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Mercado Financeiro de Captação e Commodities

Aulas de Mercado Financeiro de Captação e Commodities
by

Mauro Leray

on 23 September 2014

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Transcript of Mercado Financeiro de Captação e Commodities

MERCADO FINANCEIRO
DE CAPTAÇÃO E COMMODITIES

Prof. Mauro Leray
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
1994-1998
1960----------------1993
MERCADO FINANCEIRO NACIONAL
...1960
1998...
Possui 03 grandes fases:

1808 a 1914 - Da família real à 1ª Guerra Mundial


1914 a 1945 - Entre a 1ª e a 2ª Guerra Mundial


1945 a 1960 - Pós 2ª Guerra Mundial
Abertura dos portos, com acordos comerciais diretamente entre as partes envolvidas;
Criação do Banco do Brasil;
Permissão para instalação de bancos estrangeiros no Brasil (em decorrência do comércio internacional).
Criação da Inspetoria Geral de Bancos em 1920;
Criação da Câmara de Compensação em 1921;
fortalecimento dos critérios e normas para atividade de intermediação financeira, como consequente crescimento da atividade bancária no país.
Criação em 1945, da Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc), com função de supervisão e controle do mercado monetário (dividindo com o BB);
Criação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE);
Substituição de importação, processo financiado pelo BNDE.
Lei 4.595, de 31.12.1964 – reforma bancária;
Criação de um Banco Central;
Organização do SF, sendo composto por Banco Central, Conselho Monetário Nacional, Banco do Brasil e demais instituições financeiras públicas e privadas;
Lei 4.728 – lei de regulamentação do mercado de capitais;
Em 21.09.1988, estabelecimento dos bancos múltiplos, consolidando diversas atividades financeiras sob uma única entidade jurídica;
Crônico e acentuado processo inflacionário
Generalizada indexação
Aula 1
Criação do Plano Real (2º Semestre de 1994);

Medidas reestruturantes do SFN:
Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro (PROER)
Programa de Incentivo à Redução do Setor Público Estadual na Atividade Bancária (PROES)
Criação do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)
Significativas alterações no período:

Transferências de controle, incorporações, cancelamentos e liquidações de Instituições Financeiras;
Surgimento de Cooperativas de Crédito;
Diminuição em 25% o número de Instituições Financeiras operantes;
Crescimento quantitativo e qualitativo em investimento de capital estrangeiro no Brasil;
Reordenamento da economia brasileira;
Em 1998, já possuía um dos sistemas bancários mais sofisticados do mundo;
Ao final de 1998, o Brasil já possuia em atividade:
185 bancos comerciais;
128 bancos de investimento;
21 bancos de desenvolvimento;
187 financeiras;
84 sociedades de crédito imobiliário;
100 empresas de leasing;
Criação do Sistema Brasileiro de Pagamentos (SBP) em 2002;
Redução nos níveis de Alavancagem dos Bancos Múltiplos;
Adesão do Brasil ao Acordo de Basiléia (através de normas impostas pelo BACEN);
Aumento exponencial do crédito no Brasil, com relação ao PIB;
Regulamentação 2025 do BACEN;
Medidas anticíclicas para combate de bolha inflacionária;
Estabilidade econômica;
ESTRUTURA DO MERCADO
FINANCEIRO BRASILEIRO

Autoridades Monetárias
Autoridades de Apoio
Instituições Financeiras
Conselho Monetário Nacional
CMN
Banco Central do Brasil
BACEN
Banco do Brasil
BB
Banco Nacional do Desenvolvimento Social
BNDES
Comissão de Valores Mobiliários
CVM
Caixa Econômica Federal
CEF
Demais Instituições Financeiras
É o órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional. Ao CMN compete:

