pt.wikipedia.org/wiki/Impermeabiliza%C3%A7%C3%A3o

http://www.drywall.org.br/index1.php/13/perfis-de-aco

http://engenharia.anhembi.br/tcc-07/civil-22.pdf


Solução simples, de baixo custo, eficaz para impermeabilizar áreas como banheiros, cozinhas, áreas de serviço, terraços e sacadas.


Asfaltos especiais, com minerais e polímeros diluídos em água. Proporcionam uma membrana de alta impermeabilidade em poucas demãos e sem técnicas ou ferramentas especiais.


EMULSÃO ASFÁLITICA
Preparo da superfície, que deve estar limpa, sem poeira, óleo ou partículas soltas;
Respeitar o tempo de secagem entre as demãos, variável de acordo com o clima e com o produto a ser utilizado.
Atenção às recomendações do fornecedor do impermeabilizante presentes nos rótulos das embalagens.


COMPOSIÇÃO
Após o processo, é importante que os impermeabilizantes de origem asfáltica sejam protegidos da exposição às intempéries e do tráfego de pessoas. Por isso, após a realização do teste de estanqueidade e da eliminação de toda a água, deve-se criar uma camada de proteção sobre camada separadora entre a impermeabilização e o revestimento. Deve ser feita uma camada de argamassa de cimento e areia com pelo menos 2 cm de espessura. Só então a área estará pronta para receber o revestimento.
CUIDADOS
PASSO A PASSO
Ferramentas e materiais necessários: broxa, desempenadeira, bloco de espuma, estilete, colher de pedreiro, trincha, impermeabilizante, tela de poliéster, argamassa.
Regularização da superfície a ser impermeabilizada com argamassa preparada no traço 1:4 ou argamassa pronta.

A regularização deve ser feita com caimento mínimo de 1% em direção aos pontos de escoamento de água.

A camada deve estar perfeitamente aderida ao substrato. Portanto, é necessário limpar e molhar o concreto antes de aplicar a argamassa.
A argamassa deve receber acabamento desempenado, com espessura mínima de 2 cm. Utilizar régua ou uma desempenadeira.
Áreas críticas, como os rodapés, merecem cuidado.

Antes de aplicar o impermeabilizante, umedeça essas regiões e realize o arredondamento dos cantos aplicando argamassa com a colher de pedreiro.
Outra região que merece muito cuidado é o entorno dos ralos. Por isso, umedeça a superfície e realize o rebaixo dos ralos eliminando todos os cantos vivos.
Finalize o arredondamento dos cantos limpando o excesso de argamassa com uma esponja.
Preparar a tela estruturante de poliéster que será posteriormente aplicada em ralos e rodapés. Esse procedimento é importante para elevar a resistência do sistema impermeabilizante às movimentações.

Com o auxílio de um estilete ou de uma tesoura, corte um pedaço da malha de tamanho suficiente para cobrir os pontos mais críticos. Guarde a tela para aplicá-la mais tarde. Para aplicar a malha nos ralos, deverão ser feitos vários cortes diagonais, em forma de pétalas.
Antes de iniciar a primeira demão do impermeabilizante, dilua o produto em até 15% de água. Apenas a primeira demão da emulsão asfáltica pode ser diluída.
Sobre a superfície limpa e seca, aplicar o produto na região dos ralos com broxa, trincha ou pincel. Após, coloque a tela previamente cortada.
Sobre a tela, aplique mais uma camada de impermeabilizante, sem diluição, até que ela fique completamente coberta.

O mesmo procedimento realizado no ralo deve ser feito nos rodapés. Ou seja, coloque a tela de poliéster entre duas camadas do impermeabilizante. O produto deverá ser aplicado em uma faixa de 10 cm no piso e de 10 cm na parede.
Após o tratamento das regiões críticas, pode-se iniciar a aplicação do impermeabilizante. Em banheiros, é importante aplicá-lo em todo o piso e nas paredes até 1,5 m de altura. Para a primeira demão (imprimação), no boxe de chuveiro, pode-se utilizar a emulsão diluída em 15% de água limpa.
Após a secagem depois de 4 horas aplique a segunda demão de forma cruzada em relação à primeira.

Espere novamente a secagem antes de aplicar a terceira demão de impermeabilizante, mais uma vez, de forma cruzada.

