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Untitled Prezi

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by

Camyla Passamani

on 24 May 2013

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Aldeias Infantis SOS Brasil Aldeia Infantil SOS
É um programa criado com objetivo inicial de acolher crianças órfãs vitimas da 2ª Guerra Mundial. As aldeias são pequenas comunidades compostas por 10 a 12 residências denominadas casas-lares, sendo cada uma delas coordenada por uma mãe-social, que cuida de 7 a 9 crianças. Manaus Aldeia Infantil SOS em Manaus obra destacada pelo cuidado que o arquiteto teve ao tratar da ventilação natural, visando aproveitar da melhor forma possível os ventos dominantes locais. A obra funciona até hoje sem aparelhos de refrigeração artificial. A figura representa a implantação da Aldeia. Edifícios que são abertos para o uso da comunidade são situados na periferia e mais próximos às vias de circulação, facilitando o acesso. Enquanto as casas-lares, para ter um melhor isolamento, estão mais afastadas. Planta baixa Casa-Lar A implantação das casas-lares ligeiramente na diagonal em relação aos ventos dominantes favorece uma melhor distribuição interna do fluxo de ar A forma alongada das habitações permitiu a disposição de aberturas na direção dos ventos dominantes nos principais ambientes, o que resultou em uma ventilação cruzada que percorre todo o corpo principal do edifício. O eixo de circulação central da casa constitui um percurso de circulação do ar, formado por uma parede de elementos vazados a Leste, que são as aberturas para a entrada de ar, e uma esquadria a Oeste, a abertura de saída do ar . Elementos vazados como jardim interno, corredor de circulação e cozinha, proporcionam uma ventilação constante. Aberturas situadas próximas à cobertura nas duas extremidades da edificação e a ausência de forro em todo o corredor de circulação principal permitem uma ventilação cruzada logo abaixo do telhado, o que auxilia na dissipação do calor advindo da radiação solar incidente na cobertura Outro fator contribuinte para o conforto ambiental encontrado na casa-lar são as venezianas móveis, que permitem o controle da direção do vento, bem como o controle da iluminação natural. A orientação das edificações é adequada em relação à trajetória do sol, as menores faces estão voltadas para Leste e Oeste, já que são as orientações em que a incidência solar é mais acentuada, as maiores faces por sua vez se voltam para Norte e Sul, recebendo assim uma menor radiação solar direta. Severiano Mário Vieira de Magalhões Porto Arquiteto brasileiro também conhecido como "arquiteto da floresta", ou "arquiteto da Amazônia" foi responsável por conceber um modelo único de arquitetura amazônica e sustentável, que une técnicas desenvolvidas por ribeirinhos e caboclos com as mais modernas e inovadoras criações da arquitetura. A implantação do conjunto permite um maior aproveitamento dos ventos dominantes da região. Existem cinco chapéis de palha a Leste e mais cinco a Oeste. Eles trazem ao conjunto um espaço de uso comum. Seu pé direito alto e sua forma piramidal permitem um fluxo de ar constante, entretanto falta, na cobertura, uma saída para o ar quente para possibilitar a ocorrência de ventilação a partir do efeito chaminé. Além do recurso da ventilação cruzada, Porto, faz uso do efeito chaminé, que consiste na saída de ar quente do ambiente, graças ao fluxo de ar devido à diferença de temperatura ou pressão com o meio, em que o ar mais frio, mais denso, permanece em uma altitude menor, enquanto o ar quente, menos denso, suba. O recurso utilizado pelo arquiteto permite que o ar quente saia do ambiente. O efeito é possível nos quartos, já que o forro de madeira é formado por dois planos inclinados, cuja cumeeira consiste em uma pequena abertura resultante do encontro do forro com a cobertura, porém, seu tamanho reduzido dificulta a ocorrência do efeito.
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