Estabelecer as diretrizes gerais das políticas monetária, cambial e creditícia;
Regular as condições de constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras;
Disciplinar os instrumentos de política monetária e cambial;
Autorizar emissão de papel-moeda;
Fixar diretrizes e normas da política fiscal e operações com títulos públicos;
Disciplinar o crédito em todas as sias modalidades;
Determinar o recolhimento de compulsórios;
Disciplinar as atividades das bolsas de valores, corretoras e demais componentes do sistema de distribuição;
Aprovar o Orçamento Monetário feiro pelo Banco do Brasil;
Suas funções básicas são:

Exercer o monopólio da emissão de moeda;
Executar a política monetária;
Executar a política cambial;
Assessorar o Governo em assuntos econômicos;
Exercer a superintendência e fiscalização do Sistema Financeiro;
Guardar as reservas internacionais em ouro ou moeda estrangeira do governo;
Funcionar como o banco dos bancos, ou prestamista de última instância;
É composto pelos seguintes membros:

Presidente do Banco Central
Presidente da CVM
Secretários do Tesouro Nacional
Secretários de Política Econômica do Ministério da Fazenda
Diretores de Política Monetária (BACEN)
Diretores de Assuntos Internacionais (BACEN)
Diretores de Normas e Organização (BACEN)
As comissões consultivas bancárias, de mercado de capitais, de crédito rural e de crédito industrial funcionam como suporte ao CMN.
Se assemelha muito aos bancos múltiplos atuais, porém ainda preserva algumas características de autoridade financeira, principalmente como órgão executor de política creditícia e financeira do governo, principalmente no que diz respeito ao crédito rural. Suas principais funções são:

Desempenhar as funções de órgão auxiliar da política de crédito do Governo Federal;
Realizar pagamentos e suprimentos necessários à execução do Orçamento Geral da União;
Executar os serviços de compensação de cheques e outros papéis;
Financiar as atividades industriais e rurais, inclusive para a aquisição e instalação de pequena e média propriedade rural;
Captar depósitos de poupança com direcionamento dos recursos para o crédito rural;
Participar, como intermediário financeiro, das operações de renegociação das dívidas de Estados e Municípios com o Governo Federal;
É o órgão executor das políticas de financiamento de crédito de longo prazo do Governo Federal. Visa principalmente o incentivo e investimento em produção. As principais funções do BNDES são:
Instituição "Holding", controladora das demais instituições;
Além de controlar, atua nos projetos de maneira direta, indireta e em consórcio;
FINAME (Agência Especial de Financiamento Industrial): Financia máquinas e equipamentos industriais a empresas nacionais de maneira automática, especial ou agrícola;
FINAMEX: Apoia indústrias brasileiras exportadoras de máquinas e equipamentos, inclusive mediante financiamento "pré-embarque".
BNDESPAR: Promove a capitalização das empresas nacionais por meio de participações acionárias. Ao invés de financiar, adquire ações.
Tem por finalidade principal fiscalizar e regulamentar o mercado de títulos e valores de renda variável. A CVM atua principalmente sobre a Bolsa de Valores que possui as seguintes funções:
Fornecer local ou sistema adequado à realização de operações de compra e venda de títulos e valores mobiliários, em mercado livre e aberto, especialmente organizado e fiscalizado pelas corretoras membros e pelas autoridades competentes;
Dotar permanentemente o referido local ou sistema de todos os meios necessários à pronta e eficiente realização e visibilidade das operações;
Estabelecer sistemas de negociação que propiciem continuidade de preços e liquidez ao mercado de títulos e valores mobiliários;
Criar mecanismos regulamentares e operacionais que possibilitem o atendimento, pelas sociedades corretoras membros, de quaisquer ordens de compra e venda dos investimentos;
Efetuar registro das operações e divulgá-las com rapidez, amplitude e detalhes;
Preservar elevados padrões éticos de negociação, estabelecendo, para este fim, normas de comportamento para as sociedades corretoras e companhias abertas, fiscalizando sua observância e aplicando penalidades, no limite de sua competência, aos infratores;
Conceder à sociedade corretora membro crédito para assistência de liquidez, com vistas a resolver situação transitória até o limite de sua competência;
As principais funções da CEF são:
Receber depósitos a qualquer título, inclusive os garantidos pela União na forma da legislação pertinente, em especial os de economia popular, com o propósito de incentivar os hábitos de poupança;
Prestar serviços bancários de qualquer natureza, praticando operações ativas, passivas e acessórias, inclusive intermediação e suprimento financeiro sob suas múltiplas formas;
Administrar, com exclusividade, os serviços das loterias federais, nos termos da legislação específica;
Exercer o monopólio das operações de penhor civil, com caráter permanente e contínuo;
Atuar como agente operador e principal arrecadador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS;
Ser o agente pagador do seguro-desemprego, atuando na recepção dos requerimentos específicos;
Efetuar serviços de arrecadação, controle das contribuições, distribuição de resultados, saques de cotas e administração dos recursos do Fundo de Participação do Programa de Integração Social – PIS, observando as determinações do Conselho Diretor do Fundo PIS-Pasep;
Conceder empréstimos e financiamentos de natureza social, em consonância com a política do governo federal, observadas condições de retorno que, no mínimo, venham a ressarcir o custo de captação dos recursos oferecidos;
Operar no setor habitacional como Sociedade de Crédito Imobiliário, com o objetivo de facilitar e promover a aquisição da casa própria, especialmente pelas classes de menor renda da população.
Vamos entender
um pouco sobre
a Política Econômica?
Política Econômica Real
O que as pessoas percebem?
POLÍTICA ECONÔMICA
O que é?

