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Decorrência da teoria das relações humanas

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on 31 March 2014

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Transcript of Decorrência da teoria das relações humanas

Decorrências da Teoria das Relações Humanas:
Motivação:é a tensão persistente que leva o indivíduo a alguma forma de comportamento visando à satisfação de uma ou mais necessidades. A compreensão da motivação do comportamento humano exige o conhecimento das necessidades humanas fundamentais.
A organização passa a ser considerada como um conjunto de seres humanos que carecem de motivação, incentivos e estímulos para produzirem. Houve também o surgimento de novas terminologias na linguagem da administração, fatores intangíveis e subjetivos:
Necessidades fisiológicas: Relacionadas a sobrevivência do indivíduo. Nível mais baixo.

Necessidades psicológicas: Relacionadas aos desejos do indivíduo. Nível médio.

- Necessidade de segurança íntima;

- Necessidade de participação;

- Necessidade de autoconfiança;

- Necessidade de afeição.

Necessidades de auto-realização: Relacionadas e decorrentes a educação e da cultura da pessoa. Nível mais elevado.
Homem Social Substitui o Homo-economicus.
O que Veremos Adiante?
A influência da motivação humana

A liderança

A comunicação

Veremos a seguir!
Objetivo de aprendizagem
O homem Social passou a substituir o homo-economicus.
Identficar o administrador baseado em uma nova concepção do ser humano:
Outras descobertas:

- O ser humano é motivado, não por estímulos salariais e econômicos, mas por recompensas sociais e simbólicas;

- O comportamento humano é derivado da totalidade de fatos coexistentes (Lewin);
1- Os trabalhadores são criaturas sociais complexas, dotados de sentimentos, desejos e temores;

2- As pessoas são motivadas por necessidades humanas e alcançam suas satisfações, por meio dos grupos sociais com que interagem;

3- O comportamento dos grupos sociais é influenciado pelo estilo de supervisão e liderança;

4- As normas sociais do grupo funcionam como mecanismos reguladores do comportamento dos membros.
O HOMEM SOCIAL
A organização informal.

A dinâmica de grupo.

A apreciação crítica da Teoria das Relações humanas.
Veremos a seguir!!
Permitir uma apreciação crítica sobre a contribuição da Teoria das Relações Humanas.
Conceituar a organização informal e a dinâmica de grupo, característica dos grupos e seu comportamento.
Decorrências da Teoria das Relações Humanas
Delinear a influência da motivação humana na
administração, sua repercusão sobre o moral
e a atitude das pessoas.
Mostrar as experiências sobre liderança e comuni
cação e o impacto dos seus resultados sobre a
Teoria Administrativa.
Esses fatos coexistentes têm o caráter de um campo dinâmico, no qual cada parte do campo depende de uma inter-relação com as demais partes (Lewin);
Esse campo dinâmico é o espaço de vida que contém a pessoa e o seu ambiente psicológico.
Níveis de estágio de motivação:
são forças conscientes ou inconscientes que levam o indivíduo a um determinado comportamento. A motivação se refere ao comportamento que é causado por necessidades dentro do indivíduo e que é dirigido em direção aos objetivos que podem satisfazer essas necessidades (Fisiológicas; Psicológicas e de Auto-realização).
Necessidades ou motivos:
Estilos de liderança:
Liderança: conduzir as pessoas rumo ao objetivo, utilizando a comunicação e as questões motivacionais. O administrador precisa conhecer a motivação humana e saber conduzir as pessoas, isto é liderar.
Estilos de liderança:

Liderança autocrática => o líder define e impõe. O líder centraliza as decisões e impõe suas ordens ao grupo.

Liderança democrática => o grupo é quem decide. O líder conduz e orienta o grupo e incentiva a participação democrática das pessoas.

