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A Dinâmica das Classes Médias: Ocupação Profissional e Renda

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Darlan Kassner

on 11 August 2017

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Transcript of A Dinâmica das Classes Médias: Ocupação Profissional e Renda

A Dinâmica das Classes Médias: Ocupação Profissional e Renda.
FONTS
A Dinâmica das Classes Médias
A Concepção de Mills:
A Dinâmica das Classes Médias
O ponto de vista para Nicos Poulantzas:
A Dinâmica das Classes Médias
A nova classe média no Brasil:
A Dinâmica das Classes Médias
Onde são situadas:
A Dinâmica das Classes Médias
Definição; Classes médias
Entre aqueles que compartilham a concepção marxista de classe social, as classes médias são vistas como um conjunto de relações sociais que se situam entre as relações da classe capitalista e as da classe trabalhadora.
Critérios de Classificação:
Dentre vários critérios de classificação, os mais utilizados são o de ocupação profissional (cargos, postos de trabalho e qualificação profissional) e o de renda.
Apartir deles se estabelece uma análise de como alguns estratos sociais ganham ou perdem espaço social e econômico nas sociedades contemporâneas.
Em termos gerais, as camadas médias se situam entre as duas grandes classes sociais (capitalistas e trabalhadores).
A classe média na Europa:
Para Marx, no século XIX as camadas médias representavam um número pequeno da população da Europa. Ele os classificava como a ''pequena burguesia''.
Com o desenvolvimento do setor de serviços durante o século XX, a pequena burguesia se avolumou, e com isso os autores marxistas e weberianos passaram a definir novos conceitos para incorporar esse contingente de indivíduos. Dois sociólogos que sintetizam esse debate são o norte-americano C. Wright Mills (1916-1962) e o grego Nicos Poulantzas.
Mills observou um aumento entre os trabalhadores de colarinho-branco, isto é, trabalhadores públicos e privados do setor administrativo e gerencial. Segundo Mills, os profissionais desse setor não podiam ser identificados como trabalhadores típicos da indústria, como os operários. Para ele, a classe média, mesmo existindo em função das outras classes, devia ser considerada um sintoma e um símbolo das sociedades contemporâneas. Os trabalhadores de colarinho-branco, que Mills denomina de nova classe média, se diferenciaram dos da antiga classe méia quanto à qualificação profissional. São gerentes e administradores requisitados sobretudo pelo desenvolvimento tecnológico ocorrido em meados do século XX.
Para Mills, essa nova classe média tem como característica central a gerência e a supervisão. São indivíduos que têm como função específica gerenciar a produção e aumentar os lucros dos donos da propriedade privada.
A Dinâmica das Classes Médias
Critérios para Mills:
Para Mills, ocupações e situações de renda estão ligadas a situações de classe e caracterizam, com base no prestígio, o
status
de seus ocupantes e seus graus de poder. Assim, a situação de classe está relacionada não apenas com a renda, mas também com o montante da renda.
Entre um gerente que ganha um salário e outro que ganha um salário dez vezes maior há diferenças significativas, além das econômicas, quanto a prestígio e poder.
Para Mills se diferenciem dos operários e da antiga classe média do ponto de vista da propriedade, em relação à rebda sua situação econômica pode ser considerada superior, se comparada à dos operários da indústria.
Para Nicos Poulantzas, as classes sociais não são definidas com base nas ações individuais nem, tampouco, em estratos sociais. Segundo ele, as classes sociais se definem por sua posição no conjunto da divisão social do trabalho. Poulantzas resgata a ideia de Marx para demonstrar que as classes sociais não podem ser circunscritas apenas às relações de produção. Ou seja: a classe social não pode ser definida apenas com base na posição do sujeito no processo de trabalho e com base em sua renda.
Para Nicos, as classes sociais se definem por sua posição na divisão social do trabalho.
No Brasil do início do século XXI, foi intenso o debate sobre a classe média. Depois de vários governos que desregulamentaram leis de proteção ao trabalho e criaram espaço para a precariedade, instabilidade e a informalidade do trabalho, foi necessário desenvolver políticas estatais de inclusão baseadas em políticas de assistência social de caráter imedialista.
Alguns autores veem nessas políticas uma forma de inclusão estrutural, isto é, afirmam que os indivíduos beneficiados por tais políticas eventualmente passarão a compor uma nova classe social, uma nova classe média. Essa nova classe seria composta por indivíduos que tiveram seu poder de consumo aumentado e, nesse sentido, podem usufruir de mercadorias, bens de consumo e serviços que antes não lhes eram acessíveis.
Nessas duas perspectivas, a definição de classe utilizada para discutir uma suposta nova classe média no Brasil está ancorada em uma concepção weberiana, que leva em conta, basicamente, a renda dos indivíduos.
Alguns autores relacionam o crescimento do consumo ao surgimento de uma nova classe média, ou classe C. Outros entendem esse processo como a simples incorporação de camadas sociais antes excluídas do mercado de trabalho.
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