Denomina-se política econômica o CONJUNTO DE MEDIDAS TOMADAS PELO GOVERNO para atuar a influir sobre os mecanismos de produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Essas medidas obedecem também a critérios de ordem política e social - à medida que determinam, por exemplo, quais segmentos da sociedade se beneficiarão com as diretrizes econômicas implementadas pelo Estado.

O alcance e o conteúdo de uma política econômica variam em cada país, dependendo do grau de diversificação de sua economia, do regime social e do nível de atuação dos grupos de pressão (partidos políticos, sindicatos, associações de classe, ONGs e movimentos de opinião pública). Fazem parte da estrutura econômica de um país a política monetária, a fiscal e a cambial.
A INFLAÇÃO

Entenda a inflação
A razão para os preços subirem é simples: qualquer produto custa mais caro quando a procura é maior do que a oferta. Quem precisa e pode pagar mais caro, acaba rendendo-se ao preço, mesmo que elevado. Os preços também podem subir se houver muito dinheiro em espécie circulando no mercado, porque o consumidor tem a sensação que os produtos estão “baratos”.

Quando os custos crescem em alguma parte da cadeia produtiva como, por exemplo, o aumento da gasolina, ele geralmente é repassado para o preço do produto final. É importante lembrar que, mesmo que a inflação tenha origem em uma pressão de custos, é a quantidade de moeda circulante que poderá levar ao aumento dos preços.
De fato, neste ponto, o senso comum está certo. A Política Econômica irá definir METAS para a inflação.

Após a desvalorização cambial e a adoção do regime de flutuação cambial, o governo introduz em junho de 1999, um novo regime de política monetária, chamado de metas de inflação. Nesse regime, o Banco Central fixa e divulga um intervalo de variação para o índice de inflação a ser perseguida num determinado período (mensal e anual), geralmente para os próximos três anos.

O índice adotado pelo governo para acompanhar as metas de inflação é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA. O sistema tem por base a credibilidade do Banco Central, pois, ao fixar uma meta de inflação, a instituição está assumindo um compromisso com o mercado de não permitir que pressões acomodem os preços acima das metas estipuladas.
Logo:

Se a inflação aumenta ou diminui, apesar de vários fatores, a culpa é da Política Econômica, consequentemente, do Governo.
As Políticas Econômicas têm como objetivo afetar a economia como um todo, e é por isso que sua análise está no campo da macroeconomia.

