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Motion Graphics

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by

Marta Lisboa

on 3 January 2013

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Transcript of Motion Graphics

MOTION GRAPHICS Introdução a Motion Graphics Design 1. Conceitos de Motion Graphics
2. A evolução do Motion Graphics
3. A história do Motion Graphics
4. Integração de Motion Graphics com outras tecnologias
5. Aplicações e produtos na área do Cinema, TV e Video SUMÁRIO 1. Conceitos de Motion Graphics Motion design ou design gráfico animado é um subconjunto do design gráfico que usa os princípios de design gráfico em filme ou vídeo através do uso de animação ou técnicas do cinema.

Projetos de motion graphics são marcados pela combinação de elementos gráficos bidimensionais e tridimensionais animados, incluindo a tipografia, e imagem real em movimento.

Os resultados consistem conceitos de colagem e fotomontagem, já conhecidos e explorados nas artes gráficas desde o início do século XX, acrescido da dimensão de tempo e de movimento. " " Nos últimos anos na TV e em muitos filmes, notou-se uma evolução abismal no seu grafismo, a nível da tipografia, cores e composição gráfica, assim como efeitos visuais quem têm vindo a tornar-se muito mais elaborados e sofisticados. " " Cerca de 12 minutos em cada hora de televisão vê-se trabalho feito por um motion designer ou designer multimédia, mas é conhecido como artístas invisíveis ou arte invisivel, pois muitos espectadores não têm conhecimento desta área artística. http://adamswaab.com/ A evolução do Motion Graphics surge em parte devido a uma evolução tecnológica.
Os programas de computador para a indústria de cinema e vídeo animação tornaram-se muito mais poderosos e disponíveis.

Até os anos 1970, as mais significativas incursões de design gráfico no cinema e na TV eram realizadas em película. (ver película 8mm)
A partir dos anos 1980, com o forte incremento tecnológico na área de computação gráfica, e o desenvolvimento de ferramentas de modelagem e animação 3D.

Nesse período, por exemplo, todas as grandes redes de televisão nos centros mais importantes aderiram às animações de logotipos, marcas e objetos com volume no espaço tridimensional como estilo de identidade visual.

Aproximadamente na mesma época, começaram a surgir os primeiros sistemas de composição e manipulação de imagem em movimento por computador, que permitiam combinar eanimar livremente camadas de imagem de todo o tipo (vídeo, fotografias, elementos gráficos diversos, tipografia e animações).

A chegada dessas ferramentas estimulou, a partir do universo digital. 2. A evolução do Motion Graphics O programa mais utilizado motion designers é o Adobe After Effects , o que lhes permite criar e modificar gráficos ao longo do tempo. Adobe After Effects é muitas vezes referido como um "Photoshop para o cinema".

Outro programa muito usado para Motion Graphics, é o Adobe Flash, usado para criar motion design para a web. Adam Swaab motion designer Macdonalds Commercial 3. A história do Motion Graphics No inicio do séx XX, o teórico de cinema Jaques Aumont, distingue vários tipos de imagem. Distinguindo-os pela sua relação com os sentidos (imagens visuais, auditivas, táteis, olfativas etc.)

Quando se relaciona imagem com tempo chamamos de imagem em movimento. O motion graphics, como imagem em movimento, está vinculado num conjunto de formas de expressão que nasce com o cinema, e se estende para o filme de animação, até chegar à TV e ao vídeo.

Num fundo trata-se de um conjunto de imagens estáticas reproduzidas numa determinada velocidade que dá ilusão de movimento.

Essa velocidade irá determinar o realismo da reprodução do filme.
No cinema da Europa 25 fps e no continente Americano 30 fps. Xixi no Banho http://www.xixinobanho.org.br/ Flash Animation Jonathan Yuen http://www.jonathanyuen.com/ Flash Animation After Effects animation No período do cinema mudo, a maioria dos filmes era filmado com framerate entre 16 e 20 fps. No stop motion, a velocidade de reprodução ronda os 15 fps. A partir dos anos 20 ainda no tempo cinema mudo,
surge as primeiras experiências de motion graphics que
exploravam várias técnicas de montagem de videos e animação de simbolos para criar movimentos diferentes e ilusórios. 3.1 MOTION GRAPHICS NO CINEMA Ballet Mechanic (1924) Anemic Cinema (1926) Marcel Duchamp Cinema Avant Garde Cinema Avant Garde by Hans Richter Rhythm 21 (1921) Avant Garde Movimento artístico independente na cinematografia. Entre 1921 e 1931. Movimento caracteristico de arte em filme que foi paralelo a movimentos nas artes plásticas tais como o Expressionismo, o Futurismo, o Cubismo e o Dadaísmo.
Cinema não comercial, não representacional, mas internacional. A partir dos anos 40 e com aparecimento do som sincronizado e cor no cinema começam aparecer os primeiras animações a cores sincronizadas com música.
Transportando para animações mais fascinantes e resultados estéticos nunca antes vistos.