Após a secagem das três demãos, a impermeabilização do banheiro é concluída.
Após, deverá ser feito o teste de estanqueidade. Comeãr vedando os ralos. Colocar uma lâmina de água de aproximadamente 5 cm de altura sobre a superfície. Aguarde pelo menos 72 horas para ter certeza de que não há vazamentos.
Detalhe de mureta também impermeabilizada
Impermeabilização subiu apenas em torno de 50cm
Impermeabilização no shaft de drywall
Detalhe: impermeabilizante entra na ralo
Nesse box, já foram aplicadas 2 demãos e até agora a camada de impermeabilização ficou com uma altura menor na parede.
OBRA
Bancada de granito fixa com mão francesa
Perímetro do forro (encontro placa-parede) colado com massa Map.
http://www.drywall.org.br/index1.php/8/forro
O forro drywall é constituído por chapas de gesso para drywall parafusadas em estruturas formadas por perfis de aço galvanizado ou por peças metálicas.

Assim como nas paredes, a forma de montagem e os componentes utilizados permitem configurar o forro para as exigências ou necessidades de cada ambiente, podendo-se variar o número de chapas, as dimensões e a posição da estrutura e ainda o uso ou não de elementos de isolamento térmico ou acústico no seu interior.

Existem quatro tipos de forro drywall: estruturado, perfurado, aramado e removível.

Os três primeiros são fixos e proporcionam superfícies monolíticas, sendo executados com chapas com bordas longitudinais rebaixadas, que devem receber tratamento de juntas para uniformização da superfície. O último é executado com chapas com bordas quadradas ou tegulares.


Forro Drywall Gypsum ST

Chapa standard para áreas secas.
Espessuras(mm): 6,4 - 9,5 - 12,5 - 15
Larguras(m): 0,60 (FGA) - 1,20
Comprimentos(m): de 1,80 a 3,00

Forro Drywall Gypsum RU

Chapa resistente à umidade para áreas molháveis.
Espessuras(mm): 12,5
Larguras(m): 1,20
Comprimentos(m): de 1,80 a 2,80


Forro Drywall Gypsum RF

Chapa resistente ao fogo para áreas que necessitam de maior resistência ao fogo.
Espessuras(mm): 12,5
Larguras(m): 1,20
Comprimentos(m): 2,40


Forro Drywall Gypsum SOM

Chapa perfurada para absorção acústica. Modelos R15 nº1 e nº8
Espessuras(mm): 12,5
Larguras(m): 1,20
Comprimentos(m): 2,40

Forro Drywall Gypsum FGR

Chapa para forro removível revestida com vinil
Espessuras(mm): 9,5
Larguras(m): 0,618
Comprimentos(m): 0,618 e 1,243


ESTRUTURA
PAREDE
OBRA

Início da instalação no shaft
Montantes de aço

Chapas RU
Istalações hidrossanitárias
Chapas instaladas
Montantes de aço

Istalações hidrossanitárias
Registros
Saída ducha higiênica
Interface impermeabilização + shaft drywall
Com revestimento cerâmico da parede finalizado
FORRO
É formado pelo parafusamento de uma ou mais chapas de gesso para drywall (com 1.2 m de largura) em estruturas de aço galvanizado. A estrutura é suspensa por meio de pendurais.

O pendural de uso mais freqüente é composto por um tirante (que é fixado na laje superior) e um suporte nivelador. Há também pendurais compostos de perfis ou fitas metálicas.

O perímetro do forro pode ser executado com cantoneira, no caso de forro estanque, ou tabica, no caso de forro dilatado.
Estruturado
FORRO
OBRA

TIRANTES E SUPORTES NIVELADORES INSTALADOS
CANALETAS INSTALADAS
Os pontos de fixação dispostos a cada 50cm, no sentido longitudinal das placas, a cada 60 cm, no sentido transversal e fixados sob laje de concreto.
50cm
Posicionamento de placas

Tratamento de juntas
Tratamento de juntas realizado com Placomassa e fita de papel microperfurada.
Acabamento final
FOTOS DA

FOTOS DA

FOTOS DA
BIBLIOGRAFIA
PROCESSO INTERMEDIÁRIO
Complexo Santa Casa
Viaduto Loureiro da Silva
Engenharia UFRGS
Praça Raul Pilla
PRAÇA ARGENTINA

Programa de necessidades:
Espaços de convivência
Espaços de recreação
Espaços de transição / circulação
Espaços verdes
Espaços de contemplação
Café
Livraria

A PRAÇA ARGENTINA, HOJE...
EVOLUÇÃO...
USOS
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