É papel do governo zelar pelos interesses e pelo bem-estar da comunidade em geral. Para esta finalidade, o setor público, enquanto um agente econômico de peso dentro do sistema, procura atuar sobre determinadas variáveis e através destas alcançar determinados fins tidos como positivos para a população.
Para quê existem as Políticas Econômicas?

Os governos federais, estaduais e municipais têm importante papel na economia de uma nação. As principais funções do setor público são destacadas em quatro áreas de grande abrangência:

Reguladora: o Estado deve regular a atividade econômica mediante leis e disposições administrativas. Com isso, torna-se possível o controle de alguns preços, monopólios e ações danosas ao direito do consumidor;
Provedora de bens e serviços: o governo, também, deve prover ou facilitar o acesso a bens e serviços essenciais, principalmente àqueles que não são de interesse do setor privado, tais como, educação, saúde, defesa, segurança, transporte e justiça;
Redistributiva: as políticas econômicas devem atingir e vir a beneficiar os mais necessitados da sociedade.Comisso, modificam a distribuição de renda e riqueza entre pessoas e/ou regiões. A igualdade social deve ser uma prioridade a ser buscada pelos órgãos públicos;
Estabilizadora: os formuladores de políticas econômicas devem estar preocupados em estabilizar/controlar os grandes agregados macroeconômicos, tais como, taxa de inflação, taxa de desemprego e nível de produção, com o intuito de beneficiar a população.
A Política Econômica e seus Instrumentos
As políticas econômicas e os grupos de instrumentos de que estas se utilizam para o atingimento de determinados fins podem ser divididos em três grandes grupos:

a) Política monetária
b) Política fiscal
c) Política cambial
POLÍTICA MONETÁRIA
Tem como objetivo controlar a oferta de moeda na economia.

Determinar a quantidade de moeda (dinheiro) na economia é função do Conselho Monetário Nacional (CMN), com participação do Banco Central do Brasil (BACEN). Ao determinar a quantidade de dinheiro, tem-se a formação da taxa de juros, ou seja, a taxa de juros pode ser simplificadamente interpretada como sendo o preço do dinheiro.
POLÍTICA FISCAL
O principal instrumento de política econômica do setor público referese à política fiscal. Esta, por sua vez, consiste na elaboração e organização do orçamento do governo, o qual demonstra as fontes de arrecadação e os gastos públicos a serem efetuados em um determinado período (exercício).
POLÍTICA CAMBIAL
O mercado de câmbio (divisas) é formado pelos diversos agentes econômicos que compram e vendem moeda estrangeira, conforme suas necessidades.

Empresas que vendem mercadorias ou ações no exterior estão aumentando a oferta de moeda estrangeira, em particular o Dólar, pois sua receita ocorre em moeda estrangeira.

Empresas que compram bens ou ações do exterior estão demandando moeda estrangeira (Dólar), pois seus gastos ocorrem em dólares. Neste sentido, o preço da moeda estrangeira em relação à moeda nacional é determinado neste mercado.

Este preço é chamado de taxa de câmbio (R$/US$).
A lógica da política monetária consiste em controlar a oferta de moeda (liquidez) para determinar a taxa de juros de referência do mercado. Nesse sentido, o Banco Central, seja qual for o país, eleva a taxa de juros (preço do dinheiro), enxugando (diminuindo) a oferta monetária, e a reduz atuando de forma inversa.

Cabe destacar que em um sistema econômico, moeda representa os meios de pagamento. Estes, na sua forma mais líquida, podem ser representados pelo papel-moeda e pelos depósitos à vista nos bancos comerciais. Tanto as cédulas/moedas metálicas quanto os valores existentes nas contas bancárias representam os meios de pagamento.

Apolítica monetária, ao controlar os meios de pagamento, está visando estabilizar o nível de preços geral da economia. Os governos que necessitam diminuir a taxa de inflação reduzem a oferta monetária e aumentam a taxa de juros. Esse mecanismo controla o nível de preços. Mas, se as taxas de juros permanecerem elevadas por um período longo, a economia pode deixar de elevar o crescimento econômico.
A propósito, qual o motivo de a taxa de juros da economia brasileira ser tão elevada, e o que poderia ser feito para reduzir a mesma?