Numa altura em que a maioria das pessoas só viam animação com o Mickey Mouse, os filmes abstratos de Oskar Fischinger foram fundamentais para uma nova visão da animação mais desafiadora.
Assiste-se aos primeiros passos de uma animação gráfica semelhante ao Motion Graphics contemporâneos.

O seu trabalho foi inspirado pelos trabalhos dos realizadores e designers gráficos alemães, Walter Ruttman e Hans Richer. Alemão pintor e designer de animação.
Fez mais 50 filmes animados com pinturas
sincronizadas com música. OSKAR FISHINGER Early Abstractions (1950) Fischinger começou a experimentar com líquidos coloridos e materiais de modelagem tridimensional como cera e argila. Motion Painting Number One (1947) Fishinger também fez filmes abstratos e os testes de sua autoria, tentando novas técnicas e diferentes, incluindo o uso de múltiplos projetores. Trabalho mais conhecido da América Fischinger é sua sequência no filme Fantasia de Walt Disney, previsto para Toccata e Fuga de Bach in D Minor. No entanto, a colaboração do artista alemão com a Disney não foi feliz.

Fischinger ficou furioso quando sua formas abstratas foram transformados em semi-arcos de violino e visto os picos das montanhas estilizados em Fantasia. FISHINGER & WALT DISNEY curiosidade Opus I (1921) by Walter Ruttman Ao tentar incorporar o movimento no seu trabalho como pintor, Walter Ruttman fundou a sua própria companhia e produziu uma série de filmes denominada "Opus", testando as possibilidades de interação de formas geométricas.

Em “Opus 1” (1919-21), por exemplo, as animações de formas curvas fluidas, quadradas e pontiagudas, filmadas em preto e branco, são depois pintadas à mão, hora se alternam e hora se relacionam no quadro. A partir dos anos 50 e 60, com aparecimento dos computadores, o americano John Whitney, pai da computação gráfica, é uma referência histórica do motion graphics, sendo considerado o pioneiro da animação por computador.

Utilizou suas técnicas iniciais de animação mecânica na abertura do filme “Vertigo”, de Alfred Hitchcock, em parceria com o designer
Saul Bass. Tudo indica que foi o primeiro a utilizar o termo “motion graphics” ao fundar sua empresa Motion Graphics Inc. em 1960. 4 Integração de Motion Graphics com outras tecnologias Vertigo (1958) Em 1961, fez o filme “Catalog”, usando um computador analógico mecânico inventado por ele para produzir aberturas de cinema e TV e comerciais.
O filme, constitui-se de uma compilação de animações de formas abstratas
acompanhadas de música. Man with an golden arm (1958) directed by Otto Preminger Saul Bass Com Saul Bass, o design gráfico começou a fazer parte do cinema,a abertura dos filmes passou a ter a atenção e o cuidado adequados ao que se entende por projeto gráfico.

A função de informar o titulo do filme e a equipa técnica passou a fazer parte do filme de modo orgânico, situando e preparando
o espectador, inclusive do ponto de vista dramático, para o que viria depois.

Bass entendia que os filmes realmente começam com o primeiro frame, e que o público devia se envolver com eles desde esse momento inicial.

Os créditos ofereciam uma oportunidade de fazer
essa função, por exemplo, adiantando o clima da história. Depois de Saul Bass, outros designers ampliaram ainda mais o espaço de criação de projetos visuais nas aberturas de cinema, tais como:

Maurice Binder, responsável pelos créditos de vários filmes da série “007”;

Terry Gilliam, notabilizado por créditos e interferências de animação de colagens nos filmes e séries de TV produzidos para o seu grupo de comediantes “Monty Python”;

Pablo Ferro, com as aberturas de “Dr. Strangelove” (1964), “The Thomas Crown Affair” (1968), e “A Clockwork Orange” (1971). Com os anos 80, as inovações tecnológicas da computaçãográfica e do videogital permitem o surgimento dos sistemas digitais de composição de imagem, substituindo os equipamentos de montagem usados até esse momento para aplicaçõesde design gráfico mais sofisticadas tanto no cinema como na televisão.