Liderança liberal ou laissez-faire => consenso grupal, sem ou com um mínimo de participação do líder. O líder delega totalmente as decisões ao grupo e deixa-o completamente à vontade e sem controle algum.
Estilos de liderança:
A Teoria das Relações Humanas constatou a influência da liderança sobre o comportamento das pessoas;

A liderança é necessária em todos os tipos de organização humana, seja nas empresas, seja em cada um de seus departamentos;

A liderança pode ser visualizada sob diferentes ângulos:
Descobertas:
Como um fenômeno de influência pessoal;

- Decorrente do relacionamento entre as pessoas (poder, autoridade, respeito e admiração);

- Como um processo de redução da incerteza de um grupo;

- Decorrente da segurança do líder, planejador e orientador de situações;

- Como uma relação funcional entre líder e subordinados;

- Decorrente da situação e estrutura organizacional;

- Como um processo em função do líder, dos seguidores e de variáveis da situação;

- Decorrente de uma situação específica. Abordagem situacional.
Comunicação:
é oferecer a informação e a compreensão necessárias para a realização das tarefas, visando à obtenção da cooperação e motivação. Os subordinados devem receber continuamente dos superiores um fluxo de comunicações capaz de suprir-lhes as necessidades. Por outro lado, os superiores devem receber dos subordinados um fluxo de comunicações capaz de lhes oferecer uma idéia adequada do que está acontecendo.
Organização formal e organização informal:
ORGANIZAÇÃO FORMAL  a empresa com os seus cargos, tarefas, hierarquia, relações funcionais e departamentos.

ORGANIZAÇÃO INFORMAL origina-se da necessidade dos indivíduos de conviverem com outros seres humanos, o que ocorre naturalmente, através de identificação de interesses entre os participantes.
Os processos grupais e os hábitos sociais não são estáticos; ao contrário, são processos vivos e dinâmicos decorrentes de uma constelação de forças causais. Como a mudança ou a resistência à mudança são grandemente influenciadas pela natureza dos grupos aos quais a pessoa pertence, as tentativas de mudança devem necessariamente considerar a dinâmica de grupo.
Dinâmica de Grupo:
A Teoria de Campo de Kurt Lewin (1935)  o comportamento de uma pessoa não depende somente de suas experiências passadas ou do futuro, mas também do campo dinâmico: “o espaço de vida que contém a pessoa é o seu ambiente psicológico”.
Fundada por Kurt Lewin, a Escola da Dinâmica de Grupo desenvolveu uma proposição de que o comportamento, as atitudes, as crenças e os valores do indivíduo baseiam-se firmemente nos grupos aos quais pertence.
A terminologia “Teorias Transitivas” refere-se a um conjunto de autores que apresentaram contribuições significativas do pensamento administrativo, representando uma transição entre a as escolas Científica e Clássica (Taylor e Fayol) e a escola das Relações Humanas (Elton G. Mayo).
3 Teorias Transitivas
abordagem dos problemas administrativos, baseada nos seres humanos e nas suas ações, reações e interações psicológicas;

Para Follett o objetivo da ação administrativa é conseguir a integração das pessoas e a coordenação das suas atividades;

Para Follett um conflito resulta da divergência de opiniões ou interesses entre pessoas ou instituições, sendo uma ocorrência na maioria das vezes inevitável.
Abordagem psicológica da administração:
Obra mais importante “As funções do executivo” (1938): aborda sobre a relação indivíduo-organização

Afirma que as pessoas têm motivações individuais e cooperam com os outros para atingir certos propósitos;

Afirma que o indivíduo só contribui para a organização se seu ideal estiver de acordo com o dela;

Definiu pela primeira vez a organização como um sistema aberto, mostrando como diversos subsistemas conviviam no ambiente organizacional;

Introduziu o conceito de cooperação entre os membros de uma organização como condição para que ela atinja a sua finalidade => necessidade de comunicação efetiva; disposição para cooperar e propósito comum.
Lei da Situação

CHESTER IRVING BARNARD (1886-1961)
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 7ª Ed. São Paulo: Campus, 2004.

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2006.8
Referências:
Professor Clésio
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