Os juros estão altos com o intuito de controlar a estabilidade de preços da economia, e, para baixar o mesmo, o governo teria que aumentar a liquidez do sistema, ou seja, colocar mais moeda em circulação, o que provavelmente traria um efeito indesejado que é a elevação dos preços de forma generalizada, definida em economia como inflação.

Assim, respondendo a uma questão de anseio popular, a inflação pode retornar a patamares mais altos? Sim. Mas isto só virá a acontecer se por algum motivo (dificuldades na rolagem da dívida, por exemplo) o governo tiver que colocar em circulação uma grande quantidade de moeda para financiar a dívida.
O BACEN pode alterar os meios de pagamento (oferta de moeda) a partir de 4 instrumentos:
Operações de Mercado Aberto
Open Market
As operações de mercado aberto são caracterizadas pela compra e venda de títulos públicos do BACENno mercado.
Esses títulos podem ser de emissão própria ou em geral do Tesouro. Seu impacto sobre a liquidez na economia pode ser resumido em dois simples exemplos:
1. Compra de Títulos públicos
2. Venda de Títulos Públicos
Banco Central compra títulos públicos do mercado, fazendo o pagamento em reais. Nesse caso, a oferta de moeda aumenta, pois o BACEN está retirando um ativo (título) que não é meio de pagamento e fornecendo ao mercado um ativo líquido (moeda), no caso, Real.

Essa operação, realizada em grande quantidade, tem como objetivo aumentar a oferta de moeda e conseqüentemente diminuir a taxa de juros do mercado.
Banco Central vende títulos públicos ao mercado, recebendo o pagamento em reais. Ocorre o caso inverso do exemplo anterior.
O BACEN está ofertando um ativo menos líquido (títulos) e retirando do mercado (economia) um ativo mais líquido (moeda).
Essa operação, realizada em grande escala, tem como finalidade diminuir a oferta monetária e conseqüentemente aumentar a taxa de juros e com isso controlar o nível de preços.
Depósito Compulsório
São depósitos sob a forma de reservas bancárias que cada banco comercial é obrigado legalmente a manter junto ao Banco Central.
É calculado como um percentual sobre os depósitos à vista nos bancos comerciais.

Quanto maiores os depósitos compulsórios, maior o nível de reservas obrigatórias dos bancos junto ao Banco Central.
Redesconto Bancário
A assistência financeira de liquidez ou redesconto é o mecanismo pelo qual o BACEN socorre instituições financeiras com problemas de liquidez. O redesconto é o empréstimo que os bancos comerciais recebem do BACEN para cobrir eventuais problemas de liquidez.

A taxa cobrada sobre esses empréstimos é chamada de taxa de redesconto.
Controle e Seleção de Crédito
Um instrumento não muito convencional, mas às vezes utilizado pelo Banco Central, refere-se ao controle direto sobre o crédito. Este pode estar relacionado ao volume de crédito, ao prazo e destinação do crédito.

Este instrumento pode gerar distorções no livre funcionamento do mercado de crédito, e até desestimular a atividade de intermediação financeira.
A política fiscal visa atingir a atividade econômica e assim alcançar dois objetivos inter-relacionados, a saber, estimular a produção, ou seja, crescimento econômico e combater, se for o caso, a elevada taxa de desemprego.

O financiamento do déficit do setor público, também e um fator de preocupação
da política fiscal.
O governo pode alterar o volume das receitas e gastos públicos através dos instrumentos fiscais.

Estes instrumentos são:
Impostos (receita)
Despesas do Governo
Orçamento do Governo
Os impostos podem ser classificados em duas categorias:

- Impostos diretos: incidem diretamente sobre a renda das unidades familiares e das empresas.
Ex.: IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física); IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica).