Só a partir daqui podemos efetivamente falar em motion graphics como vemos nos dias de hoje. by Maurice Binder James Bond - Goldfinger (1964) Monty Python's Flying Circus (1969-74) by Terry Gilliam Destaca-se o designer Kyle Cooper, que tem sido mencionado como o mais talentoso criador de aberturas para cinema desde Saul Bass.

O seu primeiro trabalho de peso foi para o filme “True Lies” (1994), mas impressionou a todos mesmo com os créditos do filme “Se7en” (1995), e em seguida do filme “Twister” (1996).

Atualmente é um dos designers mais requisitados em Hollywood, e já dirigiu mais de 150 aberturas de filmes com sua empresa Imaginary Forces.

Entre outros designers contemporâneos de destaque que trabalham dentro do paradigma pleno do motion graphics como tecnologia e linguagem, estão Deborah Ross e Randy Balsmeyer. KYLE COOPER Se7en (1995) MOTION GRAPHICS NO CINEMA E TV A televisão, muitas vezes, é entendida mais como um veículo de comunicação, como serviço de difusão, do que algo da ordem da expressão e da linguagem, sem relevância estética. 3.2 MOTION GRAPHICS NA TV
Um designer de movimento é geralmente formado em design gráfico ou design multimédia.
Motion designers também podem vir do cinema, ou na área da animação 2D e 3D.
Apesar de já estar presente há décadas, o motion design enriqueceu muito com a evolução das tecnologias. Anos 80 Anos 90 Anos 60/70 SIGMA 3 (rtp) 7. Empresas de Motion Graphics http://bloomgraphics.tv/ BLOOM GRAPHICS (sic) http://www.ifc.com/fix/2011/02/the-50-greatest-opening-title/2 VER EXEMPLOS DE CREDITOS: Harry Marks, que foi responsável pelo primeiro grande impulso no desenvolvimento de projetos de identidade visual para TV com qualidade.

Ele está para a TV assim como Saul Bass estaria para o cinema, sendo
considerado o pai do broadcast design moderno. A própria concepção de “moving ou fliyng logo”, ou seja, logomarcas em movimento, teria sido inventada por ele quando trabalhava para a rede de TV americana ABC.

Inicialmente utilizou técnicas analógicas de efeitos especiais, como na criação da sequência de abertura para o programa “Movie of the Week”,da ABC, em 1969.

Depois tornou-se um grande entusiasta das ferramentas de computaçãográfica digital, que popularizaram os recursos de animação 3D no broadcast design do mundo todo. EVOLUÇÃO DA RTP1 EVOLUÇÃO DA MTV • Créditos de abertura e encerramento – Material associado a filmes e programas de
televisão, que têm como função principal, na maior parte das vezes, apresentar a
equipe de produção e contextualizar o produto áudio-visual ao qual se destina;

• Interferências de apoio – Material eventualmente necessário para dar suporte a certos
tipos de filmes de narrativos e programas de TV;

• Intertítulos – Elementos visuais que informam divisões internas em narrativas e seções
de programas de TV. Cinema, TV e video 5. Aplicações e Produtos Motion Graphics Aplicações e tipos de produtos do motion graphics, com visto são voltados para o cinema e para a TV.


• Vinhetas ou separadores de identidade visual – Material produzido para emissoras de televisão para exibição, em geral, nos intervalos da programação, como reforço de identidade visual;

• Suporte de infografia para programas jornalísticos e desportivos Elementos informativos de suporte para matérias jornalísticas e coberturas desportivas;

• Spots comerciais – Publicidade especialmente produzida para o intervalo da programação de emissoras de TV comercial destinado a vender produtos de terceiros;

• Chamadas de programação – Material de divulgação dos programas de emissoras de TV veiculado nos intervalos da programação;

• Interprogramas – Peças de curta duração, em geral entre 30” e 1 minuto, de cunho cultural ou informativo, que ajudam a preencher o intervalo da programação das emissoras
de TV. Televisão

• Videoclipes – Material associado à divulgação de artistas musicais e seus trabalhos; (ver Mike Mills e Michel Gondry)

• Videoarte e vídeo experimental – Experiências artísticas com objetivo de experimentação da linguagem audiovisual, desvinculadas de canais de distribuição comercial convencionais. Em alguns casos, são voltados para exibição em exposições. (ver trabalhos de Jonh Cage) Video http://www.designyourway.net/blog/motion-graphics/34-of-the-best-motion-graphics-studios-and-their-work/ PORTUGUESAS ESTRANGEIRAS ABC Movie of the Week (1969) SIC RADICAL SIC MULHER SIC (1992)
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