- Impostos indiretos: são tributos que oneram as transações intermediárias e finais. São incorporados ao processo produtivo e, portanto, incidem indiretamente sobre o contribuinte
(consumidor). Ex.: ICMS; ISS; COFINS; PIS.
As despesas do governo podem ser divididas em:

- Consumo: gastos com salários, administração pública, funcionalismo civil e militar.

- Transferências: benefícios pagos pelos institutos de previdência social, sob a forma de aposentadorias, salário-escola e FGTS.

- Subsídios: são pagamentos feitos pelo governo a algumas empresas públicas ou privadas.

- Investimentos: gasto com aquisição de novas máquinas, equipamentos, construção de estradas, pontes, infra-estrutura.
O resultado das operações de receitas menos os gastos do setor público representam o orçamento do governo. Este saldo pode ser classificado em três esferas:

- Orçamento equilibrado: ocorre quando o total das receitas em valores monetários de um determinado período for exatamente igual ao total dos gastos em valores monetários.

- Orçamento superavitário: as receitas superam os gastos em valores monetários em um determinado exercício do governo.

- Orçamento deficitário: as receitas são inferiores aos gastos.
Cabe explicar que as relações econômicas, comerciais e financeiras dos agentes de determinado sistema econômico, com os agentes de outro sistema econômico (normalmente país), são registradas na Balança de Pagamentos.
Eventuais déficits no Balanço de Pagamentos são decorrentes do fato de a entrada de divisas (dólares) ser inferior a saída de divisas. Este fato é resultado de dois desequilíbrios.
1. O primeiro é que se exportam menos bens e serviços do que se conseguem importar, resultando em uma saída de divisas maior do que a entrada.

2. O segundo desequilíbrio é causado pelo lado financeiro, onde não se conseguem atrair recursos (dólares) em quantidade suficiente para pagar as contas em dólar.
Pode agir de 3 maneiras:
Regime de Câmbio Flutuante
Neste caso não há intervenção do Banco Central no mercado. O preço da moeda estrangeira, ou a taxa de câmbio, é determinado exclusivamente pela interação entre oferta e demanda. O BACEN não compra e não vende dólares. Esse procedimento é adotado nos principais países desenvolvidos.

Após a desvalorização do Real frente ao Dólar em 1999, o País adotou um regime híbrido de câmbio, que mais se aproxima do cambio flutuante.
Regime de Câmbio Fixo
Este regime representa um caso extremo de controle do mercado. O Banco Central deve estar constantemente regulando o mercado.
Caso haja um excesso de procura/demanda por dólares, este deve vender dólares ao mercado para que o câmbio não se desvalorize.
Caso ocorra um excesso de oferta de dólares no mercado, o Banco Central deve comprar o excesso para que o câmbio não se valorize.
Controlar o mercado de câmbio exige do Banco Central um certo nível de reservas internacionais (cambiais). Se esse regime sofrer uma fuga significativa de capitais (dólares), o BACEN ira perder
muitas reservas e conseqüentemente pode desvalorizar a moeda local.
Formas Híbridas de Câmbio
PRODUTOS E SERVIÇOS BANCÁRIOS E DE INVESTIMENTO
Produtos e Serviços de Investimento
De maneira introdutória é importante lembrarmos que os produtos e serviços bancários, não consistem apenas em produtos de Investimento. Teremos, sobretudo, produtos de crédito e de soluções para empresas.

Os principais produtos de Crédito para Pessoas Jurídicas são:
Empréstimos, Financiamentos e Antecipação de Recebíveis.

Para Pessoas Físicas são:
Empréstimos e Financiamentos.

Outros Produtos Bancários não relacionados a investimentos:
Seguridade
Capitalização
Consórcio
TÍTULOS PÚBLICOS
CDB e RDB
LETRA
HIPOTECÁRIA
FUNDOS DE
INVESTIMENTO
}
Clean R$
O que são FUNDOS?
E COTAS?
Tipos de Fundos
Política de Investimento
Abertos
Fechados
Restritos
Exclusivos
Passivo (Indexado)
Ativo
Alavancado
Podem ser Pré e Pós-Fixados
São ativos de Renda Fixa
Os rendimentos podem ser determinadosm no momento do investimento
Tempo Determinado
|
|
Indexador de correção
Tipos de Títulos Públicos
LTN - Letra do Tesouro Nacional
LFT - Letra Financeira do Tesouro
NTN - Nota do Tesouro Nacional
Características
LTN
Rendimentos:
Pagamentos:
Taxa Fixa
No Vencimento
LFT
Rendimentos:
Pagamentos:
Taxa Selic
No Vencimento
NTN
Tipos de NTN
NTN - B
NTN - B Principal
NTN - C
NTN - F
Rendimento:
Pagamento:
Taxa IPCA/IBGE
JS + No Vencimento
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo
Rendimento:
Pagamento:
Taxa IGPM/FGV
Índice Geral de Preços do Mercado
No Vencimento
Rendimento:
Pagamento:
Taxa IGPM/FGV
Índice Geral de Preços do Mercado
JS + No Vencimento
Rendimento:
Pagamento:
No Vencimento
Taxa Fixa
Menor RISCO da economia de um País

100% Garantido pelo Tesouro Nacional

Não há incidência de I.R.
Podem ser Pré/ Pós-Fixados ou Flutuantes
Indexadores de Correção
Pré-Fixado
Pós-Fixado
Flutuantes
CDB
Taxa Pré + IPCA
Taxa Pré-definida
Taxa de Referência (CDI)
FGC limitado a R$250 mil nesta modalidade/Banco
Cobra-se IR proporcional ao prazo da aplicação
Custos
{
22,5% - até 180 dias
20% - entre 180 e 360 dias
17,5% - entre 361 e 720 dias
15% - a partir de 721 dias
Podem ser Pré/ Pós-Fixados
Indexadores de Correção
Pré-Fixado
Pós-Fixado
RDB
Taxa Pré-definida
Taxa de Referência (CDI)
FGC limitado a R$250 mil nesta modalidade/Banco
Cobra-se IR proporcional ao prazo da aplicação
Custos
{
22,5% - até 180 dias
20% - entre 180 e 360 dias
17,5% - entre 361 e 720 dias
15% - a partir de 721 dias
E qual a diferença entre CDB e RDB?
A diferença entre os CDBs e os RDBs é que os primeiros podem ser negociados antes da data de vencimento (quando o banco paga o investidor). O dinheiro é liberado no mesmo dia em que é solicitado.
DEBÊNTURES
NOTA PROMISSÓRIA
AÇÕES
SWAP
Pós-Fixada - Apenas um índice
Indexadores de Correção
Prazo mínimo de 6 meses
Resgate apenas após a carência
(entre 6 meses e 2 anos)
Títulos de Renda Fixa utilizadas para financiar o Crédito Imobiliário
Incidência de IR
FGC limitado a R$60 mil nesta modalidade/Banco
Cobra-se IR proporcional ao prazo da aplicação
Custos/Riscos
{
22,5% - até 180 dias
20% - entre 181 e 360 dias
17,5% - entre 361 e 720 dias
15% - a partir de 721 dias
{
TR
IGP-M
INPC
IGP-DI
Títulos de Renda Fixa emitidos por S/A
O objetivo é captar recursos para financiamentos de:
Projetos, Aquisição de Bens, Reestruturação de Passivos, Capital de Giro e etc.
Tipos
Conversíveis
Simples ou não-conversíveis
Características das conversões
Bases para a conversão
Espécie e classe das ações passíveis de serem conversão
Prazo ou época para o exercício do direito à conversão
Rentabilidade
Podem ser Pré/Pós-Fixadas e Flutuantes
Participação nos Lucros ou Prêmio
Cláusula de Correção
*IR idêntico aos demais
Commercial Papers
Objetivo de Captar recursos para Capital de Giro
Prazo mínimo
Prazo máximo
SAs de Capital Aberto
SAs de Capital Fechado
30 dias
180 dias
360 dias
Não há incidência de IOF
É um acordo de troca de indexadores financeiros sem que haja a troca do principal
Não seguem um padrão. Cada operação estabelece as suas próprias condições.
Obrigatoriamente devem ser:

Negociadas em Mercado de Balcão

Registradas na Central de Liquidação e Custódia de Títulos Privados - CETIP - ou
Registradas na Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&F
Como funciona na Prática?
Exemplo
IBOESPA
ÍNDICE:
OURO
IBOVESPA
x
OURO
100 Mil
CONCEITO
Menor fração do Capital Social de uma empresa estruturada na forma de Sociedade Anônima
TIPOS DE AÇÕES
Ordinárias
Preferenciais
São Ações cujos acionistas possuem PREFERÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS RESULTADOS ou no reembolso do capital caso a empresa seja liquidada.

Em contra-partida, o acionista pode ter o seu DIREITO DE VOTO LIMITADO ou, até mesmo, NÃO TER ESTE DIREITO, de acordo com o estatuto da sociedade.
São Ações cujos acionistas possuem DIREITO DE VOTO em assembléia na proporção de UM VOTO POR AÇÃO.


DIREITOS DOS ACIONISTAS
DIREITOS ESSENCIAIS
Participação dos lucros sociais
Participação do acervo da empresa, em caso de liquidação
Fiscalização da gestão dos negócios sociais, de acordo com a Lei das S.A.
Preferência para subscrição de ações, partes beneficiárias conversíveis em ações, debêntures conversíveis em ações e bônus de subscrição
Direito a retirar-se da sociedade, de acordo com a Lei das S.A.
CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO
HOME BROKER
SOCIEDADES CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS - CTVM
SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS - DTVM
AGÊNCIAS BANCÁRIAS
REMUNERAÇÃO
GANHO DE CAPITAL
DIVIDENDOS
JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO
BONIFICAÇÃO
SUBSCRIÇÃO (UNDERWRITING)
DESDOBRAMENTO (SPLIT)
GRUPAMENTO (INPLIT)
COMMODITIES
O que são?
Mercadorias
Características
Produzidos em larga escala
Base em "estado bruto" - MP ou Mínimo de industrialização
Comercialização a nível mundial
Características uniformes / padrões
Possibilidade de estoque por um longo período de tempo
Preços definidos pelo mercado global
Ações negociadas em bolsa de valores (BM&F)
Não possuem VALOR AGREGADO
TIPOS DE COMMODITIES
AGRÍCOLAS
CAFÉ
TRIGO
SOJA
SUCO DE LARANJA
ALGODÃO
BORRACHA
CARNES (BOVINA/SUÍNA ETC.)
MINERAIS
PETRÓLEO
OURO
MINÉRIO DE FERRO
ALUMÍNIO
NÍQUEL
PRATA E ETC.
FINANCEIRAS
MOEDAS NEGOCIADAS EM VÁRIOS MERCADOS

TÍTULOS PÚBLICOS

AMBIENTAIS
ÁGUA
CRÉDITOS DE CARBONO
MADEIRA
RECICLAGEM E ETC.
OUTRAS VERTENTES
ENERGÉTICAS
RECURSOS PESQUEIROS
QUÍMICAS
(ÁCIDOS E SULFATOS)
(PEIXES, LULAS, CRUSTÁCEOS E ETC.)
Diferença positiva de Preço da Ação
Distribuição do Lucro Social (isento de IR)
Alternativa de remuneração que pode constar no estatuto
(limitado ao correspondente da Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP)
(tributação de 15% referente ao IR)
Distribuição gratuita de novas ações para acionistas atuais, proporcional às ações de cada um
(MERCADO PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO)
Direito de aquisição de novas ações
Aumento de ações da empresa, distribuídas aos sócios
(mantendo a participação atual e sem aumento de capital da empresa)
Redução de ações da empresa, distribuídas aos sócios
(mantendo a participação atual e sem aumento de capital da empresa)
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